quarta-feira, 30 de outubro de 2013

REFORMA DO ESTADO X - STATU REFORMATIONI X - STATE REFORM X

http://diariodigital.sapo.pt/images_content/2013/SubmarinoArpaoPortugal2013.jpg
Um dos dois submarinos adjudicados a um consórcio Alemão (German Submarine Consortium) envolto em fumos de corrupção, com elevados custos de oportunidade para a Nação por via do seu representante, o Estado, um dos muitos casos de desperdício de dinheiros públicos:
* «No quadro do Programa Relativo à Aquisição de Submarinos (PRAS), (...) o Ministro de Estado e da Defesa Nacional propõe que a adjudicação seja feita à proposta do submarino na versão técnica com AIP do GSC, graduada em 1.lugar.
Assim:
Nos termos da alínea g) do n.1 do artigo 200.da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:
1 — Homologar a Proposta de Adjudicação do Ministro de Estado e da Defesa Nacional, de acordo com
a alínea a) do n.2 do artigo 31.do PRAS.
2 — Determinar a notificação da presente resolução e Proposta de Adjudicação objecto de homologação aos
participantes DCN-I e GSC.
3 — Mandatar o Ministro de Estado e da Defesa Nacional para conduzir as diligências com vista à celebração dos contratos a que alude o artigo 34.do PRAS, assim como de outros contratos que se revelem necessários ou adequados no  quadro da execução do programa identificado com «capacidade submarina» (...).
Presidência do Conselho de Ministros, 6 de Novembro de 2003. — O Primeiro-Ministro, José Manuel Durão Barroso.
«Programa Relativo à Aquisição de Submarinos Destinados à Marinha Portuguesa — Proposta de Adjudicação (...) propõe-se que a adjudicação seja feita à proposta do submarino na versão técnica com AIP do GSC, graduada em 1.lugar. (...) 6 de Novembro de 2003. — O Ministro de Estado e da Defesa Nacional, Paulo Sacadura Cabral Portas.»
(Resolução do Conselho de Ministros n.183/2003)
«(...) foram celebrados, em 21 de Abril de 2004, entre Estado PortuguêGerman Submarine Consortium, um contrato
de aquisição de dois submarinos com AIP e um contrato de contrapartidas. 
Foram ainda celebrados, em dJunho de 2004, um contrato de swap entre Estado Português Banco Espírito Santo,
S.A., um contrato de swap entre Estado Português Credit Suisse First Boston International, um contrato de cessão
de créditos entre Estado PortuguêBanco Espírito Santo, S.A., um contrato de cessão de créditos entre Estado
Português Credit Suisse First Boston International e ucontrato de agência arbitragem entre Estado Português
aduas instituições de crédito referidas.
Nos termos do disposto no n.dResolução do Conselho de Ministros n.183/2003, de 25 de Novembro, Ministro
de Estado dDefesa Nacional dos Assuntos do Mar informou Conselho de Ministros da celebração e dconteúdo
de cada um dos contratos referidos.
Assim:
Nos termos da alínea g) do n.dartigo 200.da Constituição, Conselho de Ministros resolve:
1 —Ratificar todos os contratos celebrados com Estado Português no âmbito do PRAS autorizar as despesas inerentes
aos mesmos.
2 —Designar Comissão Permanente de Contrapartidas como órgão competente para prática de todos os actos relativos
à execução, acompanhamento fiscalização do contrato de contrapartidas.
Presidência do Conselho de Ministros, dAgosto de 2004. — Primeiro-Ministro, Pedro Miguel de Santana Lopes.» (Resolução do Conselho de Ministros n.o 122/2004)

Finalmente o Governo através do Vice Ministro e líder do CDS apresentou um documento aprovado em Conselho de Ministros (30-10-2013) intitulado «Um Estado Melhor» (http://www.portugal.gov.pt/media/1228115/20131030%20guiao%20reforma%20estado.pdf), «um guião com orientações para a reforma do Estado», «uma proposta aberta (...) aos partidos políticos e aos parceiros sociais (...) para ouvir, debater, alterar, em nome do interesse nacional (...). O documento voltará a Conselho de Ministros no fim desse processo de diálogo.»

Portanto, após a tomada de posse a 21 de Junho de 2011, o Governo demorou mais de 2 anos e quatro meses para apresentar um guião de orientações aberto ao contributo de partidos e parceiros, longe ainda de acções concretas, de algo que era fundamental iniciar em 2011 e ser preparado em 2010, quando foi negociado o Orçamento de Estado para 2011!!! Infelizmente os seus negociadores eram muito pobres de espírito: Teixeira dos Santos e Eduardo Catroga.

Vejamos o seu «Índice
1.Introdução: a emergência financeira e as lições aprendidas
1.1 Causas do resgate.................................................................7
1.2 Condicionantes da redução da despesa....................................9
1.3 As obrigações do Tratado Orçamental......................................15
1.4 Relação entre despesa pública e carga fiscal.............................18
1.5 Consensos para uma política de Administração Pública...............21
2. Reformar é diferente de cortar
2.1 Mudar de modelo é diferente de cumprir metas...........................28
2.2 As reformas já feitas: um processo contínuo..............................29
2.3 Flexibilizar para melhorar a economia.......................................37
2.4 Preservar e viabilizar o Estado Social.......................................38
2.5 Dar espaço ao crescimento do Produto.....................................40
3. Um Estado moderno no século XXI
3.1 Nem estatização nem Estado mínimo.....................................43
3.2 Reforma dos Ministérios: estruturas partilhadas e reforço das capacidades técnicas..45
3.3 PREMAC 2: avaliação custo-benefício das entidades..............,.49
3.4 Agregar municípios: mais descentralização de competências.....50
3.5 Evitar EP e PPP...................................................................53
3.6 Funções de soberania: um Estado forte não é um Estado pesado..............................54
3.7 As funções de regulação, supervisão e inspecção: economia de mercado não é protecção dos incumbentes..................................60
3.8 Fomento económico: apoiar e conceder..................................62
3.9 Educação: propostas de autonomia, liberdade de escolha e escolas independentes.....69
3.10 Melhorar o acesso à cultura.................................................78
3.11 Segurança social: condições para uma reforma equilibrada......79
3.12 Saúde: propostas de eficiência para garantir a universalidade do acesso....................................................................................88
3.13 Cuidar da viabilidade e sustentabilidade futura do SNS ...........90
3.14 Os eixos da reforma na Saúde .............................................92
4. O sentido útil da reforma do Estado: reduzir a carga fiscal e reduzir a burocracia 
4.1 Simplificar a relação dos cidadãos e das empresas com o Estado.......99
4.2 A importância de um desagravamento fiscal ...........................100
4.3 O IRC tem de ser competitivo e estável .................................102
4.4 Comissão de reforma do IRS: valorizar o trabalho e proteger a família ..103
4.5 Fiscalidade verde ...............................................................105
4.6 Desburocratizar e organizar um Simplex 2 .............................106
4.7 Um Estado pós-burocrático .....109»

E vejamos agora o seu conteúdo
Grande parte se vê por um canudo
Lançado para os próximos anos
Para as calendas gregas e idos espartanos

É o caso da segurança social
Cuja reforma era fundamental
Para criar justiça intergeracional
Para bem de Portugal 

BÁRBAROS - BARBARI - BARBARIANS


© Robert Capa, July 27, 1944 after Christ, Notre-Dame-De-Cenily, France:
Women and chidreen greet them liberators (United States of America forces) from tiranny, ignorance and fanaticism of the barbarians of III Reich! Remember always what happened in Europe!

STRANGER IN THE NIGHT

Come from a hard work
Travelling in metropolitan train
She don´t have the virtues of cork
Against the fire and the rain

In a country so strange she is a stranger
Suddenly, by a strange reason for her
Various beasts attack without any helper
Where is Sigfried? Where is her mother?

She lost her conscienciousness
She see a light, a beautiful light
She feel peace and loveleness
She is not a stranger in the night

2012 years after Jesus Christ have been born, Germany, inside a metropolitan train, barbarians use them brutal force to spank a Woman because She is a foreign person. The human pit bulls, the tyrants, ignorants and fanatics don´t have any oposition from the other travelers. Shame! Remember always the Person that we don´t know what happened after the atrocity and also all victims of tyranny, ignorance and fanaticism. The History in Germany have the same kind of barbarians actors after the «National Socialist tyranny» («Nationalsozialistische Gewaltherrschaft»). The existentialist Ingmar Bergman communicate with us by him movie «The Serpent´s Egg» (1977): from the begining we can see what will be nazism.

Some Germans still think they are «superior» to other human beings ... and like animals in a jungle attack the «lower» Persons, the vulnerable and defenceless Persons! «Superior»? In brutality? Rigidity? Stupidity? Attack the Persons that help Germany? What do German Goverment and German Society to stop this kind of barbaritan culture? Have shame of that and for all victims of the past, present and future! History be careful with you and wait for better ways from Germany. The actual arrogance related to European Union is not a good signal ... the rigidity of German policies harm Germany and Europe! We hope that the future German Government of CDU/CSU and SPD would be better ...

I´m a nationalist that love my Nation
And a universalist that love the Nations


domingo, 27 de outubro de 2013

UCRÂNIA - UCRAINA - UKRAINE

Angus McBride «Amazon and Scythian horse-warriors attack Theseus outside Athens during their legendary invasion of Attica. [Based on] A fifth-century BC representation of possibly a Mycenean scene.» (http://gadsircomics.blogspot.pt/2007/05/angus-and-amazons.html)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3e/Map_of_Colchis%2C_Iberia%2C_Albania%2C_and_the_neighbouring_countries_ca_1770.jpg
«Kaukasus mit Siedlungsgebieten von Sarmaten und Amazonen in der Antike, Kupferstich von ca. 1770»
File:Ancient Greek Colonies of N Black Sea.png
«Map showing Ancient Greek colonies on the northern coast of the Black Sea» MapMaster (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

«The Borysthenes, the second largest of the Scythian rivers, is, in my opinion, the most valuable and productive not only of the rivers in this part of the world, but anywhere else, with the sole exception of the River Nile...It provides the finest and most abundant pasture, by far the richest supply of the best sorts of fish and the most excellent water for drinking - clear and bright... no better crops grow anywhere than along its banks, and where grain is not sown the grass is the most luxuriant in the world.» Herodotus «Histories»





File:Scythia-Parthia 100 BC.png
«Historical spread of Iranian peoples/languages: Scythia, Sarmatia, Bactria and the Parthian Empire in ca.100-50 BC. Modern political boundaries are shown to facilitate orientation.» Dbachmann - Wikipedia - Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
File:Bosporan Kingdom growth map-fr.svg
Kingdom of the Cimmerian Bosporus with cities like CIMMERIUM (Kimmerikon) by Semhur (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
File:Roman Empire 125.png
«Map of the Roman Empire in 125 during the reign of emperor Hadrien» Andrei Nacu - Wikipedia - Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

Iron Age ... UCRAINA was inhabited by Cimmerians, Scythians, Sarmatians, Greeks (coolonies), Romans and after Byzantines until VI century a.C.

TYRAS
File:Tyras4.jpg
OLBIA
File:AncientTownOlvia.jpg
HERMONASSA
File:Hermonassa 2.JPG
PANTICAPAEUM
File:Архітектурно-археологічний комплекс «Стародавнє місто Пантікапей».JPG
NYMPHAEUM
File:Nymphaion.Crimea.Excavations.jpg
Photo by Kurgus (Wikipedia)
CHERSONESSUS
File:Chersonesos columns.jpg
«Ruins of Chersonesos. Crimea, Ukraine» in a photo by Dmottl (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
File:Justinian555AD.png
«The Eastern Roman Empire (purple) and its vassals (pink) in 555 AD during the reign of Justinian I.» Tataryn77 (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
File:Byzantiumforecrusades.jpg
«Byzantine empire before the Crusades», before 1096. Spiridon Manoliu (Wikipedia)
File:Bizansist touchup.jpg
«Constantinople in Byzantine times» DeliDumrul (Wikipedia)

Republic of Genoa had also influence in actual Ukranian territories.
File:Repubblica di Genova.png
File:Genoese fortress in Sudak.jpg
«Genoese fortress in Sudak» photo by Qypchak» (Wikipedia)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c9/Panorama_Chembalo.jpg
«The Genoese fortress Chembalo in Balaklava» photo by Qypchak» (Wikipedia)

But after 500 a.C. emerged a Slavic culture: at North of the Prut, South of Dvina (Daugava, Düna), East of Oder begining and Vistula finish, in Dnieper basin to East.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a1/Balto-Slavic_lng.png/790px-Balto-Slavic_lng.png
«Linguistic Area of Baltic-Slavic languages» Hxseek (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

File:Slavic peoples 6th century historical map.jpg
File:East Slavic tribes peoples 8th 9th century.jpg
File:Principalities of Kievan Rus' (1054-1132).jpg
SeikoEn (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
File:Kiev Rus 980 1054 copy.png
«Kievan Rus' or Kyivan Rus', medieval state of the Eastern Slavs. It was the earliest predecessor of modern Ukraine and Russia. Flourishing from the 10th to the 13th cent., it included nearly all of present-day Ukraine and Belarus and part of NW European Russia.» by YT (Wikipedia)

The Slavs created with Varegians, the Kievan Rus´ with it rise and fal between 882 a.C. and 1283 a.C. The capital was Kiev, Kyiv, with the leggendary brothers founders Kyi, Shchek, Khoryv with them sister Lybid. The city is now sister of Lisbon, capital of Portugal.
File:Founders of Kiev - 002.jpg
«Statue of the founders of Kiev, on the bank of the Dnieper in Kiev, Ukraine» (1982) in a photo by Rooland Geider (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
File:Pál Vágó (1853-1928) painter The Hungarian at Kiev (1896-99).jpg
«The Hungarians at Kiev» in 830 d.C. by Pál Vágó (1885)

After the fall of Kievan Rus´ emerged the Principality Galicia–Volhynia or Kingdom of Rus' (Regnum Galiciae et Lodomeriae, Regnum Russiae) leaded by Roman Mstislavich. After Mongol invasion turned to a vassalage with Golden Horde between 1246 and 1349, when was conquested by Polish.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/43/Kingdom_of_Galicia_Volhynia_Rus%27_Ukraine_1245_1349.jpg
SeikoEn (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

Ukraine, meaning border, became under control of the unions between Poland anf Lithuania

File:Rzeczpospolita2nar.png
«Polish-Lithuanian Commonwealth (1619)» Ras67 (Wikipedia)

Ruthenian peasants (Ukrainians and from other nations) became Cossacks, members of democratic, semi-military and semi-naval communities that in 1648 triggered a war of independence and create a state, the Hetmanate, until 1764, roots of modern independent Ukraine.
File:Location of Cossack Hetmanate.png
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/93/Pic_I_V_Ivasiuk_Mykola_Bohdan_Khmelnytskys_Entry_to_Kyiv.jpg
Hetman Bohdan Khmelnytsky´s triumphal entry to Kiev in 1648, painted by Mykola Ivasiuk (late XIX Century)

Cossaks had the threats of the Commonwealth of Poland and Lithuania, the Otoman Turks , and the rising of Russia. And was the Russian Empire that became the more important ruler of Ukraine territory with some parts under control of Austrian Empire.
File:Gubernias de Ucrania - ENG.png
«Ukrainian Gubernias» Shliahov (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

And along the complicated XX Century, Ukraine win, lost and win independence and territories ... until the fall of Soviet Empire and it independence in 1991.
File:Ukraine-growth.png
«Ukrainian territorial evolution, 1918-1991» Spiridon Ion Cepleanu (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

Strange cases happened in modern Ukraine ...

The European Court of Human Rights judgment (April 30, 2013) about former Prime Minister of Ukraine (2005, 2007-2010) «Ms. Tymoshenko’s pre-trial detention had been arbitrary; that the lawfulness of her detention had not been properly reviewed; and, that she had no possibility to seek compensation for her unlawful deprivation of liberty».
File:Yulia Tymoshenko November 2009-3cropped.jpg
«Yulia Tymoshenko in November 2009» - Premier.gov.ru (licence Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.en)

These is the resultant of Slavic culture in Europe:
File:Slavic languages map en.svg
«Map of Slavic languages in Europe in English.» Palu/Rezonansowy (Wikipedia)
File:Vasnetsov Frog Princess.jpg
«Frog Tsarevna» by Viktor Mikhaylovich Vasnetsov (1918)
File:Wiktor Michajlowitsch Wassnezow 001.jpg
«Three queens of the underground kingdom» by Viktor Mikhaylovich Vasnetsov (1879)
File:Wiktor Michajlowitsch Wassnezow 004.jpg
«Ivan Zarevitch on the grey Wolf» by Viktor Mikhaylovich Vasnetsov (1889)
File:Ilya Repin - Sadko - Google Art Project levels adjustment 2.jpg
«Sadko in the Underwater Kingdom» by Ilya Yefimovich Repin (1876), that was born in Chuhuiv
File:Ship «Empress Maria» in storm.jpg
«Ship «Empress Maria» in storm» by Ivan Aivazovsky (1892), that was born in Theodosia.

An organization of women founded in Ukraine have political impact in world:
 


«We are Femen (...)
You can hear us shouting "Fuck off, dictator!", "I'm not your sex toy!", or "Religion is slavery!" You can see our half-naked bodies facing Berlusconi, Putin or the Pope. You can feel how deep our anger is by looking in our eyes. We are feminism's shock troops, a spearhead unit of militants, a modern incarnation of the word fearless.
We are Femen. Our nakedness attacks the raw nerve of the historic conflict between women and "the system". We are nothing less than its most visual and fitting embodiment. Our activists' bodies represent undisguised hatred for the patriarchal order, and display the new aesthetics of a rejuvenated woman's revolution.
Femen is our attempt at rethinking the history of feminism in its entirety. We believe that if women are left with little more than satisfying sexual desires as a life purpose, then our sexuality must become politicised. We are not denying our potential to be treated as sex objects. On the contrary, we are taking our sexuality into our own hands, turning it against our enemy. We are transforming female sexual subordination into aggression, and thereby starting the real war.
Make no mistake about it: we are at war. This is an ideological war, a war of traditionalism against modernity, oppression against freedom, dictatorship against the right to free expression. We are targeting the three principle manifestations of patriarchy: religion, the sex industry, and dictatorship.
"I didn't have time to see if they looked good or not, whether they were blondes or not" – such were the words of Putin after our most recent act of diversion, when Femen activistsconfronted him in Hanover, shouting to his face, "Fuck you, dictator!" Putin was quick to smile, but a Kremlin official was already demanding that Germany punish our activists. Within half an hour, four criminal cases had been opened against the dictator's assailants.
This is our reality. Femen activists are arrested, beaten up or even kidnapped, as happened to us in Belarus after our protest ridiculing president Alexander Lukashenko in Minsk.
Machismo can be defeated only through feminine rebellion. No authoritarian leader is interested in popular opinion, which would personally hurt him. Femen's tactics aim to do just that: hurt and humiliate them personally. Tossing shoes at Bush is nothing compared to our attack against Putin. Never before had he found his holy body, under the protection of dozens of professional security guards, so imperilled.
We were amateurs when we demonstrated against Putin in 2011, in Kiev, dozens of kilometres away from our target. But we improved our skills when we besieged the polling station in Moscow in 2012, just 20 minutes after our Putin had left the place. One year later, we faced him and bared our breasts in defiance.
Putin is a homophobe and an oligarch embodying the merger of church and state, putting his personal interests before those of 150 million people in the process. Only recently has he announced that Russia is not a country for gay people, just as our George H W Bush, in his time, said the US was not a country for atheists. Putin is not stopping at that, so we are going to stop him.
How, you ask? Yes, dear readers, with our bare breasts alone! We are responding by knocking down the great oligarch and his security-service clowns, and with them, the image he has been so carefully cultivating.
Femen is a huge experiment. Every day we find new ways to destroy the patriarchy, new words with which to answer our opponents. We are calling for a global sexual revolt against the system. We cannot tell you of our upcoming plans, or what the final result of our struggle will be, but we're working on them around the clock. The only thing I can say for sure to all those against whom we are fighting is that we are not about to let you enshrine such shit as yourselves in a cult.» Inna Shevchenko, leader of the women's movement FEMEN («We are Femen, the naked scock troops of feminism» The Guardian 10 April 2013 http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/apr/10/femen-naked-shock-troops-of-feminism
Russian president Vladimir Putin, left, is accosted by a Femen activist in Hanover
«(...) I realised that the patriarchy was not somewhere outside. It was right in front of us, in Femen's office. And our global fight with patriarchy started with the fight in our own private life.
This is when I decided to leave Ukraine for France to build a new Femen. A Femen in which women decide and follow their own ideas, not someone else's demands. One year ago I started from the beginning again with new colleagues from France, Germany, Spain, Belgium, Sweden, Canada, Mexico, Netherlands and Tunisia. The Femen fight still involves men – those who support us but do not dominate. Unlike Svyatski, from whom we broke free.
The original ideology of Femen remains as we created it, but now we are applying it the way it was originally intended. This change has already paid off: Femen has inspired women all over the world.
We have come to the Venice film festival to tell our story because this is the patriarchal reality that we all live in. Criticising us for our fight against men's domination in our own lives is like criticising the fight against all patriarchy in the world. Today we tell our story hoping that we can inspire women suffering the same oppression in their fight against it tomorrow.» Inna Shevchenko 5 September 2013 «Femen let Victor Svyatski take over because we didn´t know how to fight it» http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/sep/05/victory-svyatski-femen-man

The old problems about all kind of human organizations that want change the ways of the History inside History ... but the courage against the tyranny seems clear for example in Belarus, Minsk, 2011, with an incredible reaction by the forces of the tyrant (http://www.bbc.co.uk/news/world-europe-16275566)



CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL / PARTIDO POPULAR - SOCIALIS CENTRUM DEMOOCRATICAE / POPULARES - SOCIAL CENTER DEMOCRATIC / POPULAR PARTY

http://cdn.controlinveste.pt/storage/DN/2013/big/ng2769410.jpg
«O Conselho de Jurisdição do CDS aplicou ao militante Rui Barreto a pena de suspensão do partido de cinco meses (...) dúvidas não subsistem de que o militante infringiu a disciplina partidária de forma consciente e deliberada, violando as normas dos estatutos a que estava obrigado, numa matéria de especial relevância política, com graves consequências para a imagem do partido.
(...) em defesa do participado não pode deixar de se valorar as circunstâncias de caráter político da região de onde provém, designadamente, a deliberação da comissão política regional da Madeira».



«O CDS da Madeira, que esteve contra o Orçamento para 2013 por não concordar com o brutal aumento de impostos, não pode agora dar o seu aval a um Orçamento para 2014 que não só mantém o nível de impostos, nomeadamente o IVA do turismo e da restauração, como ainda procede a cortes injustos nos salários dos funcionários públicos a partir dos 600 euros» José Manuel Rodrigues, CDS Madeira.

Vergonhosa penalização da coragem de afrontar uma opção errada e imoral.
http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13955859/550
«(...) três prioridades: concluir o programa de assistência, (…) uma obsessão quase pessoal, penso que seria inglório, depois do esforço que foi feito (...) para uma economia com sinal mais (...) provar que é possível a um Governo de coligação chegar ao fim do seu mandato com o sentimento de dever cumprido (...) entrada no Governo correspondeu a um excesso de expectativas.
(...) tinha a noção de que muito provavelmente o meu estado de graça ia terminar quando se apresentasse o Orçamento do Estado para 2014.
(...) é preciso trabalhar (...) executar o Orçamento do Estado para 2014.
Esse é um sinal importante para darmos continuidade à descida das taxas de juro da dívida soberana, que voltaram a posicionar-se em níveis anteriores à turbulência política de Julho, mas têm que continuar a descer (...).
(...) o Governo tem tentado, em diferentes circunstâncias, conformar as suas decisões a decisões do Tribunal Constitucional (...)
(...) o bom é inimigo do óptimo e é evidente que teria sido desejável que o que consta no OE para 2014 (…) tivesse sido logo apresentado para 2012.
Quando há um incêndio, há um tempo para apagar o fogo e há um tempo para construir a casa. Em qualquer caso, tudo o que se fez no sentido de conter a despesa nestes dois anos significa uma mudança no Estado, tanto ao nível do número de pessoas como de escolhas que tivemos que fazer afectando o mínimo possível os serviços públicos fundamentais (...).» António Pires de Lima, Ministro da Economia, do CDS, completamente comprometido com uma política desastrosa para as empresas, para a criação de valor (a brutal carga fiscal sobre as famílias vai continuar) e não existe uma profunda reforma do Estado até agora.

Sobre a triste actuação de Paulo Portas, líder do CDS, evidencia-se bem esse personagem de uma peça de Shakespeare, cheio de vontade de poder e com grandes desfasamentos entre o seu dever-ser e o seu ser.

O CDS ainda não alterou nada de significativo nas péssimas opções do Governo.

O Centro Democrático Social
Está comprometidíssimo na política brutal
Que faz tão mal
Ao nosso querido Portugal

O Partido Popular
Na sua vontade de poder
Está a perder o seu ar
Corrompido pelo ter

Para trás ficou o seu ser
Pela manha de bem manipular
Pela má obra do seu líder
O(A) Eleitor(a) vai penalizar

Motivam-se pela Nação e sua sobrevivência?
Não, a terapêutica não rima com solvência
Pelo contrário, afasta-a numa pesada tendência
Procuram a estrangeira clemência?

Sim, apanharam a doença da subserviência
Há que fechar o programa de assistência
Para depois atacar num ano as eleições
Com a europeia cautela de milhões 

A triga troika fica à espera
Para anunciar o cumprimento sem brio
Mas a estatística tem o seu fio
De ligação à realidade da era

Os fogosos mercados vão penalizar
As instituições europeias tentar os acalmar
Mas debilmente puxada para baixo a dura realidade
Virá sempre ao de cima com a viciosa austeridade!

É profundamente fatal
Para Portugal
Manter a muy brutal
Carga fiscal

A redução estrutural
Da despesa estatal
Era e é fundamental
Mas onde está afinal?

sábado, 26 de outubro de 2013

DECRESCIMENTO III - DECRESCERE III - DECREASE III

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13988031/400

MINISTRA DAS FINANÇAS

Feche os olhos, os suevos olhos
Para não ver os sinais aos molhos
Dos brutais efeitos da sua política sinistra
Vossa mercê que das finanças é ministra

«Estamos já a assistir a uma recuperação na economia que é visível na receita fiscal, no consumo, em todos os dados que os senhores deputados quiserem observar, no consumo de bens duradouros, de combustíveis, no aumento de receita de portagens, no aumento da receita fiscal, no crescimento do comércio a retalho em agosto, que foi o mais elevado da união europeia (...)
Ora, os senhores deputados não podem continuar a ignorar os sinais que são dados, e a olhar apenas para aquilo que interessa para apresentar uma realidade que não é aquela que existe. Efetivamente esta política está a dar resultados e vai continuar a dar resultados» Maria Luís Albuquerque, Ministra das Finanças, 23-10-2012


We return to our table of Turnover in Portugal from January to August of 2013, perhaps Miniter of Finances will see it, this time ...


And about Exports ...







PORTUGAL 2011 2012 change  2012 Aug 2013 Aug change 
Trade Balance M€ M€ M€ % M€ %
Goods and services -6.508 110 6.618 1.948 4.267 2.320
Exports 62.232 64.624 2.392 3,8% 32.070 33.682 1.612 5,0%
Imports 68.740 64.514 -4.226 -6,1% 30.122 29.415 -708 -2,3%
Goods -14.205 -8.582 5.623 -3.881 -2.267 1.614
Exports 43.073 45.526 2.453 5,7% 19.232 20.061 829 4,3%
Imports 57.278 54.109 -3.169 -5,5% 23.113 22.328 -785 -3,4%
Services 7.697 8.693 996 5.829 6.534 706
Exports 19.159 19.098 -61 -0,3% 12.838 13.621 783 6,1%
Imports 11.462 10.405 -1.057 -9,2% 7.009 7.087 77 1,1%
Free On Board adjustment by Banco de Portugal over INE data (Goods)