Abschluss des Nichtangriffspaktes am 24. August 1939. Von links nach
rechts: Hintergrund: Richard Schulze-Kossens (Ribbentrops Adjutant),
Boris Schaposchnikow (Generalstabschef der Roten Armee), Joachim von
Ribbentrop, Josef Stalin, Vladimir Pavlov (sowjetischer Übersetzer);
Vordergrund: Gustav Hilger (deutscher Übersetzer) und Wjatscheslaw
Molotow
«ADN-ZB Bartocha BL-22.10.82- Bez. Neubrandenburg: Cunhal-Besuch- Der Generalsekretär der Portugiesischen Kommunistischen Partei, Alvaro Cunhal (r.), wurde herzlich auf dem Zuckerrübenkomplex der LPG Pflanzenproduktion Woldegk begrüßt. Der LPG-Vorsitzende Joachim Henke (2.v.r.) erläuterte ihm und Hermann Aken (3.v.l.), Mitglied des Politbüros und Sekretär des ZK der SED, die Arbeitsaufgaben dieses Komplexes.»
«Ditador do proletariado»
Que cargo ambicionado
Pelo Cunhal frustrado
Com o ditador Salazar realizado
Com o seu par dialéctico foi tramado
O PCP, monstruosa trama do passado
Que com drama, muito prejudica o presente
Com a sua péssima semente
Umas vezes com a sua greve indecente
Outras vezes com o apoio ao monstro estatal
Fez e faz muito mal a Portugal
Os stalinistas do PCP foram organizados dialecticamente pela "ordem" de Salazar e pela URSS, liderados pelo frustrado «ditador do proletariado» Álvaro Cunhal, que contrasta com o seu par dialéctico, o realizado e mencionado ditador Salazar, que criou comunistas como cogumelos. Tal como Stalin deu força a Hitler e Hitler a Stalin até à resultante dialéctica (síntese) de queda do III reich, antes apoiado pelo Estado Novo e a ascensão do império soviético, que apoiou fortemente o PCP e a vergonha de 1975 em Portugal, tendo como um dos principais responsáveis Cunhal e Salazar (indirectamente), precisamente ... A falta de respeito pelo Ser Humano era comum ...
Salazar e Cunhal são as duas faces da mesma moeda que tanto prejudica ainda Portugal ... com a sua cultura fechada, dogmática, autocrática, castradora, esterilizante ...
«Só dogmáticos podem pretender explicar a vida social, na sua extrema riqueza, diversidade e complexa e irregular evolução, com a aplicação de fórmulas imutáveis ou com a citação de textos.» Álvaro Cunhal em «Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura» (1967) Monstruoso!
«ADN-ZB Bartocha BL-22.10.82- Bez. Neubrandenburg: Cunhal-Besuch- Der Generalsekretär der Portugiesischen Kommunistischen Partei, Alvaro Cunhal (r.), wurde herzlich auf dem Zuckerrübenkomplex der LPG Pflanzenproduktion Woldegk begrüßt. Der LPG-Vorsitzende Joachim Henke (2.v.r.) erläuterte ihm und Hermann Aken (3.v.l.), Mitglied des Politbüros und Sekretär des ZK der SED, die Arbeitsaufgaben dieses Komplexes.»
«Ditador do proletariado»
Que cargo ambicionado
Pelo Cunhal frustrado
Com o ditador Salazar realizado
Com o seu par dialéctico foi tramado
O PCP, monstruosa trama do passado
Que com drama, muito prejudica o presente
Com a sua péssima semente
Umas vezes com a sua greve indecente
Outras vezes com o apoio ao monstro estatal
Fez e faz muito mal a Portugal
Os stalinistas do PCP foram organizados dialecticamente pela "ordem" de Salazar e pela URSS, liderados pelo frustrado «ditador do proletariado» Álvaro Cunhal, que contrasta com o seu par dialéctico, o realizado e mencionado ditador Salazar, que criou comunistas como cogumelos. Tal como Stalin deu força a Hitler e Hitler a Stalin até à resultante dialéctica (síntese) de queda do III reich, antes apoiado pelo Estado Novo e a ascensão do império soviético, que apoiou fortemente o PCP e a vergonha de 1975 em Portugal, tendo como um dos principais responsáveis Cunhal e Salazar (indirectamente), precisamente ... A falta de respeito pelo Ser Humano era comum ...
Salazar e Cunhal são as duas faces da mesma moeda que tanto prejudica ainda Portugal ... com a sua cultura fechada, dogmática, autocrática, castradora, esterilizante ...
«Só dogmáticos podem pretender explicar a vida social, na sua extrema riqueza, diversidade e complexa e irregular evolução, com a aplicação de fórmulas imutáveis ou com a citação de textos.» Álvaro Cunhal em «Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura» (1967) Monstruoso!
“(…)O nosso povo, depois de 50 anos de ditadura fascista, se
se fala em ditadura do proletariado está a ver repressão, está a ver a perda das
liberdades, no fim de contas aquilo que caracterizava o regime fascista nos
aspectos repressivos. Nada facilitava a nossa tarefa, o esclarecimento do nosso
povo e o caminho para socialismo utilizarnos a expresão ‘ditadura do
proletariado’. Isto daría logo a ideia que nós, os comunistas, queremos
instaurar un poder violento sugerido pela palabra ‘ditadura’, que no espírito do
nosso povo está ligada á repressão e à ausencia de liberdades, quando a ditadura
do proletariado é uma forma de organização social em que há muito mais
liberdades do que num regime democrático burgués por muito democrático que
seja(…)” Alváro Cunhal (1976) Arrepiante!
«A
evolução da situação na URSS e países do leste da Europa comprovaram
infelizmente as reservas e atitudes do PCP relativamente ao processo em curso da
‘perestroika’. A derrocada e liquidação da URSS e a catastrófica situação que
foi criada nesses países, a mudança da correlação de forças a nível mundial, e o
aproveitamento da nova situação pelo imperialismo para tentar de novo impor a
sua hegemonia mundial, contra a luta libertadora dos trabalhadores e dos povos,
utilizando todas as armas (económicas, financeiras, políticas, diplomáticas,
militares), as ingerências, intervenções, agressões e guerras a que diariamente
assistimos indicam que não só subsiste como se reforça a necessidade da luta dos
comunistas por aqueles objectivos que foram através do século a razão de ser da
sua existência e da sua luta (.…). Nós, os comunistas portugueses, não tínhamos
realizado em todos os seus elementos, e muito menos explicado antes da derrocada
da URSS e noutros países do leste da Europa análises e críticas que actualmente
fazemos. Tivemos esperança (que os acontecimentos mostraram ser demasiado
optimista) numa correcção dos apontados aspectos negativos da evolução e da
política nesses países(…)» Àlvaro Cunhal (1993) Escandaloso!
«Transformar o sonho em vida» Álvaro Cunhal: o sonho de Cunhal era ascender ao poder em Portugal e impôr os seus dogmas, o seu PCP e a sua ditadura ao País com o apoio da URSS. Mas a Nação, apoiada pelo Partido Socialista e por todos os democratas (nomeadamente internacionais), fez-lhe frente e atribuiu ao PCP apenas 12,5% dos primeiros votos democráticos em 25 de Abril de 1975, nas eleições para a Assembleia Constituinte! O autocrata PCP não aceitou essa realidade democrática e continuou a manipular e a ter mais poder do que lhe era legítimo até que acabou por ser definitivamente derrotado em 25 de Novembro de 1975.
«Transformar o sonho em vida» Álvaro Cunhal: o sonho de Cunhal era ascender ao poder em Portugal e impôr os seus dogmas, o seu PCP e a sua ditadura ao País com o apoio da URSS. Mas a Nação, apoiada pelo Partido Socialista e por todos os democratas (nomeadamente internacionais), fez-lhe frente e atribuiu ao PCP apenas 12,5% dos primeiros votos democráticos em 25 de Abril de 1975, nas eleições para a Assembleia Constituinte! O autocrata PCP não aceitou essa realidade democrática e continuou a manipular e a ter mais poder do que lhe era legítimo até que acabou por ser definitivamente derrotado em 25 de Novembro de 1975.
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