terça-feira, 8 de abril de 2014

RÚSSIA X - RUTHENIA X - RUSSIA X


http://cdn1.spiegel.de/images/image-675438-galleryV9-cpqs.jpg
«Map: Europe from the Russian Perspective» DER SPIEGEL (http://www.spiegel.de/international/germany/bild-961696-675438.html)
http://cdn3.spiegel.de/images/image-677476-galleryV9-ozcm.jpg
«Graphic: Military strenghts of Eastern European NATO members» DER SPIEGEL (http://www.spiegel.de/international/germany/schaeuble-compares-putin-moves-in-crimea-to-policies-of-hitler-a-961696.html)

«(...) then of course some armed bands would seek to take power. (...) The Russians would then say they can't accept that, that they are threatening our Russian population. Now we have to protect them, and that is our reason for invading.»

«Hitler already adopted such methods in Sudetenland (...) That's something that we all know from history. (...) At some point the situation escalated and then Putin said, 'I actually always wanted Crimea anyway.
And the current opportunity is the right one".» Wolfgang Schäuble DER SPIEGEL http://www.spiegel.de/international/germany/schaeuble-compares-putin-moves-in-crimea-to-policies-of-hitler-a-961696.html

Like Hilary Clinton, Wolfgang Schäuble, very well, link Russian leaders praxis about East Europe with Hitler praxis of tyranny in East Europe with the same arguments of defence of Russian (German) persons, with support and cumplicity of Russian leader, the tyrant Stalin. These monsters triggered forces of destruction, tyranny, ignorance and fanaticism. Like Hilary Clinton, is obvious that the German minister don´t compare the actual Russian leader with the monsters, compare the same kind of strategy to take control over a region of an indepedent country. We agree completely with Clinton and Schäuble.

In this sense the General Assembly of United Nations adopted on March 27, 2014 the Resolution 68/262 entitled "Territorial integrity of Ukraine" supported by 100 countries, 59,17% of votes (green): recognize Crimea within Ukraine’s international borders and the invalidity of the 2014 Crimean referendum.

File:UN Resolution regarding the territorial integrity of Ukraine.svg

«Map regarding the United Nations General Assembly vote about the territorial integrity of Ukraine, voted on March 27, 2014.» B1mbo (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
   In favour
   Against
   Abstentions
   Absent
   Non member

Voted against the resolution: 

North Korea (horrible tyranny) 
Bolivia (anti USA, populism)
Venezuela (horrible tyranny and populism) 
Cuba (tyranny supported by USSR, anti USA)  
Nicaragua (anti USA, populism) 
Sudan, 
Syria (Russia protect Syrian autocracy)
Russia 
Armenia (Russians protected Armenians against Otoman Empire)
Belarus (autocracy) 
Zimbabwe (horrible tyranny)  

Brazil have one more time a grey external polycy option: abstention! Incredible!

We will never forget the tyranny over East of Europe by USSR and III Reich coligated and as enemies. USSR support the rise and the fall of III Reich with horrible consequences for all Europe!

domingo, 6 de abril de 2014

PRIMEIRO MINISTRO: A HISTÓRIA OBSERVA-O PELA VERDADE - HISTORIA PRIMUS MINISTER A TE SPECTAT VERA - PRIME MINISTER HISTORY WATCHING YOU BY THE TRUE

http://www.ionline.pt/sites/default/files/styles/625x350-imagem_interior/public/imagens/imagem-imagem-passos4-ok.jpg?itok=LtG1IZwh
A História, aqui personificada numa Mulher, observa e regista o comportamento (a)imoral
Do primeiro ministro perante Portugal:
- Ambição pelo poder
Impreparação para o exercer,
- Reprovação oportunista do PEC IV, sacrifício dos interesses nacionais
Fragilização de Portugal por motivos eleitorais,
- Confrontação inicial essa com os poderes europeus e internacionais,
Submissão subsequente com o delegado poder na mão, com aceitação de medidas brutais
- Falsificação de promessas para chegar ao poder da sua ambição
Parasitação da Nação em vez de uma profunda reforma do Estado em acção
- Obsessão de tudo fazer para o seu poder mesquinho manter,
Abdicação das perspectivas que andava a tecer
Desvalorização aculturada via TSU, a saber
Coligação com concentração de decisões passada para maior partilha de poder
- Manipulação dos méritos das Famílias, das Empresas e do tardio e reactivo acordar do BCE a seu favor
Continuação das políticas de intensa desvalorização que causam tanta dor
Omissão de uma verdadeira reforma do Estado, substituída por um tardio e sem visão
Guião sem acção, cortes sem orientação para a criação de Valor pela Nação
- Hipocritização da governação exemplificada no imoral sorteio de automóveis alemães
Absorção de facturação não realizada por via das sortes de despesa de milhões
Estimulação da procura interna de carros que está de novo a aumentar as importações
Acabarão mais uma vez por ultrapassar as empresariais e heróicas exportações
Renovação do histórico, iniciado pelo rei Manuel I, ciclo infernal
Continuação da trama em que as parcas sortes enredam Portugal    

_ O País (Maputo, Moçambique): «A a história o absolverá das opções que tomou como governante?»
_ Passos Coelho: «Não tenho uma bola de cristal, nem a história fala comigo, isso será observado no futuro. De acordo com a minha consciência, deixo aos outros o julgamento pelos resultados e alguns resultados são patentes na economia. As taxas de juro a 10 anos são inferiores àquelas de um ano antes do pedido do resgate ou mesmo as verificadas em 2006 e 2007. Não estamos sob stresse financeiro, na iminência de ninguém nos emprestar dinheiro. (...)
não há nenhuma política de ajustamento que traga recessão que não traga uma diminuição do Produto Interno Bruto e, nessa medida, uma degradação dos rendimentos (...)»

Além da História Humana, o «Livro da Vida» Divino também observa e regista numa dimensão espiritual mais profunda e mais verdadeira, os pensamentos, as verdadeiras intenções e os actos, o dever ser e o ser
 ...

PRIME MINISTER TIME GOES ON ONE BY ONE
FLY YOUR INDIRECT DELEGATION OF POWER
AS THE TIME OF A BUTERFLY AND HER FLOWER
DEMOCRACY IS NOT A AUTOCRATIC STONE


sábado, 5 de abril de 2014

ESTADO: BLOQUEAR, PENHORAR E PARASITAR - STATE: LOCK, GARNISHEE AND PARASITIZE


ESTADO: BLOQUEAR, PENHORAR E PARASITAR

Deixa o carro optimamente bem estacionado
Senão és pela Câmara Municipal de Lisboa
Muito severamente e fundamentalmente castigado
Mesmo que não estejas a prejudicar com uma localização  boa

Politicamente representado
Primeiro és multado
Depois és chantageado
Ou seja o carro é bloqueado

Depois o carro é rebocado
E pagas o parque onde é estacionado
Depois és penhorado
Após teres sido brutalmente tributado

Se reclamares por teres dístico dos residentes teus pares
Dizem-te que tens razão, que apesar de pagares
É tudo uma questão de azares
Os dísticos são muito mais que os lugares

Que o espírito é penalizar quem não tem dístico e bilhete
Mas depois de multado e bloqueado
Tens que pagar para o carro ficar desbloqueado
E depois reclamas e esperas por sete ...

Dias? Meses? Anos? Lustros? Décadas? Séculos? Milénios?
Não sabemos, já passaram meses, deve acontecer nas calendas dos helénios
Vais ter de contactar os municipais serviços
E quebrar os seus labirintos burocráticos e suas teias de aços

Faz lembrar a máquina judicial tributária
Muito muito arbitrária
Se tiveres bloqueadora advocacia
A prescrição é uma garantia

Senão, mesmo que nada tenhas recebido
Tens que pagar sem qualquer sentido
Senão pagares és penhorado
Se pedires prestações tens que ser assegurado

Por uma garantia bancária
Pagas as suas despesas e os juros
Porque para os fracos são duros
Para os fortes há impunidade extraordinária

Máquinas diabólicas
Dão mais dinheiro que as eólicas
Com abuso de poder
É fácil absorver

COSTA RICA - COSTARICA - COSTA RICA

COSTA RICA

PAX ET LABOR
Después de tanto dolor
El abuso de poder militar
Sin militar tenía que terminar

La producción electrónica
La demanda turística
De la tierra de ensueño tan rica
Bosques, Mar y belleza volcánica

Belleza humana democrática
Liderada por una demócrata socialista
Es Costa Rica y su república
Un País tan humanista


PAX ET LABOR
Depois de tanta dor
O abuso do poder militar
Sem forças armadas teve que acabar

Produção electrónica
Procura turística
Da terra onírica tão rica
Beleza florestal, marítima e vulcânica

Beleza humana democrática
Liderada por una democrata socialista
É Costa Rica e sua república
Um País tão humanista



http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/84/Coat_of_arms_of_Costa_Rica.svg/548px-Coat_of_arms_of_Costa_Rica.svg.pngEscudo de la República de Costa Rica, descrito y adoptado por medio de las leyes del 27 de noviembre 1906 y 21 de octubre de 1964
http://l.yimg.com/bt/api/res/1.2/QwqS.Q2Gu6QaRvBMQelAvg--/YXBwaWQ9eW5ld3M7Zmk9aW5zZXQ7aD00Njg7cT04NTt3PTYzMA--/http://l.yimg.com/os/156/2011/09/16/Women-World-Leaders-160911-07_093256.jpg
President of Costa Rica, Laura Chinchilla Miranda of Partido Liberación Nacional (member of Socialist International)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/74/Logo_de_la_Corte_Interamericana_de_Derechos_Humanos.jpgLogo of the Inter-American Court of Human Rights

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b9/Zarcero.JPG/799px-Zarcero.JPG
Vista del Parque "Evangelista Blanco" con la Iglesia de San Rafael de fondo. Cantón de Zarcero. Alajuela, Costa Rica by Rodrigo Morales (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/72/Stone_sphere.jpg/554px-Stone_sphere.jpg
Diquís Sphere in a photo by Connor Lee (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
http://www.iciintercambio.com.br/wp-content/PAISES/COSTA%20RICA/costaRica08.jpeg

AUTOMÓVEL - AUTOCINETUM - AUTOMOBILE

http://online.jornaldamadeira.pt/sites/default/files/imagecache/400xY/peugeot2262131173685664255.jpg
In few words the actual leader of PSA (Peugeot Citroên), the French Group of Automotive, the Portuguese Carlos Tavares, explained a synthetic SWOT analysis about the competitivity of Portugal and Europe, in him recently visit to the PSA factory of Mangualde - Guarda - Portugal (3-4-2014 http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/automovel/detalhe/carlos_tavares_fabrica_de_mangualde_continuara_activa_se_alguem_lhe_der_essa_garantia_nao_acredite.html):

ENERGY AND LOGISTIC: WT Weakness, Threats

«O custo da energia é 40% superior a França o que é uma penalidade muito grande, porque a indústria automóvel usa muita electricidade sobretudo na pintura. Os custos de energia para um país como o nosso têm de ser os mais baixos possíveis e é difícil, obviamente.

Este é um factor de não competitividade. Tudo o que puder ser feito para melhorar os preços da energia vai ajudar não só a indústria automóvel mas muitas outras indústrias. Temos uma força que é a nossa energia renovável, e podemos trabalhar para fazer com que a energia limpa baixe os custos para sermos mais competitivos (...)

A única coisa que nos protege, e nós portugueses percebemos isso muito bem, é a nossa performance e os nossos resultados. Tudo o resto são palavras. Quando as unidades se inscrevem numa dinâmica de progresso que lhes permite melhorar o ranking de competitividade das unidades europeias, é evidente que a empresa tem interesse em usar as melhores fabricas que tem a sua disposição (...)

Nós europeus temos de estar muito atentos e conhecemos bem o que é o perigo do ‘status quo’ e que é um perigo de morte. Qualquer que seja  a nossa posição hoje, e a de Mangualde é boa”.  “O que importa não é só a posição em que estamos actualmente, mas a dinâmica de progresso
Uma coisa é olhar para o ranking em papel, e isso posso fazer num minuto. O que me interessa não é só o ranking de hoje. É isso, e a dinâmica de progresso. É importante, e é por isso que passo muito tempo nas fábricas (...)

Para que o pólo industrial de Vigo Mangualde possa continuar a avançar, tem de ser mais competitivo do que as fábricas na Alemanha, na Grã- Bretanha, ou outras fábricas na Europa de Leste. Aí é que está o ponto essencial: a que velocidade é que se está a progredir nesse pólo industrial para que a velocidade seja maior do que a que existe na média europeia. [E para isso precisa da ligação ferroviária eficiente e eficaz que ligue Mangualde a Vigo e ao seu porto]

[80% dos carros vendidos na Europa,  são fabricados na Europa por causa dos seguintes factores:
- custos-riscos de logística;
- barreiras aduaneiras;
- riscos cambiais.]

Se os meus carros forem os mais atractivos de melhor performance e mais baratos o cliente vai escolher os meus carros, dentro da empresa é igual. Se uma fábrica fizer carros e grande qualidade por um custo mais baixo, com uma grande flexibilidade, o patrão da empresa tem todo o interesse em escolher essa fabrica porque é ela que me dá os melhores resultados (...)» Carlos Tavares

CREATIVITY, IMPROVISITION, FLEXIBILITY: SO Strenght, Oportunities

Essa fábrica tem uma particularidade que é ter uma cultura de resolver os problemas com frugalidade e generosidade. É um dos trunfos da fábrica, fiquei muito surpreendido como operam certas máquinas e se faz a montagem do automóvel. Achei estupendos e não encontrei noutras fábricas (...)
recuperação [de robots] de outras fábricas, que depois foram modernizados dentro das nossas instalações em Portugal (...) A questão não foi ir ter com o patrão a chorar para ter robots novos. A questão foi: ‘diga-me onde há robots disponíveis, vamos lá buscá-los, vamos modernizá-los e vamos utilizá-los e aplicá-los com um custo de investimento muito pequeno (...) isso permite à fábrica ser mais eficiente e fazer investimentos pequenos (...)

[Solução para o problema das poeiras que circulam no ar em] qualquer parte do Mundo (...) vamos criar uma instalação metálica com um sistema de extracção de poeira, dois compressores, quatro filtros e com um custo de manutenção anual que é um balúrdio. [Em Portugal:] Fizeram um túnel muito simples, ou seja, uma pequena tenda em forma de túnel com uma cobertura plástica muitíssimo bem feita e leve, com um cumprimento de 50 ou 100 metros. Assim, os carros entram naquele túnel e depois passam para a pintura limpos (...)

O importante é resolver as questões de forma frugal e não sair de uma sala de reuniões a dizer: 'Consegui, o patrão aceitou o meu orçamento de despesa'. Isso não tem mérito, o mérito está na resolução do problema de forma eficiente por um custo bastante baixo (...)

É uma fábrica pequena que está muito bem gerida, que tem uma capacidade relativamente pequena de 70 mil automóveis. Está bem dimensionada para ser relativamente eficiente (...) Fiquei muito agradavelmente surpreendido com a qualidade de acabamento dos automóveis. Passo muito tempo a verificar a qualidade dos automóveis na linha de montagem e achei que a qualidade de acabamento dos carros estava óptima» Carlos Tavares

WHAT DID THE PORTUGUESE GOVERNMENT TO SOLVE THE ENERGETIC AND LOGISTIC WEAKNESS AND THREATS?! SPEND MORE MONEY IN STUDIES, SUPPORTED THE ABUSE OF DOMINANT POSITIONS BY EXCESSIVE RENTS BY PRIVATIZATIONS WITHOUT DEFENCE OF NATIONAL INTEREST!


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/32/Roue_primitive.png/569px-Roue_primitive.png
The primitive wheel was in solid wood

AUTOMOTIVE

All begin by wheel
So good that Human feel
From the power of horses with flower
To the motor with horsepower

From few persons
To many daughters and sons
The dialectic and Socialized Capital
Escape from it final

From horrible wars to happy peaces
The German dialectic created many golden pieces
Machine of fashion
Status and power ilusion

What a great "Humanatural" confusion
Watt gave auto for mobile utility converted in show
Behind the rain and the snow
Belonging to the world of Human action

All turned more near
The impossible distance desappear
The potential appear
To an eco friendly spear

Right in the target
To the better World way
With peaceful energy that we get
PAX ET AMOR that We pray 

VENEZUELA XII - VENETIOLA XII - VENEZUELA XII

http://veja3.abrilm.com.br/assets/images/2014/4/213997/Maria-Corina-02-size-598.jpg?1396470002
«A deputada venezuelana María Corina Machado (Ueslei Marcelino/Reuters)» (http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/a-venezuela-despertou-diz-deputada-maria-corina-em-sp):
«"Tenham confiança no povo da Venezuela. Essa é a lição dos últimos dois meses. Muitos diziam que a Venezuela estava resignada, paralisada. Mas um chamado à consciência e aos corações por parte dos estudantes despertou o país e esse é um processo irreversível que vai transformá-lo (...)
Todos pensavam que os venezuelanos estavam resignados, acomodados. Mostramos que somos um povo que não tolera abusos. A Venezuela despertou. Jovens e velhos, brancos e negros, pobres e ricos... é um movimento cívico (...)
quando a uma sociedade se fecham as vias institucionais, as pessoas têm duas opções: ou hesitam ou vão às ruas pacificamente lutar pela liberdade (...)
Quando um povo é negado de seus direitos constitucionais, é direito do povo ir para rua. Com a fragilização da Justiça, da liberdade de expressão e do Legislativo, o governo nos deu duas opções: baixar a cabeça e nos resignar ou sair para as ruas para protestar (...)
Não há liberdade de expressão. Como pode se chamar de Constituição algo que persegue, censura e tortura a população? (...) [não há um conflito ideológico entre esquerda e direita, mas um conflito entre] a ditadura e a democracia, entre a Justiça e os atropelos, entre um regime opressor e um povo que clama por liberdade (...)
Sofri agressões físicas dentro do Parlamento e nas ruas. É uma estratégia do poder público para me aniquilar. Tentaram pela força, com a agressão psicológica e agora pela via criminal. Creio que é uma confissão que põe em evidência ao mundo inteiro o caráter ditatorial da Venezuela (...)
No meu país não me permitem entrar no Parlamento, mas em Brasília pude entrar e fui tratada como deputada. Mesmo sem poder entrar no Parlamento, sigo exercendo meu mandato. Eu sigo deputada dentro e fora do meu país (...)» María Corina Machado

http://cifrasonlinecomve.files.wordpress.com/2014/03/nora-sanin.jpg


http://cifrasonlinecomve.wordpress.com/2014/03/11/diarios-extranjeros-y-portales-de-noticias-inician-campana-todos-somos-venezuela/:
«En la campaña “Todos Somos Venezuela” en la prensa internacional, que comenzó el 6 de marzo, participan hasta ahora 30 periódicos extranjeros.
Nora Sanín, directora ejecutiva de la Asociación Colombiana de Editores de Diarios y Medios Informativos, dijo que los impresos dedican una página diaria a divulgar información sobre la conflictividad en Venezuela. Los contenidos son tomados de un portal especial que es alimentado con links de diarios nacionales independientes y oficialistas.
Entre los periódicos que difunden la página sobre el país figuran El Tiempo, de Colombia; O’ Globo, de Brasil; El Mercurio de Chile; El Clarín, de Argentina; El Universal, de México; Nuevo Día, de Puerto Rico; El Comercio, de Ecuador; La Prensa, de Nicaragua, y diarios de Panamá.»

«"El propósito es llamar la atención, solidarizarnos con la situación en Venezuela. La opinión pública internacional debe conocer lo que ocurre con la libertad de expresión y el ciudadano aprender a reclamar el ejercicio de su derecho a Nicolás Maduro. El presidente está en su deber de proteger el derecho a la libertad de expresión; a ver si reacciona (...) Hicimos un comunicado a los medios del mundo entero, existe preocupación sobre Venezuela: desde hace muchos años se ha dado el cierre de emisoras, la eliminación de las frecuencias, la salida de medios internacionales; y, ahora, la crisis de papel se suma a lo ocurrido y asfixia a los medios"» Nora Sanin, Presidenta de Andiarios («agrupa a 30 empresas editoras y alrededor de 60 productos colombianos»).

Nora Sarín entrevistada (http://m.semana.com/enfoque/enfoque-principal/articulo/nora-sanin-lidera-campana-para-defender-la-libertad-de-expresion-en-venezuela/379768-3):
«SEMANA: ¿Cómo surgió la iniciativa ‘Todos somos Venezuela’?
NORA SANÍN: Se nos ocurrió el 31 de enero cuando nos reunimos en Cartagena con el director del diario venezolano El Nacional, que nos dio un panorama sobre la situación. Diez periódicos habían cerrado por la falta de papel y otro tanto había debido restringir sus ediciones. Luego vino el bloqueo a NTN24 y la expulsión de CNN. La situación alcanzó un punto crítico. Entonces, el gerente de El Universal de Cartagena tuvo la idea de iniciar la campaña. Nuestra junta la aprobó, luego se unieron los grupos de medios más grandes de la región. Y ya está marchando.
SEMANA: ¿Ya recibió algún reclamo de Maduro?
N. S.: Hasta ahora no. Quizá venga en algún momento, pero lo importante es saber que actuamos con la conciencia tranquila. Y la tenemos, porque sabemos que estamos representando a la profesión: no a los intereses comerciales de los consorcios de medios, sino al periodista que siente que no puede expresarse.
SEMANA: ¿No teme que el gobierno venezolano los acuse de meterse en asuntos internos y hacer política en nombre del periodismo?
N. S.: En un sentido amplio de la palabra, nosotros estamos haciendo política. Y está bien que la hagamos, pues nuestra causa es defender un derecho universal: la libertad de expresión. Pero nuestra meta a la vez es objetiva, libre de ideologías y defensora de la pluralidad y la diversidad. Si los medios oficialistas nos mandan contenidos, también los vamos a difundir. 
SEMANA: ¿No teme que la campaña termine por difundir información con tendencias políticas, poco rigurosa en lo periodístico?
N. S.: Es un peligro latente. Por eso les insistimos a los aliados que sean rigurosos en los contenidos. Pero a la vez no podemos hacer curaduría, ni podemos convertirnos en jueces de los periodistas profesionales. Lo importante es que lo venezolanos puedan acceder a información diversa y enriquecedora.
SEMANA: La prensa está amenazada en todo el continente. ¿Por qué dedicarse a Venezuela?
N. S.: En América Latina hay distintas formas de presión. En países como México, las amenazas vienen de la delincuencia organizada. Pero en Venezuela, Ecuador y Bolivia se trata de acciones de gobierno. Y eso es muy triste. El presidente de un país debe velar por las libertades. Que las socave es una paradoja indignante. Repito: la libertad de expresión no es un derecho de un país, sino de la humanidad.»

«A Associação Colombiana de Editores de Jornais e Mídia enviou dois caminhões carregados com 52 toneladas de papel à Venezuela, reporta o jornal espanhol El País nesta quarta-feira. A medida, segundo a Associação, tem o intuito de prestar solidariedade e ajudar a imprensa venezuelana, que tem sérias dificuldades em importar papel por causa do câmbio artificial implantado pelo governo de Nicolás Maduro.
No câmbio oficial, um dólar valer cerca de 6,30 bolivarianos e no câmbio das ruas, o real, a moeda americana chega a ser comprada na escala de 1 para 70 bolivarianos – valor mais de dez vezes superior. Por terem de seguir regras fiscais e contábeis, as empresas só podem operar com o câmbio oficial do governo e acabam perdendo muito dinheiro com isso.
Se não bastasse a pressão do governo para cercear a liberdade de imprensa no país, inclusive omitindo dados oficiais públicos, a situação da imprensa venezuelana chegou a tal ponto que treze jornais já saíram de circulação e outros dezessete diminuíram suas edições por falta de papel. A carga vai sair de Cartagena e viajará por dois dias até alcançar solo venezuelano. Na Venezuela, o papel será levado para Barquisimeto para ser utilizado pelo o jornal El Impulso, que é o diário mais antigo do país. O restante seguirá para Caracas para ser usado pelos jornais El Nacional e El Nuevo País, que são os mais afetados pela restrição.
"Em vista dessas limitações para acessar o papel, que não é produzido na Venezuela e exige moeda estrangeira para comprá-lo, concluímos que tínhamos de dar um forte apoio para os jornais venezuelanos", disse ao El País Nora Sanin, diretora da Associação Colombiana de Editores de Jornais. Nora explicou que a medida é simbólica, pois as 52 toneladas de papel são suficientes apenas para 15 dias de circulação dos jornais que serão ajudados. Com essa ação, a associação pretende chamar a atenção de outros periódicos da região para aderirem à iniciativa de cederem parte de seus estoques de papel aos diários venezuelanos.

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) também se pronunciou sobre a carência dos jornais da Venezuela e pediu ao governo para não impor restrições à remessa de papel. "Esta ação de apoio vai testar o governo da Venezuela, para ver se ele continua com sua estratégia de limitar o direto de expressão dos jornais, as poucas vozes independentes que restam no país e que o presidente Nicolas Maduro procura silenciar", disse Claudio Paolillo, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP, em um comunicado. "Os jornais são a última janela do exercício livre e independente na Venezuela depois que os meios audiovisuais passaram a sofrer intervenção direta do governo”, completou Nora.» (http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/jornais-colombianos-enviam-papel-para-imprensa-da-venezuela)


quinta-feira, 3 de abril de 2014

VENEZUELA XI - VENETIOLA XI - VENEZUELA XI

Wake up Government of Brazil about tyranny in Venezuela!
https://pbs.twimg.com/media/BkO790zIEAAHYud.jpghttps://twitter.com/MariaCorinaYA
http://s2.glbimg.com/Nm6J0rttaXRZyRAKaidrhbXl2Nk=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2014/04/02/maria-corina.jpg
A deputada da Venezuela Maria Corina Machado na Comissão de Relações Exteriores do Senado do Brasil
(Foto: Filipe Matoso/G1)


«(...) Maria Corina Machado afirmou nesta quarta-feira (2) em Brasília que a Venezuela vive um “regime sem escrúpulos”. Ela participou de audiência nesta tarde na Comissão de Relações Exteriores do Senado e fez críticas ao presidente do país, Nicolás Maduro.
A Venezuela vive uma crise política entre governo e oposição desde o início de fevereiro. Ao mesmo tempo em que milhares foram às ruas para criticar o governo – em um contexto de inflação, insegurança, escassez de produtos básicos e alta criminalidade –, outros milhares se manifestaram em favor de Maduro e contra os oposicionistas.
Maria Corina teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior de Justiça (TSJ) da Venezuela nesta terça (1º). Ela é uma das líderes oposicionistas ao governo de Maduro.

A perda do mandato, segundo justificou o TSJ , ocorreu porque Corina aceitou ocupar a representação alternativa do Panamá em uma sessão da Organização dos Estados Americanos (OEA). Para o tribunal, o gesto significou “clara contradição com seus deveres como venezuelana”.Corina argumentou que aceitou a proposta com o objetivo de expor a crise que vive o país.
  "Estamos vivendo na Venezuela um regime sem escrúpulos. (...) A Venezuela vive uma crise sem precedentes, uma crise em sua economia, uma crise geral. (...) O que estou fazendo aqui é uma luta pela soberania nacional", disse na audiência no Senado.
Segundo ela, até então, “a OEA só havia ouvido a voz do regime”. “Por ter falado no conselho permanente durante uns minutos a dor que vivem as mães, os estudantes e os trabalhadores venezuelanos, o governo decidiu me julgar como traidora da pátria”, afirmou.

“Na Venezuela, tivemos que sair às ruas para lutar pela liberdade, foi o que correu no nosso país. Os jovens e estudantes saíram às ruas e apelaram à consciência dos venezuelanos, apelaram aos valores que definem uma sociedade. Queriam reivindicar dias melhores para os venezuelanos”, afirmou Corina.
  Durante a audiência, manifestantes a interromperam e a chamaram de “golpista”. Houve gritaria e as pessoas foram retiradas pela segurança do Senado. Após a saída dos manifestantes, Corina voltou a falar aos senadores. “É essa a violência que sofremos na Venezuela”, disse.
“Entre um regime repressor como o da Venezuela e um povo que quer liberdade, peço aos brasileiros que apoiem o povo venezuelano”, completou.
A jornalistas, após a sessão com os senadores, a deputada cassada afirmou sofrer pressão "psicológica" na Venezuela. "Dentro do parlamento, nas ruas, participando das atividades com os cidadãos de forma pacífica. (...) Evidentemente que minha cassação foi uma confabulação dos poderes públicos para me aniquilar, para me calar, para me tirar. Uma decisão inconstitucional, sumária do tribunal, algo inconcebível", completou.

Encontro com Dilma
Questionada sobre se esperava um posicionamento do Brasil em relação à crise na Venezuela, a deputada respondeu que é um tema "sensível" e que se tivesse um encontro com a presidente Dilma Rousseff, seria um encontro de "política para política".
"É um tema particularmente sensível porque ela é mulher, é mãe, já foi vítima da tortura e da perseguição no regime militar. Por isso, eu, se tiver a oportunidade de me dirigir a ela, falarei de política para política, de mãe para mãe, de perseguida para perseguida, não em meu nome, mas em nome de milhões de venezuelanas que têm os direitos desrespeitados na Venezuela", disse.» Filipe Matoso - G1, em Brasília (http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/04/ex-deputada-venezuelana-diz-que-seu-pais-vive-regime-sem-escrupulos.html)

«"Nem o senhor (Nicolás) Maduro nem o senhor (Diosdado) Cabello ( presidente da Assembleia Nacional) têm autoridade para destituir um deputado. Isso é uma aberração", disse Maria Corina ao chegar ao Aeroporto de Brasília. "É um ato que só ocorre em ditaduras. Sou deputada, vim aqui ao Brasil como deputada e seguirei sendo deputada nas ruas da Venezuela."
(...)
"O regime do senhor Maduro nessas últimas semanas passou uma linha vermelha. No passado se tratou de enterrar as violações da democracia e dos direitos humanos, mas, graças ao movimento dos estudantes, se tirou essa fachada e o mundo pode ver o que acontece com os testemunhos nas redes sociais e os meios de comunicação internacionais", afirmou . "Na Venezuela, não há democracia. Há um regime que atua como uma ditadura e por isso não há espaço para a indiferença. A indiferença seria a cumplicidade."
Na semana passada, Maria Corina encontrou com o presidente a Comissão de Relações Exteriores do Senado, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), em Lima, no Peru, e foi convidada a falar ao Parlamento brasileiro. "Eu fiquei muito chocado com o que ouvi", explicou o senador. A deputada estará às 14h no Senado e amanhã irá para São Paulo, onde conversará com um grupo de venezuelanos.
"Esse é uma oportunidade que me deu o senador Ferraço para que a voz de toda a Venezuela seja ouvida e a verdade sobre o que acontece no nosso país possa ser conhecida de primeira fonte, porque nós estamos vivendo e sofrendo", disse. "Os valores como a democracia, a institucionalidade, que são tão arraigados no Brasil estão profundamente enterrados na Venezuela. Por isso precisamos tanto de vocês, das suas vozes no parlamento, por isso estou tão agradecida."

Maria Corina foi recebida por Ferraço e  dois venezuelanos. Luis Flores, morador de Brasília, e Heitor Aguilera. O último, economista que mora em São Paulo, tirou um dia de folga para vir a Brasília receber a parlamentar e entregou a ela um buquê de rosas brancas. "Na Venezuela não tem democracia e nem se pode chamar de ditadura. É simplesmente um país falido, é pior que uma ditadura", afirmou. "A deputada representa a Venezuela do futuro, da paz, do diálogo. Como cidadão, não posso deixar de demonstrar meu apoio."» Lisandra Paraguassu - Estadão (http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,no-brasil-maria-corina-critica-maduro-e-pede-fim-de-indiferenca-de-dilma,1148250,0.htm)

«A visita de Maria Corina é crucial porque alguns membros que integram o governo de Dilma Rousseff, caso do senador Ricardo Ferraço do PMDB, que preside a Comissão de Política Externa, e também membros da oposição, como Fernando Henrique Cardoso, que assinou uma declaração de apoio com vários ex-mandatários latino-americanos, poderiam encorajar o chanceler Luiz Alberto Figueiredo assumir a tarefa de fomentar a confiança mútua graças ao papel de mediador que lhe foi atribuído pela Unasul com vistas a uma solução democrática. Em diversos parlamentos da América Latina, da Europa e de outras regiões, foram aprovadas resoluções em que foi expressada a preocupação com a crescente militarização, repressão e autoritarismo, além do descumprimento de compromissos econômicos.
É uma oportunidade para a deputada que se tornou a voz da oposição repudiar as medidas arbitrárias e inconstitucionais adotadas contra seu mandato parlamentar, denunciar a detenção injustificada de Leopoldo López e de prefeitos presos e condenar a repressão e as torturas desmedidas como resposta à explosão social pacífica dos indignados que têm se manifestado em massa desde 12 de fevereiro. A imprensa brasileira tem abordado a situação no país e as posições da corajosa parlamentar, cujas declarações provocaram represálias que deixam à mostra o perfil do governo de Maduro e que poderão ser ouvidas pelos diferentes setores brasileiros.» Milos Alcalay, ex-embaixador da Venezuela no Brasil - tradução de Terezinha Martino - Estadão (http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,artigo-uma-voz-venezuelana-dissidente-no-brasil,1147993,0.htm)

Denise Chrispim Marin entrevista María Corina Machado 02 de abril de 2014 | 12h 09 - Estadão:
Depois da cassação de seu mandato ser respaldada pela Justiça, militares impediram ontem uma marcha que a senhora lideraria até a Assembleia Legislativa. Como resume o que acontece na Venezuela?
Com esses atos, o governo de Nicolás Maduro fez uma confissão de sua vocação ditatorial. O governo tomou a decisão de destituir um deputado eleito e, para tanto, valeu-se da ação do presidente da Assembleia Legislativa (Diosdado Cabello) e do aval apressado e sem respaldo constitucional do Tribunal Supremo de Justiça, que tentou pincelar um verniz de legalidade no que havia sido feito. Essa foi uma iniciativa absolutamente ditatorial, seguida por outras medidas inconstitucionais, como impedir o meu acesso ao Legislativo e reprimir cidadãos no exercício do direito de se manifestar publicamente. Tudo isso demonstra a enorme fragilidade e debilidade desse regime.
O que a senhora espera dos políticos de oposição e dos aliados da presidente Dilma Rousseff dentro de fora do Congresso brasileiro?
Nós todos da oposição esperamos muito do povo brasileiro, que desenvolveu um espírito altamente democrático e que tem ciência do seu passado e do futuro em comum com os venezuelanos. Na verdade, tínhamos muitas expectativas do atual e do último governos do Brasil, que se frustraram. O Brasil espera ser um líder regional e, para isso, terá de demonstrar na prática coerência na defesa de princípios inalienáveis, como o respeito aos direitos humanos, que tem sido violado sistematicamente pelo governo da Venezuela.
Como confirmar que esses abusos partiram do governo?
Desde janeiro passado, Maduro cruzou uma linha vermelha. Seu governo passou a se valer das forças de segurança e de grupos paramilitares armados para torturar, prender e assassinar venezuelanos. A responsabilidade pelo engajamento desses grupos paramilitares é exclusivamente dele e de seu governo. Vou apresentar os dados e fatos aos senadores brasileiros. Esses fatos não podem ser ignorados por nenhum governo democrático da América do Sul. A indiferença, nesse caso, significa cumplicidade.
Prefeitos e líderes opositores foram presos, a senhora foi cassada, as barricadas estudantis foram derrubadas e, ontem, os seus aliados não puderam seguir em marcha até a Assembleia. Quais os próximos passos da oposição na Venezuela?

Temos de nos manter unidos e firmes nos protestos cidadãos. Temos de continuar a pressionar o governo de Maduro em favor de profundas reformas políticas. Ao mesmo tempo, vamos dar continuidade a um movimento de sensibilização internacional, para que os países hoje solidários e cúmplices desse regime reconheçam que o governo de Maduro ultrapassou a linha do que é aceitável e que não merece mais nenhum respaldo.» (http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,indiferenca-e-cumplicidade-diz-maria-corina-sobre-brasil-e-venezuela,1148236,0.htm)
https://pbs.twimg.com/media/BkORB2wCAAA_rGH.jpg
María Corina Machado e o Senador brasileiro Ricardo Ferraço (https://twitter.com/RicardoFerraco)

Há 50 anos o Brasil foi aprisionado
Há 40 anos Portugal foi libertado
Es tiempo de Venezuela ser liberada
E da Democracia Latina ser aprofundada

«Se demostró que con la pretensión de la Asamblea Nacional de callarme, potenciaron nuestra voz y nuestro mensaje».

quarta-feira, 2 de abril de 2014

FRANÇA II - FRANCIA II - FRANCE II

http://3.bp.blogspot.com/-GUuISq1C-VA/UziSRQ0KG6I/AAAAAAAAMr8/UCk7v_RfUs4/s1600/Municipale+2014+Anne+Hidalgo+elected.jpghttps://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSLMp2_uuU2Mvp07mrguFwmTCrlvV3YFtPSGTjf-Ck5OV96o5koyA
Anne Hidalgo: victoire à Paris «qui ose»!

La socialiste Anne Hidalgo a résisté à la médiocrité de la presidence de François Holande et a tenu la majorité de les votes des parisiens!
http://media-cache-ec0.pinimg.com/736x/b7/96/91/b7969180422237b574cb0598c95ad962.jpg
Opera de Paris: LUCERNAE

France have great challenges ahead: what is the way for increase it lower productivity and lower gross operating superplus from it gross added value? How is possible decrease the weight of General Government in Gross Added Value and increase it contribute to the Creation of Value by Families and Companies?
The changes with a new Government trend to changes in that direction?
Ségolène Royal est nommée ministre de l’Écologie, du Développement durable et de l’Énergie de le nouveau gouvernement ... we hope that France will have a better Government!
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/25/Royal_Toulouse_2012.JPG
«Ségolène Royal au meeting de François Hollande à Toulouse» Jackolan1 (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en





terça-feira, 1 de abril de 2014

VENEZUELA X - VENETIOLA X - VENEZUELA X

TYRANNY, IGNORANCE AND FANATICISM RULE VENEZUELA AT THE MOMENT. THE COUNTRY NEED HELP FROM ALL DEMOCRATS OF THE WORLD. DICTATORSHIP («THE MAJORITY») HAS MADE ONE MORE STEP FORWARD TO IT END. A DEMOCRATIC MEMBER OF PARLIAMENT WITH THE LEGITIMACY GAVE BY 248.000 VOTES (THE MAJOR VOTATION OBTAINED BY A DEPUTY) WAS STOPPED TO ACCESS TO THE PARLIAMENT AND HAVE THE SUPPORT OF MANY PERSONS AS WE CAN SEE IN THIS WORK OF «EL UNIVERSAL»:
http://cdn.eluniversal.com/2014/04/01/marimacgado01.520.360.jpg
«Machado agradeció el apoyo a los ciudadanos congregados en Chacaíto (Cortesía/@PrensaMCM)» 
«RAFAEL ARIAS , VÍCTOR LA CRUZ |  EL UNIVERSAL
martes 1 de abril de 2014  01:33 PM»
«Caracas.- Un nutrido grupo de personas se concentró en la plaza Brión de Chacaíto en respaldo a la diputada  María Corina Machado, luego de haber sido despojada de su cargo de diputada a la Asamblea Nacional.
La Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia tomó una decisión que le impide a la parlamentaria Machado ejercer sus funciones dentro del parlamento.
Machado agradeció a los ciudadanos que se congregaron en Chacaíto "por su confianza y firmeza" y aseguró que "hoy soy más diputada que nunca y seguiré siéndolo hasta que el pueblo lo quiera".
Al momento de su discurso en la Plaza Brión de Chacaíto, Machado, señaló que el día de hoy "es decisivo para mí, porque las decisiones que hoy tomo van a marcarme por el resto de mis años".
"Hoy es un día oscuro para nuestra república, porque son los poderes públicos confabulados. Hoy no solo se ha destruido la democracia en Venezuela. Con esta acción, se desmantela la república", dijo, al referirse a los acciones tomadas por las instituciones del Gobierno que la separaron de su puesto como diputada en la AN.
Pidió al país apoyo y reconocimiento a los representantes del pueblo en la AN, al tiempo que precisó que "entre los diputados de la unidad mayoritaria, hay distintas ideas y por eso me siento orgullosa".
Reveló que todas sus acciones en esta coyuntura política que comenzó el 12 de febrero, las hizo "atendiendo el llamado de los estudiantes. Asumimos la causa más trascendental en la vida de un ser humano".
"¿Por qué me quieren callar? ¿Por qué lo quieren hacer hoy? Porque le tienen miedo a la verdad y al pueblo", sentenció.
(...) La dirigente estudiantil, Gaby Arellano, aseguró que con la decisión del TSJ se pretende callar al pueblo que votó por María Corina Machado.
"Hoy la dictadura quiere callar a los 248 mil venezolanos que votaron por María Corina (...) Hoy con firmeza elevemos esa voz democrática y paquemos el miedo de la dictadura ¡Esto no lo para nadie!", dijo.
Por su parte Freddy Guevara, dirigente de Voluntad Popular, expresó que "la dignidad y la firmeza de saber que vamos a conquistar la libertad, no nos las quita nadie".
Indicó que el pueblo está en la calle "porque quieren un cambio" en el rumbo del país.
Sostuvo que no va a descansar "hasta que nuestros hijos sientan el orgullo por sus padres estar cambiando la historia".
(...) Machado exigió la renuncia de la Fiscal General, Luisa Ortega Díaz, y le hizo un llamado de atención a los integrantes dela Fuerza Armada: "Mucho cuidado con las instrucciones que reciben".
Al finalizar el discurso de la diputada, la Policía Nacional dispersó la manifestación con bombas lacrimógenas. Machado no alcanzó a caminar una cuadra junto a sus seguidores cuando la PNB actuó.
(...) La diputada se dirigió luego a la sede del parlamento en el centro de Caracas para ejercer sus funciones, pero un cordón de la Guardia y la Policía Nacional le impidió el paso.
Posteriormente, se dirigió al Tribunal Supremo de Justicia para introducir un documento solicitando que no proceda la decisión de despojarla de su puesto en la AN.»

http://www.venezuelaawareness.com/wp-content/uploads/2014/03/DSC24921.jpg
Abogada Thelma Fernández

«OCARINA ESPINOZA |  EL UNIVERSAL
martes 1 de abril de 2014  09:31 AM»

«Caracas.- La abogada Thelma Fernández, miembro de un grupo de juristas que asesora a la diputada María Corina Machado, sostuvo que la decisión tomada en la noche de este lunes por la Sala Constitucional que impide a la parlamentaria ejercer sus funciones dentro de la Asamblea Nacional "es la peor afrenta que se le puede hacer a la Constitución Nacional".
"Si bien es cierto que la Sala Constitucional tiene la facultad de interpretar el texto constitucional, no tiene la potestad para usurpar funciones del constituyente para tomar decisiones que estén a favor de un gobierno. La decisión pone en tela de juicio la institucionalidad del Poder Judicial, del Parlamento y arrasa con la voluntad de popular que eligió, a través del voto, a María Corina Machado como su representante en el Parlamento", sostuvo la abogada en entrevista con El Universal.
Agrega que con la decisión se violenta asimismo el derecho a la defensa de la diputada "porque no ha habido un juicio previo para establecer que ella incurrió en una falta que trae como consecuencia el cese de su investidura".
"Pienso que ningún venezolano puede dormir tranquilo sabiendo que cualquier juez puede burlar y decidir en contra de su decisión popular", acotó la abogada.
Lo que procede tras la decisión del TSJ sería recusar a toda la Sala Constitucional en pleno o acudir a instancias internacionales porque la decisión ya ha sido emitida por el máximo tribunal del país, volver a él para la apelación sería acudir a quien ya tiene una posición fijada sobre el tema.
"Las decisiones deben ser evaluadas con mucho cuidado porque la Sala Constitucional ahora se encuentra absolutamente impedida de conocer cualquier acción que interponga la diputada porque ya se ha pronunciado al respecto y  ha demostrado que no cuenta con la imparcialidad que se requiere para conocer de este caso.   Se podría acudir al TSJ pero habría que recusar en pleno a la Sala Constitucional para que sean los suplentes de los magistrados los que conozcan de este caso", explica la abogada Fernández.
(...)
A juicio de la abogada Thelma Fernández en Venezuela se está viviendo una situación muy delicada desde el punto de vista institucional. "Aquí no existe Estado de derecho, hay una impunidad total por parte de los funcionarios de este Gobierno".
Señala que dada esta "impunidad y complicidad" que existe entre el Poder Judicial y el Poder Ejecutivo y Legislativo seguramente se la va a impedir el acceso a la diputada hacia la AN este martes 1 de abril, cuando está convocada una sesión ordinaria.
Si esto llega a ocurrir, explica la abogada, el diputado o el funcionario que impida este acceso a María Corina Machado tendrá que ser denunciado penalmente.  "Estaría incurriendo en un ilícito penal contemplado en la Ley contra la Corrupción como es el abuso de poder, son delitos que no prescriben por ser cometidos por funcionarios públicos. Si hoy no se le permite el acceso a María Corina Machado estarían involucrados de manera flagrante", insistió.
"Queremos ver cómo va a ser la actuación del Ministerio Público de la comisión de este delito por parte del presidente de la Asamblea Nacional, Diosdado Cabello  y del resto de la directiva y diputados en ese recinto", añadió.
Thelma Fernández hizo un llamado a la Federación de Abogados a que convoque a todos los Colegios de Abogados del país para que como gremio ejerzan las acciones que haya lugar contra este tipo de prácticas del Tribunal Supremo de Justicia. "Tenemos que asumir esta responsabilidad con toda firmeza", dijo.» 

segunda-feira, 31 de março de 2014

JORNALISTA - DIURNARIUS - JORNALIST

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Intolerável e vergonhosa cena de abuso de poder de um agente da autoridade sobre uma jornalista no Chiado (Lisboa) em 22-03-2012: «Eu vou direita a ele para lhe mostrar o cartão e ele aí manda-me ao chão de novo, e começa-me a bater com o cassetete, e foi depois aí que o manifestante interviu e me veio ajudar a levantar e recuar para junto dos outros manifestantes ...» Patrícia Melo Moreira (jornalista da AFP) - fotos de hugo correia - fonte: blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho (http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2012_03_01_archive.html)


JORNALISTA

Que missão tão nobre de procura de verdades
A incentivar a opinião das pessoas e da sua participação
Nas suas sagradas liberdades e responsabilidades
Em resultantes dialécticas de comunicação

A partir da descodificação e da codificação
Deveria ficar clara a alienação e a manipulação
O abuso de jogos de aculturada ilusão
Que levam a uma profunda decepção

A Cultura Democrática
Com a sua dialéctica socrática
De procura da verdade
Para as Pessoas da "Cidade"

Não para as submeter
Mas para as realidades entender
Tem na(o) Jornalista
Um(a) importante aliada(o) oportunista

Sempre à procura da oportunidade de abrir a mente
Na sua arte de bem informar quotidianamente
Perante muitos perigos
Tem que encontrar os sentidos

De significados para significantes
Que não se encontram nas estantes
Mas sim nas ideologias e praxis do preverso poder
Que está mais interessado no ter e dever ser do que no ser

A televisão pública despesista
Dirigida por uma pessoa tendenciosa
Depois de uma jornalista da verdade amistosa
Colocou um jornalista sensacionalista

A pior dimensão do individualismo oportunista
Que intoxica Portugal com a sua negativa cultura deturpada
Muito, mas muito televisionada e aculturada
Foi colocado perante o democrata e estatista estadista

Brilhante orador, sempre muito bem preparado
Não estava à espera de tal ardor em que foi apanhado
Pela mesquinha pressão de passado contraditório
Não foi às profundas verdades, foi ao acessório

Mal educado
E muito preconceituado
Foi muito descuidado
O jornalista tão "cuidado"

Fez «figura de parvo»
Mal preparado
Esqueceu-se da histórica relatividade
Que Sócrates argumentou sem dificuldade

Se a mesquinha intenção era brilhar
Deveria ter sido educado a escutar
E depois ser hábil a descodificar
A fragilidade de qualquer estatista a gastar

Mas a diferença entre o estatista mor
E o estatista em escala menor
É que Sócrates modernizou parcialmente o Estado "simplexmente"
E Cavaco Silva enraízou despesa pública permanente indecente

Que agora defende ferozmente
E conseguiu que este oportunista governo subserviente
Nunca tenha efectivamente arrancado
Com uma profunda reforma do Estado

Que profundamente e verdadeiramente
A Criação de Valor e o Estado Social sustente
Em vez da carga fiscal viciada e brutal
Que fez abater sobre as Empresas e Famílias de Portugal

Com a complacência do Tribunal Constitucional
Com a sua subjectividade sobre a (des)confiança, o des(igual) e o (des)proporcional
Como muito bem se salientou
E o mestre Vital Moreira evidenciou


A minha profunda homenagem a toda(o)s os jornalistas que ao longo de toda a História, do passado, presente e futuro, pela Verdade e Democracia, colocam em risco a sua Vida e Liberdade Pessoais e Sagradas, alvos fáceis da Tirania, da Ignorância e do Fanatismo ...


domingo, 30 de março de 2014

PARLAMENTO EUROPEU IV - PARLAMENTUM EUROPAEUM IV - EUROPEAN PARLIAMENT IV

http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/474867?tp=KM&db=IMAGENS
http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/474869?tp=KM&db=IMAGENS
http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/474865?tp=KM&db=IMAGENS
http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/474864?tp=KM&db=IMAGENS
http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/474868?tp=KM&db=IMAGENS
Licia Ronzulli with her daugter Victoria in European Parliament since 2010 (AFP PHOTO/FREDERICK FLORIN)

More rights for Women, Mothers, Families supported in more Value created in European Union in a virtuous circle! With the rules of liberals and conservators Europeans will decrease them population by a negative Economic Policy of austerity without sense and meaning for the interest of all Nations of Europe! The threats of Russia in East show very well what don´t use the forces of a real Union in solidarity and off course in discipline also for all parts (Germany broke the rules in both interactive dimensions) can do.

GOVERNO IV - RECTIO CIVITATIS IV - GOVERNMENT IV

Subserviente ser
Nascido de oportunistas sem fundamentos
Escravo do poder pelo poder
Anda à deriva ao sabor dos ventos

Vento nordeste castigador
Vento oligárquico dominador
Vento do «homem dourado» influenciador - ganhador
Ventos depressivos que causam muita dor

Ideologia liberal conservadora
Tão pouco sedutora
As rendas podem ser excessivas
Em posições dominantes decisivas

Nas privatizações muito se dá a ganhar
O investimento é fácil de captar
Nas parcerias público-privadas
As poupanças não devem ser ousadas

Na Madeira ficou tudo na mesma
A mudança é mais lenta que a lesma
Pressionada pela Troika apareceu a ficção
Uma «reforma do Estado» com guião

Sem qualquer sustentação
É uma clara ilusão
Existem apenas cortes
Aos sabores das sortes

Mas a brutal carga fiscal
Foi e é bem real
Qual é este ser qual ele é?
É o governo actual não é?

Fraco com os fortes
Forte com os fracos
Faz muitos disparates
Seus méritos são parcos

sábado, 29 de março de 2014

VENEZUELA IX - VENETIOLA IX - VENEZUELA IX

http://www.as-coa.org/sites/default/files/styles/article_detail/public/field/image/COA6968-1043_0.jpg?itok=BmO6LAr-

«[Sanctions could become an] important tool [to pressure]. If there is no movement, no possibility of dialogue, if there's no democratic space for the opposition, obviously we have to think about this, and we are thinking about this» Assistant Secretary of State for Western Hemisphere Affairs Roberta S. Jacobson (United States of America)

Conversations between tyrant government of Venezuela and Demoocratic Oposition?
«Aparentemente el Gobierno (de Venezuela) aceptó anoche (miércoles) las condiciones para iniciar ese diálogo. Se creó un grupo de tres cancilleres de tres países para ultimar las condiciones para ese diálogo (...) A todos nos interesa que la situación de Venezuela mejore, a todos nos duele, a todos nos interesa que se normalice» President of Colombia (presentatrion of Instituto de Educación en Derechos Humanos -Organización de Estados Iberoamericanos).
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSXPlOtWoKslTH5mVoSMvEN5monaizZuqSkzmIWMSeZ1iZ_3_Ax


Las Naciones hermanas de Colombia e de Venezuela podrán desarrollar una cooperacíón permitiendo cambios profundos en Venezuela hacia la Democracia y el pleno respeto de las Personas!

Continuámos à espera da profunda alteração da triste e vergonhosa hipocrisia do Governo do Brasil relativo à clara manifestação da tirania chavista:
http://p2.trrsf.com/image/fget/cf/407/305/images.terra.com/2014/03/28/madurodilmarts.jpg

«O Brasil, o maior país e o principal poder diplomático da América Latina, tem reduzido seu apoio ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, devido à insatisfação com a maneira com que ele vem enfrentando os problemas econômicos e os protestos de rua liderados pela oposição.

A mudança de postura, embora sutil, priva Maduro de parte do apoio regional necessário que ele quer, em um momento de escassez de alimentos, alta inflação e incerteza política no país integrante da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

De modo geral, a presidente Dilma Rousseff permanece uma aliada de Maduro. Enquanto Dilma é mais moderada, ambos são parte de uma geração de presidentes latino-americanos de esquerda que cresceram fazendo oposição a governos pró-Washington e acreditam estar unidos em uma missão para ajudar os pobres.

No entanto, Dilma está cada vez mais preocupada com algumas das ações de Maduro e freou o apoio mais entusiasmado ao país, que caracterizou as relações Brasil-Venezuela, sob o antecessor de Maduro, o falecido Hugo Chávez, de acordo com dois funcionários próximos ao governo Dilma.


A presidente estaria preocupada com a repressão do governo venezuelano aos protestos de rua recentes, e a recusa de Maduro em manter um diálogo genuíno com os líderes da oposição, o que pode agravar a crise política com o tempo, disseram os funcionários.
Um agravamento dos conflitos, por sua vez, pode pôr em risco interesses consideráveis de empresas brasileiras na Venezuela, que incluem o conglomerado Odebrecht .

O jornal Valor Econômico informou neste mês que o setor público venezuelano já deve a empresas brasileiras até 2,5 bilhões de dólares.

"O caminho escolhido por Maduro é cheio de riscos", disse uma autoridade, que não quis ter o nome divulgado. "Estamos tentando encorajá-lo a mudar."

A posição brasileira não resulta em maior apoio à oposição venezuelana, enfatizaram os funcionários, acrescentando que o principal objetivo do Brasil é encorajar a democracia e a estabilidade econômica na região.

O exemplo mais claro até o momento de uma mudança de postura do Brasil veio em uma reunião de líderes regionais na posse da presidente do Chile, Michelle Bachelet, no início deste mês.

Maduro disse que queria que os presidentes da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) se reunissem durante o encontro no Chile para fazer uma declaração conjunta de apoio a seu governo.

No entanto, Dilma recebeu a ideia com frieza e deixou o Chile horas depois da posse de Bachelet. Inesperadamente, Maduro mudou seus planos e não viajou para o Chile para o evento.
(...)
Muitos na oposição da Venezuela tem expressado sua insatisfação por Dilma não ter condenado explicitamente Maduro pela violência (...) 

Alguns blogs da oposição apontaram que a maior parte do gás lacrimogêneo usado pela polícia é feito no Brasil.

Mas autoridades brasileiras dizem que precisam ser cuidadosas, uma vez que as declarações mais críticas poderiam estabelecer comparações com Washington, o inimigo número 1 da Venezuela, além do risco de acabar com o diálogo com Maduro completamente.

Dilma também quer laços construtivos com a oposição, mas ela sinaliza que nem seu governo nem outros poderes regionais vão tolerar esforços anti-democráticos para depor Maduro, em um golpe como o que derrubou Chávez brevemente em 2002.

Com essa intenção, Dilma procurou sigilosamente o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, quando estavam no Chile para a posse de Bachelet. Ela pediu ajuda aos Estados Unidos para garantir que a oposição da Venezuela não faça nada radical como tentar depor Maduro, de acordo com duas autoridades com conhecimento da conversa.

Outro fator por trás da postura de Dilma é a eleição brasileira em outubro, em que ela vai tentar se reeleger. Seus dois principais opositores a criticaram por não ser dura o suficiente com Maduro.»

É hora do Grande Brasil ter uma posição clara em relação à Democracia na América Latina e não este cinzentismo, cumplicidade, comprometimento com um regime na Venezuela que desde sempre comete atrocidades contra a Humanidade! Os erros cometidos por presidências «republicanas» conservadoras dos Estados Unidos da América no passado (nomeadamente Vietname, Brasil, Chile, Timor Leste, Iraque) não têm nada a ver com as Presidências Democratas de Bill Clinton e Barack Obama, é tempo da América Latina olhar para os Estados Unidos da América e para a União Europeia, como parceiros fundamentais para o Desenvolvimento e Realização do imenso Potencial Humano da América Latina, como a Colômbia o faz há muito tempo. 

VENEZUELA VIII - VENETIOLA VIII - VENEZUELA VIII

http://s1.reutersmedia.net/resources/r/?m=02&d=20140226&t=2&i=848614593&w=&fh=&fw=&ll=580&pl=378&r=CBREA1P1IZI00
The horrible tyranny in Venezuela request from International Community a strong pression for defend Democracy and the Democratic Persons that with great courage lead opposition against tyrants.
«El pueblo de Venezuela me eligió diputada en el año 2010 por mandato de la Constitución y en ejercicio de su poder soberano.  ¿Cómo puede terminar ese mandato popular? La Constitución establece que el mandato de un diputado a la Asamblea Nacional de la República Bolivariana de Venezuela solo puede terminar cuando se produzca una de cuatro situaciones: la primera, la muerte. La segunda, la renuncia. La tercera, a través de un Referéndum Revocatorio. La cuarta, a través de un tribunal de justicia, mediante una sentencia condenatoria posterior a antejuicio de mérito en el Tribunal Supremo de Justicia y allanamiento de la inmunidad parlamentaria, tal como establece el artículo 200. Ninguna de estas condiciones tiene lugar en mi caso.
El Presidente de la Asamblea Nacional y la Directiva de la misma, no tienen  potestad alguna para destituir a un diputado de su cargo.  Solamente podría la Plenaria de la Asamblea, separarme de mi cargo temporalmente, por una decisión mayoritaria de las dos terceras partes de sus integrantes, como establece el artículo 187 de la Constitución. Como el oficialismo sabe que son minoría, dentro y fuera de la Asamblea Nacional, no buscan cumplir este requisito. En todo caso, la separación que se contempla nunca seria definitiva. La separación absoluta no está contemplada en la Constitución y nunca podrá emanar del Presidente de la Asamblea Nacional, y mucho menos, del Presidente de la Republica.
Argumenta el Régimen que haber tomado la palabra en la silla de la Delegación de Panamá ante la Organización de Estados Americanos trae consigo la pérdida de mi investidura parlamentaria.  Quieren ignorar que sólo se trata del ejercicio de un derecho de palabra inherente a mi ejercicio como parlamentaria venezolana.  La facilitación para un derecho de palabra a un ciudadano de otra nación es un mecanismo para defender la democracia y el sistema de libertades que ha sido utilizado varias veces en la historia de esta Organización.  Es una función absolutamente accidental, cuya aceptación está expresamente permitida por el artículo 191 de la Constitución. Como Diputada no soy funcionaria de la Administración Pública. La actuación del régimen en mi contra es un burdo pretexto. Significa un  abuso del poder que busca silenciar mi voz, obviar mi inmunidad, las prerrogativas  parlamentarias y poder detenerme sin la garantía del debido proceso y del derecho a la defensa, violando todo lo contemplado en la Convención Americana de Derechos Humanos.
¿A qué le teme Nicolás Maduro?  ¿Por qué el empeño en silenciarme?  Le teme a la verdad, le teme a la denuncia, le teme a la protesta pacífica.  No soporta Maduro el que mi voz sea la voz de aquellos que él pretende silenciar.  La inmensa mayoría de los venezolanos queremos la reconciliación  y el diálogo. Pero el diálogo sólo es posible cuando media el respeto y el reconocimiento.  El gobierno venezolano pretende mediante la represión, el asesinato, la tortura y la cárcel, callar a esa mayoría del país que rechaza sus prácticas y con quien afirma querer dialogar. Su comportamiento dictatorial solo logra darnos más razones y fuerza para nuestra lucha cívica, pacífica y firme hasta conquistar la democracia y la libertad.»
María Corina Machado
Lima, 25 de marzo de 2014
https://twitter.com/MariaCorinaYA

sexta-feira, 28 de março de 2014

PARLAMENTO EUROPEU III - PARLAMENTUM EUROPAEUM III - EUROPEAN PARLIAMENT III


http://d20u6ot56f4fzq.cloudfront.net/images/Foto_Noticias/Logotipos/Mudana_Europeias2014.jpg
Lista de Candidatos do Partido Socialista (Portugal) ao Parlamento Europeu

«Renovação, Qualidade e Competências específicas em dossiers fundamentais para Portugal, tendo em vista a articulação entre o futuro Governo e o Parlamento Europeu.
São áreas prioritárias para o PS: Emprego; União Económica e Monetária; Mar; Energia; Ciência e Tecnologia.

A lista do PS é totalmente paritária, integra três independentes em lugares elegíveis e apresenta quadros qualificados nas áreas consideradas prioritárias.» http://www.ps.pt/noticias/noticias/lista-de-candidatos-do-partido-socialista-ao-parlamento-europeu.html

1 - Francisco Assis

2 - Maria João Rodrigues
http://cdn.negocios.xl.pt/2013-09/img_708x350$2013_09_13_11_59_41_207000.jpg
POLÍTICA EUROPEIA, UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA, EMPREGO
Professora Universitária no ISCTE - Lisboa, Doutorada em Economia pela Universidade de Paris (France)

3 - Carlos Zorrinho
http://images.cdn.impresa.pt/sicnot/2012-04-05-zorrinho_bancada_parlamentar_ps_lusa.jpg?v=w960
CIÊNCIA E TECNOLOGIA, ENERGIA
Professor Catedrático da Universidade de Évora, Doutorado em Gestão de Informação

4 - Elisa Ferreira
http://images.dinheirovivo.pt/ECO/File?dDocName=CIECO045781&fileName=A101-122892465461690664893901858.jpg&rendition=extra_wide&SID=168945
UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA
Deputada Parlamento Europeu - Professora da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Doutorada em Economia pela Universidade de Reading (United Kingdom)

5 - Ricardo Serrão Santos

MAR
Professor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, Doutor em Biologia pela Universidade dos Açores e pela Universidade de Liverpool (United Kingdom)

6 - Ana Gomes
http://3.bp.blogspot.com/-nKTuM-fLX_w/TYSZiVbXCiI/AAAAAAAACWA/2zxwrdviYGo/s1600/asdasdasda.jpg
POLÍTICA EUROPEIA
Deputada Parlamento Europeu

7- Pedro Silva Pereira


8 - Liliana Rodrigues
http://3.bp.blogspot.com/-YGxI7Oq5T_A/UzQKHbN6HGI/AAAAAAAAIs8/EZzYhXRoEgk/s1600/LILIANA+RODRIGUES.jpg
EDUCAÇÃO
Professora Universitária e Investigadora em Ciências da Educação na Universidade da Madeira

9 - Manuel dos Santos
10 - Maria Amélia Antunes
11- Fernando Moniz
12 - Isabel Coutinho
13 - José Junqueiro
14 - Célia Afra
15 - Diogo Leão

16 - Maria da Luz Lopes
http://www.tintafresca.net/_DI/NEWS/16266_41661_Maria_da_Luz_Lopes.jpg
EDUCAÇÃO
Mestre em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores

17 - Henrique Ferreira
18 - Maria de Fátima Carvalho
19 - Júlio Barroso
20 - Maria José Batista

21 - Eduardo Lourenço 

CULTURA
Ensaísta

http://d20u6ot56f4fzq.cloudfront.net/media/com_fpss/src/79_deb45d333d0414ba3de42155789fdb4a_s.jpg?t=1394890420
http://www.ps.pt/images/stories/pdfs/PES_Manifesto_PT.pdf

«Manifesto do Partido Socialista Europeu
Adotado pelo Congresso do PSE
Roma 1 de março 2014

Rumo a uma Nova Europa

Acreditamos firmemente que a União Europeia deve mudar. Em maio, o seu voto nas
eleições para o Parlamento Europeu irá dar-nos a oportunidade de transformar a U.E.)
como esta merece. Uma Europa que progrideuma Europa que protegeuma Europa
que atua. A nossa família política, com presença nos 28 países, lutará para que tenhamos um futuro melhor. A direita criou uma Europa de medo e de austeridade.
Durante os últimos cinco anos de maioria conservadora na U.E., lutámos por uma
Europa forte, socialmente justa e democrática. Agora chegou o momento de liderarmos o processo. Para isso, necessitamos do seu apoio, da sua ajuda e do seu voto.

O nosso programa para os próximos 5 anos da União Europeia dará prioridade à criação
de emprego, a uma economia produtiva, ao sentimento de comunidade e respeito pelas pessoas. Queremos que, como cidadão e votante, volte a ter voz na Europa e com
isso queremos devolver a esperança à juventude da Europa.

Em Maio, e pela primeira vez, poderá decidir quem dirige a Europa. O seu voto
determinará quem será o próximo presidente da Comissão Europeia. Para mudar a
maioria conservadora na União Europeia, o único voto que conta é o voto nos
Socialistas Europeus.
(...)»

quinta-feira, 27 de março de 2014

VENEZUELA VII - VENETIOLA VII - VENEZUELA VII




Caracas-Concentración Chacaito
http://mariacorina.com/oficina-de-prensa/fotos.html

«Yo conozco mis derechos y, sobre todo, mis deberes, el cual era regresar a Venezuela a seguir ejerciendo mis funciones, a seguir en esta lucha (...) Ni Diosdado ni nadie me van a quitar mi condición de diputada (...) el único que me puede destituir es el pueblo, no la cúpula podrida que dirige Diosdado Cabello (...) el señor Cabello ha violado todas las leyes de la nación. Ese personaje ni sabe los pasos legales para sacar a un diputado de su puesto. Desde aquí le digo que estoy vivita y coleando para defender mi puesto y el de los electores que votaron por mí (...) Seguiremos en las calles hasta vencer. Y vencer significa rescatar la soberanía nacional, que se le ha entregado de manera humillante a Cuba (...) Ese brillo y esas lágrimas en los ojos de los venezolanos surgen de la indignación a la que nos han sometido (...) Es evidente el miedo del Sr. Maduro y del régimen de los Castro al querer sacarme de la Asamblea (...Lo de la OEA fue vergonzoso para el chavismo todo el dineral que gastaron para silenciarme, pero que va, mi reclamo legítimo le dio la vuelta al mundo y por más millones de dólares que gastaron se cumplió el objetivo de denunciar la dictadura venezolana (...) Fui elegida para ser la voz del pueblo y no nos van a callar (...)» María Corina Machado, member of the Parliament of Venezuela

After the incredible session of OEA María Machado said: «Le tienen miedo a que lo que ocurre en Venezuela sea conocido por el mundo entero y en particular por los pueblos de América (...) se ha alterado dramáticamente el orden democrático (...) una política de Estado de represión y tortura». 

http://i1.wp.com/portugueseindependentnews.com/wp-content/uploads/2014/03/Maria_Corina_venezuela_620x350.jpeg?resize=660%2C330
«El Gobierno reaccionó con la virulencia característica. Por todos los medios disponibles emprendió la embestida contra la diputada María Corina Machado. No le bastaron los ataques físicos de los que fue víctima la legisladora a manos de una “colega” en dos ocasiones. Esta vez la “cosa iba en serio”. ¿El detonando del artillería pesada? El impacto de las denuncias de Machado en el exterior, que le valieron una invitación del presidente de Panamá y la posibilidad de intervenir ante el Consejo Permanente de la OEA, este viernes, 21. Adicionalmente, y frente al encarcelamiento de Leopoldo López, la posición frontal contra las acciones represivas del Gobierno y el rechazo rotundo de la injerencia cubana en Venezuela, incrementaron la antipatía en el seno del sector oficial. A pesar de las acusaciones del titular de la Asamblea Nacional, que la responsabilizó de terrorismo, desestabilización y hasta asesinato, y que podrían derivar en el allanamiento de su inmunidad parlamentaria, Machado partió a Washington el miércoles para exponer la situación venezolana, agravada en las últimas horas con las detenciones irregulares de dos alcaldes opositores.
Pero ¿A qué se debe  la reacción del régimen ante el viaje de la legisladora a un organismo, a todas luces controlado por Ejecutivos aliados? ¿Qué podría decir María Corina que no se sepa? El número de fallecidos es conocido. El de detenidos también. ¿Cuál es la lógica del arrebato de ira oficial? Lo única respuesta posible: no dejar ningún espacio libre para la denuncia, ni siquiera en foros internacionales y mucho menos en aquellos en los que obviamente ejerce marcada influencia.
La ex precandidata presidencial se presenta inalterada. En la capital estadounidense hablará sin tapujos, a sabiendas que de regreso a su país la espera la (in)justicia revolucionaria. Las de este viernes pueden ser sus últimas horas en libertad. Cada palabra será seguida con atención y representarán espinas lanzadas al corazón de la bestia. Las naciones de la región deberán decidir, entre continuar como testigos mudos de la desgracia o promover alguna acción que, en el corto plazo, contribuya  a contener la violencia.
Actualmente la OEA es el equivalente a un zombi que deambula sin rumbo, ni sentido. Los venezolanos esperan que las palabras de María Corina Machado sirvan para reanimar a la institución o para devolverle la vida, y no como epitafio.»

Oscar Zambrano Quiroz http://portugueseindependentnews.com/wp-content/uploads/2013/06/PINN-2-e1364655246200-150x115.png(http://portugueseindependentnews.com/enemiga-publica-nro-1-maria-corina-machado/)

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