sábado, 21 de junho de 2014

PORTUGAL IV - PORTUGALLIA IV - PORTUGAL IV

TRISTIA - Tristeza - Sadness
http://imguol.com/c/noticias/2014/06/16/16jun2014---a-chanceler-alema-angela-merkel-comemora-o-segundo-gol-da-alemanha-na-partida-contra-portugal-na-copa-do-mundo-na-arena-fonte-nova-em-salvador-ba-1402939162041_780x1024.jpg
FELICITAS - Felicidade - Happyness

One more time Portugal lost and Germany win in games with null or negative sum by a Brazilian look ...

We need much better leaders to win in a games win - win of positive sum ...

TRISTIA QUE GRANDE TRISTEZA
NÃO PODERIA IMAGINAR DONA THEREZA
PORTUGAL MAL LIDERADO
MAS MUITO AMADO

TEM SIDO TRAMADO
EM OLIGÁRQUICAS TRAMAS
SEM RESPEITO NEM PELAS DAMAS
APÓS DOM JOÃO II O PROBLEMA AINDA NÃO FOI ULTRAPASSADO


ITÁLIA XI - ITALIA XI - ITALY XI

http://www.liberoquotidiano.it/resizer/480/-1/true/UpkPfA5XLjjxhGw94URoBXroYC3hyTcgNYH/rz1jgJo=--matteo_renzi_e_marianna_madia.jpg
Matteo Renzi and Marianna Madia

Riforma della Pubblica Amministrazione (PA):

Seems like in Portugal: sono solo parole ... Renzi è uno illusionista senza etica





«La politica degli annunci all'ennesima potenza. La politica di Matteo Renzi. L'ultimo emblematico esempio è quello della riforma della Pubblica amministrazione, annunciata in pompa magna il 13 giugno, una settimana fa, e da quel momento sparita nel nulla (o meglio, sparita nei meandri del Quirinale). Il premier aveva spiegato che informazioni in più sarebbero arrivate nelle ore successive. Ma quelle informazioni non sono mai arrivate. Per ora c'è stato il via libera al disegno di legge delega per la riforma della Pa, che per sua stessa natura - legge delega - è interamente da definire, e i tempi sono solitamente biblici. Dunque, la domanda viene spontanea: ma che cosa ha mai approvato il Consiglio dei ministri il 13 giugno?
Testo smontato - Ad oggi il testo resta un mistero: è stato sì inviato al Colle per la firma, ma la firma ancora non c'è. I tecnici quirinalizi avrebbero rilevato una lunghissima serie di perplessità e punti critici, e sarebbero già saltati decine di articoli. Il provvedimento misterioso, insomma, sarebbe già stato smontato. Anche per Giorgio Napolitano, mai troppo schizzinoso quando si è trattato di dover firmare leggi-calderone che contenevano di tutto e di più, in questo caso ha preferito frenare. Quando è troppo, è troppo. Nel mirino, ovviamente, oltre a Renzi ci finisce il ministro Marianna Madia, madrina della teorica riforma.
L'iter - Ma cosa c'è scritto, nella legge? Come ricorda Il Fatto Quotidiano, in teoria un pre-Consiglio dei ministri dovrebbe affrontare i dettagli tecnici, per poi affidare ai ministri stessi il compito di prendere le decisioni tra le opzioni proposte. Ma con Renzi premier non accade nulla di tutto ciò: nessuna discussione, nessun pre-Consiglio. Tanto che venerdì sera i dirigenti dei ministeri hanno cercato di parlare con la responsabile dell'ufficio legislativo, Antonella Manzione (l'ex capo dei vigili di Firenze trascinata da Renzi a Palazzo Chigi) senza però ottenere risposta. Resta dunque il mistero: nemmeno parte del governo, insomma, sa che cosa è stato approvato.
Slittamenti - Nemmeno Renzi e nemmeno il fido Graziano Delrio avrebbero il controllo della scrittura delle norme. Nel frattempo continuano a circolare bozze del testo, che però sembrano ormai essere radicalmente differenti rispetto a quelle che sta "elaborando" il Quirinale. Il testo era atteso per la serata di oggi, venerdì 20 giugno, alla Camera, in commissione Bilancio. Non arriverà. Potrebbe palesarsi doppo il weekend, martedì. Il fantomatico testo potrebbe comparire dieci giorni dopo il Consiglio dei ministri in cui è stato annunciato, in cui ci è stato spacciato come "cosa fatta". La politica degli annunci all'ennesima potenza, appunto. La politica di Matteo Renzi.» http://www.liberoquotidiano.it/news/11641079/Riforma-Pa--il-mistero-.html

quinta-feira, 19 de junho de 2014

UCRÂNIA XVIII - UCRAINA XVIII - UKRAINE XVIII

One day Russia will cut down it prices of gas because cut today the supplies of gas to it client and will accelerate the future lower dependence of Europe.

Receive gas by sea from other sources is more and more urgent! It was a great strategic error so much dependence of Russia sources. The financial vision can´t see what strategic can preview!

The link to United States of America is crucial! Germany must change it point of view, is incredible that a former Canceller represent the interest of Russian gas ...

DEPUTADA(O)S - DEPUTATA(US) - MEMBERS OF PARLIAMENT

http://img0.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/dc/dc9693b40d2b5e3bfab5ba9e64dc249f&w=620&sx=0&sy=237&sw=4000&sh=2193&q=75

ESTEVE ALI
NO TEATRO TIVOLI
O ESTATISTA PASSADO
QUE DEIXOU PORTUGAL TRAMADO

«António Costa vai fazer do PS um grande partido, um partido de esquerda. E não vai ser um PS feito com a direita, só para ter lugares» Mário Soares~

Feito com os lugares teve o PS do passado e António Costa tem o apoio e representa esse passado, em que os negócios e interesses se misturam com a Política. O PS é também responsável pela situação estatista em que o País se afundou.

O esquerdário e ultrapassado Ferro Rodrigues uniu-se a Costa e afundou-o ainda mais no estatismo, despesismo e falta de credibilidade em relação à profunda mudança que é necessário realizar, no sentido de criar pontes com a direita para reformar profundamente a Sociedade Política e o Estado!

«Sejamos claros, não podemos querer o poder pelo poder, porque só faz sentido ambicionar a conquista do poder se tivermos um projeto, um sentido e um programa para o país. Quem se conforma com uma vitória pequenina é porque já se conformou em que não vai fazer a diferença e não vai fazer a mudança que os portugueses querem» António Costa, ali no Tivoli, este tipo de político já o conhecemos bem:

Enterrou Portugal
No mais que actual
Viciado e parasita pantanal
Estagnado, fechado e Estatal

Muitos dos deputados do PS escolhidos de uma forma fechada e determinada em parte pelo derrotado José Sócrates, tiveram uma constante hostilidade contra o líder do PS eleito em 2011, o que foi amplamente aproveitado pelo horrível PSD.

Os mesmos deputados não venham agora falar em democracia relativamente às suas posições, quando os mesmos têm uma visão muito afunilada da mesma, de tal forma que pretendem que militantes recentes ou simpatizantes, não tenham qualquer voto e voz na (re)eleição do líder do PS.

Essa perspectiva fechada, justificada pela pressa de quem não teve pressa nenhuma, manifesta bem a necessidade de que os representantes sejam efectivamente escolhidos pelos representados em listas abertas, de forma a aproximar realmente o deputado das Pessoas que o elegem. Colide com os vossos interesses? Já não têm a vossa eleição quase garantida, num momento histórico em que seja qual fôr o líder, o PS ganha as próximas eleições?

O vosso conservadorismo e atitude interessada tem consequências na vossa falta de credibilidade como representantes e afasta as Pessoas cada vez mais de vós. Não querem diminuição do número de deputados? São juízes em causa própria.

Não se pretendem carneiros, muito pelo contrário, mas o que fizeram para evitar as asneiras do anterior Governo? A campanha a favor de António Costa no GP do PS e nos media enoja. A deslealdade perante o líder do PS, tinha sido mais necessária perante o anterior líder, que fez o que quiz e mal, colocando Portugal nas mãos do péssimo e oportunista PSD.

Em relação ao deputado Renato Sampaio a minha profunda palavra de indignação: chamar «estalinista» a Eurico Brilhante Dias é o mesmo que chamar «estalinista» a António Costa, é intolerável perante um excelente dirigente ligado liderança do PS bastante mais aberta de que todas as anteriores, que representam um passado que seria bom que fosse transcendido no futuro.

Por uma Democracia Representativa com mais dimensões participativas, por uma Democracia mais aprofundada ...

quarta-feira, 18 de junho de 2014

NÃO PRIMEIRO MINISTRO XI - NON PRIMUS MINISTER XI - NO PRIME MINISTER XI

«(...) de cada vez que uma medida de poupança de despesa não é possível de prosseguir, o Governo não tem outra possibilidade que não a de ir pelo lado da receita (...)» Prime Minister

NON PRIME MINISTER!
Miserable! You don´t do any reform of State, still a lot of public expensives that don´create Value to the Nation and you, after a brutal fiscal burden, will increase taxes!!! You are a political monster that conservate the statal monster without any respect for the Persons that vote in PSD and in CDS in 2011 with a great illusion, because don´t have seen that your orange group only wanted the stingy power for parasite the Nation by State as usual. Troika is a flower compared with you and your group!

And you don´t cut the excessive rents in Energy demanded by Troika!

Recently, your former member of Government linked to Energy affairs attack again:

«Numa carta enviada ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, 18 personalidades avisam que os cortes feitos na energia não chegam para travar défice e baixar preços e pedem mais. Para Mira Amaral, as últimas medidas são manobra de diversão para poupar a EDP e as eólicas.

Portugal deve seguir o exemplo de Espanha e aplicar cortes mais agressivos nas rendas e custos do sector elétrico.

Segundo o jornal «i» que teve acesso ao documento, o apelo foi feito diretamente ao primeiro-ministro, através de carta, subscrita por empresários, gestores, académicos e um homem que Passos Coelho conhece muito bem: Henrique Gomes, ex-secretário de Estado da Energia, que se demitiu em 2012 contra as opções do governo que privilegiou a privatização da EDP e da REN em relação aos cortes das chamadas rendas excessivas do sector elétrico, como exigia a troika.

A carta com data de 21 de Maio tem 18 subscritores, entre os quais Mira Amaral, Alexandre Patrício Gouveia, Clemente Pedro Nunes, Pedro Sena da Silva e Henrique Neto, e até quinta-feira não tinha tido resposta. A missiva a que o jornal «i» teve acesso procura desfazer argumentos das empresas e do governo, a propósito de uma entrevista de Passos Coelho ao «Diário Económico» em que, «seguramente mal informado», defende que os custos de energia são inferiores à média europeia e a inevitabilidade de compensações às elétricas (sobretudo EDP).

«As afirmações do senhor Primeiro- -Ministro correspondem à posição de interesses privados para justificar um dos maiores prejuízos infligidos à economia nacional - e simultaneamente vultuosos benefícios encaixados para si próprios». Os promotores alegam que esta posição assenta em «factos falsos» e em «argumentos sem fundamento legal», exigindo a imediata eliminação dos CMEC (custos de manutenção do equilíbrio contratual das centrais da EDP) e das restantes rendas excessivas, em nome da competitividade e da recuperação do país.

Sublinham que os preços da eletricidade em Portugal «não correspondem sequer à totalidade dos custos. Para além daquilo que os consumidores pagam nos preços, os produtores têm visto, ano após anos, os proveitos das rendas serem engrossados com o valor do défice tarifário», cita o mesmo jornal. Este défice deverá atingir cinco mil milhões de euros no final deste ano.

Numa alusão aos cortes superiores a 20 mil milhões de euros impostos por Madrid às elétricas, a carta pede que se siga o exemplo do país vizinho.» http://www.tvi24.iol.pt/economia---economia/edp-rendas-energia-governo-carta-personalidades/1560166-6377.html

You are anti liberal don´t you?

Government + Contitutional Court + President of republic = conservative statism

BRASIL V - BRASILIA V - BRAZIL V

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8f/Manaus_downtown_teatro.JPG/1024px-Manaus_downtown_teatro.JPG
Manaus ... Amazonas!

«Manaus downtown»  - Teatro Amazonas» Fotografia de Pontanegra (Wikipedia»http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Teatro-amazonas.jpg
Teatro Amazonas - Fotografia de Mona Trandum (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/

«Amazonas» de João Donato, interpretado por turma 2009/2011 da Universidade de Música Popular - Bituca - Barbacena
http://www.youtube.com/watch?v=5kgqiPaaMVs

terça-feira, 17 de junho de 2014

VENEZUELA XXVI - VENETIOLA XXVI - VENEZUELA XXVI

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Vencerá la Verdad Será Venezuela y su Liberdad A madurar su Responsabilidad Salve DEMOCRATIA!

«La ex diputada a la Asamblea Nacional, María Corina Machado, salió de su interrogatorio de siete horas en la Fiscalía General de la República, donde fue citada por estar presuntamente vinculada con un intento de magnicidio y golpe de Estado.

"Dije la verdad con la conciencia de quien siempre ha obrado de acuerdo a la constitución y mis valores y la verdad. Esta lucha que estamos dando es moral y por la verdad", dijo Machado.

"Toda la fuerza del Estado no puede aplacar la conciencia de un ciudadano libre. La suma de las victorias morales de los ciudadanos frente a la dictadura es lo que hace la victoria política", publicó también a su salida de la Fiscalía en la red social Twitter.

"Enfrentamos una dictadura que ha sometido la justicia, por eso nuestra fuerza es moral y vamos a vencer", dijo.

La dirigente de oposición comentó que se va a dirigir a la sede del movimiento Vente Venezuela, desde donde realizará una rueda de prensa.» http://www.eluniversal.com/nacional-y-politica/protestas-en-venezuela/140616/machado-dije-la-verdad-con-la-conciencia
http://i.imgur.com/5Ca1mif.jpg
Los abogados José Amalio Graterol y Thelma Fernández

«Diosdado Cabello denunció en su programa  la participación de oficiales retirados de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) en una reunión realizada en el mes de Mayo en San José de Costa Rica, donde presuntamente se planificó un golpe contra el gobierno de Nicolás Maduro.

Asimismo, cuestionó la vinculación del banquero Eligio Cedeño, la jueza María Lourdes Afiuni y Maria Corina Machado, al ser defendidos por los abogados Graterol y Fernández.» http://www.eluniversal.com/nacional-y-politica/140606/piden-al-tribunal-que-autorice-a-afiuni-para-replicar-denuncias-de-cab

«El representante legal le envió un mensaje al presidente del Parlamento. "Señor Cabello lo invito a que se despoje de su inmunidad parlamentaria y se someta a una investigación seria con jueces y fiscales imparciales para que le explique al país como de teniente pasó a millonario, y luego pueda hablar de la jueza Afiuni".

Asimismo, Graterol aclaró que ni él ni la abogada Thelma Fernández han sido apoderados ni defensores del banquero Eligio Cedeño. "El presidente de la Asamblea Nacional está muy mal informado o el Sebin (Servicio Nacional Bolivariano de Inteligencia) le está dando informaciones inexactas".

Por su parte, Fernández recordó que de acuerdo a la investigación y a lo afirmado por el propio Ministerio Público, "la jueza Afiuni no recibió dinero alguno ni promesa,  a cambio de la libertad de Cedeño".

Además, rechazó que se cuestione la defensa que puedan ejercer los abogados de Afiuni sobre determinadas personas como la diputada destituida María Corina Machado, "por el solo hecho de que pueden resultar incómodos para las pretensiones ilegítimas que tiene el Gobierno contra ciertos personajes de la vida pública, cuando todo el mundo tiene derecho a la defensa, incluso el mismo señor Cabello quien ha sido señalado muchas veces de cometer diversos actos de corrupción".» http://www.eluniversal.com/nacional-y-politica/140606/piden-al-tribunal-que-autorice-a-afiuni-para-replicar-denuncias-de-cab

Diosdado Cabello is one of the tyrants of Venezuela that use TV for manipulate public opinion with falsities against Democrats ...

segunda-feira, 16 de junho de 2014

COLÔMBIA XVIII - COLUMBIA XVIII - COLOMBIA XVIII

http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/01662/santos_1662397c.jpg
Santos win with a great surprise for supporters of Uribe http://www.colombia.com/elecciones/2014/presidenciales/


Esther Rebollo (EFE) wrote this interesting text about Colombia: http://www.colombia.com/elecciones/2014/presidenciales/noticias/sdi527/91455/el-reelegido-santos-gobernara-en-colombia-con-la-izquierda-y-por-la-paz:

«El giro de Santos, un político tradicional de la llamada oligarquía bogotana y quien siempre ha estado más a la derecha que a la izquierda, responde al traspiés que sufrió en la recta final de la campaña tras la victoria del uribista Óscar Iván Zuluaga en la primera ronda electoral del 25 de mayo.
El último objetivo de Santos es lograr la paz a través del diálogo con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), que se inició en 2012 en Cuba y busca terminar con 50 años de conflicto armado, pero del que muchos de sus compatriotas, la mayoría conservadores, desconfían.
A esto se ha añadido el anuncio, este último martes, de que el Gobierno de Santos y el Ejército de Liberación Nacional (ELN), otra guerrilla colombiana, iniciaron en enero pasado diálogos exploratorios para abrir un proceso de paz.
La gran paradoja es que los partidos de izquierda, movimientos sociales, sindicatos, artistas e intelectuales, quienes han sido los más críticos con Santos, también han impulsado su victoria para evitar el retorno al poder del uribismo.
Tanto los líderes de la comunista Unión Patriótica como la polémica exsenadora Piedad Córdoba, siempre cercana a la Venezuela chavista, apoyaron a Santos a través de los medios, de las redes sociales y en la propia calle con el lema "Vota por la paz".
Hoy todos ellos celebraron al unísono esta victoria tan inverosímil.
Zuluaga representaba los ocho años de gobierno de Álvaro Uribe (2002-2010), quien optó por la vía militar para acabar con la guerrilla. Santos curiosamente fue uno de los ministros "estrella" de Uribe, quien apoyó su candidatura en las elecciones de 2010.
Frío, poco carismático y un apasionado jugador de póquer, Santos llegó a la Presidencia en 2010 dispuesto a seguir los postulados de su antecesor, pero se distanció y eligió otro camino.
Como ministro de Defensa de Uribe asestó los más duros golpes militares a las FARC e hizo frente al gran escándalo de los "falsos positivos", cuando el Ejército mató a miles de civiles y les hizo pasar por guerrilleros muertos en combate con el único objetivo de engordar los éxitos militares.
Juan Manuel Santos nació el 10 de agosto de 1951 en Bogotá, en el seno de una de las familias más poderosas de Colombia y, desde niño, se movió entre los entresijos del poder, siempre imbuido en las ideas del Partido Liberal.
Su tío abuelo Eduardo Santos fue presidente (1938-1942) y su familia dirigió durante décadas El Tiempo, el periódico más influyente del país.
Comenzó su carrera política en Londres en 1972 como representante de Colombia ante la Organización Internacional del Café y a su regreso fue subdirector de El Tiempo.
En 1991 fue designado por el liberal César Gaviria ministro de Comercio Exterior y, durante el Gobierno del conservador Andrés Pastrana (1998-2002), ejerció como titular de Hacienda.
En 2004 se apartó del liberalismo para respaldar a Uribe y se sumó al Partido de la U, la fuerza que ganó las elecciones en 2006 y 2010, al que hoy sigue perteneciendo.
Aficionado a las apuestas y adicto al poder, Santos es arriesgado y lo demostró abriendo un diálogo de paz con las FARC a sabiendas de que tendría muchos detractores.
También recompuso las relaciones con Ecuador y Venezuela, rotas durante el Gobierno de Uribe, y congeló un convenio militar con EE.UU. por el que se iba a poner a disposición de ese país siete bases militares. Aún así, cerró el Tratado de Libre Comercio con la Administración de Barack Obama.
Entre sus iniciativas está la Ley de Víctimas y Restitución de Tierras, que rubricó en 2011 junto al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, y el Marco Jurídico para la Paz, base legal para estructurar el postconflicto.
Santos es un gran conocedor de los entresijos políticos, ha gobernado con el apoyo de prácticamente todos los partidos y con la única oposición de Uribe, quien le ha acusado de "castrochavista" y ahora, en esta campaña, de usar dinero del narcotráfico.
Y la izquierda ahora es su aliada en la segunda vuelta electoral.
Casado con María Clemencia Rodríguez y padre de tres hijos, Santos es doctor en Leyes, estudió Economía y Administración de Empresas en la Universidad de Kansas, Economía y Desarrollo Económico en la Escuela de Economía de Londres y Administración Pública en Harvard, además de Periodismo.
El presidente y candidato es autor de varios libros, entre ellos "La Tercera Vía: una alternativa para Colombia", que escribió junto al exprimer ministro británico Tony Blair.» Esther Rebollo. EFE

Many doubts about Colombia, many doubts about Venezuela ... is not easy and linear with the cancer that invaded the two countries (brothers) along so many years ... Santos and Capriles are criticized for the same reasons: too much doves for Chavism and it links to FARC narco terrorism and Cuba. Sometimes we understand, but sometimes we don´t understand: the conversation with tyrants of Venezuela help Democracy? The tyrants go on with them plan to «neutralize» all leaders of Democratic opposition and we don´t see a strong democratic opposition from Colombia and from the World ...

domingo, 15 de junho de 2014

UCRÂNIA XVII - UCRAINA XVII - UKRAINE XVII

http://www.washingtonpost.com/rw/2010-2019/WashingtonPost/2014/04/08/Foreign/Graphics/w-UkraineEASTb.jpg
Russian influence in South and east of Ukraine: http://www.washingtonpost.com/rw/2010-2019/WashingtonPost/2014/04/08/Foreign/Graphics/w-UkraineEASTb.jpg

Tyrant leaders of Russia support Russian minorities in an indepedent State with weapons like missels that can destroy an airplane before it landing at Luhansk airport... intolerable! The seeds of destruction prepared and planned are very clear for Humanity and History. Terrorists talk about food for Ukrainian Army sent by United States of America. We Democrats, talk about means of destruction supported by Russian leaders. Negative forces generate negative forces, the tyrants know this also, very well, and sacrifice Persons (Russians included) for them stingy ambition. Russians will be prejudiced by the will of power of them tyrants with games of negative sum for all. 

VENEZUELA XXV - VENETIOLA XXV - VENEZUELA XXV

María Corina Machado, that recently was supported by the former President of Brazil , Fernando Henrique Cardoso,  wrote for El País  this text that manifest the incredible tyranny that exist in Venezuela (http://internacional.elpais.com/internacional/2014/06/14/actualidad/1402773614_573103.html):

“Asesina”

Maduro y su régimen se creen intocables, se consideran más allá de la ley y de la justicia

 14 JUN 2014 - 21:20 CET 
«La sentencia salió de Miraflores. Sin pruebas, sin juicio, sin defensa. He sido condenada por quienes están en el poder en Venezuela y por quienes les ordenan desde La Habana. Intentaron callarme con golpes, cuando hace un año me atacaron, patearon y fracturaron mi cara en plena sesión del Parlamento; me despojaron arbitrariamente de mi inmunidad, y ahora pretenden aniquilarme moral y físicamente.
En los últimos meses, el régimen me ha acusado de todo. Me acusaron de terrorismo por revelar la responsabilidad de la gerencia de Petróleos de Venezuela (Pdvsa) en el peor accidente petrolero en la historia del país, en la refinería de Amuay; de traición a la Patria por denunciar en la Organización de Estados Americanos la represión y la violación masiva y sistemática a los Derechos Humanos. Ahora me acusan de magnicidio por apoyar el histórico movimiento social de protesta que ha emergido en Venezuela desde el mes de febrero. Es una persecución política sistemática basada en mentiras.
Maduro y su régimen se creen intocables, se consideran más allá de la ley y de la justicia. Las sentencias judiciales en Venezuela se redactan en el Palacio de Miraflores y se envían a los jueces. Para neutralizar a los disidentes está la imagen de la juez María Lourdes Afiuni, “condenada” a 30 años de prisión por el entonces presidente Chávez en un discurso televisado hace cinco años. Su delito fue atender a su conciencia. Su rostro seguramente apareció frente a la jueza Adriana López esta semana, cuando dictaminó que Leopoldo López y dos estudiantes debían permanecer en prisión durante este juicio sumario. Las pruebas que presentó la Fiscalía contra López son “la interpretación” de un supuesto perito sobre las “verdaderas” intenciones de Leopoldo en tres discursos públicos y en su cuenta de Twitter. La naturaleza de estas pruebas sólo confirman dos cosas: la inocencia de los acusados y la determinación del régimen de aterrorizar a la gente y aniquilar a sus adversarios.
El pretexto para acusarme de magnicidio son correos electrónicos obviamente fabricados, que fueron divulgados en una histriónica rueda de prensa en la cual el “Alto Mando Político de la Revolución” —que incluye al Vicepresidente de la República, al presidente de PDVSA, al presidente de la Asamblea Nacional, al alcalde de Caracas y a la esposa de Maduro, entre otros— “develaron” un supuesto complot internacional para desestabilizar al país y asesinar a Maduro.
Al régimen ya ni siquiera le importan las formas, ni tampoco trata de ocultar que actúa de manera ilegal. El montaje es tan burdo que ante la evidencia del forjamiento de los correos que Google certificara, seguramente inventará algo nuevo.
Aunque las delirantes acusaciones han generado una burla colectiva hasta en muchos seguidores del oficialismo, la realidad es que me difaman y por su incitación al odio, recibo hoy amenazas contra mi vida y la de mis hijos. Además, he sido citada a declarar en la Fiscalía General de la República el día de mañana, 16 de junio, en calidad de “testigo”. Ante ello, el Capitán Cabello, presidente de la Asamblea Nacional, declaró: “Yo he visto a más de un testigo que termina como imputado y he visto a más de un testigo que fue imputado y fue condenado”. Este mismo señor dijo esta semana: “Si Maduro es asesinado, María Corina Machado pagará por sus acciones”.
Me atacan porque creen que un castigo “ejemplarizante” callará a las madres venezolanas que claman por justicia a diario frente a los tribunales y las morgues; a las que pasan horas en colas humillantes para comprar leche en los mercados; a las que ruegan por que le salven la vida a su hijo en hospitales paupérrimos, sin medicinas ni equipos elementales. Creen que callarán a las estudiantes que encabezan las protestas, a los periodistas que desafían la censura, a las maestras que combaten el adoctrinamiento escolar, a las madres de los jóvenes asesinados, detenidos y torturados por la represión del régimen. Se equivocan. Quince años de lucha ciudadana ejemplar y el admirable movimiento de protesta cívica que despertó este histórico febrero de 2014, han dejado claro que no doblegarán al pueblo de Venezuela.
El régimen está desesperado; el colapso económico, institucional y moral que se acelera cada día, ha derrumbado el apoyo político que heredó Maduro. Tanta mentira y cinismo producen repulsión en una sociedad honesta y trabajadora que anhela desesperadamente avanzar por una ruta a la libertad y a la dignidad, que nos permita reencontrarnos en un renovado pacto social. Los venezolanos sabemos que llegó la hora de enfrentar la dictadura instalada en Venezuela. Intentan chantajearnos amenazándonos de provocar una guerra civil por negarnos a vivir en sumisión. Ni guerra civil, ni sumisión, nuestra decisión es avanzar en la transición hacia la democracia.
Nuestro propósito es lograr, lo antes posible, un cambio de régimen en Venezuela por una vía constitucional, democrática, pacífica y electoral. La ruta es clara e inequívoca: ni magnicidio, ni golpe de Estado: exigimos la renuncia de Maduro.»
María Corina Machado es diputada a la Asamblea Nacional de la República Bolivariana de Venezuela.
Twitter: @mariacorinaYA

PARTIDO SOCIALISTA VIII - FACTIO SOCIALISTICA VIII - SOCIALIST PARTY VIII

http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/05/cropped-hemiciclo2.jpg

Os representantes do Partido Socialista que foram eleitos para representar os representados, não foram escolhidos pelos mesmos, as Pessoas que votaram no Partido Socialista (PS).

Muitos deles são deputados escolhidos pelo líder do PS em 2011 (José Sócrates), que estava cheio de toxicidade na forma como cometeu muitos erros na sua liderança do anterior Governo, que não são explicados por factores externos como os seus apoiantes e apoiados (António Costa) tentam fazer crer.

O eleitorado que penalizou fortemente o PS em 2011 e que foi iludido pelo péssimo PSD até hoje, o pretendido para uma maioria absoluta que Costa vem prometer, não esquece o sucedido.
Era mais que tempo de podermos escolher previamente os candidatos a representantes.

O PS escolheu por via de eleições directas reservadas aos militantes não recentes, António José Seguro como líder em 2011. E confirmou-o em 2013, após o assalto ao poder falhado de António Costa. Na altura o Partido não abriu e não houveram Eleições Primárias.

Sob a pressão de António Costa que voltou a ficar muito ansioso para deter o poder de representação e desta vez assumiu plenamente a sua vontade de poder, após uma longa campanha de descredibilização de Seguro, que se deixou enredar numa falsa união, eis que Seguro, muito bem reagiu com a proposta de marcação de Primárias abertas a todos os militantes e simpatizantes.

António Costa, que geriu com imenso egoísmo o seu timing de assalto ao poder, agora está muito apressado na sua definição, eticamente incrível, e «prefere» eleições directas afuniladas, revelando claramente o desrespeito que lhe merecem as Pessoas cujos votos necessita para ter poder em Portugal. É mais um político do poder pelo poder, que têm afundado Portugal. A tentativa de obter maiorias no aparelho do PS estão-lhe a sair furadas e a sua situação extraordinária tem dificuldade em se considerar ordinária, pelo que a probabilidade de eleição pelas primárias é muito elevada.

É tempo do PS se abrir à Sociedade Civil e acabar com o seu Feudalismo Republicano e nesse sentido abrir as listas de candidatos a deputada(o)s para que não possa nunca mais acontecer o seguinte:

NUNCA GOSTEI DE JORGE LACÃO
MAS PARA VOTAR NO PARTIDO SOCIALISTA
CONTRIBUI SEM O QUERER PARA A SUA ELEIÇÃO
LISTAS DE CANDIDATOS ABERTAS MINIMIZAM O OPORTUNISTA

Sem surpresa, após uma vergonhosa oposição à oposição do PS na Assembleia da República, a maioria dos deputados actuais do PS vem pedir eleições directas afuniladas. Pois claro, sabem que têm mais probabilidades de terem poder através de favores de líderes e do aparelho, do que do voto directo dos eleitores. A eles, meus representantes forçados, lhes envio o meu vivo repúdio, a DEMOCRACIA É MUITO MAIS DO QUE ESTA REPRESENTATIVIDADE AFUNILADA QUE PERMITIU O OPORTUNISMO DOS LARANJAS LIDERADOS POR UM INCAPAZ QUE SEM ÉTICA NENHUMA TEM DESVALORIZADO FORTEMENTE PORTUGAL.

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   Seguro melhor Pessoa, respeita muita mais os eleitores que Costa, egocêntrico, que servem apenas como meio para atingir o seu objectivo: o poder com um cheque em branco. O Partido Socialista para além dos líderes tem que discutir ideias, nomeadamente as suas tentações estatistas

COLÔMBIA XVII - COLUMBIA XVII - COLOMBIA XVII

http://www.nationsencyclopedia.com/photos/colombia-environment-1312.jpg
Art of Colombia - Photo by: Eduardo Rivero (http://www.nationsencyclopedia.com/photos/colombia-environment-1312.jpg)

Colômbia é uma obra de arte do Criador
Com as suas leis de Evolução e de Amor
Que determinam por vezes muita dor
Com as suas dialécticas e latino ardor


Football team of Colombia win the first game with Greece for World Cup 2014 in Brazil. Congratulations!
http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2014/6/14/1402768896262/198f3aec-c833-4148-a0f8-f6affe11ed5b-460x276.jpeg
James Rodriguez (former player of Futebol Clube do Porto), Santiago Arias (former player of Sporting Clube de Portugal) and all Colombians supporters celebrate the third and last goal  (3-0). Photograph: Eitan Abramovich/AFP/Getty Images

Here in other game
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http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2014/6/14/1402746317153/24f7357f-afea-4be2-bee4-c419ce68424f-460x276.jpeg
Here in Belo Horizonte before and along the game (Photograph: Jon Super/AP and Felipe Trueba/EPA)

sábado, 14 de junho de 2014

VENEZUELA XXIV - VENETIOLA XXIV - VENEZUELA XXIV

http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/About/General/2011/1/14/1295028899387/Maria-Lourdes-Afiuni-007.jpgMaria Lourdes Afiuni, a judge victim of the tyrant Hugo Chavez

«Dei a ordem de liberdade e meia hora depois estava presa. Ficou evidente que ele era um prisioneiro político, e agora eu sou mais uma. Não houve suborno. A acusação já cruzou meus dados bancários e os de Cedeño. Não encontraram nada. Muitos advogados que vêm me visitar dizem que desde que fui presa nenhum juiz quer tomar uma decisão por temor de represálias» Maria Lourdes Afiuni
«There is no judicial independence (...) I'm here as the president's prisoner. I'm an example to other judges of what happens if you step out of line.» Maria Lourdes Afiuni January 2011

«A judge who frees a criminal is much, much, much more serious than the criminal himself. This judge should get the maximum penalty... 30 years in prison. That judge has to pay for what she has done.» said the tyrant Hugo Chavez

European Parliament «Condemns the public statements made by the President of the Republic of Venezuela, insulting and denigrating the judge, demanding a maximum sentence and requesting a modification of the law to enable a more severe penalty to be imposed; considers that these statements are aggravating the circumstances of her detention and constitute an attack on the independence of the judiciary by the President of a nation, who should be its first guarantor.»

The judge was released last year in June 14, 2013, after tyrant dead, but remained on trial.

In Portugal was realized also a peticion: «Petição Libertem a juiza venezuelana Maria Lourdes Afuni Mora , para Embaixa da Venezuela em Portugal foi criada por: Comunidade juridica portuguesa.» http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ASJP

«Petição Libertem a juiza venezuelana Maria Lourdes Afuni Mora

Para: Embaixada Venezuela em Portugal


O governo do Presidente Hugo Chavez ordenou a prisão ilegal e arbitrária da juíza Venezuelana Maria Lourdes Afiuni Mora, no seu próprio gabinete de trabalho, horas depois de esta ter concedido a liberdade provisória a um banqueiro detido desde 2007.
Discordando da decisão judicial, o presidente da Venezuela reclama a condenação da juíza a 30 anos de prisão.
Maria Lourdes Afiuni Mora está presa desde Dezembro, numa prisão comum, sujeita a violência e ameaças. A sua condição de juíza obriga-a ao isolamento numa cela de 2 x 3,5 metros, privada de luz solar para não se cruzar com as mulheres que ela própria condenou no exercício das suas funções.
Ao tomarem conhecimento desta situação, os juízes portugueses, através da sua associação representativa, associam-se à manifestação de repúdio da mesma, já proclamada pela União Internacional de Magistrados, apelando a toda a comunidade jurídica portuguesa para que levante a sua voz contra esta situação atentatória da independência do poder judicial e da separação de poderes inerentes a um Estado de Direito, violadora também dos mais elementares direitos humanos, cometida nos dias de hoje numa República da América Latina, com quem Portugal mantém relações amistosas.
Corresponda a este APELO subscrevendo esta petição.» 
THE INJUSTICE IN VENEZUELA is like that:
«Los jueces en Venezuela están seriamente comprometidos en la represión de las protestas antigubernamentales, mientras la tasa de criminalidad sigue siendo de las más altas del mundo, según un informe de la Comisión Internacional de Juristas (CIJ) publicado hoy jueves.
La independencia judicial en el país latinoamericano "está seriamente amenazada" y eso afecta las posibilidades de democracia real y el Estado de Derecho, informó la organización con sede en Ginebra.
En Venezuela se produjeron 15.000 homicidios el año pasado, y el 90% de los delitos queda impunes, pero el Ministerio Público y los jueces han concentrado sus esfuerzos en detener a miles de opositores en los últimos meses, denuncia el informe.
El CIJ, que agrupa a unos 60 jueces y abogados en todo el mundo, elaboró este informe, "Fortaleciendo el Estado de Derecho en Venezuela", después de una misión en el país.
Un ejemplo del desequilibrio actual en Venezuela fue la decisión anunciada este jueves de enjuiciar al opositor radical Leopoldo López, por su "presunta responsabilidad en los hechos de violencia registrados el 12 de febrero de este año", según informó el ministerio público en Caracas.
"Este es tan solo un ejemplo de cómo el aparato judicial está siendo utilizado contra políticos y disidentes" declaró en rueda de prensa Carlos Ayala, comisionado de la CIJ.
Según el informe, "el incumplimiento con la propia normativa interna ha configurado un Ministerio Público sin garantías de independencia e imparcialidad de los demás poderes públicos y de los actores políticos".
"Con el agravante de que los fiscales en casi su totalidad son de libre nombramiento y remoción, y por tanto vulnerables a presiones externas y sujetos órdenes superiores" añade acto seguido el texto.
En los últimos siete años solo se han realizado dos concursos públicos para el nombramiento de fiscales, y solo se han nombrado cuatro personas bajo esos criterios.
EL EFECTO AFIUNI
"Venezuela es en la actualidad una especie de laboratorio de las consecuencias de una falta de sistema judicial fiable" añadió Pedro Nikken, miembro honorario del CIJ.
Ya antes de las protestas que arrancaron en febrero en las calles venezolanas, más de 4.000 opositores tenían pendientes cuentas con la justicia, señaló la Comisión.
"La mayoría de los jueces son 'provisionales' y vulnerables a presiones políticas externas, ya que son de libre nombramiento y de remoción discrecional por una Comisión Judicial del propio TSJ, la cual, a su vez, tiene una marcada tendencia partidista" explicó el texto.
El informe se detiene en especial en el caso de la juez María Afiuni, encarcelada en 2009 tras acusaciones en su contra formuladas en público por el entonces presidente Hugo Chávez.
Afiuni fue violada en la cárcel y su caso "ocasionó el llamado 'efecto Afiuni' con consecuencias inhibitorias y de incluso autocensura, en el resto de la judicatura venezolana", explicó el texto.
"Un sistema de justicia que carece de independencia, como lo es el venezolano, es comprobadamente ineficiente para cumplir con sus funciones propias", advierten los magistrados miembros del CIJ.
El informe propone cerca de 30 recomendaciones, entre ellas que se creen concursos públicos de oposición para ingresar a la judicatura, que cesen por ello los nombramientos "provisionales" y que se permita la libre asociación de los jueces.
*NOTA DE NINA LARSON.»
EL UNIVERSAL http://www.eluniversal.com.co/mundo/jueces-en-venezuela-persiguen-la-oposicion-en-lugar-del-crimen-161674
PREPARED FROM A LONG TIME THE JUDICIAL ATTACK TO DEMOCRATIC LEADER MARÍA CORINA MACHADO GOES ON FOR STOP ALL KIND OF OPPOSITION AND ARREST ALL LEADERS. SHAME FROM AN HIPHOCRIT TYRANNY THAT TRIED TO MASQUERADE THE OBVIOUS.
http://www.lapatilla.com/site/wp-content/uploads/2014/06/BpYLqlMIEAAlSXD.jpg
«La líder opositora venezolana María Corina Machado afirmó hoy que se presentará en la Fiscalía el próximo día 16 para "dar la cara" y declarar por su presunta implicación en un plan para asesinar al jefe de Estado, Nicolás Maduro, al tiempo que denunció que ha recibido amenazas de muerte.

"Siempre he dado la cara y no dejaré está lucha hasta vencer, por lo tanto voy a acudir el lunes 16 de junio a la Fiscalía General de la República", declaró Machado a los periodistas durante una asamblea de ciudadanos en el este de Caracas.

Machado fue citada, junto a otros políticos opositores, a comparecer ante la Fiscalía en calidad de testigo, tras ser acusada de un presunto delito "contra la independencia y la seguridad de la nación", así como de asociación para delinquir, previsto en la Ley contra la Delincuencia Organizada y Financiamiento al Terrorismo.

Con esta acusación "quieren nuevamente aniquilarme física y moralmente", agregó.

Asimismo, la exdiputada denunció que producto de la campaña "despiadada" de odio en su contra por parte del oficialismo, ha sido víctima de amenazas de muerte.

"En las últimas horas han arreciado las amenazas (...) tanto llamadas como mensajes de textos, porque ellos dieron a conocer públicamente mi número y estoy recibiendo amenazas contra mi vida y la vida de mis hijos", aseguró.

Dicen "que me van a matar y que van a matar mi familia, que saben dónde estoy y que me están siguiendo", detalló la opositora.

El dirigente del Partido Socialista (PSUV), Jorge Rodríguez, denunció la semana pasada "un complejo plan dirigido a acabar con la paz" que incluía un "magnicidio" y un "golpe de Estado" que ya fue abortado, una denuncia que argumentó con correos atribuidos a Machado y a otros personajes del mundo político venezolano.

En esos correos electrónicos se podían leer supuestos mensajes a diferentes actores de la oposición y empresarios venezolanos, entre ellos, Diego Arria, Pedro Burelli y Ricardo Koesling y donde además se mencionaba al nuevo embajador de Estados Unidos en Colombia, Kevin Whitaker.

En los mensajes atribuidos a Machado, la exdiputada supuestamente decía que había llegado la hora de acumular esfuerzos y obtener "el financiamiento para aniquilar a Maduro".

Machado, que tras ser señalada denunció en la Fiscalía a Rodríguez por siete delitos, aseguró que los correos se corresponden con sus cuentas pero son falsos y que ella no quiere ni un magnicidio ni un golpe de Estado sino que el presidente renuncie.

La exparlamentaria afirmó el miércoles que Maduro ya la sentenció, luego de que el mandatario la llamara "asesina" durante un acto gubernamental el martes pasado en relación con su supuesta participación en este plan.

Machado fue despojada de su investidura como diputada después de que intentara participar en una sesión de la Organización de Estados Americanos (OEA), como miembro de la representación de Panamá, para denunciar la situación de vulneración de los derechos humanos que, dice, sufre su país.

Venezuela vive desde el pasado 12 de febrero protestas antigubernamentales que, en ocasiones, se han vuelto violentas y que dejan a día de hoy un saldo de 42 muertos, cerca de 800 heridos y cientos de detenidos.» http://www.el-nacional.com/politica/MCM-afirmo-asistira-Fiscalia_0_422957817.html

VENEZUELA XXIII - VENETIOLA XXIII - VENEZUELA XXIII

For Gabriela Ramírez «Defensora del Pueblo» of Venezuela:

https://twitter.com/gabrieladelmarp:

«Gabriela Ramírez

@gabrieladelmarp

Soy la Defensora del Pueblo de mi patria, ex-Parlamentaria. Trabajo por el respeto de todas las formas de vida.



La libertad implica siempre el gran compromiso de saber ejercerla con responsabilidad.


without any doubt and we think in governments without respect to Liberty, without responsability in the use of them powers
I was born in a time of tyranny in Portugal that prejudiced my Nation with a lot of duties and so few rights
that degenerate in so much rights and so few duties. Democracy implicate maturation, Venezuela lost so much time in tyranny
Portugal have only 40 years of Democracy, Venezuela 0 years, is time to open your beautiful Nation to a real Democracy!
with respect of all point of views that respect all point of views with a great respect for all Persons, for Humanity

DICTATORS

For dictators All oppositors Are conspirators And named treators

Defend all Persons Respect Daughters and Sons
The Government can´t Putin Jail All Nation over black mail

Liberty, 
Responsability, 
Dignity and Democracy, 
No more tyranny



http://1.bp.blogspot.com/-0C2wH4hJlFM/TuNFslUxCDI/AAAAAAAAA98/ANSF5fqsfus/s320/ditadores.jpg
Quadrado de quadrados
Que causaram vítimas aos milhões
Destruíram as suas Nações
Nos seus limites tramados

PARTIDO SOCIALISTA VII - FACTIO SOCIALISTICA VII - SOCIALIST PARTY VII

http://www.rostos.pt/paginas/imagens/semanal/2/23496.jpg
Madalena Alves Pereira (Presidente da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista):
«A proposta apresentada, que tinha como subscritores os deputados Pedro Marques, Eduardo Cabrita e Ana Catarina Mendes, entre outros, foi rejeitada por maioria, por uma diferença de três votos (36-33) (...) Este é o momento de nos empenharmos todos na proposta que o secretário-geral apresentou, de realização de eleições primárias, e essa foi uma das tónicas da reunião»

António Costa está a ter dificuldade de impedir os militantes recentes e os simpatizantes de votar em primárias a liderança do PS às eleições legislativas de 2015. Depois de hesitar e esperar tanto tempo para assaltar o poder de representação no PS, agora está com pressa. Como é que se pode confiar numa pessoa destas para líder?


PARTIDO

Partir o já partido
Qual é o sentido?
Ascender ao poder
O que mais poderia ser?

Mas que representação pavão
Que se apresenta à Nação
Cheio de apoios do passado
Que manteve Portugal atado

Prefere a eleição
Por via da organização
Sem votos de simpatizantes
Nem de recentes militantes

Vê-se muito bem
Ao pouco que vem
Não representa nada de novo
É mais um ilusionista do chamado «Povo»

BRASIL IV - BRASILIA IV - BRAZIL IV


Campinas, perto de São Paulo - Brasil (1900)

Tulha (entre 1790 e 1795) ligada à exploração da cana de açucar e Casa Grande (1830) ligada à exploração de café. Fotografia de Fasouzafreitas (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
http://mundolusiada.com.br/wp-content/uploads/2014/06/TreinoSelecao_Campinas.jpg
http://www.abola.pt/img/fotos/seleccao/2014/adepta5.jpg
Naraya e Cristiano Ronaldo, Brasil e Portugal em Campinas

A selecção nacional portuguesa de futebol masculino
Foi recebida pelas Pessoas de Campinas com imenso carinho
Imenso carinho que une o imenso Brasil a Portugal
Sua terra Natal

As Pessoas do Brasil justamente
Colocam em causa o investimento demente
Em estádios que não acrescentam Valor
E podem aumentar a dor

Foi o que aconteceu em Portugal
Muitos deles vão ser demolidos afinal
Os interesses atendidos pela keynesiana procura
Não foi de forma alguma pura

Que os jogos sejam leais
E não se tornem batotas banais
Ao futebol a divisão de poderes ainda não chegou
O poder está concentrado num juiz que pode representar quem o mandou

Ao imenso Luso Latino Brasil
Um imenso abraço de emoção com til
Que o Grande País se liberte de tanta tributação
E se abra para fora e para dentro da Brasileira Nação

sexta-feira, 13 de junho de 2014

VENEZUELA XXII - VENETIOLA XXII - VENEZUELA XXII

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Defensora del Pueblo in Venezuela, Gabriela Ramírez

La jueza de Noveno de Control de Caracas, Denisse Bocanegra, es implicada tanbien no caso de Balvina Jaqueline Muñoz Gómez, encarcelada desde el 22 de Abril de 2014 (foto Venezuela Awareness):
http://www.venezuelaawareness.com/wp-content/uploads/2014/06/IMG-20140611-WA002-1.jpg
Venezuela Awareness Junio 12, 2014
«(...) “El Amor en tiempos de Guarimba”, novela juvenil donde ilustra las realidades del joven venezolano en estos tiempos de escasez y represión.  Se inspiró en la detención arbitraria de su hijo Ángel Asdrúbal Zambrano Muñoz (...).
Empezó a escribir, a hacerlo con pasión y a registrar cada detalle de la realidad del venezolano, sin instar al odio ni a la polarización que hoy ahoga e intoxica al venezolano.  Jaqueline desde hace tiempo estaba organizando un grupo de jóvenes a quienes llamaba “Los Libertarios”, estos son personas sin filiación política a quienes se les enseña la importancia del trabajo comunitario, al apego a la vida sana (...) y formados en el estudio de la Historia y la Geografía nacional.  En ese contexto, llegó a las calles de Chacao una de tantos “Patriotas Cooperantes” (...) vinculada a los Cuerpos de Seguridad del Estado, su seudónimo era “Bombón”, (...) entrenada por los Servicios de Información para infiltrar grupos sociales y generar provocaciones.  A ella quien estaba buscando orientación y ayuda, se le tendió la mano en Los Libertarios.  Rápidamente se ganó la confianza de Jaqueline, de otras personas, de una dirigente comunitaria llamada “Skorpion” quien frecuentaba la Plaza Bolívar de Chacao.  A todos los delató, el misionamiento de sus Oficiales de Caso era grabarles las voces, sin importar que dijeran pues el dispositivo electrónico “Xyma Phone Verivoz” (XPV) puede catalogar las voces por individuos y manipular las voces de manera digital, cambiando las palabras bajo la tendencia que el Operador desee pero requiere necesariamente  bosquejos o  trazos de la voz del Objetivo.  Así fue como Bombón entró a este grupo y a la vida de Jaqueline.  Para culminar su misión la madrugada que pistola en mano, los supuestos funcionarios ocuparon la computadora, los borradores y apuntes de la novela incautándolo todo.
 Balvina Jaqueline Muñoz Gómez fue presentada ante el Tribunal Penal Noveno en funciones de Control, que la remitió a la Cárcel de Mujeres del INOF en Los Teques.  El 10 de Junio de 2014, durante la Audiencia Preliminar, la Fiscal del Ministerio Público Francis Ávila solicitó el pase a Juicio por “instigar al terrorismo y odio social” señalando la alta peligrosidad de quienes se atreven a disentir políticamente del Gobierno por medio de la literatura. La Jueza Denisse Bocanegra ordenó pasar su caso a un Tribunal de Juicio dejándola privada de Libertad por esta causa.  Ayer nadie la nombró, ni el Foro Penal ni alguna de las ONGs dedicadas a la defensa de los Derechos de los Presos Políticos.  Jaqueline es una presa política anónima, es una presa de conciencia privada de libertad sencillamente por escribir contra el gobierno, que espera en una abominable Cárcel de Mujeres, sin haber cometido delito alguno, por la delación de una infiltrada que hoy seguramente disfruta las mieles del Gobierno, su premio en metálico y demás beneficios personales, una espía que camina por las calles de Caracas buscando víctimas para cobrar dinero a cambio.  Mientras tanto en prisión, Jaqueline pasa los días y las tardes, tejiendo en su mente una novela quizás más extensa, que un día podrán leer todos los venezolanos.  Cuando haya Justicia.
Charlie Miller
www.venezuelaawareness.com


http://www.correodelorinoco.gob.ve/wp-content/uploads/2010/11/Defensora-Gabriela-Ram%C3%ADrez1.jpg
Actual Defensora del Pueblo in Venezuela, Gabriela Ramírez

«OAS Report on Venezuelan Human Rights “Politicised” Says Government»

«The report, titled “Democracy and Human Rights in Venezuela” by the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR), a panel that is part of the Organization of American States (OAS) said the supposed lack of judicial and legislative independence in Venezuela leads to abuses.
“Venezuela routinely violates human rights, often intimidating or punishing citizens based on their political beliefs,” the report argued.
The commission found, “Not all individuals are ensured full enjoyment of their rights irrespective of their positions on government policies” and “ the punitive power of the state is being used to intimidate or punish people on account of their political opinions. The commission believes that conditions do not exist for human rights defenders and journalists to be able to freely carry out their work."
The report also claims there is a, “pattern of impunity in cases of violence, which particularly affects media workers, human rights defenders, trade unionists, participants in public demonstrations, people held in custody, 'campesinos' (small-scale and subsistence farmers), indigenous people, and women."
It also “noted” that “there are serious shortcomings with respect to union rights as well as in relation to the right of indigenous peoples to their lands” and that there are, “constraints on freedom of expression and the right to protest peaceably; the existence of a climate hostile to the free exercise of dissenting political participation and to monitoring activities on the part of human rights organizations”
Also, that there is a “weakening of the rule of law and democracy in Venezuela”.
The commission admits though, that it prepared the report, “without having been able to conduct an observation visit to Venezuela, due the government's refusal to grant its consent. The Commission's last visit to Venezuela took place in May 2002.” It states though, that its analysis is based on, “information submitted by the State of Venezuela in response to requests made by the Commission.”
Last May the IACHR wrote another report in which it claimed Venezuela was one of four countries in the Americas where human rights are particularly threatened. At that time, IACHR President Luz Patricia Mejía admitted that the private media, which are open adversaries of the Chávez government, provided the "majority of the information that the report possesses at present."
Venezuela’s President Chavez reacted angrily to the report, calling it “pure excrement” during a press conference that he called on Thursday in order to talk about the report. Chavez also said that the IACHR is a “menacing” organiaation, “a true mafia and is part of the OAS, which is why one of these days this organisation must disappear.”
Chavez added that his government would prepare a formal statement renouncing the American Convention on Human Rights, upon which the commission is based, and that Venezuela would withdraw from the commission. According to the convention, however, Venezuela must provide one years notice before leaving the IACHR.
Even though the IACHR is based in Washington, D.C. because it is part of the OAS, the United States and Canada never signed the American Convention on Human Rights.
Roy Chaderton, the Venezuelan ambassador to the OAS speaking during a session of the OAS in Washington, said the document arrives at its conclusions based on a “superficial analysis” and “political interests”.
He said the document forms part of “a systematic attack by the subversive Venezuelan opposition, supported by imperialist interests” and that every time there is an electoral year, “these organisations attack the Venezuelan government to get some kind of advantage in the elections.” Venezuela will hold National Assembly elections on 26 September this year.
Further, Chaderton said the IACHR and Human Rights Watch, which has published similar reports, are the same people “who recognised the de facto government of [Pedro] Carmona which overthrew Hugo Chavez [in 2002]”.
Venezuelan Human Rights Ombudsperson Gabriela Ramirez also responded to the report, saying the IACHR was a “partial and politicised organisation that uses political pressure mechanisms”.
“They don’t quote the ombudsperson’s office in any of the points, they just generalise based on isolated facts in order to arrive at the conclusion that the Venezuelan state threatens its citizens.”
Reading between the lines of the report, Ramirez argued that the report suggests that there is no democracy in Venezuela and that there “can’t be an electoral way out”, a message she found “worrying”. She also expressed concern that the IACHR had not conducted similar reports on other countries where there are large internal conflicts, torture and disappearances, such as in Honduras.
Speaking to the press today she said the Venezuelan government does not recognise the IACHR as impartial or “capable of saying which countries are in the most critical situations of human rights”.

Just this Tuesday Latin American and Caribbean nations united to form a new regional integration organisation which will include all countries except the United States and Canada, and which aims to run parallel to the OAS. The organisation will be formally constituted in Caracas next year, and Ramirez suggested that during this meeting an impartial human rights observer be formed.»
Published on Feb 26th 2010 at 9.53am
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/ (http://venezuelanalysis.com/news/5161)

«CIDH manifiesta profunda preocupación por situación del derecho a la protesta pacífica, de asociación y libertad de expresión en Venezuela
21 de febrero de 2014
Washington, D.C. – La Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) ha continuado monitoreando y recabando información sobre los acontecimientos que se han registrado en Venezuela en los últimos días, y reitera que se encuentra profundamente preocupada por diversas denuncias sobre supuestas violaciones a los derechos a la protesta pacífica, a la vida, a la integridad y libertad personal de los manifestantes, libertad de asociación y el derecho a la libertad de expresión.
La Comisión ha prestado especial atención a las graves denuncias sobre supuestos ataques de grupos civiles armados en contra de los manifestantes durante las protestas que han seguido teniendo lugar en el país. En este contexto, varias personas resultaron heridas y una fallecida por herida de arma de fuego durante las manifestaciones realizadas en la ciudad de Valencia, estado Carabobo, el día martes 18 de febrero. Asimismo, de acuerdo a cifras ofrecidas por el Ministerio de Interior, Justicia y Paz, otras cuatro personas resultaron heridas de bala y una fallecida en protestas ocurridas en la ciudad de Puerto Ordaz, estado Bolívar, el miércoles 19 siguiente. De igual manera, la información disponible da cuenta de la actuación de estos grupos en supuestos allanamientos realizados a la sede de un partido político en Venezuela.
La CIDH condena cualquier actuación de esta naturaleza y hace un llamado a las autoridades venezolanas a reforzar todas aquellas medidas destinadas a asegurar el desarme efectivo de estos grupos, investigar y sancionar las acciones ilícitas de los mismos y garantizar la seguridad de la población. La CIDH valora que el Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro, haya rechazado públicamente los hechos de violencia y hecho un llamado al desarme de estos grupos.
Asimismo, la Comisión expresa su preocupación porque persisten las denuncias sobre un uso excesivo y desproporcionado de la fuerza por parte de agentes de seguridad del Estado, y que varias personas habrían resultado heridas producto de la alegada represión en contra de los manifestantes. De igual manera, la CIDH ha dado seguimiento a la situación de un alto número de personas, incluyendo menores de edad, que habrían sido detenidas desde las manifestaciones ocurridas el miércoles 12 de febrero y con posterioridad. La información disponible y puesta en conocimiento de la Comisión, da cuenta de una serie de denuncias sobre casos de detenciones sin orden judicial, falta de presentación oportuna ante una autoridad judicial, el supuesto impedimento de contacto inicial con abogados y familiares, y supuestos hechos de malos tratos en contra de algunas de las personas detenidas por parte de agentes estatales, y mientras se encontraban bajo su custodia.
La CIDH también ha recibido información preocupante sobre supuestas detenciones a periodistas mientras cubrían las protestas, así como agresiones físicas en su contra y la supuesta destrucción e incautación de material periodístico por miembros de la Fuerza Pública. En igual sentido, la CIDH sigue observando con preocupación el alegado bloqueo informativo a medios de comunicación en Venezuela, en un contexto en el cual las autoridades venezolanas han reiterado los llamados de advertencia sobre la posibilidad de aplicar sanciones y suspensión de la transmisión por el tipo de cobertura mediática que realicen sobre la coyuntura registrada en el país. Asimismo, existen denuncias sobre la supuesta suspensión del servicio de Internet en el estado Táchira, lo que estaría impidiendo el acceso a la información a la población de dicha entidad.
La Comisión Interamericana reitera a las autoridades venezolanas que es indispensable que en una sociedad democrática existan garantías suficientes para asegurar que la población tenga acceso al pluralismo y la diversidad informativa, especialmente en relación con temas de interés público y el acontecer nacional.
Por otra parte, la Comisión ha tomado conocimiento del inicio de procesos penales a algunos dirigentes de la oposición venezolana luego de haber participado en las convocatorias de las protestas en el país. En este contexto, al dirigente del partido Voluntad Popular, Leopoldo López, se le ha iniciado un proceso judicial y se encuentra privado de libertad, luego de que altos voceros del Gobierno le responsabilizaran públicamente por los hechos ocurridos durante las manifestaciones del miércoles 12 de febrero.
Tal y como lo ha señalado la CIDH, el Estado tiene el deber de realizar investigaciones de oficio, destinadas al esclarecimiento de los hechos ocurridos en los últimos días y que se establezcan las responsabilidades a que haya lugar. En ese sentido, los procesos judiciales deben ser conducidos de forma diligente e imparcial y con apego a las garantías del debido proceso. Asimismo, la Comisión reitera que resulta de enorme preocupación la alegada utilización del poder punitivo del Estado para criminalizar a los defensores de derechos humanos y la protesta social pacífica, y perseguir penalmente a los críticos o disidentes políticos.
La CIDH lamenta que se hayan producido nuevos hechos de violencia y reitera su llamado al Estado a promover un proceso de diálogo que permita la búsqueda de una solución en el contexto de una sociedad democrática y con pleno respeto a los derechos humanos.
La CIDH es un órgano principal y autónomo de la Organización de los Estados Americanos (OEA), cuyo mandato surge de la Carta de la OEA y de la Convención Americana sobre Derechos Humanos. La Comisión Interamericana tiene el mandato de promover la observancia de los derechos humanos en la región y actúa como órgano consultivo de la OEA en la materia. La CIDH está integrada por siete miembros independientes que son elegidos por la Asamblea General de la OEA a título personal, y no representan sus países de origen o residencia.» http://www.oas.org/es/cidh/prensa/comunicados/2014/017.asp


http://alertaroja.net/sites/default/files/f59a8bd5-1344-4b05-a9e7-e74225632a8f.jpeg
http://gdb.voanews.com/9C3CC1B8-6631-4ED5-AD23-D6108FCE46CD_mw1024_n_s.jpg
Women as members of Fuerza Armada Venezoelana

Army of Venezuela is under a great pression from Government that have follow Patricia Poleo (http://dtvoficial.com/2014/04/01/colaboracionistas-traidores-patricia-poleo/), these kind of critic internal debates about intolerable actions of Government:
«1 - Injerencia cubana na fuerza armada venezolana
2 - Alianza estratégica del gobierno venezolano con la narco guerrilla colombiana
3 - Uso del gobierno de grupos paramilitares (colectivos) para reprimir protestas pacíficas»
 http://dtvoficial.com/2014/04/01/colaboracionistas-traidores-patricia-poleo/

Many militars are arrested after the manifestation of tyranny by Government against pacific demonstrators, Patricia Poleo talk about treason in opposition, Government talk about conspiration and now all oppositors are conspirators supported by United States of America and arrested. Incredible! Government trying to reduce all opposition of Democratic Persons of Venezuela that invaded the streets of the Country to external conspirators ... Tyrants with necessity of legitimation in a formal democracy implicate an horrible hiphocrisy ...

VENEZUELA XXI - VENETIOLA XXI - VENEZUELA XXI




http://archief.rnw.nl/data/files/imagecache/must_carry/images/lead/article/2011/10/venezuelaglobo.jpghttp://www.etcetera.com.mx/userfiles/images/ne152/6to_poder_Venezuela.jpg
http://www.etcetera.com.mx/userfiles/images/ne152/6to_poder_Venezuela.jpg

«En el montaje aparecen los rostros de las titulares del Tribunal Supremo de Justicia, Luisa Morales; Contraloría, Adelina González; Fiscalía, Luisa Ortega; Defensoría del Pueblo, Gabriela Ramírez; Consejo Nacional Electoral, Tibisay Lucena, y el de la ex ministra y vicepresidenta de la Asamblea Nacional, Blanca Eekhout» http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/310335/leocenis-garcia-ya-se-encuentra-en-los-tribunales/

http://blanca.psuv.org.ve/files/2011/08/blancamarcha210811.jpg
«Vulneración de derechos humanos a la mujer venezolana, violencia simbólica hacia el género y la familia y descalificación directa a las instituciones y poderes del Estado legítimamente constituidos, son algunos de los motivos expuestos este domingo por mujeres revolucionarias ante la Fiscalía General de la República, donde exigieron una investigación exhaustiva y cierre definitivo del semanario internacional 6to Poder.
Dicha solicitud fue recogida en un documento entregado a la fiscal general, Luisa Ortega Díaz, luego de una marcha realizada desde la plaza Morelos en rechazo a la publicación del referido semanario en la que se utilizan términos como “cabareteras” para referirse a seis mujeres que presiden instancias del poderes públicos.
La publicación hace referencia, con lenguaje irrespetuoso y de desprestigio, a las funciones públicas que desempeñan Blanca Eekhout, segunda Vicepresidenta de la Asamblea Nacional; la presidenta del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), Luisa Estella Morales; la Defensora del Pueblo, Gabriela Ramírez; la Contralora General suplente, Adelina González; la Fiscal General de la República, Luisa Ortega Díaz, y la presidenta del Consejo Nacional Electoral (CNE), Tibisay Lucena.
En el texto, se califica a estas funcionarias como “Las poderosas de la Revolución”.
Al respecto, la defensora del Pueblo, Gabriela Ramírez, expresó que dicha publicación incurre en el delito de “violencia simbólica hacia la mujer”, contemplado en la Ley Orgánica para el Derecho de las Mujeres a una Vida Libre de Violencia.
“Esta violencia simbólica tiene carácter penal y hay que abatirla. Si nosotros permitimos que nuestras mujeres sean vistas como objeto sexual, ¿qué será de nuestras niñas?”, enfatizó Ramírez.
Denunció lo que anteriormente había sido mencionado por el primer vicepresidente de la Asamblea Nacional, Aristóbulo Istúriz, sobre la estrategia ultraderechista de atacar al Estado venezolano y al Presidente Hugo Chávez desde tres francos: Poder Popular, Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) y la sobernaía.
Sobre este particular, sostuvo: “La soberanía del país se ataca descalificando a las instituciones”.
Por su parte, la segunda vicepresidenta de la Asamblea, Blanca Eekhout, denunció también que tal campaña tiene como objetivo principal “justiciar una desestabilización del país, de las instituciones, con pretensiones de golpe de Estado”.
“Es necesario develar esa estrategia de golpe, de desestabilización que vienen desarrollando y que inició con ataques a la FANB”.
“Saben que no tienen argumentos, ni moral, ni capacidad de suplantar en liderazgo del Presidente Hugo Chávez. Siguen teniendo una agenda de violencia, desestabilización, agresión y de guerra”, enfatizó. Eekhout.
En ese sentido, la masiva presencia del género femenino que marchó este domingo dio su respaldo al documento consignado en el que, entre otras cosas, se repudia “la escala fascista para desconocer las instituciones y desestabilizar al país, a la Revolución (…) Una vez más la apátrida burguesa demuestra su profundo odio y carácter desestabilizador. Ayer fue Pdvsa, luego la Fuerza Armada Nacionales Bolivarianas y hoy son los poderes legítimamente constituidos”
Las mujeres solicitaron un desagravio contra la figura femenina que dirige la revolución bolivariana y exigieron develar al país los nombres de los dueños del semanario 6to Poder.
En el texto consignado se expresó lo siguiente:
“Exhortamos a la Fiscal General de la República, Luisa Ortega Díaz, la aplicación de todo el peso de la ley, de las sanciones a que hubiera lugar, y exigimos el cierre inmediato del semanario 6to Poder por la violación flagrante de los derechos de la mujer. Exigimos se apliquen las sanciones por el irrespeto a las familias venezolanos y exigimos que nuestros medios de comunicación respeten la dignidad de la mujer y de la familia”.

Asimismo, ratificaron su rotundo apoyo al Gobierno Nacional, a la FANB, a los poderes públicos y a la institucionalidad del Estado.» Blanca Eekhout http://blanca.psuv.org.ve/2011/08/21/marcha-fiscalia/#.U5s1gHbyT41

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«La directora del semanario, Dinora Girón, fue detenida ese día y luego beneficiada con una orden de libertad condicionada»
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María Lucía García hermana de Leocenis García
«Vamos a apelar y hacer uso de todas las herramientas jurídicas para que el país y el mundo conozcan esta barbaridad jurídica”, sostuvo el abogado, quien consideró que la jueza decidió que “hay que proteger al Estado de la libertad de expresión”.
“Hay que atentar contra un periodista para defender al Estado; esto es increíble, esto no existe en democracia; es al revés: en una democracia se defiende la libertad de expresión» 01 de septiembre de 2011
http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/310335/leocenis-garcia-ya-se-encuentra-en-los-tribunales/
http://static.eluniversal.com/2011/10/28/10830965_copia.jpg.520.360.thumb
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Leocenis García: 
«Le he pedido a la periodista Patricia Poleo que asuma la dirección desde el exilio del periódico, yo sigo siendo el editor detenido, como estaré en las próximas horas, y mis acciones serán traspasadas cuando pueda ver a un abogado a mis trabajadores (...)
El periódico va a seguir con la misma línea editorial. Nuestra directora Dinorah Girón no puede seguir ejerciendo porque ha sido privada para emitir opinión por un tribunal, he dejado a cargo a la unidad de investigación (...)
Le envié una carta al señor Presidente de la República, pidiendo que abriera el semanario y que yo me entregaba en 48 horas, este Gobierno que adverso, porqué estoy convencido que no es un gobierno democrático, ha cumplido y ha abierto el semanario 6to Poder (…) señor presidente, cumplo mi palabra y en las próximas horas me entrego a sus tribunales (...)
Quizás se nos fue la mano con la portada, pero no mentimos con lo que quisimos demostrar, que la Contraloría General de la República, que el Tribunal Supremo de Justicia, que la Fiscalía General de la República, que el Consejo Nacional Electoral, que todos los poderes están sometidos a la voluntad del ciudadano presidente de la República (...)
Para ser juez aquí hay que ser militante del PSUV, ellos reciben lineamientos del partido de gobierno (…) ella [Denisse Bocanegra] tomó una decisión porqué se lo pidió el poder y ahora la ha revocado porqué la sociedad democrática venezolana ha rechazado firmemente esta acción (...) [la presidenta del Colegio Nacional de Periodistas] que no me ha defendido a mi, ha defendido a un medio de comunicación y a la libertad de expresión.»

Libertad de expresión for Venezuela!