sábado, 9 de agosto de 2014

A ASCENSÃO E A QUEDA DA BANCA IX - ARGENTARIA ORTUM ET OCASUM IX - THE RISE AND THE FALL OF BANKS IX

http://www.vibrantlighting.co.nz/images/school1.jpg

SUBLIMATION

Oh, what a surprise, a sublimation!
The «solid» bank suffering a gasification
Like dry ice in the social theather of illusion
It´s carbon dioxid of the negative games and it pollution


SUBLIMAÇÃO

Ó que surpresa, a sublimação!
O banco «sólido» sofreu uma gaseificação
Tal gomo gelo seco no teatro social da ilusão
É dióxido de carbono dos jogos negativos, da sua poluição


Maria Luís Albuquerque (Ministra das Finanças 27-6-2014):
_ «Os banqueiros não gerem o nosso país. Quem gere o nosso país neste momento é o Governo eleito» 
«Não há questões de estabilidade financeira que possam ter consequências para as contas públicas (...)»
_ «A lei diz que se a estabilidade financeira arder é com dinheiro dos contribuintes que vamos apagar este fogo. Já tivemos este filme com o BPN. O Governo garante que não vamos ter dinheiro dos contribuintes no BES?» Luís Filipe Soares (deputado do Bloco de Esquerda)

_ «Essa garantia posso dar-lhe (...) Estamos a acompanhar a situação há já largos meses. O Governo tudo tem feito, dentro das suas competências e em respeito pelas competências do supervisor»

«A situação de solvabilidade do BES é sólida, tendo sido significativamente reforçada com o recente aumento de capital. O Banco de Portugal tem vindo a adotar um conjunto de ações de supervisão, traduzidas em determinações específicas dirigidas à ESFG e ao BES, para evitar riscos de contágio ao banco resultantes do ramo não-financeiro do GES» Banco de Portugal (3-7-2014)

«Não há nenhuma razão que aponte para que haja uma necessidade de intervenção do Estado num banco que tem capitais próprios sólidos, que apresenta uma margem confortável para fazer face a todas as contingências, mesmo que elas se revelem absolutamente adversas, o que não acontecerá com certeza (...) a exposição que o banco tem ao Grupo Espírito Santo é hoje conhecida com detalhe, mas não implica a perda dos direitos que existem do banco sobre o grupo» Pedro Passos Coelho (Primeiro Ministro 11-7-2014)

«Se algum capital adicional fosse necessário, por força de riscos que neste momento não estamos a ver, seguramente que há acionistas interessados em participar num aumento de capital do BES (...) O BES está capitalizado, tem uma almofada de capital para fazer face aos riscos com que está confrontado, que tem a ver com a evolução da área não financeira da família (...) tem capacidade para mobilizar capital (...) os depositantes podem estar tranquilos (...)  se o banco está sólido, não há crise sistémica». Carlos Costa (Governador doo Banco de Portugal 15-7-2014)

«Não estamos a preparar a recapitalização do BES. Nada da informação que temos indica que a recapitalização pública seja necessária. (...) Não há nenhuma razão para pensarmos que haverá intervenção do Estado e não é, de todo, adequado especular sobre esse tema. Não estamos a preparar nada, nem temos qualquer indicação que isso possa ser necessário.» Maria Luís Albuquerque (Ministra das Finanças 17-7-2014)

«O Banco de Portugal tem sido categórico a afirmar que os portugueses podem confiar no BES, dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem na parte não-financeira, mesmo na situação mais adversa (...) De acordo com a informação que tenho da próprio Banco de Portugal, considero que a sua actuação tem sido muito, muito correcta» Aníbal Cavaco Silva (Presidente da República 21-7-2014)

«O BES esteve no fio da navalha, mas saímo-nos bem. Na sexta-feira estivemos em cima do risco sistémico (...) já era dramático (...) Não é em 48 horas ou em 72 horas que conseguimos ter tudo montado (...) O recurso ao Fundo de Resolução ocorre uma vez na vida (...) Convivo bem com as críticas de Lisboa» Carlos Costa (Governador do Banco de Portugal 7-8-2014)

«Houve um conjunto de informação relevante, como a divulgação dos resultados do primeiro semestre, que alteraram materialmente as circunstâncias (...) Houve uma quantidade de factos novos que vieram a público nos últimos dias» Maria Luís Albuquerque (Ministra das Finaças 7-8-2014)

These are some of the persons that put over Portuguese Nation a bad way to solve the problems of State and Banks after years and years of bad expenses and bad debt ...



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A ASCENSÃO E A QUEDA DA BANCA VIII - ARGENTARIA ORTUM ET OCASUM VIII - THE RISE AND THE FALL OF BANKS VIII

http://mediaserver2.rr.pt/newrr/marialuisalbuquerque-foto-lusa2023c043_400x225.jpg
http://img0.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/fe/fe30b9899db815498b9843209004c885&w=620&sx=0&sy=107&sw=3356&sh=1840&q=75&w=620
Maria Luís Albuquerque na Comissão Permanente da Assembleia da República (20140807com_perm.wmv):
«É um empréstimo, com uma maturidade mínima de 3 meses e máxima de 2 anos, que neste momento se restringiu a 3.900 milhões de euros, porque os bancos entenderam já nesta fase inicial responsabilizar-se directamente ou imediatamente por um montante superior, portanto o empréstimo inicial já será apenas de 3.900 milhões de euros. (...) Os contribuintes receberão necessariamente de volta o seu montante. (...) a taxa de juro representa o custo de financiamento que os custos da Troika custam aos contribuintes acrescida de uma margem para custos. Não tem uma margem superior porque não tem risco. Não há risco neste empréstimo, ele será reembolsado independentemente do que aconteça ao Novo Banco, de quando for vendido e por quanto for vendido. (...)» Maria Luís Albuquerque, Finance Minister of Portuguese Government said something unbelievable: that a loan from State to a Fund of the banks of Portuguese financial system don´t have risk!!!!!

This Portuguese Government is a great risk to Portuguese Nation!


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

BANCO DE PORTUGAL II - PORTUGALLIA ARGENTARIA II - BANK OF PORTUGAL II

http://imagens1.publico.pt/imagens.aspx/717161?tp=UH&db=IMAGENS
http://asnovidades.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Ouro-pepitas1.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-WGhAjrDiJcs/UULxC7o8CAI/AAAAAAAADH0/nHaGBA3eCDE/s1600/fogo.jpg
«IGNIS AURUM PROBAT, MISERIA FORTES VIROS» Seneca «De Providentia» (64 after Christ)

«Intervenção do Governador Carlos da Silva Costa sobre a decisão de aplicação de uma medida de resolução ao Banco Espírito Santo, S.A.»:

«(...)

  • O capital social do Novo Banco, no montante de 4900 milhões de euros, é totalmente detido pelo Fundo de Resolução.
Quero aqui realçar que os recursos financeiros do Fundo de Resolução não incluem fundos públicos. Resultam sim das contribuições iniciais e periódicas das instituições financeiras e das receitas provenientes da contribuição que incide sobre o setor bancário. O Fundo de Resolução constitui uma peça integrante do modelo de estabilidade financeira europeu.
Como o Fundo de Resolução foi criado apenas em 2012, não está ainda dotado de recursos financeiros em montante suficiente para financiar a medida de resolução aplicada ao Banco Espírito Santo. Por essa razão, o Fundo teve de contrair um empréstimo temporário junto do Estado Português. O empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução será temporário, remunerado e substituível por empréstimos de instituições de crédito.

Isto significa que a medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adotadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes.

O capital social do Novo Banco permite alcançar um rácio CET1 a nível consolidado de 8,5 por cento, contemplando uma margem relativamente aos rácios mínimos de capital em vigor.
(...)
  • Não são transferidos para o novo banco ativos problemáticos ou a descontinuar, nomeadamente as responsabilidades de outras entidades do Grupo Espírito Santo que levaram às perdas recentemente divulgadas.

  • Esta medida constitui, assim, um novo patamar do processo de isolamento dos riscos (“ring-fencing”) promovido pelo Banco de Portugal desde final de 2013, isolando o novo banco dos riscos associados ao Grupo Espírito Santo. Estes riscos permanecem no balanço do Banco Espírito Santo, SA. e por eles responderão os atuais acionistas do Banco Espírito Santo e os seus credores subordinados.
  • A administração do Novo Banco irá promover num horizonte temporal adequado e em função das condições do mercado, a tomada de participações significativas no Banco por investidores privados.
    O Banco de Portugal considera que a eliminação das incertezas sobre a solidez do balanço da nova instituição constitui a solução mais adequada para manter o interesse que tem vindo a ser demonstrado pelos investidores.
  • 3. Conclusão


    Na última semana assistimos a um significativo agravamento da situação financeira do Banco Espírito Santo e da incerteza em torno da mesma. Esta situação inviabilizou uma solução de capitalização do Banco com recurso a fundos privados como se perspetivava.

    Nestas condições, e dado o risco iminente de incapacidade do BES para cumprir as suas obrigações, o Banco de Portugal decidiu aplicar uma medida de resolução ao Banco Espírito Santo, transferindo o essencial da sua atividade para um novo banco, adequadamente capitalizado e em condições de continuar a desenvolver a atividade sem perturbações.

    A solução adotada pelo Banco de Portugal teve como principais preocupações preservar a estabilidade do sistema financeiro e proteger o interesse dos depositantes. A solução adotada é também a que melhor salvaguarda os interesses dos contribuintes e do erário público e que garante a máxima responsabilização dos acionistas da instituição.

    O novo banco tem uma quota significativa no mercado financeiro português, e ao estar livre dos riscos que conduziram às perdas recentemente anunciadas, tem condições para continuar a afirmar-se no mercado e a valorizar-se, sendo um ativo apetecível para a tomada de participações significativas por parte de investidores privados no futuro próximo.

    Por último, gostaria de deixar uma nota que me parece importante para perceber os desenvolvimentos do Banco Espírito Santo ao longo do último ano. O Grupo Espírito Santo, através das entidades não financeiras não sujeitas a supervisão do Banco de Portugal, desenvolveu um esquema de financiamento fraudulento entre as empresas do grupo. A experiência internacional evidencia que esquemas deste tipo são muito difíceis de detetar antes de entrarem em rutura, em especial quando a atividade é desenvolvida em várias jurisdições. O Banco de Portugal conseguiu identificar uma ponta do problema porque realizou uma ação de inspeção que foi para além do perímetro normal de supervisão, envolvendo uma auditoria às empresas não financeiras que constituem os principais clientes dos bancos – exercício conhecido como ETRICC2. Quando esta ponta do problema foi identificada, em Setembro de 2013, o Banco de Portugal iniciou uma política de isolamento dos riscos (“ring-fencing”) do Banco Espírito Santo relativamente às restantes empresas do Grupo. Esta política foi progressivamente reforçada ao longo do último ano e foi, no quadro de aperto do cerco que o Banco de Portugal estabeleceu, que as empresas do Grupo Espírito Santo começaram a entrar em incumprimento.»
 http://www.bportugal.pt/pt-PT/OBancoeoEurosistema/IntervencoesPublicas/Paginas/intervpub20140803.aspx

http://i.ytimg.com/vi/eE8uOpHffN4/0.jpg
Eurico Brilhante Dias em nome do Secretariado do PS respondeu http://www.ps.pt/garantiapes-videos/vervideo/3455/pstv/decisao-do-banco-de-portugal-sobre-o-bes-eurico-dias-04-08-2014.html:
«(...) Há questões por responder (...)
1. Qual é a maturidade do empréstimo do Tesouro ao Fundo de Resolução?
2. Qual é a taxa de juro de remuneração do capital emprestado?
3. Que garantias, sublinho, que garantias dá o Fundo de Resolução e os contribuintes desse Fundo de que uma eventual perda na alienação do Novo Banco será completamente coberta por novas contribuições não públicas?
4. Como vai agir o Governo e o Banco de Portugal numa nova situação em que uma análise mais detalhada das contas do Banco obrigue ao registo de novas imparidades e prejuízos passados?
5. Está garantido pelo Novo Banco que o Novo Banco pode manter o fluxo regular de financiamentos da Economia, em particular das PME?
6. Como podem o Governo eo Banco de Portugal e em particular o Ministério das Finanças explicar depois de três anos de Programa de Ajustamento e mais de dez meses após a primeira sinalização de irregularidades no Banco Espírito Santo, que o desenlace deste caso passe mais uma vez, ainda assim, por utilização de recursos públicos que deveriam estar orientados para reduzir a pesada dívida pública e/ou como defendeu o PS para ajudar a financiar a Economia Portuguesa?
Estas questões demonstram que é necessária uma vigilância permanente para proteger os dinheiros públicos e os contribuintes portugueses. (...)»
GOOD QUESTIONS!
http://img0.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/13/131c07c2db77965a48f0418a1ba08082&w=620&sx=0&sy=220&sw=4211&sh=2309&q=75&w=620
http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-das-financas/mantenha-se-atualizado/20140803-mf-bes.aspx
«2014-08-03 às 22:16

COMUNICADO SOBRE A DECISÃO DO BANCO DE PORTUGAL ÀCERCA DO BES


A decisão de hoje do Conselho de Administração do Banco de Portugal no que respeita ao Banco Espírito Santo, SA foi tomada no quadro de um enquadramento legal, nacional e europeu, que responsabiliza e faz suportar as perdas da atividade bancária em quem beneficiou da mesma, mantendo o objetivo do reforço da estabilidade financeira.
A medida aplicada ao Banco Espírito Santo, SA assegura integralmente os depósitos, a prestação dos serviços bancários, os postos de trabalho e as relações comerciais que a instituição mantinha. Os clientes do BES passarão a ser clientes de um novo banco, com capital e liquidez adequados, o que terá reflexos positivos em todo o sistema financeiro português.
Acionistas, credores subordinados e também os membros ou ex-membros do Conselho de Administração com responsabilidades diretas sobre os últimos eventos - e não os contribuintes - são chamados a suportar as perdas decorrentes da atividade bancária que não controlaram adequadamente.
A solução de financiamento encontrada - um empréstimo do Tesouro ao Fundo de Resolução a ser reembolsado pela venda da nova instituição e pelo sistema bancário - salvaguarda o erário público. Os contribuintes não terão de suportar os custos relacionados com a decisão tomada hoje. A nova instituição será detida integralmente pelo Fundo de Resolução.
O Governo continuará a acompanhar a execução das decisões hoje tomadas.»

«(...) esta solução é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas que, neste caso, respeitam pelo menos a má gestão que foi exercida pelo BES (...) Esta via deixa o Governo e o supervisor tranquilos quanto à estabilidade do sistema financeiro, que é importante assegurar, porque a criação de um Novo Banco sem a parte das perdas é, dentro do quadro legal em vigor, aquela que melhor defende os contribuintes, os depositantes, e as empresas que trabalhavam com o BES (...) não vai voltar-se a repetir, é serem os contribuintes a serem chamados à responsabilidade por problemas que não foram criados pelos contribuintes. Por isto é natural que sejam os acionistas e a dívida subordinada, nos termos da nova legislação, a responsabilizarem-se pelas perdas que venham a ocorrer (...) não há razão para pensar que haverá uma dificuldade maior na venda do novo banco (...) Já existia interesse de outros bancos europeus pelo BES, o que significa que este interesse com certeza aumentará, porque tudo o que era problemático ou menos transparente ficará do lado de um mau banco, logo, não estará inserido neste novo banco que será colocado à venda (...) a reação do mercado financeiro à decisão do Banco de Portugal é favorável, não penalizando, nem os juros da dívida pública, nem a cotação dos principais bancos que estão cotados em Bolsa.
Isto significa, portanto, que - até ver - esta solução que foi anunciada foi tomada pelo mercado como tranquila, que garante que a dívida pública não será afetada por esta operação. Saber depois se pode haver ou não, em termos de défice, algum reflexo, irá a Ministra das Finanças divulgar». Pedro Passos Coelho (Primeiro Ministro)

http://mediaserver2.rr.pt/newrr/178514399514bdfb_400x225.jpg
«(...) terá impacto no défice, mas é um impacto estatístico. Para efeitos das nossas metas, do nosso compromisso dos 4% isto não conta. Não é preciso fazer nada. (...)
Este empréstimo não tem risco. O que temos é o custo que o dinheiro tem para nós – contribuintes – com uma margem de custos administrativos e com uma margem que vai crescendo para estimular o reembolso mais cedo». Maria Luís Albuquerque (Ministra das Finanças)

«(...) os bancos querem que a contribuição extraordinária de mais de 100 milhões de euros que lhes é exigida pelo Banco de Portugal para acudir à crise do Banco Espírito Santo (BES) assuma a forma de empréstimo.» http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4065477
«dos 4,9 mil milhões de euros com que o fundo vai capitalizar o Novo Banco, a parcela mais significativa terá de vir do dinheiro da troika para o setor financeiro, através de um empréstimo com um juro que começa em 2,95%.
Inicialmente, estava previsto que do dinheiro da troika fossem colocados 4,4 mil milhões de euros no fundo de resolução, que se juntariam aos 367 milhões de euros que o fundo já tem, a que seria acrescentada uma contribuição extraordinária dos bancos do sistema de 133 milhões de euros.
Se a proposta dos bancos for agora aceite pelo Banco de Portugal e pelo Governo, os bancos financiam o fundo de resolução com 635 milhões de euros, que se juntam aos 367 milhões de euros que já existem no fundo, perfazendo cerca de mil milhões de euros. Assim, o dinheiro do Estado que vai para o fundo reduz-se para 3,9 mil milhões de euros.» http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4065651&page=-1

«(...) a Fitch refere que "não há qualquer pressão no 'rating' de 'BB+' de Portugal".
No entanto, a agência de notação destaca que a criação do Novo Banco "vai reduzir significativamente a 'almofada financeira' colocada de parte para os bancos portugueses, para cerca de dois mil milhões de euros (...) pode limitar a sua efetividade".
Por isso, a Fitch entende que "poderia haver um impacto orçamental se outros bancos precisassem de apoio", embora acrescente que não é esse o cenário central.
A instituição considera que "a reserva financeira do Estado português continua ampla (de cerca de 7,6% do Produto Interno Bruto), mas que a 'almofada' contra uma eventual volatilidade do mercado, que ajudou Portugal a fazer uma 'saída limpa' do programa do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia sem uma linha cautelar, diminuiu".» http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4063925&page=-1


SHAME OVER PORTUGUESE OLIGARCHY!
 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BANCO DE PORTUGAL - PORTUGALLIA ARGENTARIA - BANK OF PORTUGAL


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DE ACORDO COM O COMUNICADO DO BANCO DE PORTUGAL CONFIRMA-SE QUE O ESTADO PORTUGUÊS OU SEJA, A NAÇÃO PORTUGUESA VAI ASSUMIR RISCOS DO BES, COM UM EMPRÉSTIMO AO «FUNDO DE RESOLUÇÃO» QUE NÃO TEM DINHEIRO SUFICIENTE PARA CAPITALIZAR O «NOVO BANCO»: INTOLERÁVEL! 

«Comunicado do Banco de Portugal sobre a aplicação de medida de resolução ao Banco Espírito Santo, S.A.

O Conselho de Administração do Banco de Portugal deliberou aplicar ao Banco Espírito Santo, S.A. uma medida de resolução. A generalidade da atividade e do património do Banco Espírito Santo, S.A. é transferida, de forma imediata e definitiva, para o Novo Banco, devidamente capitalizado e expurgado de ativos problemáticos. Os depósitos são plenamente preservados, bem como todas as obrigações não subordinadas.

Nada muda para os clientes. Os clientes podem realizar todas as operações como habitualmente e sem perturbações. O conteúdo das relações contratuais com os clientes permanece inalterado. Os balcões do Novo Banco, que manterão para já a marca e o logotipo do BES, e os serviços de banca telefónica e de homebanking continuarão a funcionar regularmente. Todos os colaboradores do BES passam a ser colaboradores do Novo Banco, com salvaguarda dos seus direitos.

Em consonância com o normativo comunitário, a capitalização do Novo Banco é assegurada pelo Fundo de Resolução, suportado pelo setor financeiro e as perdas relacionadas com os ativos problemáticos serão suportadas pelos acionistas e credores subordinados do Banco Espírito Santo, S.A.. Tal significa que esta operação não envolve custos para o erário público.

Esta medida garante a continuidade da atividade da instituição e é a que melhor protege os depositantes e demais clientes da instituição e a estabilidade financeira.

I. ENQUADRAMENTO

 No dia 30 de julho, o Banco Espírito Santo, S.A. anunciou prejuízos que ultrapassaram largamente os valores previsíveis à luz da informação até então disponibilizada pelo Banco Espírito Santo, S.A. e pelo seu auditor externo.

Os resultados divulgados em 30 de julho refletem a prática de atos de gestão gravemente prejudiciais aos interesses do Banco Espírito Santo, S.A. e a violação de determinações do Banco de Portugal que proibiam o aumento da exposição a outras entidades do Grupo Espírito Santo. Estes factos tiveram lugar durante o mandato da anterior administração do Banco Espírito Santo, S.A.. Atos praticados num momento em que a substituição da anterior administração estava já anunciada traduziram-se num prejuízo adicional na ordem de 1,5 mil milhões de euros face ao expectável na sequência da comunicação do Banco Espírito Santo, S.A. ao mercado datada de 10 de julho. 

Esta situação teve várias consequências:
  • i) Colocou o Banco Espírito Santo, S.A. numa posição de incumprimento dos rácios mínimos de solvabilidade em vigor (rácio Common Equity Tier 1 de 5 por cento, três pontos percentuais abaixo do mínimo regulamentar);
  • ii) Determinou uma decisão de suspensão do acesso pelo Banco Espírito Santo, S.A. a operações de política monetária e, portanto, à liquidez do Eurosistema;
  • iii) Gerou uma crescente pressão sobre a tesouraria do Banco Espírito Santo, S.A.;
  • iv) Agravou a perceção pública do Banco Espírito Santo, S.A., como evidenciado pelo desempenho fortemente negativo dos respetivos títulos, situação prejudicial para a confiança dos depositantes. Esta perceção pública negativa conduziu à suspensão das transações na tarde de sexta-feira, 1 de agosto, com risco de contaminar a perceção relativamente às restantes instituições do sistema bancário português;
  • v) Agravou a incerteza relativamente ao balanço do Banco Espírito Santo, S.A., inviabilizando uma solução de capitalização privada num curto espaço de tempo.
    Neste quadro, colocavam-se problemas de continuidade da atividade do Banco Espírito Santo, S.A.. Dada a relevância da instituição no conjunto do sistema bancário e no financiamento da economia, estes problemas punham em causa a estabilidade do sistema de pagamentos e do sistema financeiro nacional.

II. NOVO BANCO E PARTICIPAÇÃO DO FUNDO DE RESOLUÇÃO

A situação descrita tornou imperativa e inadiável a intervenção do Banco de Portugal.
Com a aplicação de uma medida de resolução ao Banco Espírito Santo, S.A., procede-se a uma separação entre:
  • Ativos problemáticos, que, no essencial, correspondem a responsabilidades de outras entidades do Grupo Espírito Santo e às participações no Banco Espírito Santo Angola, S.A., por cujas perdas respondem os acionistas e os credores subordinados do Banco Espírito Santo, S.A.;
  • Os restantes ativos e passivos, que são integrados no Novo Banco, um banco devidamente capitalizado e que assegura a plena continuidade da atividade da instituição, sem impactos para os seus clientes, colaboradores ou fornecedores.
O Novo Banco estará sujeito à supervisão do Banco de Portugal e será obrigado a cumprir todas as normas legais e regulamentares aplicáveis aos bancos portugueses. Os estatutos do Novo Banco foram aprovados pelo Banco de Portugal.

Esta operação não implica custos para o erário público. O capital social do Novo Banco, de 4,9 mil milhões de euros, é integralmente subscrito pelo Fundo de Resolução.

Os recursos do Fundo de Resolução são provenientes do pagamento das contribuições devidas pelas instituições participantes no Fundo e da contribuição sobre o setor bancário, que, de acordo com o normativo aplicável, são cobradas sem pôr em causa os rácios de solvabilidade.

Dado que o Fundo de Resolução entrou em funcionamento apenas em 2012 e não está ainda dotado de recursos financeiros em montante suficiente para financiar a medida de resolução aplicada ao Banco Espírito Santo, S.A., o Fundo contraiu um empréstimo junto do Estado Português. O empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução será temporário e substituível por empréstimos de instituições de crédito.


III. RELAÇÃO COM OS CLIENTES DO BANCO ESPÍRITO SANTO, S.A.

Com a medida de resolução aplicada pelo Banco de Portugal, a generalidade da atividade desenvolvida pelo Banco Espírito Santo, S.A. passa a ser assegurada, sem perturbações, pelo Novo Banco.

Os clientes do Banco Espírito Santo, S.A. cujos depósitos, outros direitos de crédito ou mútuos foram transferidos para o Novo Banco passam a relacionar-se com o Novo Banco e não têm de realizar qualquer diligência. Esta transferência não implicará nenhum custo para os clientes. De resto, os clientes poderão realizar junto do Novo Banco todas as operações que realizavam junto do Banco Espírito Santo, S.A., como habitualmente.

Depósitos. A medida de resolução aplicada pelo Banco de Portugal garante a segurança dos depósitos que tinham sido constituídos junto do Banco Espírito Santo, S.A. Deste modo, não foram afetados quaisquer direitos legais ou contratuais dos depositantes. Os depósitos são integralmente transferidos para o Novo Banco. O saldo dos depósitos permanece intacto e disponível para ser movimentado, sem qualquer restrição.

Créditos. As condições contratuais dos créditos concedidos pelo Banco Espírito Santo, S.A., transferidos para o Novo Banco, não se alteram. Consequentemente, os reembolsos periódicos (capital e juros) continuam a ser efetuados pelos mutuários nos mesmos termos em que eram realizados perante o Banco Espírito Santo, S.A..

Clientes do BESI, BEST, Banco Espírito Santo dos Açores, ESAF, BES Vida e várias sucursais, incluindo Espanha, Macau, Nova Iorque e Londres. A medida de resolução não tem implicações para os clientes destas entidades.

«Press release on the financial position of Banco Espírito Santo, S.A.

Considering the adverse  capital market developments related to the uncertainty over the financial position of Banco Espírito Santo, S.A. (BES), Banco de Portugal clarifies, based on the information reported by BES and its external auditor (KPMG), that BES holds a sufficient capital buffer to accommodate possible negative impacts arising from its exposure to the non-financial arm of Espírito Santo Group (GES), without jeopardising its compliance with the required minimum capital ratios.
In this regard, it is important to recall that the financial situation of GES's non-financial arm was detected in a horizontal audit carried out at the end of 2013 on the eight largest Portuguese banking groups by an independent entity commissioned by Banco de Portugal. Following the conclusions of that audit, several measures were determined by Banco de Portugal to  ringfence BES Group’s financial position against the risks arising from GES's non-financial arm. This audit was the last of a cycle of four horizontal inspections launched by Banco de Portugal since 2011, which allowed the main Portuguese banks' credit portfolios to be reviewed in detail.
The safety of the funds entrusted to BES is not undermined and BES depositors may rest assured.
Lisbon, 11 July 2014»

«Press Release of Banco de Portugal on Banco Espírito Santo

Banco de Portugal has requested that an extraordinary meeting of the Board of Directors of Banco Espírito Santo, S.A. ("BES") be called urgently today, to decide the below:
  • a) The co-optation – after the resignations of the members of BES's Board of Directors – of the following members, as proposed by Espírito Santo Financial Group, S.A. ("ESFG") and supported by Crédit Agricole, S.A.: Vítor Augusto Brinquete Bento; João de Almada Moreira Rato; and José Alfredo de Almeida Honório;
  • b) The appointment of the three members co-opted to BES's Executive Board, Vítor Bento, João Moreira Rato and José Honório, to become respectively, with the consensus of BES's reference shareholders, Chief Executive Officer, Chief Financial Officer and Deputy Chief Executive Officer, in the latter case as soon as the amendment to BES's articles of incorporation has been approved, as proposed by ESFG on 11 July.
As required, this co-optation will be subject to ratification at BES's General Meeting, called for 31 July.
Banco de Portugal also announces that, as stated in the press release of 20 June, it is waiting for the internal governance model to be submitted for assessment, once it has been approved at the Extraordinary General Meeting. For a positive assessment by Banco de Portugal, the General Meeting must ensure that the members designated for the new corporate body are suitable in particular taking as a reference the requirements specified by law to carry out management and supervisory roles at a credit institution.

Lisbon, 13 July 2014»


«Press Release of Banco de Portugal on the results disclosed by BES

1. On 11 July 2014, Banco de Portugal made public that, taking into account the information reported by Banco Espírito Santo, S.A. (BES) and its external auditor (KPMG & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, S.A), BES held a sufficient capital buffer to accommodate possible negative impacts arising from its exposure to the non-financial arm of Espírito Santo Group (GES), without jeopardising its compliance with the required minimum capital ratios.
2. According to information disclosed today by BES, losses arising from the exposure to GES, calculated and recognised in the financial statements as at 30 June 2014, remained within the limits anticipated and consistent with a provision of EUR 2 billion required by Banco de Portugal for this exposure.
However, ensuing facts, only identified by the external auditor in the second fortnight of July with a negative impact of around EUR 1.5 billion, changed considerably the value of the losses to be recognised in the profit and loss account of the first half of 2014, jeopardising the compliance with the minimum solvency ratios in force. These facts that occurred before the appointment of the new members of the Executive Board point to the practice of management acts seriously detrimental to the interests of BES and overtly non-compliant with the determinations issued by Banco de Portugal.
3. The on-going forensic audit commissioned by Banco de Portugal will assess individual responsibilities, including those of the former CEO and former CFO and other members of the Executive Board who have resigned in the interim from their posts. Should the practice of illicit acts be confirmed, the relevant administrative or even criminal actions will be pursued.
4. Irrespectively of the assessment of individual responsibilities within the scope of the forensic audit, Banco de Portugal considers that the evidences of the practice of acts prejudicial to the interests of BES and violating the determinations issued by Banco de Portugal are not compatible with keeping in office the executive board members responsible for audit, compliance and risk management control functions, as well as the members of the supervisory board. These executive board members had enhanced oversight duties, taking into consideration the responsibility entrusted to such control functions by Notice of Banco de Portugal No 5/2008, to enable timely prevention and detection of the situations in question, which did not happen in the current case.
5. In view of these ensuing facts, Banco de Portugal has determined:
  • A capital increase to be made by BES, instructing its board to submit a capitalisation plan, so as to ensure that in the short run its capital is increased to adequate solvency levels;
  • Suspension of the voting rights attached to the qualifying holding of Espírito Santo Financial Group, S.A. and Espírito Santo Financial (Portugal) - SGPS, S.A. in BES, in accordance with the provisions laid down in Articles 13 (7), 13-A and 106 of the Legal Framework of Credit Institutions and Financial Companies (Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras - RGICSF).
  • Suspension, with immediate effect, of the members of the management bodies responsible for audit, compliance and risk management, as well as the members of the Audit Committee. The replacement of these members will be made through a proposal of the shareholders, with possible co-optation by the board members in office;
  • Appointment of a supervisory committee composed of senior officials of PricewaterhouseCoopers & Associados – Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda., under the terms and for the purposes laid down in Article 143 of RGICSF, until the shareholders replace the members of the Audit Committee;
6. These changes in the composition of the corporate bodies of BES aim at contributing to the institution’s stability, as well as to the proper execution of the capitalisation plan determined by Banco de Portugal. The management body of BES, supported by the reference shareholders and the international investment bank hired for this purpose, will define and implement private solutions for a capital increase.
7. Banco de Portugal considers that it is desirable that the capital increase is made through market-based solutions and reaffirms that the soundness of the institution is safeguarded by the fact that there is a public recapitalisation line available, created within the framework of the Economic and Financial Assistance Programme to support potential capital needs of the banking system.
8. Banco de Portugal reiterates that the necessary conditions prevail to continue the activity carried on by the institution and to fully protect depositors’ interests.



Lisbon, 30 July 2014»



«(...) impedido de corresponder ao convite para uma audição (...) sobre o tema das modificações em curso na Administração do Banco Espírito Santo (...) o exercício das funções de supervisão, como sabe, está sujeito a um dever de segredo profissional aplicável às pessoas que exerçam ou tenham exercido cargos no Banco de Portugal. (...) atendendo à matéria da audicão, que o dever de segredo se torna, na minha opinião, ainda mais intenso quando as informacões dizem respeito a processos de decisão em pleno desenvolvimento, onde está em causa, portanto, não só a confidencialidade de factos não públicos trazidos ao conhecimento do Banco de Portugal, mas também a possibilidade de sobre eles serem tomadas deliberacões serenamente ponderadas, sem o risco de pressões resultantes de uma excessiva exposicão pública. Não é certamente por acaso que os próprios princípios gerais de transparência administrativa se aplicam apenas aos arquivos documentais, excluindo tudo o que diga respeito a processos não concluídos (...) em face destas circunstâncias, e tendo em conta as considerações expostas, renovo as minhas reservas à possibilidade de realização de uma audição parlamentar sobre o processo de recomposição da administração do Banco Espírito Santo.» Carlos Costa 4-7-2014

«A situação de solvabilidade do BES é sólida, tendo sido significativamente reforçada com o recente aumento de capital (...) O Banco de Portugal tem vindo a adoptar um conjunto de acções de supervisão, traduzidas em determinações específicas dirigidas à ESFG e ao BES, para evitar riscos de contágio ao banco resultantes do ramo não financeiro do GES» Banco de Portugal 3-7-2014
http://economico.sapo.pt/noticias/carlos-costa-chumba-morais-pires-e-assume-redeas-na-sucessao-no-bes_196897.html INCRÍVEL!


domingo, 3 de agosto de 2014

A ASCENSÃO E A QUEDA DA BANCA VII - ARGENTARIA ORTUM ET OCASUM VII - THE RISE AND THE FALL OF BANKS VII

http://www.eurocatalyst.com/pics/2003_bio_almeidai.jpg
Isabel Almeida of BES (http://www.eurocatalyst.com/2003_bio_von_almeidai.php)

Follow the Portuguese Jornal Expresso (always near the power centres)  in it edition of August 2, 2014 Isabel Almeida the Head of Financial Markets Department of Banco Espírito Santo, SA (BES), explain to the new Executive Commission how was possible clients of the bank (BES) financing the Group (Grupo Espírito Santo - GES) and crying, said the journalists Pedro Santos Guerreiro and Sónia M. Lourenço from them sources.

She answer to Amílcar Morais Pires former member of the Administration, linked to the leader Ricardo Salgado and was appointed by the family Espírito Santo as successor of the leader in June follow the media, with Isabel Almeida and Rita Barosa as members of administration.

That solution fall by the pressure of the heavy events and now we see so much troubles in BES and GES.

We hope that persons like Isabel Almeida are not used as scapegoating of a family that have the possibility of manipulate M€ with an incredible sleeping of supervision authorities and we don´t know how much money of imparities are in the black side of the Moon, controled by family.

The crazy financing of GES only was possible in an Europe and a World that don´t do a deep reform of it financial and fiscal system with the leaders and culture still the same (off shores must have a control, big fortunes that win with the drivers of crisis must pay for that, supervision and leading of European Institutions can´t have persons from banks like curriculum vitae with Goldman Sachs et cetera), responsable for the great crisis that we live at the moment with all pressure over the middle and lower classes of revenue and patrimony that support strong and incresead tax burden for financing the empolated expenses of states and the disters of financial system.

Democratic societies must change these trends that created deep vicious circles in the countries with more vulnerabilities like Portugal.

We hope that persons like Isabel Almeida are not victims of badly leaders ...

The Portuguese government go always by the bad sides: a man of Goldman was proposed for European Commission by PSD (Partido Social Democrata) that have with CDS/PP only 27,7% of the votes (909.442 persons only). Partido Socialista (PS) have 31,4% (1.032.252) in a total of only 3.281.856 votes.


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/38/EP_2014_results_stripes.svg/500px-EP_2014_results_stripes.svg.png

  EPP   S&D   ALDE   Greens/EFA

  ECR   GUE/NGL   EFD   NI
http://en.wikipedia.org/wiki/European_Parliament_election,_2014

So PSD want the same kind of subservience of a financial system of loser games: all will lose in the long term with a more vulnerable Europe

Goldman Sachs reduced it position in the share capital of the holdings of BES to 1,91%, so turned hiden it position (below 2%) before the big crash of stock quotes after the communication of first half of 2014 results: -3.577 M€ of losses, 4,253 M€ of imparities and contigencies. Rating of DBRS downgraded from BBB to BB.

http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR51595.pdf

http://economico.sapo.pt/bolsa/titulo/PTBES0AM0007/XX/51

Golman Sachs dossier:
http://www.bloomberg.com/quote/GS:US/chart
http://www.independent.co.uk/incoming/article6264098.ece/alternates/w620/Pg-12-eurozone-graphic.jpg
http://www.independent.co.uk/incoming/article6264098.ece/alternates/w620/Pg-12-eurozone-graphic.jpg
http://www.tapedition.com/Blog/wp-content/uploads/2012/04/Goldman-Sachs.jpg
http://hipiseverything.files.wordpress.com/2012/11/goldman-sachs-party-cartoon_thumb.jpg?w=611&h=461
http://www.independent.co.uk/incoming/article6291619.ece/alternates/w620/Pg-04-goldman-sachs-epa.jpg
http://graphics8.nytimes.com/images/2013/10/27/business/27-GOLDMAN/27-GOLDMAN-tmagArticle-v3.jpg
http://images.c-spanvideo.org/Files/eb0/1030733-307192-1.jpg
Dina Powell, a Woman in Goldman 

A ASCENSÃO E A QUEDA DA BANCA VI - ARGENTARIA ORTUM ET OCASUM VI - THE RISE AND THE FALL OF BANKS VI

http://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/14169436/550
«[O BES] não pode transformar-se num novo BPN. Isso tem de ficar muito claro porque é altura dos privados, em particular dos acionistas, assumirem as responsabilidades da sua decisão. Não se pode pedir aos contribuintes portugueses que assumam responsabilidades de más decisões ou alegadas irregularidades, segundo aquilo que tem vindo a público» António José Seguro

António Costa o que é que disse sobre o assunto? Nada!

Está-se a preparar uma nova nacionalização de imparidades e toxicidades financeiras ... se o Estado intervier sem qualquer decisão tomada pelas Pessoas, tal como no BPN, passa a ser a Nação Portuguesa a assumir os riscos e a estar sujeita a ser ainda mais tributada por conta da irresponsabilidade de outrém ...

A táctica parece ser:

- usar dinheiro que Portugal deve à Troika para tapar os buracos do BES, assumindo o Estado o risco de não ser reembolsado a prazo;
- Carlos Costa ao sugerir a existência de investidores interessados no BES sem compromissos, influenciou o mercado de valores mobiliários antes da divulgação de mais de 4000 milhões de imparidades e contingências e esse tipo de solução;
- isolar num «bad bank» a toxicidade, não a elimina e poderá transferir efectivamente para o Estado o buraco, em vez de o transferir para os accionistas actuais ou passados (afastá-los do BES poderá ter sido uma forma de os afastar da toxicidade);
- não servirá de nada incriminar os líderes do BES se não forem transferidos os milhares de milhões de euros da família Espírito Santo para o BES, para repor a situação perante os depositantes e perante os outros accionistas, que em última instância têm que assumir o risco que incorreram.

A aparente responsabilização por parte do Governo dos accionistas do BES poderá na verdade se transformar na responsabilização da Nação como no BPN, o que é intolerável! A diferença entre a nacionalização e a utilização da linha de crédito da Troika qual será, se o estado não for reembolsado?

O que parece ter despoletado a reacção tardia do Banco de Portugal foi a ambição dos líderes do BES em relação à SEMAPA, por oportunismo em relação aos conflitos na família Queiroz Pereira, e para quê? Para aproveitar os fluxos de caixa da PORTUCEL e ordenhar a «cash cow» e dar-lhe papel comercial como na PT, pode-se ler na revista do Expresso de 2 de Agosto de 2014.

Deram cabo da «cash cow» da PT, a Vivo, para sacar em dividendos a elevada mais valia da alienação e sobrou a participação da OI, que está muito desvalorizada, perderam-se milhares de milhões ...

Mas os sinais de fogo com fumo estavam em muitos lados, o papel comercial no Grupo GES foi emitido para muitos lados:
além da PT (900 M€), Petróleos deVenezuela (PDVSA 800 M€), Tranquilidade (150 M€) ...

Com que garantias? Do BES, da Tranquilidade ... que vai acumular muita imparidade
  

PENÍNSULAS LATINAS - PAENINSULA LATINAE - LATINS PENINSULAS

http://expresso.sapo.pt/imv/2/137/806/nasa-c524.jpg
http://p1.trrsf.com.br/image/fget/cf/460/340/images.terra.com/2014/08/01/nasafotoitaliarepr.jpg
Iberic and Italic Peninsula at night in July 26, 2014 - Fotografia © NASA

Olha o céu estrelado
Para as penínsulas latinas
E fica encantado
Com tantas luzinhas

Parecem-se com as suas estrelinhas
As luzes das suas cidadezinhas
Assemelha-se a uma galáxia a mater Roma
Com imensas luzes juntas numa soma

Tal como as suas filhas Barcino, Tarraco,  Complutum e Tolemtum
Olisippo, Emirita Augusta, Corduba, Valentia e Lucentum
Da Tarraconensis, Baetica e Lusitania
Pelas vias romanas era encurtada a sua distância

Roman Hispania in 10 a.C - Atlas of Roman Hispania at ExploreTheMed.com
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d9/Hispania_10AD_En.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d7/TarracoImperial-9090.jpg
TARRACO - Amadalvarez (Wikipedia) - http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/87/Maqueta_Emerita-Augusta.JPG/1024px-Maqueta_Emerita-Augusta.JPG
EMIRITA AUGUSTA - Capital of LUSITANIA (Yuntero - Wikipedia - http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/)
http://www.portugalromano.com/wp-content/uploads/2014/04/image-6.jpeg
OLISIPPO - LUSITANIA (http://www.portugalromano.com/2014/04/abertura-das-galerias-romanas-da-rua-da-prata-de-11-a-13-de-abril-lisboa-olisipo/)

sábado, 2 de agosto de 2014

MOÇAMBIQUE II - MOZAMBICUM II - MOZAMBIQUE II

http://sexoforte.net/mulher/images/stories/Mulheres/mulheres-mocambicanas.JPG
Mulheres Moçambicanas

O Hino Nacional de Portugal. «A Portuguesa» composta por Alfredo Keil e com letra de Henrique Lopes de Mendonça, manifesta a reacção nacionalista ao Ultimatum inglês de 1890 contra o «Mapa Cor de Rosa» português que pretendia defender Moçambique por ligação a Angola e colidia com as vontades de poder do império britânico e da Alemanha em África:
http://i768.photobucket.com/albums/xx329/mactree/AlfredoKeilPortuguesa.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_jzlwTP4zwn4/S87AoYhYbmI/AAAAAAAAAr8/p9Vbthh8mCI/s400/mapa+cor+de+rosa.jpg

http://zeroum.no.sapo.pt/images/mapa_rosa.JPG
http://webhosting.bombyte.org/~joao.gama/site9/docsmateria/idustriaemperialismo_ficheiros/image004.jpghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/30/Mo%C3%A7ambique_Gaza_prov.png/640px-Mo%C3%A7ambique_Gaza_prov.png
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/92/Limpopo_watershed_topo.png/1024px-Limpopo_watershed_topo.png
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c9/Limpopo.jpg/1280px-Limpopo.jpghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Ch%C3%B3kw%C3%A8.jpg/1024px-Ch%C3%B3kw%C3%A8.jpg
Rio Limpopo em Chókwè - Marcelino.Inec (Wikipedia)http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5e/Mo%C3%A7ambique_Gaza.gif
http://imgcdn.geocaching.com/cache/large/f3bccccc-23fa-499d-a087-6491b9300f02.jpg
Mudungazi, «Leão de Gaza» (Gungunhana), que inicialmente tinha ligações amistosas com Portugal, fica envolvido no conflito entre Portugal e Inglaterra, sendo o seu pedido de apoio à poderosa Inglaterra posto em causa pelo acordo de 1891 entre os dois países que acaba por delimitar as fronteiras de Moçambique e Angola, incluir Gaza e comprometer a posição do líder dos vátuas, que se tornara hostil aos interesses  portugueses e que acaba por ser derrotado e exilado para os Açores, num contexto de revolta de várias etnias contra Portugal por causa do aumento de impostos.

O poder pela força
Seguido por Salazar
Muito vai Portugal fragilizar
E a revolta reforçar

Em vez de poder por consenso
Com muito mais bom senso
E com a sua transmissão
Em profunda comunhão

http://3.bp.blogspot.com/-mTGQX3Ay4Ag/UPaEErbT-XI/AAAAAAAAPV0/wquVVWHOqdk/s1600/Col%C3%B3nias.jpg

As megalomanias de Salazar
Acabaram pelo Império enterrar
As Pessoas euro ou afro portuguesas sacrificar
E o desenvolvimento de Angola e Moçambique adiar

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/31/Portuguese_colonial_war-en.svg/635px-Portuguese_colonial_war-en.svg.png
«Portugues colonial war» - Bourrichon / Chipmunkdavis - Wikipedia - http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/

Depois de conhecerem a guerra colonial que colocou estúpida e salazarmente luso europeus contra luso africanos no pior contexto possível de guerra fria (guerra indirecta entre a ambição soviética e a oposição dos Estados Unidos da América) e prejudicar uma saudável autonomia primeiro e mais tarde independência, em total harmonia com Portugal, Moçambique e Angola vão conhecer mais uma triste guerra entre movimentos de independência e serem explorados pelos interesses soviéticos e cubanos (Angola), que se irão demonstrar desastrosos para os recém independentes países lusófonos.

O grande responsável é Salazar e a sua visão mesquinha do Mundo que não conhece, nunca sairá da Península Ibérica e tal como fortaleceu o poder stalinista em Portugal através do PCP, vai fortalecer a tenebrosa ilusão soviética em África, que vai demonstrar todo o seu racismo e toda a sua cultura de saque e exploração, muita desfasada da cultura de integração de muitas Pessoas Luso Europeias em África, tornado-se também elas próprias Luso Africanas, como os Africanos Lusófonos, que estavam muito acima e não mereciam a mesquinhez de Salazar e da PIDE e mereciam mais a visão de Norton de Matos.

Mas essa cultura de profunda ligação entre Luso Europeus e Africanos, com o fim das horríveis guerras, está a vir ao de cima e a unir ainda mais as Pessoas Luso Latinas no Desenvolvimento Económico-Social e Cultural dos países independentes de Angola e Moçambique!

A ASCENSÃO E A QUEDA DA BANCA V - ARGENTARIA ORTUM ET OCASUM V - THE RISE AND THE FALL OF BANKS V


http://services.bes.pt/SitesEstaticos/ValorBES30_PT/images/img09-05.jpg














Ana Rita Barosa que era apenas assessora do Conselho de Administração do BES, após a sua reentrada no Grupo com a sua demissão do Governo (Abril de 2013), é um dos muitos exemplos de dirigentes e colaboradores do BES que não podem ser prejudicados pelas decisões e acções que os transcenderam e que ficaram agora sujeitos às mesmas em termos de imagem do Banco que é importante esclarecer rapidamente, com identificação  clara das responsabilidades dos principais líderes e das instituições de supervisão, como o Banco de Portugal, de uma forma justa e transparente.

Na minha opinião de há muito tempo, não é compatível a Banca ser regulada por pessoas da Banca, como foi o caso de Vítor Constâncio (BPI) e o é ainda Carlos Costa (BCP). Não estão em causa as pessoas subjectivas, mas as realidades objectivas. O Banco de Portugal deveria ser dirigido e ter uma equipe com total independência da Banca e se o tivesse tido não teriam acontecido as desgraças do BPN, BPP, BCP, BANIF e BES. Para além disso, o Banco de Portugal e a CMVM num conglomerado como o GES/BES, não podem limitar a sua acção à dimensão financeira, têm que actuar sobre o todo. É impensável que possam existir holdings no Luxemburgo por exemplo, sem qualquer controlo e que durante muito tempo muitas dimensões do Grupo não tivessem visibilidade. Tudo isso facilitou objectivamente a desgraça.

A não acção e reacção tardias colocam em causa todo o sistema, conforme salienta António José Seguro:

«[O BES] não pode transformar-se num novo BPN. Isso tem de ficar muito claro porque é altura dos privados, em particular dos acionistas, assumirem as responsabilidades da sua decisão. Não se pode pedir aos contribuintes portugueses que assumam responsabilidades de más decisões ou alegadas irregularidades, segundo aquilo que tem vindo a público (...) era o que mais faltava que se viesse pedir sempre aos mesmos, isto é ao povo português, que viesse cobrir os prejuízos de opções erradas do ponto de vista privado (...)

necessidade [das instituições responsáveis pela regulação bancária em Portugal] virem a público rapidamente, esclarecer a situação e informar os portugueses (...) Isto não pode continuar como está (...)
todos os dados que estão a surgir (...) são muito preocupantes (...) Há explicações que têm de ser dadas aos depositantes, às pessoas que têm relações comerciais com o Banco Espírito Santo, mas também há uma necessidade para todo o setor da economia de se explicar o que está a acontecer com o Grupo Espírito Santo e toda a atividade económica e isso eu considero da maior relevância (...)

não podia haver mais surpresas (...) E estamos a ser surpreendidos. O próprio Banco de Portugal, segundo os comunicados que pôs cá fora, expressou surpresa por aquilo que está a acontecer. Nós nos últimos tempos temos tido surpresas por parte de vários bancos, no BPN, no BPP, no BCP, no BES, algo está mal na governação deste sistem

António José Seguro 02-08-2014


«Manifesto a minha grande preocupação com os números divulgados hoje. Porque não eram estas as informações que eu tinha, nem eram estas as informações, nomeadamente pelo Governador do Banco de Portugal. Os portugueses não podem ter mais surpresas negativas provenientes do sistema financeiro e do sistema bancário português (...) necessário que se esclareça de uma vez por todas toda a verdade (...) Os portugueses têm o direito de saber o que se passou ao longo deste tempo. São notícias preocupantes e que exigem das autoridades responsáveis um esclarecimento

António José Seguro 30-07-2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

JUDEIA / SÍRIA PALESTINA IV- IVDAEA / SYRIA PALESTINA IV - JUDEA / SYRIA PALESTINA IV

http://news.bbcimg.co.uk/media/images/76256000/jpg/_76256428_50ff977e-4e94-422d-a410-015f1b7f759f.jpg
After Hamas control Gaza since 2007, Egypt limited the border and the gate of South (Rafah) and Israel turned the border and closed gate of North (Erez) an other side of a rectangle of a guetto for 1,7 million Persons, with the border of East, an Israeli wall and the natural border of West, the Sea:
http://news.bbcimg.co.uk/media/images/76253000/jpg/_76253499_life_in_gaza_976_v2.jpg
Very interesting work by BBC at July 14, 2014: http://www.bbc.com/news/world-middle-east-20415675 http://news.bbcimg.co.uk/media/images/76253000/jpg/_76253499_life_in_gaza_976_v2.jpg

Tunnels are ways of access to fundamental goods but also to weapons.

What the bad phalcon prime minister of Israel lead in this moment are intolerable for Humanity: fire over trapped families in the guetto of Gaza without discrimination between terrorist forces and civilian Persons gave force to violence. This prime minister have moral responsability about what happened to the former prime minister Rabin in 1995: the incredible seeds of violence that launched over an Israeli political oppositor only because he lead a very important decision: the agreement for peace with Palestine in 1993 that gave force to peaceful forces of the Palestinian National Liberation Movement. The actual prime minister of Likud party leaded the violent opposition against Rabin with violent demonstrations against him and after the incredible fanaticism win the elections and was prime minister in 1996. Unfortunly is now again prime minister and we see again very clear the fanaticism of him culture that rejected the action for peace by United States of America leaded by Obama and in 1993 leaded by Bill Clinton.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f2/Bill_Clinton%2C_Yitzhak_Rabin%2C_Yasser_Arafat_at_the_White_House_1993-09-13.jpg
Peaceful forces must win against negative forces of violence and destruction

FREEDOM FOR PALESTINIAN PERSONS FROM ISRAELI FANATIC FORCES
AND HAMAS TERRORISM!