sábado, 7 de dezembro de 2013

PARLAMENTO PORTUGUÊS - PARLAMENTUM PORTUGALLIAE - PORTUGUESE PARLIAMENT

 http://img0.rtp.pt/icm/thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/de/de49be3c3fe7f6b568d7eae5345b3570&w=620&sx=0&sy=0&sw=416&sh=228&q=75&w=380
A Presidente da Assembleia da República, expressão da Sociedade Política e do Estado laranja/rosa/vermelho (PSD/PS/PCP) que urge reformar, nomeadamente refornar a reforma que lhe é concedida pelo Estado, financiada pelos seus credores e pela Nação, desde os seus 42 anos com 7.255 euros, com mais 2.133 de ajudas de custo para exercer o cargo e sem 5.219 euros de remuneração que teve que abdicar (maximizou tal como Cavaco Silva) por causa do Governo e da legislatura anterior (http://www.tugaleaks.com/assuncao-esteves.html), a Presidente expressou-se em Novembro de 2013: «As manifestações são um direito lá fora, mas um crime aqui (...)» «(...) sendo um crime público nada impede as autoridades (...) uma ofensa à democracia (...)»

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/14019085/550
A Pessoa que se manifesta nas galerias do Parlamento Português expressa a sua indignação, porque a sua única possibilidade de influenciar a Assembleia da República é um voto em milhões de quatro em quatro anos ... só muito dificilmente será ouvida pelos deputados, se enviar um e-mail para os Grupos Parlamentares não obtém qualquer resposta, o que o actual sistema de representação pratica é um crescente desfasamento entre representantes e representados, cujo poder, o poder da Nação sobre o Estado que a devia servir, se esfuma após a eleição, ainda por cima com deputados amestrados que cumprem disciplinas de voto: Democracia afunilada, Pessoa mal representada, Nação tramada por fios visíveis de uma trama jurídica criada pelos representantes para os representantes. Há que reflectir não sobre a manifestação do problema, interrupção das sessões parlamentares, mas sim sobre as suas causas: as Pessoas não votam em milhares de decisões que as prejudicam a Elas, à Nação com pleno perdão para todos a imoralidades económico-políticas que são cometidas pelos representantes (BPN, Madeira, PPP, carreiras públicas com remunerações, pensões, subsídios, ajudas, ... insustentáveis e desfasadas da criação de Valor). Há muito para reformar, há muito para poupar, em vez de tributar Empresas e Famílias! Tenham vergonha, que persistem em não a ter, porque controlam até agora as tramas do jogo democrático com impunidade e não têm consciência que os vossos próprios interesses ficam em causa, em jogos de soma negativa, numa cultura de curto prazo, individualista e materialista. 
Há que aprofundar a Democracia com mais dimensões participativas que permitam a expressão e influência dos Representados, da Nação, das Empresas e Famílias que sustentam o Estado e a Sociedade Política!

Portuguesas, Portugueses
É hora de parar com as benesses
Dos pretensos representantes
Nada poderá ficar como dantes

Porque é que na eleição
Se transmite demasiado poder
Para poucos agarrados ao ter
Não é essa a solução

Entre eleições
Existem outras soluções
Com mais regulações
Para bem das Nações Dos Dos 

Uma professora expressa a sua indignação, mas as decisões são tomadas por poucos, muitas vezes influenciadas directa e indirectamente (aculturação) por potências estrangeiras desfasadas das realidades e dos interesses da Nação e do Mundo!

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