sexta-feira, 13 de junho de 2014

DEMOCRACIA III - DEMOCRATIA III - DEMOCRACY III
























International Foundation for Electoral Systems (IFES) http://www.ifes.org/http://www.el-nacional.com/politica/Machado-Alberto-Arteaga-Leonardo-Guzman_NACIMA20140607_0071_6.jpg
http://www.ifes.org/~/media/RotatingImages/Maria%20Corina%20Democracy%20Award.jpg?h=330&mh=330&mw=658&w=658
SALVE DEMOCRATIA !

«La Fundación Internacional para Sistemas Electorales reconoce el incansable esfuerzo de Machado para defender la libertad y la democracia en su país natal, un esfuerzo que resuena a través de toda Latinoamérica y sirve de ejemplo de coraje y determinación para salvaguardar los principios de los derechos políticos y de las libertades individuales» IFSE Director and former President of Colombia, Andrés Pastrana
Member of Parliament of Venezuela Maria Corina Machado said: «Agradezco este reconocimiento en nombre del pueblo demócrata venezolano, que día a día lucha por recuperar la democracia en Venezuela».
«Este premio representa el apoyo de la IFSE para la construcción de democracia sustentable e inclusiva» Presidente de la Junta Directiva de la IFSE Peter G. Kelly
«La dedicación incansable de Machado para darle voz a la gente acerca de cómo quiere ser gobernada, coincide directamente con la misión fundamental de la IFSE, de impulsar los derechos democráticos y de empoderar a aquellos que han sido marginalizados del proceso político» Vicepresidente William J. Hybl
¡HEROICA LUCHA POR LA LIBERTAD! María Corina Machado recibe el premio IFES
http://www.ifes.org/~/media/RotatingImages/annual%20report_photogallery_homepg.jpg?w=189&h=143&a=1
http://www.ifes.org/~/media/Files/Publications/Reports/2013/IFES%202013%20Annual%20Report_PDF.pdf

https://twitter.com/IFES1987


PORTUGAL III - PORTUGALLIA III - PORTUGAL III



«(...) A exploração rendosa, fortemente rendosa sem grande trabalho, sem grande risco, realizada por um reduzido número de indivíduos que, através os tempos e sob designações diferentes, têm conseguido, mais ou menos, amontoar fortunas: a exploração do Estado, a exploração do povo, a exploração do preto, a exploração do emigrante… E assim, (em face do exemplo vindo de alto), o ideal da maioria dos portugueses passa a ser também explorar: explorar o emprego público, explorar o patrão, explorar o caixeiro, explorar o freguês, explorar o rendeiro, explorar o inquilino, explorar o proprietário, explorar o aluno, explorar o professor… explorar, explorar, explorar. Triste hierarquia de exploradores! (...)» Augusto Reis Machado (1923)


PORTUGAL

Os gestores e empresários
São muitas vezes revolucionários
Os outros trabalhadores
São muitas vezes conservadores

Que perderam a noção da Criação de Valor
Que evita tanto desemprego e tanta dor
Situação essa mais grave no protegido Estado
Muito, mas muito mal liderado

De muitos deveres para poucos direitos
Se inverteu para muitos direitos e poucos deveres
Mais uma culpabilidade indirecta de Salazar
Que desvalorizou e amesquinhou Portugal e o Ultramar

Tal como agora
O actual Governo faz como outrora
Desvalorizar, amesquinhar e eliminar
Faz não solver, desempregar e emigrar

Portugal continua nas mãos de parasitas
De jogadores de soma negativa
Que tornam muitas situações malditas
Às oligarquias, mordomias e exploradores temos que criar alternativa



ECONOMIA PORTUGUESA IV - OECONOMIA LUSITANAE IV - PORTUGUESE ECONOMY IV


These are historical figures about Portuguese Economy, where we can see the principal components of GDP (expenditure approach) along the years since 1978 (end of the first intervention of IMF) and 2013 (last year of the last intervention of IMF and European institutions).
Was a long long way of increased Consumption (private and public) from 69,6% of GDP to 88,2% of GDP in 2010, with imports peaking the level of 41% (José Sócrates as Prime Minister, 10,5% in 1978) and later in 2013, Exports peaking the level of 40% (with imports at a level of 39,6% by contraction of Internal Demand to 84% for Consumption and for 15,1% for Investment) under Troika financial «assistance» («austerity adjustment»).

We can see the overdose of Construction in Investment (concrete and tarmac) until 1989 (Cavaco Silva as Prime Minister, Oliveira Martins as Minister of Public Works) and with a «new wave» between 1997 and 2002 (with António Guterres as Prime Minister and Jorge Coelho as Minister of Public Works in the begining, later appear as manager of a Construction Group), with brutal oportunity costs that Portuguese suffering now because games of negative sum of an oligarchy that don´t learned yet with the disaster and don´t do what Portugal must do: a deep reform of Political Society and State, that Troika don´t impose and by that way was imposed a brutal fiscal burden with vicious circles.    

terça-feira, 10 de junho de 2014

CARGA FISCAL V - TRIBUTUM ONERIBUS V - FISCAL BURDEN V


A brutal fiscal burden over Portugal manifest the incredible distance between the interest defended by Political Society and the interest of Portuguese Nation.
The actual government don´t do any reform of State and put over Families and Companies the hightest weight of financial adjustment for State and banks. Many of cuts over public sector are suspended by Constitutional Court with a great subjectivity and inequality face to private sector.

Fiscal Authority still over Families and Companies with colection of artificial debt, sometimes penalties over null income or patrimony.
In 2013 Fiscal Services issued 2,07 millions of attachment orders, more than in 2012 (1,62 millions) over assets like bank accounts, pensions and wages.

Private sector pay all it liabilities, make it adjustment with this kind of "support" from the parasite State.


ECONOMIA PORTUGUESA III - OECONOMIA LUSITANAE III - PORTUGUESE ECONOMY III

Where Portuguese Economy have growing? First quarter of 2014 data show very well the vulnerabilities: related with last quarter of 2013 we have lower exports, higher imports, increase of financing needs, decrease of Added Value. 
Banco de Portugal in a press release (https://www.bportugal.pt/en-US/Estatisticas/PublicacoesEstatisticas/NIE/Lists/LinksLitsItemFolder/Attachments/69/PR%202014%2006%2002%20AP.pdf), show the level of Public debt in a Maastricht optic in first quarter of 2014: 132,3% of GDP, with increase in April to 225.897 M€ from 220.684 M€ in March!  Currency and deposits are 11.740 M€ in April more than March, 11.422 M€, a financial cushion with a financial cost in 2013 of 435 M€ paid by the brutal high level of taxes.  

So Families and Companies suffering with financial pressure from State for State still with it high level of expenses without creation of Value, because any reform begun. 


Until April of 2014 Exports of goods decrease (-0,2%) and Imports of goods increase (+2,3%). But without energy exports increased 4,5% and witout automobiles imports decrease -0,2%. THE GROWING IS IN EXTERNAL MARKETS AS USUAL NOT IN INTERNAL DEMAND WITH EXCEPTION OF FOOD AND AUTOMOBILES!!! THE RESULTANT IS NEGATIVE!!!


O Banco de Poortugal publicou o seu Relatório Anual de 2013 (https://www.bportugal.pt/en-US/EstudosEconomicos/Publicacoes/RelatorioAnual/Pages/RelatorioAnual.aspx)

A IGNIOS - Gestão Integrada de Risco, publicou o seu «Estudo Sobre a Economia Portuguesa (Janeiro a Dezembro de 2013)» http://www.ignios.pt/FAS?nome=economia_portuguesa_2013.pdf

«PROBLEMA PORTUGUÊS» - LUSITANORUM PROBLEMA - «PORTUGUESE PROBLEM»

http://dianadelnegro.com/wp-content/uploads/2010/11/Est%C3%A1tua_Marqu%C3%AAs_c3.jpg
«Em Portugal há um importantíssimo problema a resolver, problema que lhe é muito próprio, que domina toda a sua vida e se faz sentir em todas as suas manifestações.
         É o problema da existência duma organização político-social caracterizada pelo predomínio de vários grupos de indivíduos, que exclusivamente tratam dos seus interesses em detrimento dos interesses gerais. Esta organização é bem conhecida em história: é o chamado regime oligárquico-parasitário.
         Tem dado cabo de várias sociedades: a ateniense, a cartaginesa, a romana… Tomou conta de Portugal há cerca de quatro séculos; desde então domina-o, apesar de todas as revoluções, e se Portugal não fosse tão robusto, não tivesse tantas e tão boas qualidades, já teria desaparecido. Tem feito com que, há muitos e muitos anos, a vida seja mais cara e pior do que na maior parte dos outros países, com que o ouro brasileiro e os empréstimos do Estado (e tão numerosos e avultados têm sido!), em vez de largamente beneficiarem a nação, tenham desaparecido numa formidável voragem, mal deixando umas escolas, uns caminhos de ferro, umas pontes, umas estradas…
         Vejamos como.
         Pela exploração erigida em exemplo. A exploração rendosa, fortemente rendosa sem grande trabalho, sem grande risco, realizada por um reduzido número de indivíduos que, através os tempos e sob designações diferentes, têm conseguido, mais ou menos, amontoar fortunas: a exploração do Estado, a exploração do povo, a exploração do preto, a exploração do emigrante… E assim, (em face do exemplo vindo de alto), o ideal da maioria dos portugueses passa a ser também explorar: explorar o emprego público, explorar o patrão, explorar o caixeiro, explorar o freguês, explorar o rendeiro, explorar o inquilino, explorar o proprietário, explorar o aluno, explorar o professor… explorar, explorar, explorar. Triste hierarquia de exploradores! (Augusto Reis Machado - «Dê-se Consciência à Nação» 1923)

Portugal sempre à espera de um(a) bom(a) líder bom(a), «catalizador de almas» (Fernando Pessoa), que não tem desde o século XV ... sem líderes boas(ns) tem que ter ao menos, bons programas e boas equipes, com maior participação criativa e crítica das Pessoas ...

O pavão sem ética não sabe gerir na minha opinião, o trânsito e o lixo da nossa querida Lisboa, mas quer liderar o PS e um futuro Governo de Portugal ...

O diagnóstico que António Costa apresenta sobre o «Problema Português» (Augusto Reis Machado) branqueia completamente os jogos de soma negativa oligárquicos parasitários, os recentes erros cometidos em termos de desperdício de dinheiros públicos (de Portugal e da União Europeia) nas seguintes dimensões destruidoras de valor:

- betão e alcatrão (infraestruturas desnecessárias que alimentaram a banca, a construção, as autarquias, as regiões autónomas, os partidos, o monstro do laranjal, nomeadamente na Madeira, estádios de futebol inúteis e dispendiosos, que vão ser destruídos, autoestradas com pouco tráfego);
- fármacos e outras despesas com a saúde, que vulnerabilizam actualmente o Serviço Nacional de Saúde, que por via do actual e péssimo governo, não está a ser dotado de meios e pessoas (médicos) fundamentais para a realização da sua nobre missão;
- submarinos e outros equipamentos militares e para militares que não eram prioritários ou necessários, em vez de meios eficazes de controlo da nossa costa, dos nossos mares, ares e terras, nomeadamente devastadas pelo fogo;
- despesas com mordomias imorais na Sociedade Política e no Estado, com carreiras públicas finalizadas com pensões optimizadas sem mérito e insustentáveis, com protecção do emprego público e vulnerabilização do privado;
- engenharias financeiras, consultorias e assessorias que alimentaram todas essas despesas empoladas;
- et cetera ...

E qual foi a resposta do actual governo: um aumento brutal da carga fiscal!

Sócrates tem deméritos superiores aos seus méritos, é um dos líderes responsáveis pela actual situação, a juntar a todos os outros anteriores, com destaque para Salazar, Vasco Gonçalves e Cavaco Silva, não esquecendo os oportunistas que rodeavam Guterres ...

Eis as palavras de António Costa (http://www.mobilizarportugal.pt/):
«(...) Portugal precisa de um PS forte. Por isso, os portugueses querem mais do PS, pedem ao PS um suplemento de confiança, uma energia motivadora, a capacidade de agregar como alternativa de governo a vasta maioria social que exige uma mudança de política.
O PS tem de estar à altura das suas responsabilidades, de responder às exigências do presente.
A minha ambição é dar força ao PS, para formar uma solução de governo forte e coesa, que gere confiança, estabilidade, esperança. O país precisa dessa solução. O país exige essa solução.
É de Portugal e dos portugueses que o PS se deve ocupar. É ao país e aos cidadãos que o PS tem de saber falar. Por isso, não me refugiarei, nem me envolverei, em querelas estatutárias internas, nem farei ataques pessoais.
Há uma questão política - e às questões políticas devemos dar respostas políticas. Candidato-me com sentido do dever, espírito de serviço e motivação militante.
Caras e Caros Amigos
Caras e Caros Camaradas,
Uma terapia eficaz exige um diagnóstico acertado e a sucessão de sintomas favorece a confusão sobre a natureza e origem da crise que enfrentamos.
A criação do euro, o alargamento da União Europeia a Leste, a entrada da China nos mecanismos internacionais do Comércio Livre constituíram, no início deste século, um triplo choque, brutal para as debilidades estruturais da economia portuguesa.
Desde essa altura, a nossa economia estagnou, alternando anos de recessão com anos de fraco crescimento, ameaçando em consequência a estabilidade das finanças públicas e interrompendo a convergência com a UE.
O PS deve orgulhar-se da visão estratégica que enunciou no Governo liderado por António Guterres e do impulso reformista com que, sob a liderança de José Sócrates, assumiu o Governo em 2005.
Contudo, estávamos ainda especialmente vulneráveis quando em 2008 se desencadeou a maior crise mundial dos últimos 80 anos e a Europa falhou, primeiro por hesitação, depois pela sucessão de estratégias contraditórias e, finalmente, por dogmatismo ideológico, na resposta à crise.
O erro do diagnóstico conduziu ao erro na terapia, com o resultado que conhecemos e a insistência na austeridade só irá continuar a agravar.
Há que recuperar o tempo perdido e concentrarmo-nos, de vez, com persistência e continuidade, no que é essencial: superar o atraso estrutural que limita a competitividade, compromete o crescimento e impede a consolidação sustentável das finanças públicas.
É claro que parte importante da solução dos nossos problemas exige uma mudança na Europa. Mas esta constatação só significa que precisamos de um governo que não abdique de contribuir para essa mudança e que se bata pela defesa dos interesses nacionais.
Somos europeístas, mas não podemos ser euro ingénuos. É necessário corrigir as deficiências que a crise evidenciou da união monetária, compensar os efeitos assimétricos que o euro tem nas diferentes economias, recuperar os danos sociais e económicos provocados pelo ajustamento, encontrar um novo equilíbrio na gestão dos nossos compromissos que favoreça o crescimento sustentável, a criação de emprego, o controlo do défice e a redução da dívida.
Numa negociação a 28 é difícil prometer resultados, sem o risco de desiludir. Mas é necessário que haja clareza sobre o que queremos e compromisso sobre a atitude construtiva, determinada e patriótica com que defenderemos o interesse nacional, como parceiros leais, iguais entre iguais e nunca, nunca mais, subservientes.
Não dependemos só de nós, mas não podemos adiar o que só depende de nós.
É a nós que cabe ter um pensamento sobre o país, os seus problemas e as soluções que queremos.
Temos de ser ao mesmo tempo idealistas e realistas. Realistas porque não nos iludimos, conhecemos as realidades e os constrangimentos. Idealistas porque temos ideais, valores e princípios que inspiram o nosso programa e têm de marcar a nossa governação.
Por isso, não basta garantir uma simples alternância. A alternância sem alternativa de nada servirá. Ou pior: servirá para criar mais desilusão, mais descrença, mais desconfiança.
Não tenhamos dúvidas: se pensarmos como a direita pensa, acabamos a governar como a direita governou.
A mudança necessária exige rutura com a actual maioria e a sua política.
Os últimos anos tornaram mais nítida a separação das águas entre as opções estratégicas para o nosso desenvolvimento que queremos sustentável, territorialmente coeso, gerador de prosperidade partilhada; promovido por uma sociedade que aposta no conhecimento, dignifica o trabalho, estimula um tecido empresarial dinâmico e a mobilidade social; apoiado num estado respeitador dos direitos constitucionais, que assegura a igualdade de oportunidades, promove a redução das desigualdades, garante bens públicos essenciais e valoriza a defesa nacional, a segurança e a justiça.
O empobrecimento e a fragilização de direitos não são uma base sustentável para o crescimento.
São a cultura, a educação, a formação, a investigação, a inovação, a modernização tecnológica, a capacitação da gestão, a simplificação administrativa, a inserção nas redes globais que permitirão competir pela qualidade, promovendo o crescimento, gerando emprego e garantindo sustentabilidade ao nosso desenvolvimento.
É preciso romper com a visão do curto prazo, com o ciclo vicioso e precário em que o Governo se bloqueou e bloqueou o país, subindo impostos para aumentar a receita ou cortando salários e pensões para baixar a despesa. Portugal precisa de uma nova agenda mobilizadora.
Os objectivos políticos, sociais e económicos devem ser acompanhados por uma preocupação permanente da sua sustentabilidade. Não podemos estar sempre a desfazer o que conseguimos fazer de bom, nem podemos viver permanentemente na ameaça da instabilidade, da precariedade, do retrocesso, da regressão. Temos de dar consistência, durabilidade e estabilidade ao que fizermos.
Temos de garantir:
A sustentabilidade demográfica.
A sustentabilidade energética e ambiental.
A sustentabilidade financeira.
A sustentabilidade económica.
A sustentabilidade do modelo social.

A sustentabilidade do Estado.» 

PORTUGAL II - PORTUGALLIA II - PORTUGAL II

«Portugalliaingallaeciaetlusitania» Alexander Vigo (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/














A Nação Luso Latina e Portuguesa sente orgulho no seu querido País Humanista e Universalista. Viva Portugal!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

(IN)JUSTIÇA II - (IN)IUSTITIAE II - (IN)JUSTICE II

http://www.euroimpala.pt/livros/f44741bf-7e3c-4897-985f-5967c049f62f.filehttp://www.advocatus.pt/images/stories/raiz/2014/janeiro/OA_rotator.jpg

OS JURISTAS CHEIOS DE INCOMPATIBILIDADES
TÊM CRIADO UMA TEIA DE COMPLEXIDADES
LEGISLAÇÃO PROPOSITADAMENTE COMPLICADA
PARA DAR HONORÁRIOS E DEFENDER INTERESSES DE MANADA

MAS UM BASTONÁRIO DENUNCIOU ESSA SITUAÇÃO
E AGORA OBTEVE BASTANTES VOTOS NA EUROPEIA ELEIÇÃO
A ACTUAL BASTONÁRIA DEFENDE AS MESMAS LINHAS DE SOLUÇÃO
PARA SE ACABAR DE VEZ COM OS ADIAMENTOS PARA PRESCRIÇÃO

NA PRETENSA DEFESA DE DIREITOS
SE PREJUDICARAM DEVERES CONTRAFEITOS
A GIGANTESCA TEIA FORMAL
NÃO PODE ESTAR TÃO DESFASADA DO REAL

JUSTIÇA PARA A CRIAÇÃO DE VALOR
E NÃO INJUSTIÇA QUE CAUSA TANTA DOR
COMPLEMENTARMENTE, A PROFUNDA REFORMA DO ESTADO
PASSA TAMBÉM PELA REFORMA DO MAGISTRADO

NESTA TRAMA PORTUGAL É TRAMADO
QUALQUER PODER É MUITO COBIÇADO
TUDO É MUITO INVEJADO
MAS O BEM COMUM É POUCO ALCANÇADO

Bastonária da Ordem dos Advogados: Elina Fraga
http://www.oa.pt/upl/%7B15040303-24b0-4de9-8f47-a8297de98cbd%7D.jpg

domingo, 8 de junho de 2014

UCRÂNIA XVI - UCRAINA XVI - UKRAINE XVI

http://bdn24x7.com/wp-content/uploads/2014/06/Marina-poroshenko.jpg
Maryna and Petro Poroshenko: the new President of Ukraine and him wife (Doctor cardiologist)

Ukraine is now more stronger, we hope that new President recreate a unified country, linked to European Union and with a good relationship with Russia.

«All the questions were difficult but we will make every effort to achieve the goals we have set ourselves and begin negotiations on Sunday.» President of Ukraine

«If it continues like that, then conditions will be created for developing our relations in other areas, including the economy» President of Russia

«Crimea was, is, and will be Ukrainian.» President of Ukraine
http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2014/6/6/1402089301507/Angela-Merkel-with-Petro--011.jpg
«German chancellor Angela Merkel with Petro Poreshenko (centre) and Vladimir Putin at the D-day events in France. Photograph: Kevin Lamarque/Reuters»
«Poroshenko also said he intended to sign the economic part of an association agreement with the European Union, as a first step towards full membership.»
http://www.theguardian.com/world/2014/jun/06/putin-peace-talks-ukraine-president

COLÔMBIA XVI - COLUMBIA XVI - COLOMBIA XVI

http://cdn01.am.infobae.com/adjuntos/163/imagenes/010/751/0010751024.jpg
http://www.nacion.com/mundo/latinoamerica/Zuluaga-Colombia-Manuel-Santos-AP_LNCIMA20140526_0063_1.jpg
http://www.nacion.com/mundo/latinoamerica/Colombia-segunda-ronda-elecciones-pacificas_0_1416858368.html

Elecciones COLOMBIA: Santos? Zuluaga? Santos.

«Voto por Zuluaga para que Colombia recupere el sendero de seguridad que este gobierno abandonó (...). Voto por Zuluaga para que el país tenga una juventud educada y emprendedora, no secuestrada por la terrorista FARC. Voto por Zuluaga para que Colombia sea un país siempre de libertades, de democracia, con una economía pujante y solidaria, de bienestar de trabajadores y empleadores, contrario al fracasado odio de clases de la tiranía castro-chavista» Alvaro Uribe

I agree with the reasons of Uribe, but because the same reasons i prefere Santos ...

Encuestas Segunda Vuelta
Fecha Instituto Candidato
Juan M. Santos Óscar I. Zuluaga Blanco Ninguno Ns/Nr Margen de error Fuente
29/05/2014 Cifras & Conceptos 38% 37% 15% - 10% 2,9% Semana
30/05/2014 Centro Nacional de Consultoría 45% 47% 8 % - - 2,2% CM&
05/06/2014 Datexco 41,9% 37,7 13,8 % - 5,8 % 2,83% El Tiempo
05/06/2014 Gallup 47,7 % 48,5% 3,7 % - - 5% El Espectador
06/06/2014 Cifras & Conceptos 43,4% 38,5% 11,7 % - - 2,9% El Tiempo
06/06/2014 Ipsos-Napoleón Franco 41 % 49% 10 % - - 3,4% El Tiempo
http://es.wikipedia.org/wiki/Elecciones_presidenciales_de_Colombia_de_2014



«¿Qué cambió en su campaña para enfrentar la segunda vuelta?
Hemos hecho algunos cambios en la estrategia de publicidad, para ser más eficaces en el mensaje, y ahora el expresidente César Gaviria juega un papel de coordinador de campaña, que es un verdadero aporte de experiencia y entusiasmo. Contamos con el gran respaldo de Clara López, Antanas Mockus, Antonio Navarro, el expresidente Belisario Betancur; también contamos con el refuerzo de Rafael Pardo, Gina Parody, David Luna e importantes representantes de Progresistas; con el apoyo de la mayoría de los conservadores y también de muchos ‘verdes’ e integrantes del Polo Democrático, la ASI, y hasta de la Unión Patriótica, entre otras vertientes políticas y sociales. Los sectores sociales, los que trabajan por las víctimas y los derechos humanos, todos los que creen que no podemos echar por la borda esta oportunidad de paz, se han puesto la camiseta y están trabajando a nuestro lado.
¿Por qué cree que perdió en la primera vuelta?
Siempre supimos que la primera vuelta iba a ser muy reñida y así fue. Hechas las evaluaciones, podemos concluir que a nivel logístico faltó mayor acompañamiento en algunas regiones. Y a nivel de mensaje, no logramos comunicar adecuadamente a muchos colombianos la verdadera opción que tienen en estas elecciones: votar por el fin de la guerra, con inclusión social, o por una guerra sin fin, con un país excluyente y dividido. Ahora estamos dedicados a contarles a los colombianos por qué con paz haremos más, sobre todo en lo social.
¿Los cambios le permitirán revertir los resultados adversos?
Estamos viendo los resultados. Todo el mundo se está sumando a esta campaña, de todos los sectores y de todas las regiones.
¿Eso se reflejará en las urnas?
Con toda seguridad. Fíjese cómo estamos subiendo en las encuestas.
¿Está optimista para la segunda vuelta?
No quiero anticiparme, pero les puedo garantizar que vamos a ganar por un margen amplio, porque la gente por fin está entendiendo de qué se trata esta elección, y eso es muy bueno.
¿Cómo logró que casi toda la oposición de su gobierno lo apoye para segunda vuelta?
El proceso de alianzas ha sido muy interesante, porque no se basa en componendas políticas o pactos burocráticos, sino en una identificación esencial sobre el tema de la paz y los programas sociales. Grupos y personas que han sido oposición de mi gobierno no han renunciado a serlo en un segundo gobierno sobre temas en los que tengamos diferencias, pero saben que la paz es el valor supremo de toda sociedad y que no podemos renunciar a la posibilidad que ahora tenemos de alcanzarla.
¿El debate presidencial estuvo a la altura requerida o se centró solo en lo circunstancial?
Lamentablemente buena parte del debate, en todas estas semanas, estuvo influido por escándalos, rumores y mentiras que distorsionan la información que reciben los colombianos y nos obligan a dedicarnos a desmentir y a aclarar, en lugar de poder hablar con más detenimiento sobre lo que hemos avanzado en estos 4 años y las propuestas de fondo para el próximo cuatrienio.
¿Qué país espera entregar, si gana la reelección, en el 2018?
Un país en paz y con más progreso social. Más justo. Eso lo sentirá la gente con una mejor calidad de vida y más oportunidades. Los más vulnerables y los más débiles se sentirán incluidos en el desarrollo del país.
¿Será un país distinto?
Ya estamos haciendo un gran cambio. Por primera vez estamos reduciendo las desigualdades, los ingresos de los estratos más bajos están creciendo 3 veces más rápido que en los estratos más altos. Eso es igualdad de oportunidades.
Explíquele eso a una persona, a una madre, de estrato 1 o 2...
Con el programa de Primera Infancia de 0 a Siempre, el hijo de esa madre tiene un cuidado en educación, salud y alimentación. Lo que se busca es que ese niño comience el colegio en las mismas condiciones que un niño rico. Ese mismo niño ya está teniendo vacunación gratuita para que tenga buena salud el resto de su vida. Y esa madre tendrá acceso gratuito a la educación de sus hijos durante todo el colegio, y les regalamos los textos. Además, la educación superior también será gratuita en los próximos 4 años. Esa madre tendrá más oportunidades de empleo e incluso de vivienda.
Zuluaga dice que la reforma tributaria de su gobierno golpeó a la clase media...
Todo lo contrario. Borramos de un plumazo el pago de impuestos para 18,5 millones de colombianos que lo estaban haciendo. Pusimos a pagar más a los más ricos. Esta fue una reforma con contenido progresivo, porque nuestro sistema tributario es regresivo. Bajamos el costo de la nómina para estimular el empleo, lo que realmente ha incidido en que el empleo formal haya aumentado. La clase media resultó beneficiada.
¿Qué diferencia su propuesta económica de la de Zuluaga?
Él cree que a través de exenciones a las grandes multinacionales es como se crea empleo, y los propios empresarios me pidieron a mí que las quitara porque no las necesitaban. Él quiere exenciones para las multinacionales y yo prefiero usar esa plata en inversión social.
¿Haría una reforma para gravar patrimonios o capitales?
Si necesitamos una reforma tributaria, no descarto hacerla. Pero con la economía como va y con el aumento de los recursos, que este año se han disparado, tenemos las finanzas públicas en equilibrio. Hasta el momento no hemos visto la necesidad de pensar en una reforma.
¿Cómo encontró las finanzas al asumir el mandato?
Con un hueco de cerca de 19 billones de pesos. A Óscar Iván Zuluaga le entregaron la economía en equilibrio, se la entregó así el ministro (Alberto) Carrasquilla, y en 3 años produjo ese hueco, que me tocó taparlo. Por fortuna, ya tenemos unas finanzas equilibradas.
¿Qué produjo ese hueco?
Fue producto de gastar más de lo que ingresaba. Invirtieron mucha plata para comprar la reelección, y eso se vio en todos los frentes. Yo tapé ese hueco a punta de eficiencia en el gasto, de hacer crecer la economía y a punta del buen manejo de las finanzas públicas.
Entonces, ¿el gobierno ‘derrochón’ fue el anterior?
Ellos me atacan, pero con cifras falsas. Zuluaga dijo que había entregado la salud con cobertura universal; mentiras, no es cierto, pero lo dice con un desparpajo impresionante. También dijo que había entregado Familias en Acción en 2,8 millones; mentiras, porque las entregó en 2 millones y nosotros las subimos a 2,9 millones, con un esfuerzo presupuestal muy importante. Es muy fácil mostrar cosas basados en mentiras y yo muestro lo que en realidad ha sucedido.
Las dos campañas sacan pecho por Familias en Acción...
El programa fue una iniciativa que Juan Carlos Echeverry, en ese entonces jefe de Planeación, y yo, como Ministro de Hacienda, iniciamos. Es cierto que el gobierno de Uribe la amplió, eso nadie lo ha negado. Pero yo la aumenté hasta 2,9 millones de familias. Además, la fortalecí con otros programas como Jóvenes en Acción. No sé de dónde saca Óscar Iván Zuluaga que hemos debilitado la iniciativa, si hasta la convertimos en ley y política de Estado. Solo nos atacan con mentiras, y así es muy fácil.
La paz en el debate electoral
¿La paz ya tomó la importancia que merece en este debate?
Desde el momento en que el candidato Zuluaga dijo que acabaría con el proceso de paz y luego planteó la suspensión de los diálogos para imponer condiciones que, en la práctica, significan su terminación, y cuando dijo que no reconoce el conflicto armado, es decir que no puede haber negociación, la paz se volvió un tema central, porque la inmensa mayoría de los colombianos no queremos perder la oportunidad de terminar este conflicto de medio siglo.
¿Cómo se debe leer que la izquierda lo apoye a usted y la derecha a Zuluaga?
A mí me apoyan tanto conservadores como miembros del Polo Democrático, del Partido Verde, de Progresistas, de ASI, de Unión Patriótica, además de los partidos de la Unidad Nacional, que son el partido de ‘la U’, el Partido Liberal y Cambio Radical, y de muchos otros movimientos sociales y personas independientes. Como se ve, es un abanico de apoyos que se mueven entre la izquierda y la derecha, pero siempre alrededor del centro, sin extremismos. Y eso es lo más bonito de todo: que los colombianos de centro, de centroderecha o de centroizquierda estemos unidos en torno a acuerdos fundamentales. Nos une la decisión de alcanzar la paz; nos une el cansancio de un conflicto que nos ha arrebatado vidas y nos ha impedido aprovechar todo nuestro potencial, nos mueve el interés de que la prosperidad les llegue a todos, sobre todo a los más vulnerables.
¿Está en riesgo el proceso de paz si se vota por la otra campaña?
Es que la otra campaña dice que no reconoce el conflicto interno, entonces, por supuesto, así no puede haber proceso; desconoce que haya víctimas, lo que afecta sus derechos.
¿Cuál es la importancia de las víctimas en La Habana?
Lo que se anunció ayer desde La Habana es un hecho histórico y sin antecedentes. Definir 10 principios sobre lo que debe ser el tratamiento a las víctimas en la solución del conflicto no se había hecho en ningún proceso de paz anterior. Adicionalmente, se tomó la decisión de dividir en 2 mesas técnicas a los negociadores, para que una se dedique exclusivamente al tema de las víctimas y la otra a la desmovilización, desarme y justicia transicional. Esto nos permitirá acelerar el final exitoso de este proceso. Tengan en cuenta, también, que las víctimas irán a La Habana para hablar.
Si se firma el fin del conflicto, ¿en qué se beneficiarán los colombianos?
La pregunta debería ser al contrario: ¿en qué no se beneficiarían? Porque los beneficios, de verdad, son casi infinitos. Durante 50 años hemos convivido con un conflicto que ha generado muertos, mutilados, desplazamiento, desinversión, exilios y atraso. Ha sido como un tronco grande en mitad de nuestro camino que nos ha impedido avanzar al ritmo que podríamos hacerlo. Si eliminamos ese obstáculo, Colombia se dispara. Vendrán más inversionistas, habrá más turismo, habrá más creación de empresas y oportunidades de empleo, y, sobre todo, los grandes recursos que ahora se destinan a la guerra podrán dirigirse mejor a la educación, a la salud, a mejorar las condiciones del campo, a la vivienda, a combatir la inseguridad en las ciudades, a la inversión en las fronteras. Con paz haremos más. No es un lema, es la realidad.
¿Va a haber más pedagogía del proceso de paz?
Hay que hacer más pedagogía porque hemos visto toda clase de mentiras y de versiones falsas para envenenar el proceso. La verdad es que hemos hecho una negociación seria y cuidadosa y la hemos adelantado con rigor y método.
¿Por qué quieren envenenar el proceso y eso por qué le cala a la gente?
Le cala porque con la filosofía de mentir y mentir algo queda. De tanto mentir, la gente se empieza a preguntar si es cierto lo que se dice, sobre todo cuando lo hace gente supuestamente seria. Y quieren envenenar el proceso porque no les conviene que tenga éxito, prefieren vivir de la guerra y del miedo que produce. El miedo es materia prima ideal para manipular, lo que ha sido una constante en la política de la extrema derecha.
Militares y política
¿Por qué los militares resultaron siendo tema de campaña? ¿Eso es sano para la institución?
Por supuesto que no es sano. Las Fuerzas Armadas no son políticas, no son deliberantes y no tienen por qué ser tema de campaña. En nuestro caso, no hemos hecho más que reiterar nuestra decisión de seguir fortaleciéndolas, como lo hicimos en estos años; de seguir velando por el mejor bienestar de sus miembros, y hemos aclarado, ante las falsas versiones, que nada sobre las Fuerzas Armadas ni su futuro ni su doctrina ni su tamaño es objeto de discusión en la mesa de La Habana.
¿Cómo evitar que uniformados activos participen en política?
Hay unos que lo están haciendo, pero al que agarremos lo botamos de la Fuerza Pública inmediatamente, porque eso está prohibido y le hace un daño tremendo a la institución. Esto es producto de esa guerra sucia que les han vendido al Ejército y a la Policía. Les han vendido toda clase de mentiras y cuentos irracionales.
¿Está de acuerdo en abrir el debate sobre el voto de los militares y policías activos?
Estoy a favor del voto de militares y policías, y eso fue algo que anuncié y ahora lo ratifico.
¿Tramitará una reforma constitucional en ese sentido?
Sí.
¿Eso incluye la eliminación del servicio militar obligatorio?
Lo tengo contemplado apenas firmemos el fin del conflicto.
¿Estas dos propuestas, de ejecutarlas, en qué benefician a Colombia?
En todo. Imagínense que ya no tengamos que ir a los barrios a hacer redadas para reclutar muchachos para ir a exponer sus vidas en una guerra que habremos terminado. Y el voto de los militares en una situación de paz es perfectamente lícito, aceptable y conveniente, como sucede en otros países.
¿Cómo será su gobernabilidad si gana la reelección?
Espero que el uribismo deje de jugar sucio. Ese es uno de los grandes cambios que quiero hacer en este país. Estamos pasando de la cultura del miedo y la guerra a la cultura de la esperanza y la paz. Quiero pasar de la cultura de un país excluyente y dividido a un país incluyente y unido. Pero también quiero pasar de la cultura del todo vale, del atajo, a una cultura de la decencia, del juego limpio y del respeto a las instituciones. Espero que no sigamos viendo ataques con mentiras y denuncias falsas. Si eso es así, pues bienvenida la vocería de la extrema derecha en el Congreso.
¿Eso implica hacer las paces con Uribe?
Siempre he estado dispuesto a dialogar y a encontrar denominadores comunes. Ese es mi talante, el de estar abierto al diálogo y a respetar las diferencias, pero desafortunadamente no he encontrado eco.
¿Ve posible un Congreso en el que estén la guerrilla, el uribismo, la derecha y la izquierda?
Sí veo ese escenario.
Programa de gobierno
¿Cuáles son los puntos claves de su propuesta de gobierno para la reelección?
Nosotros estamos cambiando la cultura del miedo y la guerra hacia la cultura de la esperanza y la paz; la cultura del todo vale hacia la cultura del juego limpio y de la decencia; la cultura de la exclusión y la división hacia una cultura de la inclusión, de la prosperidad para todos. Por eso hemos logrado los cambios que hoy son realidad: una economía sólida que nos ha permitido darles educación gratis, vacunación gratis, a todos los niños; que nos ha permitido crear empleo, que nos ha permitido darles vivienda gratis a los más pobres; todo eso nos ha ayudado a reducir la pobreza, a reducir las desigualdades. Nos falta mucho, muchísimo camino por recorrer, porque todavía las desigualdades son grandes, pero los colombianos que están viendo estos resultados son los que quieren que se multipliquen. Y la paz nos va a ayudar a multiplicar los resultados.
¿Cómo piensa potenciar esos resultados?
Proponemos seguir creando empleos. En este gobierno se crearon 2,5 millones de puestos de trabajo cuando nadie creía que se podía. Seguir reduciendo la pobreza; en este gobierno, 2,5 millones de colombianos superaron la pobreza y 1,3 millones superaron la pobreza extrema. Seguir entregando casas, mejorando la salud, ampliando la educación, entregando servicios básicos y conectando al país, tal como comenzamos a hacerlo, con éxito, en estos primeros cuatro años. Eso también es paz. Una paz integral.
¿Qué piensa hacer con el sistema de salud, del que tanto se quejan los colombianos?
Recibimos la salud en estado terminal, invadida de corrupción. La sola corrupción que personalmente denuncié nos permitió ahorrar 2,5 billones de pesos. Con eso aumentamos la cobertura universal. No es cierto que el gobierno pasado nos haya entregado cobertura universal. Nosotros fuimos quienes la aumentamos. Eliminamos las diferencias entre los beneficios que había en el régimen subsidiado y en el contributivo, y los aumentamos. También pusimos control al precio de los medicamentos, que el gobierno pasado liberó y que se prestó para todo tipo de abusos. Simultáneamente, pasamos tres reformas en el Congreso, una de ellas la reforma estatutaria, que volvió la salud un derecho para dejar de ser un negocio. Pero nos vamos a concentrar en el fortalecimiento financiero de los hospitales, para que la atención a los usuarios sea más pronta. Crearemos un fondo de garantías en salud para solucionar los problemas de liquidez del sector. También vamos a invertir mucho más en prevención.
La gente se queja de falta de especialistas...
Ahí tenemos el reto de mirar cómo aumentamos las facultades de medicina. Existe una controversia sobre si los hospitales pueden o no convertirse en una especie de universidades, y estamos hablando con los médicos para poder hacer eso y aumentar el número de especialistas.
¿Desaparecerán las EPS?
Se acaban como son ahora y se convierten en gestoras. Esto quiere decir que no van a manejar la plata, lo que ha sido tan criticado, porque para ahorrarse unos pesos generan una serie de dificultades. Al volverse gestoras, pues pueden hacer un papel más eficaz sin tener el incentivo de ahorrar a costa del paciente.
¿Cuál es el eje de su propuesta para el sector educativo?
Ya llegamos al millón de niños en primera infancia atendidos integralmente y esperamos alcanzar la cobertura universal con 2,5 millones atendidos para el 2018. Ya garantizamos la educación gratuita en los colegios públicos; ahora haremos énfasis en la calidad educativa, llevando el programa Todos a Aprender –que se aplica en primaria– también a la educación secundaria, y algo muy importante: estableciendo la jornada única escolar. Promoveremos la excelencia docente, con mejores condiciones para los maestros, mejor capacitación y atrayendo a los mejores estudiantes del país para que sean profesores. Vamos a poner en marcha un programa nacional de bilingüismo y vamos a seguir fortaleciendo el Sena para que tengamos una educación técnica y tecnológica de nivel mundial. Y ojo a esto: me comprometo a generar 550.000 cupos gratuitos en educación superior con sostenimiento en los próximos 4 años, con una inversión de 4 billones de pesos. Y les daremos 9 millones de tabletas a todos los estudiantes de escuelas y colegios públicos y 350.000 computadores gratis a los maestros.
¿Esa educación superior gratuita incluye universidades públicas?
Esto será para toda la educación superior. La educación superior en universidades, para determinados sectores, también será gratuita.
¿Por qué es tan alta la percepción de inseguridad?
Porque sí hay inseguridad. En la medida en que hemos venido descabezando a las ‘bacrim’, las grandes organizaciones se han venido desdoblando a las pequeñas pandillas que ahora tenemos, que tienen la misma mentalidad mafiosa. Eso es lo que hemos venido combatiendo con más efectividad. Necesitamos más Fuerza Pública, más inteligencia, más cámaras de vigilancia. La Fiscalía ahora está jugando una labor más importante en ese frente para desmantelar esas ‘ollas’ y reductos de crimen. La paz nos va a permitir concentrar muchos más esfuerzos de nuestros uniformados en proteger a los ciudadanos en su seguridad diaria. Además, si logramos erradicar el narcotráfico, producto del punto tercero del acuerdo de paz, esas ‘ollas’ que generan las fábricas de crimen no tendrán materia prima. Se gana por punta y punta.
Pero aún, por ejemplo, siguen matando a la gente por un celular...
Estamos insistiendo y adelantando una labor con los operadores para poder eliminar de tajo el celular que sea robado, que quede inservible. Pero, además, estamos haciendo mucha inteligencia para ver cómo operan esas bandas, que no son solo colombianas, sino que son internacionales y que trafican con celulares robados.
El país le reconoce como un logro destacado de su gobierno el programa para el sector de la vivienda. ¿Qué piensa hacer en este campo si es reelegido?
En vivienda vamos a dejar construidas o iniciada la construcción de 900.000 viviendas en este cuatrienio, y la meta para el 2018 serán 1’200.000 adicionales. Lo haremos siguiendo con nuestro programa de viviendas gratis para los más pobres, siguiendo los programas de subsidio y, sobre todo, con una nueva modalidad que va a revolucionar la vivienda en el país, que acabo de aprobar por decreto, que son los Tacs, a través de la cual los colombianos podrán comprar su casa nueva a través del arriendo. Los cánones de arrendamiento se convertirán en ahorro para su casa propia, y sin cuota inicial. Esa es una gran revolución, propuesta que acabo de lanzar en el congreso anual de Camacol.
¿Cómo se ve el 7 de agosto?
Posesionándome nuevamente como presidente.»