quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

REINO DE PORTUGAL VI - REGNUM PORTUGALLIS VI - KINGDOM OF PORTUGAL VI

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/33/Flag_Portugal_%281707%29.svg/957px-Flag_Portugal_%281707%29.svg.pnghttps://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a1/Flag_Portugal_%281830%29.svg/957px-Flag_Portugal_%281830%29.svg.pngAs bandeiras absolutista e liberal | The absolutist and liberal flags

REINO DE PORTUGAL VI (1820-1852)

Despoleta-se em Portugal
A revolução liberal
Com Beresford no Brasil
A pedir mais poder vil

Depois do líder Andrade
Ter tido pena capital
Perto da real capital Cidade
Força brutal gera força brutal

Como num terramoto
As forças sob forte pressão
Encontram uma terrível solução
Como num maremoto

No mesmo ano de 1820 já em Espanhas
Se tinham dado semelhantes façanhas
Era o poder da burguesia
Que aí viria

De absoluta a monarquia passa a constitucional
Em 1822 passa a ter uma Constituição Portugal
Tal como a independência do Brasil se tornou natural
Apoiada pelo infante Pedro liberal

Cortes com o supremo poder legislativo
Rei com o poder executivo
Tribunais com o poder judicial
A divisão de poderes estava consagrada em Portugal

Foram consagrados também os direitos e deveres individuais
Os humanos da liberdade, igualdade perante a lei, segurança e propriedade
O Liberalismo tinha agora vastos poderes formais na Cidade
Foram postos em causa os reais, nobres e clericais privilégios feudais

Mas eram evidentes as limitações liberais
Os votos não eram universais
As eleições não tinham poderes iguais individuais
As Mulheres não tinham esses direitos fundamentais

E a Constituição ficou mais na dimensão formal
Do que na dimensão real
Esteve vigente apenas até 1823 pela Vilafrancada
Em que a restauração absolutista foi tramada

A rainha Carlota Bourbon e o seu filho Miguel
Muito gostaram da invasão franca após a derrota napoleónica
Para restaurar em Espanha os Bourbon e a sua vontade faraónica
E com a benção da «Santa Aliança» voltar à velha ordem sem papel

Esta defesa do Antigo Regime
Vai permitir um retorno absolutista pouco firme
Não vai ser Carlota e Miguel  quem o afirme
Vai ser o rei João VI quem o imprime

A Casa de Bourbon de Fernando VII e de sua irmã Carlota
Tiranizava os liberais em Espanha após a sua derrota
Que pediram apoio ao Imperador do Brasil muito liberal
O Príncipe Pedro de Portugal

Mas o «bem-feitor dos Povos» como o nomearam
Não é essa coroa que os seus méritos herdaram
Vai ser a coroa portuguesa
Em 1826, sem certeza

Porque Pedro IV de Portugal
Em dias a passou à sua filha Maria II tal e qual
Para do seu querido Brasil não abdicar
E ao mesmo tempo a vontade de poder do seu irmão Miguel limitar

Mas o ambicioso Miguel sua sobrinha não vai respeitar
E em 1828 o trono o vai roubar
Que vai despoletar a  horrível guerra civil
Com liberal Pedro a contrariar o absolutista irmão e tio vil

Do lado liberal a velha aliada e quase sempre amiga Britânia
A Gália Franca (1830) e no final, em 1834, a própria Hispânia
Que nesse ano se libertou da terrorista santa inquisição
Do outro lado as Espanhas dos Bourbon, a Igreja Católica, os latifundiários, a velha conservação

Pedro desta vez, aceita o desafio dos liberais das Espanhas
De se tornar o imperador de todas as Nações ibéricas
E face aos problemas com que se defrontava do Brasil abdica
E regressa à Europa, à Grande Ilha Britânica

A victoria liberal devolve o trono a Maria a segunda
Que foi para Portugal tão fecunda
Ao casar em 1836 com Fernando o segundo
Que deu à Nação um muito importante cultural mundo

De Saxe-Coburg-Gotha é das Ciências e Belas Artes
Vai monumentos restaurar
E monumentos criar
Semear cultura em múltiplas partes

Mas é na Serra de Sintra
Que o Paraíso entra
No Palácio e Parque da Pena
Numa profundo e romântico cenário e cena

Maria e Fernando vão criar filhos de grande valor
Pedro e Antónia
Que vão fazer História
Um futuro Rei de Portugal culto e sensível e uma mãe de um futuro Rei da Roménia, o melhor

Da victoria liberal se bifurcaram os liberais em cartistas e progressistas
Os que defendiam a híbrida Carta Constitucional de 1826 que tinha falhado a conciliação
E os que defendiam uma democracia com popular eleição da sua representação
Que na revolução de Setembro de 1836 realizam os seus ideais e se passam a chamar setembristas

O devorismo tinha devorado, desfeito e transferido poderes e propriedades
Da Nação, da nobreza e do clero para alguns liberais
Sendo este liberalismo essencialmente fundiário, sem dinâmicas industriais
Com subdesenvolvimento e dependência inglesa revoltava o aumento das desigualdades

Lisboa e as suas Pessoas apoiaram a Revolução, a Rainha e a Constituição
Apesar de Maria II preferir a Carta Constitucional
Em que seu pai tinha tentado conciliar os absolutistas e liberais tão mal
Sem poder teve que consentir na sua adesão

Destacou-se como líder Manuel da Silva Passos
Que vai apoiar a Cultura, as Artes, as Ciências, a Educação
Colocava a Pátria acima da sua esquerda e na Rainha a representação da Nação
Atentou contra interesses instalados, até contra Inglaterra por métodos aduaneiros

Mas era acusado de governar em ditadura
E José Estêvão, por exemplo, vai-lhe fazer oposição
De uma forma extremista e dura
Não agradava mais a nenhum dos lados, restou-lhe a demissão

Em 1838 uma nova Constituição
Uma dialéctica síntese
Da Constituição, a tese e da Carta, a anterior síntese e agora antítese
Volta o sufrágio directo e limitado, bicameralismo, divisão poderes, veto real, uma confusão

Mas por pouco tempo, volta a reinar a Carta Constitucional
A partir de um golpe de 1842 de Costa Cabral
A Rainha apoia-o, Portugal arrasta-se
A Nação afunda-se

Aos poderes em processo de despótica concentração
Estala uma forte oposição
Até que em 1844 Torres Novas dá nome à reacção
Tendo entre os seus líderes José Estêvão

Que grande ironia após a sua derrota
Manuel Passos, conhecido por Passos Manuel
Vai desempenhar um meritório papel
Ao defender compaixão do governo e paciência na lei para a revolta

Em 1846 o aumento da despesa e do défice público persistente
O Cabral enriquecimento clientelar, e apesar da tributação, a bancarrota iminente
Mostram o erro real de Maria II evidente
E a revolta da Maria da Fonte triunfante e consequente

Obrigada a demitir Cabral, a Rainha comete novo erro ao nomear Saldanha
O que reacende a revolta numa guerra civil tal é a consequência da artimanha
Aos setembristas aliam-se miguelistas
Contra os realmente apoiados cartistas

Em 1847 a intervenção da quadriga internacional
Faz triunfar a causa real
Que pouco clemente com os vencidos
Faz ressurgir os ressentidos

E em 1851 dá-se uma insurreição militar
Da qual emerge Saldanha a triunfar
Inicia-se a pretendida Regeneração
Que vai estabilizar e fazer crescer as infraestruturas e a tributação

A popular Fonte vai ser substituída pelo pragmático Fontes
Já não é Maria plebeia a protagonista, passa a ser o dinâmico Pereira de Melo
À Carta Constitucional
Se vai juntar em 1852 apenas um Acto Adicional

Os eleitores são aumentados
Para uma renda líquida anual mínima de cem mil réis
Provenientes de diferentes sociais papéis
Mulheres e criados continuam discriminados

É abolida a pena de morte para crimes políticos
O liberalismo tenta-se consolidar
Com a sua liberdade que deixa muito a desejar
Sem Democracia e sem universalismos

A liberdade existe só para quem tem poder
Quem conjuga na primeira pessoa o verbo ter
Fica por realizar profundamente o Ser
E ainda é muito limitado o próprio dever ser

Do resto do povo se destacou a burguesia
Para se apoderar das benesses da aristocracia e do clero
Mantendo-se a mesma inércia oligárquico-parasitária
De jogos de soma negativa com pólo esbanjador e pólo austero

De João Almeida Garrett a Alexandre Herculano
Se liga o ideal liberal, mas não a praxis da regeneração
Contra o materialismo inglês de riqueza e miséria nas suas Viagens reage João
O historiador romântico Alexandre quer viver a ruralidade e denuncia a Inquisição

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c0/Dom_Pedro_compondo_hino_da_independencia.jpg
«Pedro I compondo o Hino Nacional» do Brasil por Augusto Braga 1822 https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_do_Brasil#/media/File:Dom_Pedro_compondo_hino_da_independencia.jpg
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/15/An%C3%B4nimo_-_D._Am%C3%A9lia%2C_duquesa_de_Bragan%C3%A7a.JPG
Amélie Auguste Eugénie Napoléone de Beauharnais mulher de Pedro IV de Portugal https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9lia_de_Leuchtenberg#/media/File:An%C3%B4nimo_-_D._Am%C3%A9lia,_duquesa_de_Bragan%C3%A7a.JPG
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0a/Maria_II_1852.png/800px-Maria_II_1852.png
Maria II por William Charles Ross (1852) https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_II_de_Portugal#/media/File:Maria_II_1852.png
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/Sintra_-_O_convento_da_Pena%2C_de_G._Vivian%2C_1839.png
Convento da Pena em 1839, comprado por Fernando II em 1838 https://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Nacional_da_Pena#/media/File:Sintra_-_O_convento_da_Pena,_de_G._Vivian,_1839.png
é transformado no Palácio até 1847
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Palácio e Parque da Pena  - Serge Michaux http://www.portaldojardim.com/pdj/wp-content/uploads/Palacio_Nacional_de_Pena_lowres_creditos_Serge_Michaux.jpg
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Nacional_da_Pena#/media/File:Chal%C3%A9_da_Condessa_de_Edla.JPG
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d3/Antonia_de_Portugal.jpg/800px-Antonia_de_Portugal.jpg
Infanta Antónia, filha da Rainha Maria II e de Fernando II (a sua mãe era Antónia), vai ter um filho chamado Fernando, que vai ser Rei da Roménia em 1914, que vai ser aliada de Portugal e do Reino Unido na 1.ª grande guerra mundial contra a Áustria e Alemanha do seu avô e vai criar a Grande União (Marea Unire) entre o Reino dda Roménia e a Transilvânia, a Bessarábia e a Bucovina..
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a6/WWI_Poster_Rumania.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_I_da_Rom%C3%AAnia#/media/File:WWI_Poster_Rumania.jpg
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/1893_-_Ferdinand_%C5%9Fi_Maria_ca_Principe_%C5%9FiPprincipes%C4%83_de_Coroan%C4%83.PNG
Fernando e sua mulher Marie Alexandra Victoria de Saxe-Coburg-Gotha em 1893
https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_de_Saxe-Coburgo-Gota#/media/File:1893_-_Ferdinand_%C5%9Fi_Maria_ca_Principe_%C5%9FiPprincipes%C4%83_de_Coroan%C4%83.PNG
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c8/DSC08748a.JPG
Maria da Fonte https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c8/DSC08748a.JPG
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/C._B._Pinheiro_-_Passos_Manuel%2C_Almeida_Garrett%2C_Alexandre_Herculano_e_Jos%C3%A9_Estev%C3%A3o_de_Magalh%C3%A3es.png/800px-C._B._Pinheiro_-_Passos_Manuel%2C_Almeida_Garrett%2C_Alexandre_Herculano_e_Jos%C3%A9_Estev%C3%A3o_de_Magalh%C3%A3es.png
Passos Manuel, Almeida Garrett, Alexandre Herculano e José Estêvão por Columbano Bordalo Pinheiro 1926, no Palácio de São Bento, sede do Parlamento desde 1834

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

VENEZUELA XLIII - VENETIOLA XLIII - VENEZUELA XLIII

http://estaticos04.elmundo.es/assets/multimedia/imagenes/2015/12/07/14494860729430.jpg
http://estaticos04.elmundo.es/assets/multimedia/imagenes/2015/12/07/14494860729430.jpg

Victory
Of Democracy
Against Tyranny
To Liberty

Tyrants will try
That qualified majority
Don´t stop tyranny
«As Time Goes By»

Democracy still Democracy
Tyranny still tyranny
Freedom needs Liberty
Power of few generate brutality


«Casablanca» movie scene: https://www.youtube.com/watch?v=HM-E2H1ChJM


domingo, 6 de dezembro de 2015

CURDOS VII - CARDUCHI VII - KURDS VII

https://vice-images.vice.com/images/content-images-crops/2015/10/27/we-spoke-to-the-former-canadian-model-who-joined-the-kurdish-fight-against-isis-body-image-1445956746-size_1000.jpg?resize=*:*&output-quality=
Hanna Bohman fight against what she call "Satanic State", new SS https://www.vice.com/read/we-spoke-to-the-former-canadian-model-who-joined-the-kurdish-fight-against-isis :

«(...) Fighting the Satanic State and being part of the revolution in Rojava is a dream come true. Not that I dreamed of killing people, but that I am now truly useful. I'm actually contributing to the betterment of other peoples' lives, and for me, that's far more important than selling insurance, or banking services. (...)
It was mainly because of what ISIS was doing and how our governments were doing nothing to stop it. (...) put me in touch with the YPJ and I joined them (...).
They [Kurds] go through ideological training, which includes gender equality and ecological responsibilities. (...) The YPG and the PKK are separate, but they follow the same ideology based on Abdullah Ocalan's teaching. The PKK defends the Kurds from Turkey and many have come to Rojava. A lot of the commanders are PKK, they're always the best-educated and nicest ones. They call themselves humanists—they treat everyone with humanity, even if they are the enemy. (...)
They're so ahead of us on gender equality. To get equal treatment we [in the West] have to protest and then laws are changed. Over there it is so equal, there is no conscious division, the women are naturally included and work with the men equally at every level—they're in the trenches, they take positions, sometimes they're the only ones fighting. It's just so equal that it's hard to explain. It's more of a matriarchal society, I never felt threatened by the men or objectified. (...)
https://vice-images.vice.com/images/content-images-crops/2015/10/27/we-spoke-to-the-former-canadian-model-who-joined-the-kurdish-fight-against-isis-body-image-1445956563-size_1000.jpg?resize=*:*&output-quality=
I recently went to Kobane, which is probably the global symbol of resistance against the Satanic State. A lot of other cities were also attacked, but none like Kobane. At one point, 80 percent of the city was under terrorist control, but the YPG and YPJ fought back and saved their city. However, a lot of young fighters died, and it's incredibly tragic how they were essentially left to fight the Satanic State without help from anyone else. So I wanted to document what has become an important moral victory for the Kurds.
The city is absolutely obliterated, yet it's the most lively city in Rojava. The Kurds didn't give up defending Kobane, and now they're not giving up rebuilding it. Families are returning, schools are reopening, shops are back in business, and the city is coming back from the dead. It was an incredibly emotional visit and I hope my photos and stories from Kobane will help in some way. (...)
The Turkish airstrikes don't seem to be as problematic for the PKK as the media makes it out to be. Turkey claimed about 300 Kurds were killed in the airstrikes, but how do they know that? They didn't land helicopters so they could count the bodies. They posted videos showing hits on buildings and houses and claimed they were PKK hideouts but that's bullshit. I've been to the camps. They don't stay in buildings and houses because they're easy targets. I think only about seven PKK fighters were killed in all the airstrikes. In reality, the Turks killed innocent villagers who had no connection to the PKK. (...)»
http://cdn.newsapi.com.au/image/v1/f4fe879d875a013fb97ff1c799be8748
http://i.huffpost.com/gen/3747390/images/o-HANNA-BOHMAN-facebook.jpg
http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/10/14/18/2D34C3A900000578-3265244-Kurdish_forces_Hanna_B_hman_is_pictured_with_a_child_in_Kobane_a-a-38_1444844941870.jpg
https://i.ytimg.com/vi/xSXAtb9C4Sg/hqdefault.jpg
https://7468669c0013a7dae459-4d0fcf8d315d40f305ee2ebb6c32f79c.ssl.cf1.rackcdn.com/5885795_1441395139.0553_updates.jpg
http://media.vocativ.com/photos/2015/07/tiger-sun779015365.jpg
https://nationalpostcom.files.wordpress.com/2015/08/hanna-bohman-1.jpg
GOD BLESS AL OF YOU, ONE DAY LOVE AND LIFE THAT GOD CREATED WILL PREVAIL OVER POWER AND DEAD OF NEGATIVE FORCES IN THIS DIALECTICAL WORLD!

Hello Hanna! A great Portuguese poet named Fernando Pessoa said: «(...) combater, sempre e em toda a parte (...) a Ignorância, o Fanatismo e a Tirania» («(...) fight anytime, any place, anywhere (...) the Ignorance, the Fanaticism and Tyranny» (1935). I like say that Love will prevail over tyranny, ignorance and fanaticism. I have a great admiration for all of You that fight the enemies of Humanity with Humanity like You said about You. "Satanic State" like You said is a new SS, the same negative and brutal forces of destruction and dead and all of US that real Love Human Beings we are in our heart with You in this lovely Earth. A great hug for all of You, God bless all of You. Kobane is a symbol of your cause that is a cause of Humanity, i always stay in the side of Kurdish cause against tyranny and tyrants of leadership of Turkey and them manipulation, complicity and atrocities . I wish all the best for Kurdish Nation. Take care of You!!   

REINO DE PORTUGAL V - REGNUM PORTUGALLIS V - KINGDOM OF PORTUGAL V

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/51/Flag_United_Kingdom_Portugal_Brazil_Algarves.svg/957px-Flag_United_Kingdom_Portugal_Brazil_Algarves.svg.pngBandeira com as armas do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve | Flag with coat of arms of United Kingdom of Portugal, Brazil and Algarve

REINO DE PORTUGAL V (1778-1819)

E ascende ao trono
Maria I de Portugal
Que derruba o seu real dono
O Marquês brutal

E eis a franca revolução
Que coloca em causa o absoluto poder
Que a Nobreza e o Clero procuravam exercer
Ergue-se o terceiro Estado em libertação

Sobre a Liberdade, Igualdade e Fraternidade prevalece o Terror
Que causou tanta tirania, injustiça e dor
A liberdade é para os poderosos
Os ideais são convertidos em destroços

Rei deposto ditador posto
No 18 do Brumário assim foi predisposto
Destaca-se do Povo a burguesia triunfante
Escolhe o seu militar representante

Para a ordem ordenar
E a França subjugar
E no resto da Europa imperar
A guerra sobre a paz vai triunfar

A Espanha dos Bourbon vai colaborar
Com Maria Luísa e um Godoy a realmente reinar
Declarada em 1800 a guerra do ramo de laranjeira a Portugal
O roubo de Olivença vai ficar por ser reposto para a Ordem Internacional

Em 1806 o imperador Napoleão determina o «Bloqueio Continental»
Depois da derrota franco-espanhola frente à Aliada Lusa, Britânia, no mar
E face à antiga Amizade com as Ilhas Britânicas na arte de navegar
Em 1807 os continentais francos atravessam toda a Espanha e invadem Portugal

O general Jean-Andoche Junot sem resistência Lisboa alcançou
Mas a Família Real de Portugal para o Brasil se retirou
«El Rei Junot» em 1808 assim reinou
E o Bourbon abdicou

A revolta de Aranjuez assim o determinou
Depois de ocuparem o País Basco e a Catalunha
Os francos alcançam Madrid e não se realizou a acordada carne com unha
Espanha com a sua cumplicidade e subserviência, a sua independência prejudicou

Pensaram que a trama seria sobre Portugal
E que a Espanha não ficaria mal
Pelo contrário até se aproveitaria da situação
Para roubar territórios à Luso Latina Nação

Mas a imperial águia franca não só dava bicadas
Como também anulava traições tramadas
Que ao não serem com competência cumpridas
Implicavam outras estratégicas saídas

Por três vezes tentaram
Por três vezes por caminhos de derrota arrepiaram
Vieram sempre ao brutal saque
De matéria e de Pessoas, semearam para si próprios baque

A muito linda Britânia
Veio de novo dar Liberdade à muito bonita Lusitânia
Entre 1807 e 1810 em Portugal se estava o futuro a desenhar
O fatum da França de Napoleão se estava a tramar

Tanto o seu fim como o seu princípio
As monarquias absolutas vão ser substituídas pelas constitucionais
Repúblicas vão ter o seu início
Despertam-se as revoluções nacionais

Ao nascente capitalismo e ao seu amigo iluminismo
Se vai juntar o liberalismo
À razão criativa e à liberdade condicionada por diferente poderes negociais
Se vai progressivamente juntar a liberdade formal com diferenciados poderes reais

Em 1808 a capital do Reino de Portugal
Localizava-se no Brasil na cidade do Rio de Janeiro
Do romano mês décimo primeiro
Consagrado a Janus por inteiro

E bem o simbolizava Jano
O bicéfalo poder do lusitano reino
Que até já se tinha comparado pelo imenso Luís Vaz, ao feito de Trajano
A olhar para a frente e para trás, na mudança, no início e sem treino

Da invasão de Lisboa até ao Buçaco, Luso e suas águas e às Linhas de Torres
História de Portugal com tantas dores, como tu corres ...
«Alma até Almeida» a forte e nobre Portuguesa orientou
E seu nobre e forte Amor à Verde(i) saída romântica o s tirou

Vindo de Cork da verde Hibernia
Wellesley nas terras da cortiça liderou a Victoria
João VI em 1816 se tornou rei de um reino unido
Pois além de Portugal e dos Algarves, o Reino do Brasil era consentido

Mas sem presença em Portugal
Era o poder militar do outro reino unido
Da Grande Bretanha e da Irlanda o poder real
Pelo seu representante Beresford desenvolvido

A burguesia
O liberalismo queria
E da bicefalia
Vai resultar uma terceira via

http://3.bp.blogspot.com/-ACrvImUgrmk/UJqqI-7SKCI/AAAAAAAAG90/UXvxh28rpcg/s1600/Estrela.jpg
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«Moças» por Jorge Colaço
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Rainha Maria I
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«Alegoria das virtudes de D. João VI» por Domingos Sequeira 1810 https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal#/media/File:Alegoria_%C3%A0s_virtudes_do_Pr%C3%ADncipe_Regente_D._Jo%C3%A3o_-_Domingos_Sequeira,_1810.png
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«Junot protegendo a cidade de Lisboa» por Domingos Sequeira (1808)
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«A Duquesa de Abrantes e o General Junot» Marguerite Gérard https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Andoche_Junot#/media/File:Marguerite_G%C3%A9rard_-_La_Duchesse_Abrantes_et_le_General_Junot.jpg
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Peninsular#/media/File:Monumento_aos_Her%C3%B3is_da_guerra_Peninsular_%28Lisboa%291886.JPG
 https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dd/Britannia-Statue.jpg/800px-Britannia-Statue.jpgBritânia https://en.wikipedia.org/wiki/National_personification#/media/File:Britannia-Statue.jpg

«Lisboa reconstruída» pelo escultor Francisco dos Santos (photo by José Reis Machado)
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/24/Bu%C3%A7aco.JPG/800px-Bu%C3%A7aco.JPG
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Azulejos representativos da História de Portugal e dos Lusíadas de Luís Vaz de Camões, por Jorge Colaço:
http://3.bp.blogspot.com/-XFkukOEiE1E/TqWouiM1hGI/AAAAAAAAEDI/W8F020zTj80/s1600/284Pal%25C3%25A1cio+do+Bussaco+%25282%2529.JPGhttps://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/e2/71/03/e271033c0513cbeba2b6ffed37543ca1.jpg
Júpiter e Vénus no Concílio dos Deuses
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Adamastor
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Ilha dos Amores
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Téstis, representante de Vénus e Vasco da Gama
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Paraíso
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Mata e Palácio do Buçaco e Luso
https://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Bu%C3%A7aco
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luso#/media/File:Luso.JPG

PORTUGAL V - PORTUGALLIA V - PORTUGAL V








PORTUGALLIA

Delimitou-se a Norte pela GALLAECIA
A Nascente pelo resto da TARRACONENSIS e pela BAETICA
E a Poente e a Sul pelo Oceano de mares da água Atlântica
Incluindo grande parte da muito bonita LUSITANIA

A Norte criou-se uma profunda Amizade
A Leste a Guerra, a Paz e os seus casamentos com muita intensidade
E a Oeste e a Sul, o Mar sempre o Mar com a sua via de identidade
Com o seu Risco e oportunidade e a sua única e eterna Saudade



Foto (photo): © Paulo Costa | Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental https://www.facebook.com/EMEPC/photos/a.578919395553808.1073741851.142136662565419/578926532219761/?type=3&fref=nf