sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

REINO DE PORTUGAL IV - REGNUM PORTUGALLIS IV - KINGDOM OF PORTUGAL IV

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d1/Flag_John_IV_of_Portugal_%28alternative%29.svg/800px-Flag_John_IV_of_Portugal_%28alternative%29.svg.pnghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d9/Flag_Peter_II_of_Portugal.svg/200px-Flag_Peter_II_of_Portugal.svg.png
Flags of the kings João IV and Pedro II

REINO DE PORTUGAL (IV: 1640 - 1777)

O domínio Filipino
Foi mesquinho e pequenino
Empobreceu ainda mais
Portugal e os demais

Ingleses, holandeses e franceses
Atacam por todos os lados
Os territórios dos portugueses
Que Madrid defendia com menos soldados

O balão filipino
Estava a traçar o seu destino
As sua centralizações e ambições
Punham em causa as Nações

A autista megalomania
Na armada e nas finanças já tinha perdido a mania
O financiamento das guerras
Provocou revolta nas Terras

Levantou-se a Catalonia
E a antiga Lusitânia
Mais tarde a Andaluzia
Com os impostos como via

Em 1640 Portugal liberta-se
A tirania castelhana cai em Lisboa
O seu saque em 1580 inverte-se
Porque a causa era agora para todos boa

João IV é aclamado Rei
De vitória em vitória se fortaleceu a Grei
Apesar da queda de Barcelona, em 1668 se assina a paz
Que com Castela muitas vezes se desfaz

António do António Sermão
Luta contra a inquisição
Defende o «novo» cristão
E o brasileiro índio da escravidão

Pela sua visão vai seguro
Para a «História do Futuro»
Depois do assírio, persa, grego e romano
Viria o quinto império lusitano

O «Reino Universal» do quinhentista
António também de seu nome
Bandarra e não Vieira de sobrenome
São rios que desaguam no Pessoa universalista

A partir da mesma fé em Jesus Cristo
Se mataram reformadores e contra reformadores
O Salvador não veio para o Cristianismo ser isto
Poder sem Amor, protestantes e católicos provocaram muitas dores

Só em 1648 é assinada a paz
De guerras que vinham de um século atrás, que jaz
O catolicismo fica reduzido à Irlanda, Península Ibérica
À França, Bélgica, Polónia, Baviera, Áustria, Hungria e Península Itálica

No Reino de Portugal católico
A Casa de Bragança vai reinar
E suas vulnerabilidades começar logo a mostrar
Quando a primeira hereditária sucessão se vai dar

Teodósio Príncipe do Brasil
Não chega a suceder a seu pai
Afonso VI é quem lhe sucede sem perfil
A rainha Luísa de Gusmão de Huelva à frente da regência vai

Com a Inglaterra  se renova a velha aliança
A sua filha Catarina vai ser britânica rainha
Mas é afastada pela vontade de poder com esperança
De que a amizade de um conde com o rei seja tão daninha

Com a forte pressão
De nova castelhana invasão
O frágil rei acaba por abdicar
E o ambicioso conde se afastar

Sobe ao poder Pedro II, seu irmão
Que com a sua mulher Maria Francisca de Sabóia se casa
Da nobreza para a monarquia puxa a brasa
E se fortalece com  o estreitamento da luso-britânica ligação

A Inglaterra protege Portugal militarmente
Portugal cede Tânger e Bombaim
Divide o comércio da canela irmãmente
Concede-se às famílias britânicas liberdade sem fim

Partilham-se cidades indianas e brasileiras
Estabelecem-se têxteis manufacturas
E do doce Brasil cheio de açucar, ainda no século XVII no seu final
Começa a chegar uma nova dependência, o ouro a Portugal

Em 1702 inicia-se em Espanha uma guerra de sucessão
Após a casa de Bourbon subir ao trono que era Habsburgo há contestação
Áustria, Prússia, Hannover, Escócia, Inglaterra, Portugal e Catalunha por uma parte
Espanha bourbonista, França e a Baviera por contra-parte

A marciana resultante
Vai ser importante
A Espanha vai perder poder no exterior
Mas vai centrá-lo no seu castelhano interior

Catalunha e Valência
Perdem a sua autonomia e influência
E no contexto da guerra Portugal muito vulnerável
Em 1703 vai assinar um tratado muito desfavorável

Em que se vai incentivar a exportação de vinho português
E a importação de lanifício (têxtil) inglês
Cujo desequilíbrio será compensado pelo ouro do Brasil
E o desenvolvimento de Portugal ficará bloqueado nesse ardil

Actividade secundária para Inglaterra, actividade primária para Brasil e Portugal
David Ricardo falará de vantagem comparativa
Mas de facto a portuguesa dependência será activa
O Reino ficará desnecessariamente mal

Filho da generosa rainha Maria de Neuburg , João V, quinto
O sucessor Não poderia prosperar pelo tinto
E até o dourado metal declinar
O brasileiro ouro vai compensar

Sem estruturar
Sem colher e semear
Só com arte a edificar
Portugal vai-se atrasar

Em 1706 o exército português
Estava na Catalunha com o inglês
Mas em Almansa os Bourbon obtêm uma importante vitória
E a defesa do Reino passa a ser a única escapatória

Depois do apogeu do ouro, veio o seu declínio
E o rei vai esgotar das brasileiras Minas o seu fascínio
Com forte tributação
Vai fomentar no Brasil a rebelião

Ao rei perdulário, que perdeu com leviandade uma grande oportunidade
Sucedeu José I, filho de Maria Ana de Habsburgo, de austríaca natalidade
Que se tinha apercebido da corte portuguesa na sua fragilidade
Que trocava o conhecimento pela beleza, o luxo e a facilidade

Arrastava-se penosamente para um grande atraso Portugal
E o rei casado com Mariana Victoria de Bourbon, vinda de Castela
Vai entregar o poder ao secretário do Reino, Sebastião de Melo, futuro Marquês de Pombal
Que o vai exercer com despotismo iluminado a delegada tutela

Perante o desenvolvimento de Inglaterra
Procura tarde demais incentivar economicamente a portuguesa terra
Monopólios e manufacturas protegidas da concorrência externa
Apoiadas pela importação da matéria ultramarina interna

Liberta os escravos na Índia e Portugal dos importados autos de fé castelhanos da Inquisição
Que se iniciaram (1481) e terminaram (1781) em Sevilha
Mas manda executar os nobres Távoras sem luz e sem compaixão
E torna a Inquisição sob o seu controlo, uma régia ilha

Os poderosos Jesuítas recebem ordem de expulsão
O seu monopólio na Amazónia e na não superior educação
Não vai ter alternativa e fica limitada a universitária transformação
Deixa de ser novo ou velho o cristão

São repetidos e adicionados erros em relação ao Brasil
Com monopólios e bruta tributação
Vai-se alimentando o sentimento de poder vil
E o desejo de autonomia e de libertação

Todas as decisões
Têm as mesmas orientações
Aumentos dos poderes
Sobre todos os seres

Em 1755 após o terramoto
Não se esperava outro maremoto
A reedificação de Lisboa
Ergueu-se sobre todas as classes e ainda soa

A censura régia era mais um meio
De aumentar e exercer o poder do Estado
Sobre Portugal que continuou coitado
O último fim qual era, para além do poder no seu seio?  

Estes déspotas pseudo esclarecidos
No futuro são muito ouvidos
Talvez porque à centralização do poder a alternativa tem sido
Grupos dominantes sem nacional sentido


































«Vitória» José Simões de Almeida (1886) integrada no monumento aos «Restauradores» (Lisboa) foto de Ligh Warrior
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/19/Pav_historia_futuro.jpg/220px-Pav_historia_futuro.jpg 
António Vieira «Historia do Futuro» (1649, 1665, edição de 1718)

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/99/24-_Rainha_D._Maria_Sofia.jpg
Maria Sophia de Neuburg rainha generosa casada com o rei Pedro II, mãe do rei João V
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/80/Lisboa_June_2013-1.jpg/467px-Lisboa_June_2013-1.jpg
«Monument to the Marquess of Pombal, Lisboa, Portugal» - photo by Alvesgaspar (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

GERMÂNIA XI - GERMANIA XI - GERMANY XI

Fall and rise of German Mark:
http://www.leftovercurrency.com/Resources/banknote-100-deutsche-mark-schumann-1989.jpg
100 Deutsche Mark (1989) Clara Josephine Wieck Schumann (1819 – 20 May 1896), pianist composer, wife of Robert Schuman
http://www.leftovercurrency.com/Resources/banknote-20-deutsche-mark-von-droste-hulshoff-1991.jpg
20 Deutsche Mark (1991) Anna Elisabeth Franziska Adolphine Wilhelmine Louise Maria, Freiin von Droste zu Hülshoff (1797 – 1848), writer and composer

5 Deutsche Mark (1991) after reunification of 1990 with Elisabeth Catharina Ludovica Magdalena Brentano - Bettina von Arnim (the Countess of Arnim 1785 – 1859) that was born in Frankfurt am Main, a Romantic artist friend of Goethe and Beethoven.


5 Deutsche Mark of 1960 inside European Economic Community (EEC) founded in 1957.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ec/100-Mark-1971.jpg/800px-100-Mark-1971.jpg
East Germany (DDR) stolen by Stalin has it Mark, here a banknote of the German Karl Marx stolen by soviets from him poorest ideas in the XIX century in a different historical context


The respect for Europe in 1948 of Deutsche Mark of Frankfurt am Main
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/be/1_Rentenmark_1937-1-30_xx.jpg/562px-1_Rentenmark_1937-1-30_xx.jpg
1 Rentenmark from 1937
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/96/1923-9-1-500mil.jpg
500 Million mark banknote (Germany 1923) - hiperinflation, strong devaluation of German Papiermark issued and circulated in big quantity after the fall in I World War (1914-1918). Germany didn´t have gold to support the currency.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/27/Germany_5_Mark_1904_VF_Art_Nouveau_Banknote.jpg/452px-Germany_5_Mark_1904_VF_Art_Nouveau_Banknote.jpg
5 Goldmark banknote of 1904

The rigidity of Wolfgang Schäuble survive to colition between CDU/CSU and SPD. Many Companies and Families in Europe didn´t and wouldn´t. The devaluation in Europe was not good for Germany. But in this actual world incompetencies (many manipulated) don´t have consequencies (banks included), because Persons can´t vote in Wolfgang Schäuble, only can vote in CDU. That don´t means a democratic agree with him and him financial policies. The support in Germany about him policies is not democratic. The member of SPD Jörg Asmussen that come from European Central Bank to German Government have the same monetary rigidity of the German monetary disaster of XX century. The German «Bild» that means «Image» did an interwiew with him (30-112-2013 http://www.bild.de/politik/inland/wolfgang-schaeuble/warnt-vor-niedrigzinsen-34023344.bild.html):

«Hardly confirmed in his office, Finance Minister Wolfgang Schäuble (71) is again fully occupied with the issues of euro bailout, economic policy and tax issues.
Because of the many projects the coalition agreement between CDU and the SPD must first be financed, the euro crisis and economic downturn are still not over long.
BILD spoke with the CDU politician, asked how it goes now fiscally.»

«End of the low interest rate policy
The Minister of Finance is also an end to the low interest rate policy , calls for a rethink here by central banks. Expansionary monetary policies of central banks around the world bring problems for long-term investments with it , Schäuble told BILD: " This can not go on forever , of course . "
However, there were already signs that the money go back in Europe slowly on the financial markets. Also, the interest on the government bonds had already risen again slightly .
With its low interest rate policy , the central bank of the crisis to try to counteract , want to offer a special incentive for investment. In particular, the European central banks and the U.S. Federal Reserve set to this drug .»

«No tax increase , no new debt
Schäuble ( CDU) has also issued new debt and higher taxes for the next four years a rejection . "If nothing unforeseen and Deeply Engraved happens, there is no new debt and no new taxes ," said Schaeuble told Bild .
The coalition agreement between the CDU and the SPD was clearly focused on a stable fiscal policy , Schaeuble said further: " In addition to the agreed priority actions for about 23 billion euros by the individual departments must generate all other measures in their policies. "»

«In the coalition agreement between the CDU and SPD, there is not a rejection of tax increases. Before the general election the CDU and the CSU , however, strongly opposed tax increases. The SPD had demanded tax increases on the other hand , wanted to to fund certain changes - such as the lowering of the retirement age.»

Berlin: celebration of the end of year 2013 and the begining of 2014 (Reuters). What kind of policy for Europe?

ORÇAMENTO DO ESTADO MMXIV (III) - STATUS PRAEVISIONEM ACCEPTI ET EXPENSI MMXIV (III) - GENERAL GOVERNMENT BUDGET MMXIV (III)

http://imagens8.publico.pt/imagens.aspx/818128?tp=UH&db=IMAGENS&w=749
Grupo parlamentar do CDS

Entrou em vigor o Orçamento do Estado para 2014! Mais um desastroso Orçamento desta desastrosa maioria PSD/CDS com apoio do Presidente da República do PSD:
«Saudamos a promulgação, salientamos que é uma decisão política no sentido da estabilidade e da regularidade (...) circunstâncias extraordinárias que Portugal atravessa (...) faltam menos de seis meses para terminar o programa de ajustamento financeiro, tornam ainda mais importantes estes sinais de normalidade e estabilidade (...) é o fim do programa (...) a possibilidade que os portugueses têm e merecem de voltar a ter um país que gradualmente possa viver dentro da normalidade e com soberania» Cecília Meireles (deputada do CDS)
Em relação ao PSD e à sua subserviência em relação ao Ministro das Finanças Alemão, não vale pena perder mais tempo.
Em relação ao CDS importa continuar a referir o seguinte: podia ter exercido o poder dos votos dos seus deputados para influenciar outro rumo para o Governo durante cerca de dois anos; não o fez, engoliu muitos sapos e quando disse basta e desestabilizou, mostrou que era possível ter feito antes algo; após ter ganho poder dentro da coligação foi absorvido na lógica cinzenta e consegue que a profunda reforma do Estado tenha sido hipotecada para além.

Foi uma grande oportunidade perdida ao longo de 2 anos e meio para se ter reorientado o Estado para a criação de Valor e o CDS poderia ter contribuído para isso.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

RÚSSIA V - RUTHENIA V - RUSSIA V

Fișier:Mutter Heimat.jpg
«Mother Russia» by the sculptor Yevgeni Vuchetich (1967) in a photo by Vali - Wikipedia - licence of use (http://ro.wikipedia.org/wiki/GNU_FDL) - Volgograd

Last days, one more time, the Persons of Russia are victims of the horrible terrorism, now and again in Volgograd, the sacrificied city of an horrible destruction by III Reich forces in 1942 and 1943. The terror was created in public transports by manipulation of persons as weapons. God bless all victims and them families. 

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A woman lays flowers to commemorate victims in the explosion at the Volgograd railway station. (RIA Novosti / Kirill Braga)
Homage to victims of rail station of Volgograd (photo by Kirill Braga - RIA Novosti)
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 The city of Volvograd have many beautiful sculptures
http://www.1zoom.net/prev/286/285956.jpg
File:Fountain Friendship of Peoples 002.JPG
«Fountain Friendship of Peoples» in Volgograd - photo by Redboston (Wikipedia) http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/55/%D0%A4%D0%BE%D0%BD%D1%82%D0%B0%D0%BD_%D0%9B%D1%8E%D0%B1%D0%B2%D0%B8_1.JPG/450px-%D0%A4%D0%BE%D0%BD%D1%82%D0%B0%D0%BD_%D0%9B%D1%8E%D0%B1%D0%B2%D0%B8_1.JPG
«Fountain of Love» - Peace Street - Volgograd in a photo by XVodolazx (Wikipedia)(http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
ONE DAY LOVE OF WOMAN AND MAN AND FRIENDSHIP BETWEEN PERSONS AND NATIONS WILL RULL THE WORLD!

http://rt.com/files/news/20/33/80/00/fff.jpg
«The Children’s Dance fountain» (1939) in Volgograd under destruction by III Reich (1942-1943) and in front of rail station that in 2013 have again an attack of destructive forces that don´t respect the sacred Life of Persons, included them supporters ...
http://visualrian.ru/thumbnails/00000002269/2269578.thw
Photo of RIA Novosti http://visualrian.ru/en/images/zooms/RIAN_2269578.jpg

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

ECONOMIA POLÍTICA - OECONOMIA POLITICA - POLITICAL ECONOMY

File:Late Medieval Trade Routes.jpg
«Main trade routes of late medieval Europe» Lampman (Wikipedia)

«Inter-Regional Capital Flows» Twisted MBA (http://www.twistedmba.com/2012/05/18/money-its-a-gas/)

Financial jungle of the eighties years of XX century create objective conditions for capitals moves for distant spaces of economic creation of value, of real support social and sustainable needs of Persons! Financial system leaded by banks created direct and indirectly, strong spaces of speculation without a real regulation. Crisis showed the deep distance between prices and values of a lot of merchandises, papers, futures, electronic mouvements.
But a lot of players as usual, win a lot of money in games of negative or null sum.
Political Societies and General Government of many countries deep linked to banks, supported big bubbles of speculation and the consequences over financial system with a big transfer to debt and taxes of the damages with strong processes of devaluation or fall of empolated prices.

Greece, Ireland, Portugal, Spain, Italy import, with cumplicity of Political Societies, a lot of problems of a not balanced economic system inside European Union that benefit Germany (submarines purchases is an example of corruption).

The answer of European Comission (EC) and European Central Bank (ECB) determinated by German Government and Bundesbank with the cumplicity of International Monetary Fund (IMF) and by the Governments of the countries was a disaster, with a badly linkage with Economists that legitimate the actions of strong devaluation of the Economies without a strong reforms in Political Societies and General Governments.

The incredible «front loading» was a great disaster that create more public debt with a laundering of the big mistakes of central banks and banks that don´t knew failures by a not liberal injection of a lot of money or by nationalization of losses.

The situation implicate that who win with bubbles pay the dammages and not the Persons by brutal taxes, that implicate the stop of freedom circulation of capitals!

Economists go on with empirical and pseudo scientifics points of view, with so many limits that turn them supports to ideological manipulation for defence of interests of lobbies. Liberal ideology are abused, freedom with not balanced powers create more fortunes and more poorness in countries, regions, cities, families, persons.

An example was Carmen Reinhart and Kenneth Rogoff linked to IMF with errors and inflection of them point of view about austerity (http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=41173.0):

«Financial and Sovereign Debt Crises: Some Lessons Learned and Those Forgotten»

 
Author/Editor: Carmen Reinhart ; Kenneth Rogoff
 
Publication Date: December 24, 2013
 
Electronic Access: Free Full text

«Summary: Even after one of the most severe multi-year crises on record in the advanced economies, the received wisdom in policy circles clings to the notion that high-income countries are completely different from their emerging market counterparts. The current phase of the official policy approach is predicated on the assumption that debt sustainability can be achieved through a mix of austerity, forbearance and growth. The claim is that advanced countries do not need to resort to the standard toolkit of emerging markets, including debt restructurings and conversions, higher inflation, capital controls and other forms of financial repression. As we document, this claim is at odds with the historical track record of most advanced economies, where debt restructuring or conversions, financial Repression, and a tolerance for higher inflation, or a combination of these were an integral part of the resolution of significant past debt overhangs.»

We need another alternative approaches that link better micro, meso and macroeconomic analyses with political points of view: Political Economy where empirical methoods are one more mean and not a goal! Is not possible a pure approach in human world. Economic Science must acept it assumptions link subjectivity with objectivity, link expertise with statics. The macroeconomic models must change with qualitative variables and more complex points of view link micro, meso to macro levels ...

domingo, 29 de dezembro de 2013

RÚSSIA IV - RUTHENIA IV - RUSSIA IV

http://imagens3.publico.pt/imagens.aspx/817743?tp=UH&db=IMAGENS&w=749
Press conference in Moscow by Alekhina and Tolokonnikova 27-12-2013 (REUTERS/Tatyana Makeyeva)

Nadia Tolokonnikova: «No que diz respeito ao Presidente Vladimir Putin, não mudámos de posição: a nossa intenção é continuar a protestar até ele cair do poder (...) Se não nos tivessem metido na cadeia, não teríamos deixado de fazer o que fazemos. Não é agora que vamos parar»

Maria Alekhina: «(...) teve a mão da igreja Ortodoxa Russa (...) obsessão de Putin em limpar a sua imagem (...)»

Nadia Tolokonnikova: «As autoridades só tomaram esta decisão por estarem debaixo de intensa pressão, tanto na Rússia como nos países ocidentais. Não há aqui nada de humanitário. Depois da olimpíada, a repressão continua (...)
Quer se goste, quer não, a participação nos Jogos Olímpicos é uma aceitação tácita da situação política interna na Rússia e a aceitação do caminho que está a ser seguido por uma pessoa que está mais interessada nos jogos do que em tudo o resto: Vladimir Putin»

Maria Alekhina; «O mundo de Putin está repleto de desconfianças e conspirações. Acho que ele realmente acredita que o Ocidente é uma grande ameaça para a Rússia (...). Putin é um cheka, fechado, opaco, com uma infinidade de crenças e realmente com medo de muita coisa (...).»

Nadia Tolokonnikova: «Ele pensa que pode controlar tudo, mas isso é impossível e mais cedo ou mais tarde o controlo vai-lhe escapar de entre as mãos (...)»
http://www.portugues.rfi.fr/sites/portugues.filesrfi/imagecache/rfi_43_large/sites/images.rfi.fr/files/aef_image/pussy_1.jpeg

REINO DE PORTUGAL III - REGNUM PORTUGALLIS III - KINGDOM OF PORTUGAL III

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b9/Flag_Portugal_%281578%29.svg/800px-Flag_Portugal_%281578%29.svg.pngFicheiro:Armoiries Philippe II d'Espagne.png
Coat of arms of the king Sebastião of Portugal and Filipe II of Castilla and Aragón

REINO DE PORTUGAL (III: 1495-1640)

O que tinha sido uma sustentada eleição
Passou de novo a ser uma hereditária sucessão
Enredada nas teias de Castela de então
Sem uma boa base de sustentação

Manuel I o «venturoso»
Deixa Portugal saudoso
Dos tempos em que o mérito prevalecia
Sobre as redes da confiança que se tecia

Todos os caminhos iam dar a Castela
Que em termos culturais invadiu o Luso Reino
Com o fanatismo religioso dela
Tão do agrado de qualquer tirano

A «Santa Inquisição» ascendeu
A Liberdade retrocedeu
A Criatividade desfaleceu
Um fogo de negatividade se acendeu

Em nome de Deus contra a sua criação
Que tenebrosa e vil negação
Depois do apogeu humano só poderia vir a depressão
Depois de tanto trabalho de criativa ascensão

Manuel I lidera a colheita de frutos bons
Mas vai desperdiçá-los em demonstrações de poder
Para quem quiser as ter e as e ver
E lançar sementes más, sem dons

A vergonha invade o Reino
Pessoas por pessoas são massacradas
Por fanáticos religiosos instigadas
Vão-se perder e fugir muitas alarmadas

Cujas gerações tinham ajudado os desenvolvimentos
Que permitiram os grandes descobrimentos
O que Portugal tinha conseguido mais pelo consenso
Vai realizá-lo cada vez mais pela força sem senso

O poder agora conquistado é cada vez mais efémero
E o poder anteriormente desenvolvido na luz
Pela ciência, arte e saber que tanto seduz
Vai pelas trevas ser destruído, a pessoa passa a número

Mas a criatividade desenvolvida ao longo do XVI século?
Tem raízes no passado e vai perder o seu futuro
Num Portugal cada vez mais sisudo e duro
O espaço vai ser cada vez menor para o incrédulo

Luís Vaz de Camões e o seu «fogo que arde sem se ver»
Vai ser cada vez mais substituído pelo fogo material
O primado do Criador, o sagrado Amor
Vai ser cada vez mais substituído pela desumana dor

Manuel, Emnuel, Immanuel ligado por Isaías a Jesus
Que nome tão falso o do Rei, que nos vai desligar de Cristo
E da sua cultura da Vida e do Amor
Portugal vai sofrer cada vez mais o temor e o terror

Com que filhas casa sucessivamente Manuel?
Com as dos «católicos» Fernando e Isabel!
O feitiço vai-se virar contra o feiticeiro
Mais um potencial luso herdeiro

Miguel da Paz, depois de sua mãe Isabel de Aragão
Em 1500, com dois anos, também nos vai deixar
E no mesmo ano Manuel com Maria de Aragão vai casar
Com todas as condições da trama vão reafirmar a Inquisição

O fatum está definido
Para Castela num só sentido
O seu filho João III tão pio como o pai
Vai fazer perder muito pio com ai

E vai casar com quem então?
Com Catarina filha de Joana I e Filipe I de Castela
Terceira filha dos reis católicos e rainha de Castela e Aragão
Vai unificar os dois reinos, que vêem  o poder ser afastado dela

A teia de aranha de genes castelhanos eram pouco saudáveis
Física e espiritualmente, João III vai deixar o Reino por um fio
Todos os filhos e filhas falecem antes dele, muito pio
A frágil sucessão monárquica não tem contornos estáveis

Toda a esperança fica depositada no neto Sebastião
Cuja imaturidade vai provocar uma trágica desilusão
Rodeado de Catarina e do cardeal Henrique também muito pio
Que eram a sua avó castelhana e o seu inquisidor tio

Encara o império português com megalomania
Como não pode ir para a Índia pelas armas triunfar
Escolhe o Norte de África para pela força tentar mandar
O «velho do Restelo» dos «Lusíadas» já o pressentia

O seu primo Filipe II de Castela e Aragão
Com negociações secretas com o crescente otomano
Tenta hipocritamente, dissuadir ou o cingir a Larache das Hisperíades, Sebastião
Mas promete-lhe algum apoio condicionado pelo limite mês de Augusto, no verano

Prazo impossível de oito meses que fazem correr o Rei imprudente
Que lhe pediu uma das suas filha em casamento
Que o ambicioso primo adia para depois do «cruzado» tormento
Que com hipocrisia o aconselha a não comandar, o«Prudente»

São conselhos de 1577 que no jovem Sebastião o incitam a ir mais além
Que a leitura dos «Lusíadas» por Camões em 1572 o torna refém
Tem que ficar na História como o último cavaleiro «cruzado»
E por Ela depois muito, mas muito amado

Corre, corre Sebastião
Ao papa e clero a pedir a sua «santa» adesão
À nobreza o seu empenho e adesão
Ao povo a sua déspota violentação e expoliação

Catarina e o Cardeal Henrique estão desta vez unidos contra
Mas quanto mais obstáculos mais arde o desejo
De um fogo consumidor que o projecta na acção pronta
Mais uma vez, um líder e o seu grupo tem mais poder que mérito e ensejo

As parcas sortes até têm pena de tamanha ingenuidade nos actos
Os fios da trama estão preparados
E na altura mais ou menos certa serão cortados
Vénus e suas ninfas já nada podem fazer, perante os destinos traçados

O prazo do hipócrita primo é ultrapassado
Tudo é demasiado precipitado
Tudo é violentamente roubado
Ou na melhor das hipóteses aliciado

Ainda por cima, como era de esperar
O alvo não vai ser o local do antigo jardim das maças de ouro a brilhar
Vai ser em pleno mês de Augusto, no Verão de 1578, com muito calor
Um ano depois do hipócrita limite, pasme-se, um espaço no interior

Alcácer Quibir e suas areias em Marrocos ficam tristemente célebres
O crescente otomano com o seu aliado marroquino
Formam uma meia lua à espera do luso quadrado, tudo facilita o destino
As parcas sentem-se mais do que nunca autómatos que correm como lebres

Para os seus tramados fios tão finos e tão fortes
Desejosos dos seus esperados cortes
Até cansados, exaustos e cheios de sede chegam às suas sortes
Os portugueses, italianos, espanhóis, valões e alemães com os seus portes

A meia lua é mais vulnerável no seu centro na linha avançada pelo quadrado
Mas esquece-se na sua bravura liderada por um Távora o seu envolvimento
O «êxito» inicial vai ser transformado num grande lamento
O quadrado avançado vai ser tragado

O Rei numa leviana honra avança sem salvação
Faz tudo o que não devia fazer
Desde o amanhecer até ao ao entardecer
Parecia uma marionete de falsos valores sem potencial de realização

O hipócrita e familiar abutre
Cheio de força da desgraça se nutre
Vai colher o que Isabel de Castela tinha semeado
E que Afonso V, apesar de João II, tinha propiciado

A dinastia de Avis eleita na luta contra Castela
Tinha sido substituída e já não era mais que uma aguarela
João II foi o seu último líder e Manuel já estava enredado
A partir dele e através de teias hereditárias e religiosas o Reino foi tramado

Que alternativas existiam ao abutre, representante da via tramada
A Nação estava extremamente espoliada e endividada
O familiar cardeal Henrique volta de novo à acção, fraco e sem capacidade de decisão,
Sem eleição, tenta um acordo com o abutre, ele que era o líder da «Santa» Inquisição

Filipe II não precisava de ser grande mestre de xadrez
Tinha mais quase um rei, uma dama e mais duas torres num trago de jerez
Em Portugal só haviam bispos, cavalos e peões
E poucos cruzados de ouro e de prata depois da «cruzada» não eram soluções

A nobreza (cavalos), materialmente e espiritualmente vulnerável e aculturada
Foi facilmente presa maioritária do consenso, muitas vezes corrompida
O clero (bispos) alinhado, teve do papado a não permissão
Para Henrique com uma mulher ter união

Os peões (povo, burguesia), mais uma vez eram determinantes
Para tentar lutar contra destinos ainda mais negativos
Faltavam-lhes lideranças e apoios à sua altura
Como existiram nos tempos heróicos da revolução contra Castela e da sua bravura

Pela força e pelo consenso corrupto e traidor
O Reino de Portugal vai ser submetido com profunda dor
A resistência mal estruturada e preparada
Vai ser facilmente tramada

O abutre castelhano ataca a presa
Por terra e mar, sem qualquer surpresa
Campo Maior, Juromenha, Arronches, Olivença, ai Portugal!
Elvas, Estremoz, Montemor-o-Novo, Alcácer do Sal

Setúbal e Palmela também caiem brutalmente
Cascais resiste e cai heroicamente
Bugio e São Julião mais facilmente
No vale de Alcântara cai Lisboa finalmente

«Mudam-se os tempos mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.»

A mudança histórica que Camões expressa é desastrosa
Da independência a Nação fica saudosa
A nobreza e clero que se aliou aos Filipes
Mais ou mais cedo se apercebeu que eram maus os seus apetites

Não participando nas causas favoráveis
Participa e de que maneira, nas desfavoráveis
A sabedoria popular deveria ter sido aprendida com aprofundamento
De Castela «nem bom vento ou bom casamento»
http://2.bp.blogspot.com/_J8e0PZJXtPA/R1NMhSTXpUI/AAAAAAAAAPw/Ur5z9D-LngI/s320/Isabel-a+Cat%C3%B3lica.jpgIsabel I e sua filha Joana I de Castelahttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b1/Juana_la_Loca_de_Pradilla.jpg
Joana I de Castela considerada «a louca» após a morte de seu marido Filipe I, unifica o Reino de Castela e o Reino de Aragão. É afastada do poder e encerrada em Tordesilhas com a sua filha Catarina, futura mulher de João III.
 http://1.bp.blogspot.com/-apHJkZ3SUTI/Tw656Oc4NSI/AAAAAAAADtE/m14O52MZrt8/s400/inquisicao%2Bbruxaria2.jpg
A horrorosa e terrorista «Santa Inquisição», já enraízada e fanatizada em Castela, entrou em Portugal por via dos muito pios e comprometidos com os reis «católicos» e seus descendentes, Manuel I e seu filho João III, sendo o seu outro filho, o cardeal D.Henrique, seu líder. A negação da Criação de Deus, do Amor de Jesus Cristo, do Humanismo, vão-se afirmar, para desgraça do Reino de Portugal!
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c1/Lagos46_kopie.jpg/800px-Lagos46_kopie.jpg
Eis a resultante de manipular a Fé Cristã para legitimar o Poder: o Reino de Portugal cai pelas suas decisões e acções nas areias de Marrocos perante o crescente Otomano e o abutre Filipe II de Castela e Aragão, reforçado pela Casa de Habsburgo (Haus von Habsburg), vai colher o semeado por Isabel I de Castela com o apoio involuntário de AfonsoV, ironicamente cognominado «o Africano», pela sua acção em Marrocos.
Não prevaleceu a visão Nacional e Humanista do Infante e regente Pedro, de sua filha Isabel e de seu neto João II, mas sim a negativista e pia de Manuel I, suas rainhas e seus descendentes castelhenizados ...
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/ff/Braun_Lisboa_UBHD.jpg
OLISIPO, SIVE UT PERVETUSTA LAPIDUM INSCRIPTIONES HABENT, ULYSIPPO, VULGO LISBONA FLORENTISSIMUM PORTUGALLIA EMPORIU. Franz Hogenberg in «Civitates Orbis Terrarum» (V, 1598).
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRyaaxxTjh8iiXUkevHwSmr3ADCw_zqZ5Ond-eVVRZzC_p1i1eI
«Os Lusíadas» de Luis Vaz de Camões (1572)

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ECONOMIA DE PORTUGAL - OECONOMIA LUSITANIAE - ECONOMY OF PORTUGAL

CS-TOF TAP - Air Portugal Airbus A330-223 taken 08-01-2010 at Lisbon - Portela (LIS / LPPT) airport, Portugal by Rui Alves
Airplane of TAP with a rainbow in a beautiful photo of Rui Alves (http://www.planespotters.net/Aviation_Photos/photo.show?id=120114)

Light and darkness
Sun and rain
Portuguese fatum of sadness
Going in airplane or train

The rainbow of Poortuguese Economies
Become from Economic Societies
And her valiant and resilent Families
Not from State and it economic policies

General Government is a heavy burden
Over the Lusitanic and Latin Nation
Don´t have the coarse kindness of a hurden
For support it creation and action

Plunged in vicious circles without harmony
By an incredible Political Society
After Troika intervention
Still in the same negation


We can see how Families and Economic Societies react to adversity: the firsts financing Economy, the seconds decrease them net borrowing and increase them available income. And General Government? Parasite Nation directly and indirectly by giving to a lot of persons income without merit, withhout contribute to the creation of value in the past or in the present.

The Instituto Nacional de Estatística published the Accounts by Institutional Sectors (third quarter of 2013, current prices) and we create this kind of graphics and tables betwwen since the first quarter of 2008: State is worst again without a deep reform and only with detached measures!

For Economy decreased added Value, Consumption and Investment. Saving increased by Families and net borrowing turns net lending despite General Government disaster.
Exports by merit of Economic Societies and Families begun it growing in the firt quarter of 2010 and imports decreased later with austerity and it strong impact over consumption and investment (internal demand) in a strong devaluation of internal market.   


 In Economic Societies Productivity of Employees increased after a lower level in second quarter of 2009. Economic Value created increased until last quarter of 2012 decreased in first quarter of 2013 and regain the same level in the third quarter. Government talks about growing but in fact, level of last quarter of 2012 are not reached, are distant yet.


 Families cut them consumption after the elections of 2011, PSD+CDS+Troika rise (second quarter of 2011)... and after available income begun decreasing in first quarter of 2011. Saving increase since the lowest level of the second quarter of 2008 with a continuous decresing of investment.