sábado, 14 de fevereiro de 2015

UCRÂNIA XXVII - UCRAINA XXVII - UKRAINE XXVII

http://rt.com/files/news/29/ba/80/00/kramatorsk-refugees-flee-violence.jpg
The stupid war supported by Russian leaders created so many victims, like these Persons at Kramatorsk, where a weapon with a long range (a stupid rocket) stolen the sacred Life of a Person, a Woman. Shame over all criminals implicated on this war! Our deep hommage to the victim of tyrants and to Her Family! Our deep hommage to all victims, God bless Them.

http://rack.0.mshcdn.com/media/ZgkyMDE1LzAyLzEwLzE1L1NoZWxsaW5nVWtyLjIyY2Y2LmpwZwpwCXRodW1iCTEyMDB4OTYwMD4/ef476012/259/Shelling-Ukraine-East-1.jpg
http://rack.0.mshcdn.com/media/ZgkyMDE1LzAyLzExL2ZmL1VrcmFpbmVTaGVsLmRjYWU3LmpwZwpwCXRodW1iCTk1MHg1MzQjCmUJanBn/38c280ca/827/Ukraine-Shelling.jpg
http://mashable.com/2015/02/10/ukraine-kramatorsk-rockets-shelling/

Barack Obama about Putin: «He has a foot very much in the Soviet past (...) That’s how he came of age. He ran the KGB. Those were his formative experiences.»

After the failure of first agreement (Minsk Protocol) a new agreement («Minsk II») have the same vulnerabilities of the first? http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/ukraine/11408266/Minsk-agreement-on-Ukraine-crisis-text-in-full.html

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fb/Minsk_Protocol.svg/350px-Minsk_Protocol.svg.png
http://en.wikipedia.org/wiki/Minsk_Protocol#mediaviewer/File:Minsk_Protocol.svg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8d/War_in_donbass.svg/570px-War_in_donbass.svg.png
http://en.wikipedia.org/wiki/War_in_Donbass#mediaviewer/File:War_in_donbass.svg

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

LISBOA E LIBERDADE - OLISIPO ET LIBERTAS - LISBON AND LIBERTY

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Lisboa Livre! https://farm6.staticflickr.com/5488/10662212345_cfb1f5b23b_b.jpg

LISBOA E LIBERDADE

Cúmplice da tirania e da vil e brutal asneira
O político religioso e hipócrita Cardeal Cerejeira
Significantes salazarentos que obscurecem uma Alameda de Lisboa
Com significados que nada têm a ver com Cristo, com a Pessoa


Poderia se chamar Alameda da Liberdade
Com as suas árvores a olharem para a bela e livre Cidade
No Alto do Parque reina a querida Democracia
Mesmo que por via da dialéctica e suprema hipocrisia


«(...) livro de memórias de Iva Delgado (...) Embaixada do Brasil em Lisboa, então no Chiado, ao lado da sede da polícia política, quando o general ali foi acolhido para escapar à prisão. A mulher do embaixador Álvaro Lins, Heloísa, contou à mulher do general que "os gritos dos torturados da PIDE a perturbavam de noite, que não conseguia dormir". Queixara-se ao Cardeal Cerejeira "e recebera em resposta que se tratava do chiar dos elétricos nas calhas"» Ana Sousa Dias (Diário de Notícias, 11 de Fevereiro de 1915) 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

GERMÂNIA XIV - GERMANIA XIV - GERMANY XIV



We understand German Persons, we don´t understood and understand German leaders: when they are against European interest they push Germany and Europe for disasters or bad ways. When they are harmonised with Europe like Willy Brandt and Helmut Schimdt they share good ways for all Europe.

The cultural problem of continental leaders is that they don´t have open mind, they have to much rigidity as Greek leaders created to much problems to Greece and to Europe. We wil never forget submarines from Germany to Greece and to Portugal with corruption. All have responsabilities, we must share a more flexible way, with responsability.

António Costa, leader of Partido Socialista (Portugal) - Jornal Público 05-02-2015 with him potentialities and vulnerabilities, with him shades of grey, never sometimes black, sometimes white: http://www.publico.pt/politica/noticia/sempre-recusei-que-a-renegociacao-da-divida-fosse-a-unica-e-a-necessaria-solucao-1685056?page=-1:

«(...) o que é fundamental é assegurar um equilíbrio entre as condições de pagamento da nossa dívida, de cumprimento das obrigações constitucionais, designadamente com os pensionistas, e a necessidade de termos meios financeiros para realizar os investimentos para o futuro (...)
Pode ser efectivamente por uma redução da dívida, do serviço da dívida pela redução das taxas de juro, isso o BCE tem assegurado. Pode ser teoricamente sobre o montante do capital em dívida, mas pode ser também por via do aumento dos recursos de liquidez para investimento seja pelos mecanismos da quantitative easing ou por um reforço das transferências comunitárias ou por um outro mecanismo. O que tem sido a involução das posições do Syriza desde o início da campanha eleitoral até às eleições e das eleições até ao dia de hoje demonstra bem que temos sido bem avisados em não nos amarrarmos a uma única solução, porque quando se vai para uma mesa de negociações tem que se ter claro qual é o objectivo, mas tem que se ter a disponibilidade de trabalhar com as diferentes variáveis e encontrar as melhores soluções para alcançar esse objectivo. (...)
O que é claro hoje na Europa? É claro que a ideia de austeridade como caminho para o crescimento económico foi um fracasso e que é necessário travar a austeridade para criarmos condições de crescimento económico. Primeiro, isso passa por deixar de ter uma estratégia assente no esmagamento dos custos com base na desvalorização salarial, passa pela necessidade de repor condições de funcionamento da procura interna como condição de travar esta espiral deflacionária e criar condições para poder ser competitivo. Em segundo lugar, a competitividade da Europa varia de país para país e aquilo que é necessário fazer em cada país é bastante diferente. Esta ideia de que mexendo na legislação laboral a competitividade europeia generalizadamente melhora é um erro, como se tem verificado. Em Portugal o que é prioritário para melhorar a nossa competitividade é investir na formação, na educação, na inovação, no apoio às indústrias exportadoras. Sim, isso é decisivo. A necessidade de termos reformas à medida das necessidades de cada país para conseguir uma comunidade sustentável é a melhor condição para dar confiança aos credores da solvabilidade e da sustentabilidade da dívida. Temos neste momento uma situação de emergência social em vários países. (...)
A necessidade de travar a austeridade, combater a crise social e apostar nos investimentos estruturantes da competitividade da nossa economia. A dívida não é causa, é consequência de um problema de fundo, que tem a ver com a insuficiente arquitectura da zona euro e com a dificuldade que as economias menos competitivas têm tido desde o início do século de se adaptarem a este novo ambiente resultante da globalização, do alargamento a Leste, do choque do euro. (...)

Nós até 2008 tínhamos uma dívida pública abaixo da média europeia. A nossa dívida pública cresceu sobretudo a partir do início da crise e menos por um aumento da despesa e mais por uma queda abrupta das receitas. Ao contrário, do que a direita procurou construir ao longo destes anos, a raiz do problema não está na dívida. Ela é infelizmente mais um dos sintomas de um problema de fundo: as uniões monetárias não reforçam a convergência das economias; acentuam pelo contrário as suas assimetrias. Por isso são acompanhadas por dois mecanismos de ajustamento. Um, maior mobilidade interna dos factores, estamos a pagar duramente através da imigração. E o outro que é o reforço da solidariedade orçamental. (...)

O trabalho está feito em relação à União Bancária, mas há uma parte essencial por fazer que tem a ver com a política de reforço de coesão. Quando Dellors criou o mercado único em 1992, a então CEE compreendeu que o acréscimo de competitividade decorrente do mercado interno carecia necessariamente de uma política de coesão. Quando foi criada a moeda única, a política de coesão devia ter sido reforçada e não foi porque se entendeu que o simples efeito da baixa taxa de juro iria permitir aos países sujeitos a maior pressão competitiva realizarem os seus investimentos através do recurso ao crédito.
E o resultado foi endividamento. Hoje sabemos que esse não é o caminho. Que é preciso voltarmos atrás e corrigir o erro inicial e reforçar a uma Europa com coesão. Essa é uma das razões pela qual tem de haver um acordo agora entre as instituições europeias e os 28 Estados-membros. Quando se olha para o que acontece nas nossas fronteiras externas da Ucrânia à margem Sul do Mediterrâneo, vemos como seria suicidário qualquer resultado que fragilizasse a União Europeia.
Tudo o que enfraqueça e contribua para a dissolução da União Europeia acresce ao risco geoestratégico quer na relação com o Leste como com a zona do Mediterrâneo. O Presidente Obama percebeu isso e percebeu outra coisa. Enquanto a União Europeia prosseguir a política económica que tem vindo a seguir não acompanhará nem contribuirá para o relançamento da economia mundial que neste momento é basicamente sustentado pelo crescimento dos Estados Unidos, visto que em outras zonas, como a Ásia, tem vindo a haver um certo arrefecimento.

(...) fragmentação do mercado financeiro. Esta ideia, que foi doutrina durante muitos anos, de que no quadro de uma moeda única os desequilíbrios externos de um país eram irrelevantes e o que contava era o equilíbrio externo do conjunto da União, foi uma verdade sobre a qual foram assentes as políticas dos vários Estados da União Europeia, até ao belo dia em que a senhora Merkel disse 'não, não é assim porque a divida de cada um é a dívida de cada qual'. E quando a Europa quebrou a solidariedade com a Grécia, entrámos na crise das dívidas soberanas. E que foi uma forma de resolver o problema de grande parte do sistema bancário europeu e alemão.

O problema da dívida privada é bastante recente, dos últimos 30 anos. E resulta essencialmente do triunfo do capitalismo financeiro a partir dos anos oitenta do século XX e resulta da ideia de que o recurso ao crédito era a forma adequada de os Estados não terem de aumentar impostos podendo continuar a realizar despesa, de as empresas poderem investir sem terem capital e de os consumidores poderem continuar a consumir num cenário de grande diminuição do seu quadro salarial. Esta crise começou quando o capitalismo deixou de assentar numa ideia fundamental do senhor Ford.

A ideia de que era necessário pagar a cada um dos seus operários o ordenado suficiente para que eles pudessem comprar os carros que ele produzia. E a partir do momento em que se considerou que não era necessário pagar a um operário o necessário para ele comprar os carros, não se deixou de fazer carros, a mudança foi dizer basta-me pagar o suficiente para ele pagar a prestação do crédito que pediu para comprar o carro. E nos últimos 30 anos, o peso do rendimento dos salários na economia global caiu significativamente e o peso financeiro aumentou exponencialmente. Portanto, vir-se agora falar de risco moral, quando o sistema gerou este polvo tentacular do endividamento que tomou conta das famílias, das empresas e finalmente dos Estados...

Se fosse um jogo, poderíamos fazer o reset. Como não é, não podemos, mas temos de aprender com a experiência e corrigir e a correcção passa por perceber que hoje temos de retomar uma economia assente na produção, assente no rendimento e isso implica, de facto, uma revalorização dos rendimentos do trabalho e não continuar a alimentar uma economia assente no crédito.

Não podemos aceitar a ideia de que só a Grécia é soberana e que só o eleitor grego tem valor democrático. Não, o eleitor alemão também tem. Por isso é que a União Europeia sempre se fez e tem de continuar a fazer-se pela identificação dos pontos de convergência entre aquilo que são os legítimos interesses nacionais de cada um e aquilo que é o interesse conjunto resultantes desse ponto de encontro. Ao contrário do Governo português, que entende sempre que não temos interesse nacional a defender e temos simplesmente de nos sujeitar à opinião dos outros, temos de procurar esse ponto de convergência.

Quem é o grande beneficiário da existência do euro é a Alemanha. No dia em que a Alemanha saísse do euro o marco alemão sofria certamente uma apreciação como a do franco há pouco tempo. E a famosa competitividade da economia alemã sofreria um seríssimo retrocesso. No próprio circuito dos fundos comunitários convém registar que todos os estudos têm demonstrado como a maior coesão no conjunto dos Estados-membros tem sido benéfico para todos e em particular para os contribuintes líquidos.

(...) A Europa não nasceu com a moeda única, a Europa nasceu para defender e garantir a democracia na Europa depois de duas guerras mundiais. E essa democracia consolidou-se graças a um sistema de prosperidade partilhada que a Europa conseguiu construir ao longo de vários anos. Estamos a viver uma crise mais extensa do que as anteriores e muito pelo facto de a visão europeia sobre a crise ter sido substituída por uma visão nacional, e muito contaminada por uma opção ideológica.

A direita europeia acreditou que tinha aqui uma oportunidade histórica de fazer regredir no conjunto da União um modelo social que as democracias-cristãs construíram com as sociais-democracias nos 50 anos pós-guerra. Agora as consequências estão demonstradas. O modelo social nunca foi um modelo de caridade foi um modelo de eficiência económica. E é precisamente esta crise social que tem vindo a comprometer a economia europeia.

O modelo social europeu não é um entrave ao crescimento, é uma condição do crescimento. Que crescimento é que a Europa pode ambicionar? Pode ambicionar um crescimento assente na competição de baixos salários com outras zonas de miséria absoluta que existem no mundo? Não, porque essa competitividade não tem futuro. A Europa que tem futuro é uma Europa que aposta numa economia assente no conhecimento, que aposta na inovação, na eficiência energética, nas infra-estruturas de alta qualidade, que aposta nessa nova economia. Se essa Europa não existir, não conseguirá relançar a sua própria reindustrialização, nem conseguirá assegurar serviços de alta qualidade. Esse é o caminho.

O grande desafio que a Europa tem é mesmo de enfrentar o risco de uma estagnação prolongada e de deflação. Isso é um risco que hoje já está assumido pela Comissão, pelo Parlamento Europeu, até pelo próprio Conselho, mas isso tem que se traduzir numa mudança de política. E essa mudança de política tem vindo a existir; o Plano Juncker é um bom sinal, a comunicação da Comissão sobre a interpretação do PEC é um bom sinal, o quantitative easing é um bom sinal. A verdade é que todos estes passos, sendo todos eles insuficientes, marcaram uma viragem importante, que foi o sentido da marcha. E o que é extraordinário é que, perante esta inversão de marcha, em vez de termos um Governo que se bata por essa inversão, pelo contrário, procura contrariar essa inversão. Estão convencidos - são os últimos convencidos - de que prosseguir a lógica da austeridade é a lógica salvífica da economia nacional e da economia europeia. (...)

(...) só terá consequências práticas na nossa economia se o aumento de liquidez dos bancos se traduzir num aumento de liquidez ao serviço da economia produtiva. E para que isso aconteça é necessário, em primeiro lugar, que haja um aumento do investimento privado. Ora, o inquérito de conjuntura do INE já veio dizer que o que se perspectiva é uma nova diminuição do investimento privado durante este ano de 2015 e, sobretudo, do investimento da indústria transformadora, a indústria sobre a qual deveria assentar esse novo paradigma que o Governo apregoou assente nas exportações. Teve uma quebra no ano passado e vai ter uma nova quebra este ano. E quando perguntam aos empresários o porquê de não haver um aumento do investimento, a resposta que dão é que têm uma perspectiva negativa quanto à venda dos seus produtos. Portanto, enquanto a Europa não der sinais de que vai relançar, e não haver um aumento de poder de compra efectivo no nosso mercado interno, esse investimento não vai existir. Em segundo lugar, as dificuldades enormes que os bancos têm hoje para disponibilizar mais crédito é o gravíssimo nível de endividamento das empresas portuguesas. E portanto, apostar na capitalização das empresas é absolutamente essencial. Ora, o Governo até agora não tem dado nenhum sinal…

(...) estamos num país onde o cidadão comum está pouco disponível para investir no mercado de capitais, e onde as estruturas das empresas são basicamente PME, muitas de natureza familiar, e portanto com pouca apetência para a abertura do capital. Portanto nós temos que encontrar mecanismos de capitalização que não impliquem a intervenção na gestão e no funcionamento da empresa. Depois temos que criar instrumentos financeiros que o permitam fazer. E entre as verbas disponibilizadas no quadro da Europa 2020, há a mobilização de certificados de aforro com uma lógica de criação de um produto de aforro-investimento. A reorientação dos vistos gold da especulação imobiliária para o investimento produtivo, através da criação deste tipo de fundos, são formas de atrair capital. E hoje o que não falta no mundo é liquidez disponível para aplicações.

É incompreensível, mesmo do ponto de vista fiscal, o Governo continuar a insistir que a redução do IRC é o que mais vai promover o crescimento. Em vez de, por exemplo, olhar para o tratamento fiscal dos suprimentos que seria certamente uma forma mais interessante de os sócios investirem na capitalização das empresas. (...) capitalização das empresas é essencial, e também o investimento público. (...) é necessário encontrar um novo equilíbrio entre os recursos que temos alocados ao cumprimento do serviço da dívida, os recursos que temos de alocar ao cumprimento das nossas obrigações internas, as nossas obrigações constitucionais e, em particular, relativamente aos nossos pensionistas. Porque garantir aos pensionistas de hoje a confiança nas suas pensões é garantir a todos os activos confiança nos descontos que fazem no futuro das suas pensões.»


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

AMOR E VIDA - AMOR ET VITA - LOVE AND LIFE

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7e/Creation_of_Light.png
CREATIO LUCIS - Gustavus Doré
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9d/Paradise_Lost_12.jpg/640px-Paradise_Lost_12.jpg
LAPSUS DIABOLI - Gustavus Doré
http://bible-library.com/imgfullsize?id=ag1iaWJsZS1saWJyYXJ5cg8LEgdQaWN0dXJlGKS1LAw
Jesus tempted - Gustave Doré
http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/Dore/doreNT/NT-171.jpg
Jesus and the Woman of Samaria - Gustave Doré
http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/Dore/doreNT/NT-189.jpg
Jesus and the Woman taken in adultery - Gustave Doré

http://www.betterlivingthroughbeowulf.com/wp-content/uploads/2011/01/dore.jpg
Sermon on the Mount - Gustave Doré
https://wendylovesjesus.files.wordpress.com/2012/10/christ-leaving-his-trial.jpg
Jesus leaving the trial - Gustave Doré
http://sedition.com/img/pd/dore/091.jpg
Mary Magdalene and the other Mary and the empty sepulchre
http://uploads8.wikiart.org/images/gustave-dore/the-descent-of-the-spirit.jpg
The Descent of the Holy Spirit - Gustave Doré
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5a/058.Jephthah%27s_Daughter_Comes_to_Meet_Her_Father.jpg
Jephtha's Daughter - Gustave Doré (1865) contrast between after Jesus (to be) and before Jesus (must be)

JESUS BY LOVE TRANSCEND DEATH

The answer to THANATUS
Is not more MORS and horrible ACTUS
The answer to the pulsion of death
Is AMOR and VITA in beautiful and Created Earth

INTER OCCASUM ET ORTIS SOLIS
NOX ET POLIS
DONEC AURORA
INTER MARE ET TERRAM, ORA

HUMANITAS OREM AD FINITUS DOLOR
ETIAM FINIS POENA MORTIS
LUSITANIA FUERIT PRAECURSOR
HUGO VICTORIA FICTA LUX SOLIS

Stop vicious circles of bruit force
The revelated aschen horse
All we need is LUX of Love
PAX of the Holy Dove

http://www.wga.hu/art/m/michelan/1sculptu/medici/1giulia4.jpghttp://www.wga.hu/art/m/michelan/1sculptu/medici/2lorenz5.jpg
NOX ET AURORA (sculptures by Michaelangelo)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/9d/Nyx_of_Luca_Giordano.jpg
Luca Giordano «Nyx goddess with Morpheus over the bark of Charon» (1684-1686)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CURDISTÃO XII - CORDUENA XII - KURDISTAN XII






http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/02/01/253E1D8400000578-0-image-a-9_1422795970925.jpghttp://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/02/01/253E1D8C00000578-0-image-a-8_1422795968277.jpg
http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/02/01/253E1D9100000578-0-image-a-7_1422795964911.jpghttp://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/02/01/253E1D9500000578-0-image-m-18_1422796267389.jpg




http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2015/02/01/253E1D7700000578-0-image-a-10_1422795973636.jpgTHAT LOVE AND LIFE PREVAIL OVER POWER AND DEATH!

HAPPINESS FOR THE VICTORY OF KURDISH FORCES THAT REPRESENT HUMANITY AGAINST NEGATIVE FORCES. SADNESS FOR ALL VICTIMS, FOR THE HEROINES AND HEROES, FOREVER IN OUR MEMORIES.
http://admin.enewspaperofindia.net/File/WebContent/Continuity/1052014kurdish-women-fighters-20141006-400x300.jpg
http://l3.yimg.com/bt/api/res/1.2/SGl7ZiFkzUaBr3yI11FtJg--/YXBwaWQ9eW5ld3M7Zmk9ZmlsbDtoPTU5MztpbD1wbGFuZTtweW9mZj0wO3E9NzU7dz05MTA-/http://media.zenfs.com/en_us/News/afp.com/Part-PAR-Par8087466-1-1-0.jpg
http://s2.glbimg.com/CB-WlglSX8SrucVlk0AUpet0erk=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/01/31/kerry-canada-mexico_fran.jpg
United States of America Secretary of State John Kerry: «We have a long way to go in the overall campaign, but Daesh (...) has said all along that Kobane was a real symbolic and strategic objective (...)
So pushing them out of there is a big deal. And make no mistake, we will also use the same tools that we used to get there - the tools of cooperation and support - to defeat violent, transnational criminal organizations, and ensure that the rule of law thrives for all of our people.
(...) an aberration, a distortion, a hijacking of a great faith.»
Canadian Foreign Minister John Baird: «do what we can to stop the cancer of terrorism (...) outrageous affront to our values and an outrageous affront to humanity.»

The phalcons of Republican Party manipulated and lied about Iraq and Bush Administration after horribles acts of terrorism against Persons in United States of America created an intolerable war. Bush won with less votes than the candidat of Democratic Party, Al Gore, and with not regular circunstances in Florida. If Al Gore won all was different. Obama Administration have bad decisions in Libya and in Syria, but change it policy and support Humanity against negative forces (Democrats are much more flexible and Humanists).

domingo, 1 de fevereiro de 2015

NÃO PRIMEIROS MINISTROS! - NO PRIME MINISTERS!


http://expresso.sapo.pt/imv/2/247/658/hth-18767967-e7e2.jpg
http://expresso.sapo.pt/imv/2/247/218/araujo-36a2.jpg

«"A prova, não se sabe qual ou de quê, que a investigação possa procurar em diligências junto de bancos e autoridades estrangeiras pode ingressar na qualidade de prova proibida, face ao que dispõem os artigos 5.º, número 5 do Regime Extraordinário de Regularização Tributária (RERT) I, II e II"
"Nos limites do presente regime, a declaração de regularização tributária não pode ser, por qualquer modo, utilizada como indício ou elemento relevante para efeitos de qualquer procedimento tributário, criminal ou contra-ordenacional, devendo os bancos intervenientes manter sigilo sobre a informação prestada"
O RERT foi criado pelo primeiro Governo de Sócrates, em 2005, e repetiu-se em 2010, no segundo Governo de Sócrates, e em 2012, já com Passos Coelho.
Em Dezembro do ano passado, por exemplo, foi arquivado o inquérito que corria há oito anos sobre a alegada corrupção no negócio de venda de dois submarinos por um consórcio alemão ao Estado português.
Num comunicado, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal admitia ter sido possível “apurar o recebimento de alguns montantes [luvas]”, mas sublinhava que “sem recurso aos dados contantes do RERT não há elementos probatórios que permitam inferir quem eram os beneficiários” até porque “o RERT inviabiliza a possibilidade de incriminação a título de fraude fiscal, através do recurso  ao conteúdo do RERT”.» Pedro Sales Dias - Jornal Público - 29-01-2015  http://www.publico.pt/sociedade/noticia/defesa-de-socrates-acusa-procurador-de-querer-usar-provas-proibidas-1684305

O antigo Primeiro Ministro tem um problema político grave: foi determinante numa legislação que como vemos, coloca em causa o interesse da Nação, tal como o tinha sido em relação à nacionalização das toxicidades do BPN.

«(...) dois terços pela redução da despesa e só um terço graças ao aumento da receita (...) No debate público concluiu-se o contrário (...) mas essa é uma falsa perceção e é pena que a correção não seja feita em termos mediáticos» Primeiro Ministro Passos Coelho

Os dados da Execução Orçamental de 2014 são claros sobre a variação do saldo global das AP (1761,5 M€): se excluirmos o contributo das receitas de capital (-765,8 M€) e despesas de capital (-719,7 M€), é o aumento das Receitas Correntes (1.334,6 M€) que "explica" 73,8% da variação do Saldo Corrente (1807,6 M€), a diminuição das Despesas Correntes (-473 M€) apenas explica os complementares 26,2%.
http://www.dgo.pt/execucaoorcamental/Paginas/Sintese-da-Execucao-Orcamental-Mensal.aspx?Ano=2015&Mes=Janeiro
http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13553884/550
O actual Primeiro Ministro tem problemas graves com subserviência a interesses, manipulação, oportunismo e falta de respeito em relação a compromissos pré eleitorais, mas Fernanda Câncio não lhe dá qualquer hipótese de se esquecer do que disse (http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=4371663&seccao=Fernanda%20C%E2ncio&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1):
«(...) "O PSD não viabilizará um Orçamento que estrangule a nossa capacidade de crescer e que onere ainda mais os portugueses no pagamento de impostos." Passos, presidente do PSD, 10/10
"A haver algum ajustamento que seja necessário fazer, será mais por via dos impostos sobre o consumo do que do rendimento das pessoas através dos impostos ou através de cortes salariais ou das pensões." Passos, presidente do PSD, 24/3/11
"Em relação ao aumento das receitas fiscais, o esforço será feito sem aumento de impostos, baseando-se na melhoria da eficácia da administração fiscal, do combate à economia informal e à fraude e evasão fiscal, o que permitirá um alargamento da base tributável." Programa eleitoral do PSD, 8/5/11
"O aumento de impostos que já está previsto no documento que assinámos com a troika da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional já é mais do que suficiente." Passos, presidente do PSD, 5/11
"Desenganem-se aqueles que queiram ver [nisto] um instrumento de populismo, uma cedência à demagogia ou uma listagem de promessas fáceis. O que deixamos à apreciação e ao escrutínio dos portugueses resiste a qualquer teste de avaliação ou credibilidade. Tudo o [que] se propõe foi estudado, testado e ponderado." Programa eleitoral do PSD, 8/5/11
(...)
"O princípio que rege este governo em matéria de austeridade é este: garantir que os objetivos que foram traçados na assistência internacional serão alcançados para permitir que o prestígio do país seja recuperado." Passos, 11/5/2012

"Fomos eleitos para cumprir programa de assistência. É o que estamos a fazer." Passos, 5/6/13
 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FADO - FATUM - FATE


A grande fadista Ana Moura recebe o símbolo nacional da «Ordem do Infante», com a cruz da Ordem de Cristo


FADO

Ó que triste e belo é o Fado
Em teias das parcas sortes
Portugal Luso foi enredado
Nas origens, nascimentos e mortes

Vem do FATUM latino
Que significa destino
De tantas e imensas tramas
A Lusitânia revive os seus dramas

A Nona Lua da bonita Criação
A Décima do feliz Nascimento
Da Morta não apenas o lamento
Mas também o Renascimento Cristão

Canta-o nomeadamente, Ana Moura
Com o seu nome de mito da beleza inimiga
Que o desejo cristão transforma em princesa amiga
«Ama a tua inimiga» como à Leonor Loura

Que o universal poeta Vaz
Eternizou e transcendeu o «aqui jaz»
«Leonor pela verdura
Vai formosa e não segura (...)

cabelos de ouro o trançado»
Ó Portugal Latino tão bem amado
Por Luís de Camões tão bem cantado
Por tantos jogos de vilões tão mal tratado

Como também pelo universal poeta Pessoa
Que na tão bela e criativa Lisboa
Recriou para além do infinito
O da Alma e do Amor paixão e mito

Mas o verde simboliza a Esperança
Do Mérito substituir a encarnada (des)Confiança
Da Lusitânia realizar o seu imenso potencial
Do azul, branco e amarelo Humanista Cristão Universal

Que as queridas Musas
Que gostam das Pessoas Lusas
Nos continuem a inspirar
Para ao Mundo comunicar


Bandeira da Luso Latina e Portuguesa Nação:
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«Eros e Psique», poema de Fernando Pessoa pela voz de Maria Bethânia:
https://www.youtube.com/watch?v=4DNvvjqZ0rg




UCRÂNIA XXVI - UCRAINA XXVI - UKRAINE XXVI

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Freedom for Army pilot Nadia Savchenko, a prisioner in Russia: «A person who was born free and not a slave in captivity cannot live in prison, especially if he or she is innocent» Nadia Savchenko
Crimes against Humanity by Russian leaders in Ukraine have consequences: a deep distance between countries with potential for have a deep relationship of peace.
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Destruction in east of Ukraine with strong cumplicity of Russian forces: we never forget the crimes like against civilian persons of a aircraft!
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Be careful with manipulation of news from Ukraine to Russia, by Russian power saying Ukrainian students to Russian students

domingo, 25 de janeiro de 2015

GRÉCIA - GRAECIA - GREECE

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O que se pode esperar do ΣΥΡΙΖΑ, uma salada grega «esquerdista e populista», que ganhou força com o autismo dos líderes germânicos, após a sua provável maioria relativa, o que vai fazer? Mudar a ortodoxia germânica e a sua influência hegemónica ou reforçá-la?! O ΣΥΡΙΖΑ tem no seu programa profundas mudanças do status quo grego que levou a Grécia ao colapso, após ter sido posta em causa a lógica que levou às corrupções germânico-gregas na compra de submarinos pelo Estado grego? Qual é a sua visão desse Estado, desse status quo?

Rena Dourou a «pílula»? http://observador.pt/2015/01/22/um-membro-do-syriza-ja-chegou-ao-poder-chama-se-rena-dourou-e-governa-2-milhoes-de-gregos/:
«O meu país está em guerra (...) Há uma enorme crise humanitária para resolver e temos de devolver credibilidade à política, porque já ninguém acredita no sistema [25% de desemprego (mais de 60% entre os jovens), 6 mil suicídios, 300 mil famílias sem luz nem aquecimento] São as consequências catastróficas da austeridade implementada no meu país. É por isso que a vitória do Syriza no próximo domingo vai ser um momento histórico. Representa uma lufada de ar fresco não só para a Grécia, como para todo a Europa. [políticas de cariz humanitário (...) orçamento de 575 milhões de euros, aprovado pela União Europeia] A prova de que os programas do Syriza podem passar por Bruxelas (...) [luta contra a fraude e corrupção] No meu país, ainda queimamos e enterramos lixo. Indiquem-me um país da União Europeia que o faça? É uma prática de terceiro mundo (...)
Eles é que sempre tiveram privilégios. Nós, não. Conquistamos as coisas com trabalho árduo. Essa é uma grande diferença entre nós (...)
Para não dizerem que sou uma cabra, um demónio de esquerda, até costumo usar argumentos de direita. Quem arruinou o investimento privado na Grécia? Quem conduziu ao encerramento de 200 mil PME’s? Fomos nós, os radicais de esquerda, ou as medidas de austeridade do atual Governo? O que nós propomos desde o início é uma aproximação ao projecto social europeu, que esta nova geração de líderes esqueceu por completo.
O sistema fiscal na Grécia muda a cada ano e meio. Ninguém investe com um sistema tão instável. Temos de começar por estabelecer taxas de impostos sólidas. E quanto aos oligarcas e milionários, não nos preocupam muito. Muitos deles, como os donos dos barcos de carga, já têm as empresas registadas no estrangeiro. Não podemos fazer muito em relação a isso (...) [Mario Draghi afirmou que os estatutos da zona euro não contemplam a saída de um Estado-Membro. Perdemos tanto tempo aqui a discutir esse assunto, que podia ter sido útil para resolver os problemas dos gregos, quando nem sequer é assunto. (...) Quando se negoceia com a senhoria a renda de um apartamento também não sabemos à partida se queremos ou não ficar com a casa.
Quando eu e o Alexis Tsipras andávamos a viajar pela Europa e pelos Estados Unidos, tive a oportunidade de conhecer professores como Noam Chomsky (...) Cheguei à conclusão de que é fácil ser professor ou analista político, mas eu preferi ir para o campo e passar à ação. Escolhi entrar nesta guerra e não ficar a ver o meu país morrer, correndo o risco de ter de fazer algumas reformas que violem uma linha ideológica limpa.»
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Rena Dourou, leader of Athica seems very different of the leader of ΣΥΡΙΖΑ: he like the tyrant and populist Chaves of Venezuela?! Is a negative and bad signal ...

She said: «The Communist party, for example, has always preferred the comfort of being in opposition, and I know people are accusing me of being a moderate (...) As they say, you can’t make an omelette if you don’t break eggs. We will implement our policies and the people will judge us from the results.» http://www.theguardian.com/world/2015/jan/13/syriza-rena-dourou-greece-fresh-air

Agora que a vitória do Syriza está confirmada, apresento uma das várias razões porque não gosto dessa coligação «esquerdista e populista», cheia de sinais de risco: o facto do seu líder ter considerado o tirano populista Hugo Chavez um dos seus heróis em 2013 (http://pt.euronews.com/.../alexis-tsipras-situacao-na.../). As resultantes da sua política tirânica cheia de aquisições de cumplicidades internacionais (desde o Brasil a Portugal) estão claramente à vista na Venezuela, mas para o líder do Syriza não estavam:

«Could you give us a few reflections on what we can learn from the left in Latin America and particularly the legacy of Hugo Chávez in Venezuela?
That’s a good question because I was in Venezuela a few days ago. What impressed me about my recent visit was the tens of thousands of people waiting patiently to go past the remains of Chávez. They weren’t expressing grief waiting to pay their final respects but they were showing hope, resolution and determination. This signifies that for the last 14 years this process has been ongoing in Venezuela and is continuing.
This shows us that no social transformation or movement can be sustained without popular support. Chávez was accused by his opponents of being a dictator but I have not met many dictators who have won 13 elections in 14 years. For us it is clear proof that without popular support it is not possible to carry out these reforms. This is what we can learn from the Latin American experience, and particularly Venezuela.» http://links.org.au/node/3272 Shame!

This is a synthesis of the Economic Program of ΣΥΡΙΖΑ: http://links.org.au/node/4209

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c4/Akropolis_by_Leo_von_Klenze.jpg/1024px-Akropolis_by_Leo_von_Klenze.jpg
«Reconstruction of the Acropolis and Areus Pagus in Athens»Leo von Klenze  (1846)
Parthenon, temple dedicated to Goodess Athena (MINERVA for Romans) in Athenian Acropolis:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/Parthenon_night_view.jpg/1024px-Parthenon_night_view.jpg

Can Greeks transcend by words and acts the limits of them division and return to them cultural influence to Humanity?


Health and Theatre of EPIDAURUS represented in «Greeks» of Robert Coupe

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5a/Theatre_of_Epidaurus_1.jpg/1920px-Theatre_of_Epidaurus_1.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f7/Greek_Colonization_Archaic_Period.png
Greek influence in archaic period
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia#mediaviewer/File:Greek_Colonization_Archaic_Period.png
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0e/The_sortie_of_Messologhi_by_Theodore_Vryzakis.jpg
Theodoros Vryzakis «The sortie of Messologhi» (1853)