sábado, 23 de novembro de 2013

ESQUERDA DO DEVER SER DEMOCRÁTICO E DO SER AUTORITÁRIO - LEFT OF THE DEMOCRATIC MUST BE AND OF THE AUTHORITARIAN TO BE

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Left and right in European Parlamient (http://www.ecgassociation.eu/portals/0/Images/EU%20Affairs/Acrobat.png)

O infante e regente Pedro, sua filha rainha Isabel e o seu neto o rei João II manifestam as últimas tentativas de impedir que prevaleçam em Portugal os interesses de poucos sobre os interesses da Nação, que vão ter campo aberto com o rei Manuel I e a entrada da inquisição. Essa esquerda da Aula Magna é conservadora de certos interesses instalados que absorve Valor Criado pela Nação por via do Estado. A utilização do conceito de violência manifesta bem as suas origens no Estado Novo, tendo um ser autoritário e um dever ser "democrático".

O que Portugal necessita é de uma profunda transformação da cultural política, da relação entre a sociedade política e a sociedade civil, com representação e participação democráticas verdadeiras, para que se defenda e apoie a criação de Valor no País e no Mundo. Para isso são necessárias as pessoas das direitas e esquerdas mais universalistas, que consigam realizar uma profunda reforma da sociedade política e do estado, que ponha em causa os interesses mesquinhos e insustentáveis que parasitam a nobre Nação, que tudo tem aguentado.

A alternativa a este péssimo, desleal e incompetente governo está numa ligação entre o melhor que está na sociedade civil e na sociedade política (CDS, PSD e PS), mas deveria acabar um sistema de representação baseado apenas nos momentos de eleição dos representantes na AR que têm representado cheques em branco intoleravelmente preenchidos com milhares de milhões de euros (antes eram em contos de réis) ...

A questão é cultural e profunda, mas poderíamos todos contribuir para uma mudança do sistema político. A democracia representativa deve ser aprofundada e também ter mais dimensões participativas. A delegação do poder político de muitos em poucos pode ser muito melhorada e poderão haver instâncias de controlo dos compromissos eleitorais. O que se tem passado com esta legislatura é mais uma vez, escandaloso, a maioria das Pessoas que votaram na «maioria» de representantes, não votaram nisto que é um misto de incompetência, arrogância e de falta de ética, quase sem controlo. Por exemplo, poderemos votar em candidatos de vários partidos e movimentos, em vez de votar na lista determinada de um partido e os representantes poderem responsabilizar os representados, sendo o referendo um dos meios de controlo de decisões fundamentais. Com isto retira-se poder aos partidos representantes e transfere-se mais poder aos representados entre eleições, para evitar péssimas decisões e desperdícios de dinheiros públicos e empolamento de dívidas públicas: as decisões sobre privatizações / nacionalizações (BPN), PPP, Madeira, empresas municipais, ...regulações de oligopólios e cartéis, tinham e têm que ter outros meios de controlo. Muitas questões estão por realizar, o potencial é imenso! A cultura de investir na campanha, captar votos, ganhar as eleições com maioria de representantes amestrados, realizar os jogos de soma negativa à vontade e depois ser avaliado, se tudo correr bem após 4 anos, não deveria acontecer mais, mas nada se fez para o evitar e para se poder cair num novo ciclo vicioso, porque os muitos estão dispersos e os poucos estão concentrados e muitos dos poucos não estão interessados em mudar o sistema. A opção pela brutal tributação que prejudica a criação de valor em vez da profunda reforma da acção pública que beneficiasse essa criação foi um dos «erros» sem qualquer legitimidade democrática, contrária aos compromissos eleitorais, que não teve controlo.

António Costa referiu-se do seguinte modo ao evento da Aula Magna:  «um pouco perplexo (...) especial autoridade (...) em condições normais o dr. Mário Soares não teria que se tirar dos seus cuidados para estar na liderança e mobilização de uma iniciativa deste tipo (...). O facto de o fazer representa também um grande vazio de iniciativa política, porventura designadamente por parte do Partido Socialista».

Não gosto deste pavão
Sem mérito e tanta ambição
Sempre pronto para a traição
Não traz nada de novo não

Gosto mais de boas pessoas como António José Seguro, apesar das suas limitações ...























Mas existem ainda mais esquerdas como a que se expressa nas palavras da historiadora Raquel Varela da Universidade Nova de Lisboa (http://5dias.wordpress.com/2013/11/22/25-de-novembro-a-22/):
«Ontem tivemos que assistir ao triste espectáculo da esquerda parlamentar levantar-se a aplaudir alguns dos responsáveis directos, com funções governativas de topo, do estado a que chegámos. Foi uma espécie de simbólico 25 de Novembro, realizado a 22, com os que o fizeram em 1975 e com os que não lhe resistiram. A ausência de criação de quadros à esquerda até se reflecte na idade – os líderes desta imensa frente patriótica têm em média 70 anos ou mais. Não é pela idade (tantas vezes fonte de confiança e sabedoria e também por isso devemos-lhe respeito). É porque ela reflecte uma juventude ausente e sobretudo que continuamos a ter as mesmas velhas soluções para uma história que é totalmente nova.
Quem não quer atravessar pontes, apoiado na força incontrolável das populações, tem um fantasma educado, ou seja, a saída eleitoral e o TC, para que a burguesia portuguesa mais ligada ao consumo interno recupere capacidade de voltar a acumular capital. Este medir de forças entre a burguesia, aplaudido entusiasticamente pela esquerda parlamentar – ao abrigo da ideia de «frentes populares, patrióticas» – mostra como os trabalhadores estão totalmente órfãos de partido ou organização, programa ou ideias. Dir-me-ão que o problema é que o povo é brando, fraco, e que a esquerda faz o que pode – ainda bem que na mesma hora, ali para os lados do Parlamento, se via em directo um cheirinho do 25 de abril (e saberemos em breve certamente que apoio das direcções sindicais teve aquela invasão ou se ela foi provocada pelos manifestantes). É sempre chato levar os manifestantes para a rua e depois ver que eles invadem as escadarias do Parlamento, ou levá-los para a Ponte forçando a (i)legalidade do Governo. É sempre mais seguro deixá-los a ver a Aula Magna em directo.

Se os trabalhadores portugueses confiarem neste imenso bluff temos então, aí sim, razões para emigrar e desistir. Tenho dúvidas que este cenário pessimista avance, mas ele é possível. É verdade que os trabalhadores não sabem que na Aula Magna não se está a discutir o salário ou a reforma deles mas está-se a disputar os capitais retirados ao trabalho, um gigante combate sobre se o salário deve ir para a dívida pública ou para isenções ficais a empresas «produtivas» que «criam emprego» a 432 euros líquidos. Continuo a acreditar porém no sentido prático de quem vive do trabalho. E que sem perceber nada sobre acumulação de capital, e o combate de morte que se trava entre o sector da burguesia mais ligado às exportações e o outro mais dependente do consumo interno, sabe, como provavelmente aqueles polícias, que com o que ganha não consegue ir ao médico, alimentar decentemente os filhos, chegar ao fim do mês. Há, por razões objectivas (queda real da taxa de lucro o que impossibilita a aplicação de um programa social-democrata reformista clássico, vulgo, manutenção da exploração mediada, com direitos sociais), perspectivas optimistas, e tudo indica que o realismo se vai impor a este jogo de espelhos que é a aliança entre a burocracia enquistada no Estado e o Estado que gere esta distribuição cuidadosa de rendas e misérias.»

Mais ideias da mesma pessoa (http://www.ruadebaixo.com/raquel-varela-entrevista-14-08-2013.html):
“A história mostra, claramente, que a economia não é algo natural, e sim o resultado contraditório da cooperação entre os homens (...).
O pleno emprego só pode ser assegurado na repartição do trabalho, mais gente a trabalhar menos tempo. Aliás, o aumento da produtividade (mais produtos em menos tempo de trabalho, permitido pela utilização de máquinas) logicamente deveria conduzir a este resultado. Tal como nas nossas casas: pomos a roupa a lavar numa máquina para ficarmos com mais tempo livre (para o dedicarmos a coisas preciosas, como cuidar de nós e dos outros). O que impede que isto aconteça nas nossas vidas profissionais é que esta poupança de tempo reverte, sob a forma de lucros, para o capital. Ora o capitalista não investe para suprir necessidades sociais. Investe se acha que poderá obter uma taxa de lucro que ele considere apetecível. O aumento da produtividade significa que se pode fazer o necessário para a vida da sociedade em muito menos tempo. Se a sociedade trabalhasse para suprir as suas necessidades, isso significaria que todos nós precisaríamos de trabalhar menos. Mas com o capitalismo isso significa o quê? Mais desemprego. A precariedade e a insegurança não têm como objectivo tornar as pessoas mais eficazes no seu trabalho, mas baixar os salários e permitir despedi-las mais facilmente. (...)
 O trauma dos horrores estalinistas não me fez em nada acreditar que o capitalismo é o fim da história. Há história para além do gulag e de Guantánamo! Não há recuperação económica no moderno modo de produção capitalista sem barbárie social. E isso é independente de termos gestores mais ou menos corruptos.
Creio que estamos a viver uma crise de 29 adiada. Creio que esta crise não é uma crise financeira nem de subprime, mas uma crise cíclica que começa na produção industrial norte-americana e tem o seu sintoma mais evidente ao nível financeiro. Não confundo a pneumonia com a febre. A pneumonia é a contradição entre a produção para as necessidades e o lucro; a febre, o colapso bolsista que significa a desvalorização da propriedade, em virtude da deflação dos preços na produção. Vou dizê-lo sem diplomacia, quem não percebe a lei do valor enunciada n’ O Capital de Marx não percebe nada da sociedade onde vive. Pode tentar, mas nunca vai dizer nada que não seja superficial. E a prova disso é que 99% dos economistas acha que o dinheiro produz dinheiro. Falam como se as bolsas tivessem vida própria, e mesmo os críticos daquilo a que chama neoliberalismo acham que vivemos numa economia de casino. E a minha pergunta é: se vivemos numa economia dominada pelo sector financeiro, de casino, por que é que as ajudas financeiras não valem nada sem o salário das pessoas? O que aconteceu em 2008 foi uma ajuda maciça ao sector financeiro e 3 meses depois olharam para as populações e disseram: agora são vocês, com as vossas reformas e salários, a pagar! Porque o que provou esta crise é que a produção, o salário e o trabalho são determinantes, o resto, os títulos e as acções, sem isto, sem trabalho, são apenas papel.»

Karl Marx, com todo o seu valor, viveu no século XIX e só conseguiu entender limitadamente (limitou a uma fase histórica limitada), que para a satisfação de necessidades sociais, para a criação de valor a partir do trabalho socialmente necessário, no âmbito de uma profunda divisão social do trabalho, a liderança, o risco assumido, a rendibilidade, a criatividade empresarial dos empresários era decisiva para o futuro desenvolvimento das sociedades, de forma alguma o proletariado (que Marx acreditava ser a solução dialéctica, erradamente). Se o trabalho não for bem orientado e liderado não se transforma em valor, na satisfação de necessidades sociais históricas, que são uma contínua interacção entre os produtos e serviços propostos e os desejos e necessidades das pessoas, com a sempre difícil conciliação entre a capacidade de produzir e a capacidade de comprar, com os evidentes oportunismos, especulações, materialismos, egoísmos históricos, que existem e predominam ainda até que hajam profundas transformações culturais e civilizacionais nos seres humanos, que vão continuar a demorar séculos a se desenvolverem. As instituições financeiras extremamente mal geridas e mal reguladas são pró-cíclicas e empoladoras dos caminhos fáceis e não sustentados para a geração de não valor, que se manifesta nas crises. Voltaremos a estes temas para os quais Raquel Varela tem na minha perspectiva, uma visão redutora e preconceituada, protegida na sua esfera académica paga pela Nação através do Estado e não compreende o que são os empresários e o seu trabalho determinante, que cria valor directa e indirectamente por via do trabalho dos seus colaboradores. A distribuição desse valor tanto pode estar errada pelos empresários serem explorados por trabalhadores cheios de direitos e sem deveres como vice versa. A questão é cultural e evolutiva. Quem está a prejudicar as pessoas que trabalham e a sua desvalorização, não são os empresários é sim um Estado e uma Sociedade Política parasitas, cheios de interesses e direitos a ele agarrados antes e depois de 25 de Abril. All bourgeois but the who? O conceito de burguesia, na minha opinião, não faz qualquer sentido ser aplicado na actual realidade histórica. Voltarei a este interessante tema, que dialecticamente lhe agradeço, o Valor, que me apaixona desde os tempos da faculdade em que li o «Das Kapital», mas também os «Grundrisse» e que o tenho estudado toda a minha vida! Marx é mais interessante e ao mesmo tempo mais limitado de como a Raquel o vê, na minha opinião. Por exemplo, o grande amigo de Gramsci o economista italiano Piero Sraffa, deu contributos importantes de aprofundamento, sinalizados por Umberto Cerroni ...

Se a pessoa que se considera de esquerda quiser realizar os seus valores deverá compreender muito bem a realidade histórica e se compreender a si própria, com tanto dever ser desfasado do ser deveria começar por se transformar a si mesma antes de querer transformar o Mundo. E acima de tudo respeitar profundamente o outro e respeitar-se a si própria, ser verdadeiramente democrata e humanista até consigo própria!

Grande parte da esquerda e da direita (simplificação dualista) não entende profundamente o actual momento histórico, cegas pelos seus interesses. As políticas de direita e de esquerda oportunistas e incompetentes, com direitos e deveres desfasados da sua sustentação, comprometem os interesses de Portugal, dos seus empresários e trabalhadores. Seria fundamental transcender a direita e a esquerda e todos contribuirmos para a criação de valor no Mundo, com um Estado e uma Sociedade Política defensoras da Sociedade Civil e da Nação!

SELECÇÃO NACIONAL DE FUTEBOL - NATIONALIBUS PEDILUDIUM QUADRIGIS - NATIONAL FOOTBALL TEAM

O grande herói Português Cristiano
Deu muita alegria ao País Lusitano
Portugal vai no Brasil irmão participar
Para o Mundial de Futebol encantar

Do Sporting de Lisboa pretérito
Ao Real de Madrid com tanto mérito
Tanto trabalho para que a magia aconteça
Para que ressurja a Luso-Latina esperança

Apurou-se também com dificuldade a França
Mas que pena que a Roménia não apareça
A juntar-se à Espanha e à Itália
Ao Chile, à Argentina e à Colômbia

Também com influências Latinas
Estarão presentes as Ilhas britânicas
E os Estados Unidos da América
Para o jogo de dinâmica esférica

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSpKpKl6V5w4QBtaNHK67-e_QePlCX96jDrFeJAxjBEjLHczBzNhttp://thumbs.sapo.pt/?Q=90&pic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fimages%2FDESPORTO%2Fhp2%2Ffutebol%2Fmundial%2Fbrasil_2014%2Fcristiano_ronaldo_cavalgada_800_533_suecia_portugal.jpg&W=254&H=190&hash=835a17400c639fb20d385eaa11b6f4f5&errorpic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fimages%2FDESPORTO%2F1.1.9%2Fdefault-photo.gif

http://www.jornalacores9.net/wp-content/uploads/2013/11/portugal-suecia-golo.jpg
http://imguol.com/c/esporte/2013/11/19/19nov2013---jogadores-do-portugal-comemora-gol-marcado-por-cristiano-ronaldo-esq-na-partida-contra-a-suecia-pela-repescagem-da-copa-do-mundo-1384897168823_1024x686.jpg

Sporting Clube de Portugal, Manchester United, Real de Madrid: Cristiano Ronaldo: «três qualidades fundamentais: paixão pelo treino, paixão pelo jogo e paixão pela profissão.» Aurélio Pereira, responsável no Sporting pelo êxito alcançado na formação de jogadores com imenso talento.http://l1.yimg.com/bt/api/res/1.2/rdm7hjEaSTXOW57Ooeqalw--/YXBwaWQ9eW5ld3M7Y2g9MjMyMjtjcj0xO2N3PTMzNDE7ZHg9MDtkeT0wO2ZpPXVsY3JvcDtoPTQzODtxPTg1O3c9NjMw/http://l.yimg.com/os/publish-images/sports/2013-11-09/bbfd647a-1db5-4d86-9d1f-59d35fd4047c_000_DV1574623.jpg

http://cpmartim.files.wordpress.com/2009/03/seleccao_aa.jpg?w=450http://selecoesportuguesas.fpf.pt/DesktopModules/PlayerDetail/GetPhotoControl.ashx?type=player&id=350532&w=260Também a Selecção de Futebol Feminino de Portugal constitui um grande orgulho para a Nação Portuguesa com os seus brilhantes resultados!

domingo, 17 de novembro de 2013

CUSTO DE OPORTUNIDADE - SUMPTUS OPPORTUNITATEM - OPPORTUNITY COST

http://myartinthebox.com/home/wp-content/uploads/2008/08/green-branches.jpg
«Green Branchees» Katie Gunther Novella (2008) http://myartinthebox.com/home/
http://blogging4jobs.com/wp-content/uploads/2010/06/geny.jpg
Y, fork, alternative ways, possible decisions with consequences ... Portuguese Government under Troika influence make wrong decisions about Portugal ... vicious circles are triggered ... the better options lost ... the statal monster still in place after more than two years ... the cost of opportunity is a brutal devaluation of Companies and Families, the source of Value creation!
Portugal need better options with less costs of opportunity! Public action must have a deep reform in all it dimensions, Political Society must deeply change despite the complexity because it political culture have deep vicious ... the political system have cultural limits of change ...

The Minister of Finance said about the trade off between possible alternatives in general government budget with previous negotion with IMF, ECB and EC (Triga Troika): «I have social sensibility but i don´t have the money». But Minister is obvious likke in the past that despite the lower level of freedoom degrees that we have a lot of alternatives! Government said by ministers that don´t acepted all Troika pressures but have a clear choice: still the same brutal fiscal pressure over Families the same devaluation of domestic market that prejudice all companies included exports. The political mix of the Portuguese Government stil a disaster. And the good signals come always from Civil Society that resist, have resilence, emigrate (finnaly the former minister of economy Daniel Bessa have a personal lightness about unemployment), save, that export despite the weights of the Government and from the brutal state!

The journal Expresso said in November 16, 2013 by the words of Ângela Silva e Filipe Santos Costa: «O PSD propunha compensar as alterações ao OE com contribuições extraordinárias sobre as PPP e os sectores das telecomunicações e da grande distribuição, mas a oposição do Ministério da Economia, o pouco entusiasmo das Finanças e o distanciamento do primeiro-ministro inviabilizaram as propostas. (...)
Ao que o Expresso apurou, o desagrado do Governo pela forma "voluntarista" como os deputados do PSD avançaram mereceu um reparo da direcção do partido. E Maria Luís Albuquerque, quando discutiu com as bancadas da maioria estas propostas apresentadas em nome da "sensibilidade social", terá respondido: "Eu tenho sensibilidade, não tenho é dinheiro".
Por fim, Passos Coelho deixou claro que era preciso o líder parlamentar do seu partido sair deste processo com algum ganho de causa e a solução final acabou por espelhar essa decisão. Mínimo que seja, o PSD introduziu algum melhoramento no OE. Sobretudo tentou - enquanto os deputados do CDS, tão ativos no passado, este ano subscrevem as propostas, "fizeram de mortos".»

Hipócritas, mesquinhos, provincianos, subservientes 
Fallacem, parve, paroecialium, inserviens 
Hypocritical, stingy, provincial, subservient

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13980432/877x658
Apresentation of General Government Budget proposal for 2014 in Parlamient by the Minister of Finance and her staff (October of 2013)

It´s very clear that we have better options. The only party that we can have hope, despite desillusions, the true social democrats and democratic socialists have these proposals:

http://d20u6ot56f4fzq.cloudfront.net/images/Foto_Noticias/Eventos/20131114_reuniaoSMP.jpgO «O PS compreende as razões apresentadas por várias organizações relativamente a este Orçamento do Estado» Sónia Sanfona, Secretária Nacional do PS (http://www.ps.pt/noticias/noticias/ps-recebeu-sindicato-dos-magistrados-do-ministerio-publico.html#sthash.RiMAJ3J2.dpuf)

«O Partido Socialista apresentou hoje mais de duas dezenas de propostas de alteração ao Orçamento do Estado, que visam dar prioridade à economia, apoiar os desempregados e as famílias, aumentar a equidade nas políticas públicas e a distribuição dos esforços na sociedade portuguesa. (...)
“Este Orçamento de Estado é um orçamento não reformável, porque insiste numa política de austeridade que já deu e provou os seus maus resultados”, considerou o Presidente do Grupo Parlamentar do PS na conferência de imprensa de apresentação das propostas de alternativa política que o Partido Socialista defende e que, se adotadas, tornariam o Orçamento “mais justo e mais amigo da economia, minorando, também alguns dos enormes sacrifícios das famílias”.
Alberto Martins considera que esta proposta de orçamento “constitui e conduz ao empobrecimento dos portugueses. É um orçamento que insiste numa política de pobreza, de desigualdades sociais, de recessão, de degradação social e de fragilização democrática”.
“É um orçamento que empurra o país para a recessão e para o desemprego, as medidas de austeridade conduzem a uma dívida cada vez mais agravada que não para de subir” e cujas consequências sociais são de “acentuação da pobreza, em particular para os mais idosos, dificuldades para as famílias e para as empresas”, sublinhou o líder parlamentar. Por isso, o Partido Socialista considera que “este é um mau orçamento que não resolve os problemas da economia e da sociedade”.

O Partido Socialista quer, contudo, “sinalizar, com as medidas alternativas que propõe, o apoio aos setores sociais mais carenciados, evitar esta lógica de empobrecimento que é o traço mais marcante da proposta do governo, favorecendo as empresas, as famílias e criar situações de justiça social e condições para o crescimento e o emprego, permitindo que as pequenas e médias empresas tivessem uma liquidez capaz de dar resposta às suas necessidades mais prementes”.

Do conjunto das propostas do Partido Socialista, o deputado Pedro Marques destacou a renovação da cláusula de salvaguarda do IMI, “uma proposta de enorme impacto social” porque tem o duplo alcance de manter o valor máximo de acréscimo de 75 euros para 2014 e de abranger os imóveis avaliados em 2013, salvaguardando do aumento exponencial de impostos. Pedro Marques sublinha que esta proposta, que já tinha sido apresentada e rejeitada pelo Governo, “é importante num momento em que as famílias, para além do enorme aumento de impostos, vão sofrer grandes cortes nos seus rendimentos”.
Para tentar minorar as dificuldades das famílias, Pedro Marques anunciou que o PS vai apresentar novamente a proposta de prorrogação do subsídio social de desemprego, cuja importância já foi explicada ao governo “mas à qual este tem sido insensível”.

Pedro Marques enunciou ainda alguns “sinais importantes que se podem dar à economia”, como o pagamento das dívidas do Estado às empresas, para o qual defende que podiam ser canalizadas as verbas não utilizadas do fundo de recapitalização da banca.

O PS insiste também na redução do IVA da restauração, que “provocou milhares e milhares de desempregados e falências neste setor”, considerando que a um “grande erro do governo” se soma a “teimosia” em não voltar atrás depois das consequências que são conhecidas.

O PS, explicou o deputado, mantém as prioridades na redução do IRC para as pequenas e médias empresas. O PS tem como opção “a redução para metade para as pequenas e médias empresas e não a prioridade à redução do IRC às muito grandes empresas, como o Governo tem feito”.

Para que as propostas do PS tenham neutralidade orçamental, Pedro Marques sublinhou a defesa de “um pedido de esforço a alguns setores”, em particular com a taxa sobre as Parcerias Público Privadas, a revogação permanente e integral dos benefícios fiscais aos fundos de investimento imobiliário, bem como a alteração do regime de dupla tributação económica das SGPS.

“As nossas propostas são neutras do ponto de vista orçamental, melhorariam a situação das famílias em aspetos essenciais, dos desempregados que ficam sem subsídios, mas também das famílias que estão a sofrer grandes aumentos do IMI e favoreceriam a situação das pequenas e médias empresas, dando algum estímulo à recuperação da atividade económica, sem o qual não há consolidação, apenas há desemprego e aumento da dívida pública”, defendeu o deputado socialista.
- See more at: http://www.ps.pt/noticias/noticias/ps-apresentou-propostas-de-alteracao-ao-oe-que-visam-dar-prioridade-a-economia-e-apoiar-as-familias.html#sthash.h8LHZrSZ.dpuf
O Partido Socialista apresentou hoje mais de duas dezenas de propostas de alteração ao Orçamento do Estado, que visam dar prioridade à economia, apoiar os desempregados e as famílias, aumentar a equidade nas políticas públicas e a distribuição dos esforços na sociedade portuguesa.
“Este Orçamento de Estado é um orçamento não reformável, porque insiste numa política de austeridade que já deu e provou os seus maus resultados”, considerou o Presidente do Grupo Parlamentar do PS na conferência de imprensa de apresentação das propostas de alternativa política que o Partido Socialista defende e que, se adotadas, tornariam o Orçamento “mais justo e mais amigo da economia, minorando, também alguns dos enormes sacrifícios das famílias”.

Alberto Martins considera que esta proposta de orçamento “constitui e conduz ao empobrecimento dos portugueses. É um orçamento que insiste numa política de pobreza, de desigualdades sociais, de recessão, de degradação social e de fragilização democrática”.

“É um orçamento que empurra o país para a recessão e para o desemprego, as medidas de austeridade conduzem a uma dívida cada vez mais agravada que não para de subir” e cujas consequências sociais são de “acentuação da pobreza, em particular para os mais idosos, dificuldades para as famílias e para as empresas”, sublinhou o líder parlamentar. Por isso, o Partido Socialista considera que “este é um mau orçamento que não resolve os problemas da economia e da sociedade”.

O Partido Socialista quer, contudo, “sinalizar, com as medidas alternativas que propõe, o apoio aos setores sociais mais carenciados, evitar esta lógica de empobrecimento que é o traço mais marcante da proposta do governo, favorecendo as empresas, as famílias e criar situações de justiça social e condições para o crescimento e o emprego, permitindo que as pequenas e médias empresas tivessem uma liquidez capaz de dar resposta às suas necessidades mais prementes”.

Do conjunto das propostas do Partido Socialista, o deputado Pedro Marques destacou a renovação da cláusula de salvaguarda do IMI, “uma proposta de enorme impacto social” porque tem o duplo alcance de manter o valor máximo de acréscimo de 75 euros para 2014 e de abranger os imóveis avaliados em 2013, salvaguardando do aumento exponencial de impostos. Pedro Marques sublinha que esta proposta, que já tinha sido apresentada e rejeitada pelo Governo, “é importante num momento em que as famílias, para além do enorme aumento de impostos, vão sofrer grandes cortes nos seus rendimentos”.
Para tentar minorar as dificuldades das famílias, Pedro Marques anunciou que o PS vai apresentar novamente a proposta de prorrogação do subsídio social de desemprego, cuja importância já foi explicada ao governo “mas à qual este tem sido insensível”.

Pedro Marques enunciou ainda alguns “sinais importantes que se podem dar à economia”, como o pagamento das dívidas do Estado às empresas, para o qual defende que podiam ser canalizadas as verbas não utilizadas do fundo de recapitalização da banca.

O PS insiste também na redução do IVA da restauração, que “provocou milhares e milhares de desempregados e falências neste setor”, considerando que a um “grande erro do governo” se soma a “teimosia” em não voltar atrás depois das consequências que são conhecidas.

O PS, explicou o deputado, mantém as prioridades na redução do IRC para as pequenas e médias empresas. O PS tem como opção “a redução para metade para as pequenas e médias empresas e não a prioridade à redução do IRC às muito grandes empresas, como o Governo tem feito”.

Para que as propostas do PS tenham neutralidade orçamental, Pedro Marques sublinhou a defesa de “um pedido de esforço a alguns setores”, em particular com a taxa sobre as Parcerias Público Privadas, a revogação permanente e integral dos benefícios fiscais aos fundos de investimento imobiliário, bem como a alteração do regime de dupla tributação económica das SGPS.

“As nossas propostas são neutras do ponto de vista orçamental, melhorariam a situação das famílias em aspetos essenciais, dos desempregados que ficam sem subsídios, mas também das famílias que estão a sofrer grandes aumentos do IMI e favoreceriam a situação das pequenas e médias empresas, dando algum estímulo à recuperação da atividade económica, sem o qual não há consolidação, apenas há desemprego e aumento da dívida pública”, defendeu o deputado socialista.
- See more at: http://www.ps.pt/noticias/noticias/ps-apresentou-propostas-de-alteracao-ao-oe-que-visam-dar-prioridade-a-economia-e-apoiar-as-familias.html#sthash.h8LHZrSZ.dpuf
O Partido Socialista apresentou hoje mais de duas dezenas de propostas de alteração ao Orçamento do Estado, que visam dar prioridade à economia, apoiar os desempregados e as famílias, aumentar a equidade nas políticas públicas e a distribuição dos esforços na sociedade portuguesa.
“Este Orçamento de Estado é um orçamento não reformável, porque insiste numa política de austeridade que já deu e provou os seus maus resultados”, considerou o Presidente do Grupo Parlamentar do PS na conferência de imprensa de apresentação das propostas de alternativa política que o Partido Socialista defende e que, se adotadas, tornariam o Orçamento “mais justo e mais amigo da economia, minorando, também alguns dos enormes sacrifícios das famílias”.

Alberto Martins considera que esta proposta de orçamento “constitui e conduz ao empobrecimento dos portugueses. É um orçamento que insiste numa política de pobreza, de desigualdades sociais, de recessão, de degradação social e de fragilização democrática”.

“É um orçamento que empurra o país para a recessão e para o desemprego, as medidas de austeridade conduzem a uma dívida cada vez mais agravada que não para de subir” e cujas consequências sociais são de “acentuação da pobreza, em particular para os mais idosos, dificuldades para as famílias e para as empresas”, sublinhou o líder parlamentar. Por isso, o Partido Socialista considera que “este é um mau orçamento que não resolve os problemas da economia e da sociedade”.

O Partido Socialista quer, contudo, “sinalizar, com as medidas alternativas que propõe, o apoio aos setores sociais mais carenciados, evitar esta lógica de empobrecimento que é o traço mais marcante da proposta do governo, favorecendo as empresas, as famílias e criar situações de justiça social e condições para o crescimento e o emprego, permitindo que as pequenas e médias empresas tivessem uma liquidez capaz de dar resposta às suas necessidades mais prementes”.

Do conjunto das propostas do Partido Socialista, o deputado Pedro Marques destacou a renovação da cláusula de salvaguarda do IMI, “uma proposta de enorme impacto social” porque tem o duplo alcance de manter o valor máximo de acréscimo de 75 euros para 2014 e de abranger os imóveis avaliados em 2013, salvaguardando do aumento exponencial de impostos. Pedro Marques sublinha que esta proposta, que já tinha sido apresentada e rejeitada pelo Governo, “é importante num momento em que as famílias, para além do enorme aumento de impostos, vão sofrer grandes cortes nos seus rendimentos”.
Para tentar minorar as dificuldades das famílias, Pedro Marques anunciou que o PS vai apresentar novamente a proposta de prorrogação do subsídio social de desemprego, cuja importância já foi explicada ao governo “mas à qual este tem sido insensível”.

Pedro Marques enunciou ainda alguns “sinais importantes que se podem dar à economia”, como o pagamento das dívidas do Estado às empresas, para o qual defende que podiam ser canalizadas as verbas não utilizadas do fundo de recapitalização da banca.

O PS insiste também na redução do IVA da restauração, que “provocou milhares e milhares de desempregados e falências neste setor”, considerando que a um “grande erro do governo” se soma a “teimosia” em não voltar atrás depois das consequências que são conhecidas.

O PS, explicou o deputado, mantém as prioridades na redução do IRC para as pequenas e médias empresas. O PS tem como opção “a redução para metade para as pequenas e médias empresas e não a prioridade à redução do IRC às muito grandes empresas, como o Governo tem feito”.

Para que as propostas do PS tenham neutralidade orçamental, Pedro Marques sublinhou a defesa de “um pedido de esforço a alguns setores”, em particular com a taxa sobre as Parcerias Público Privadas, a revogação permanente e integral dos benefícios fiscais aos fundos de investimento imobiliário, bem como a alteração do regime de dupla tributação económica das SGPS.

“As nossas propostas são neutras do ponto de vista orçamental, melhorariam a situação das famílias em aspetos essenciais, dos desempregados que ficam sem subsídios, mas também das famílias que estão a sofrer grandes aumentos do IMI e favoreceriam a situação das pequenas e médias empresas, dando algum estímulo à recuperação da atividade económica, sem o qual não há consolidação, apenas há desemprego e aumento da dívida pública”, defendeu o deputado socialista.
- See more at: http://www.ps.pt/noticias/noticias/ps-apresentou-propostas-de-alteracao-ao-oe-que-visam-dar-prioridade-a-economia-e-apoiar-as-familias.html#sthash.h8LHZrSZ.dpuf
Do conjunto das propostas do Partido Socialista, o deputado Pedro Marques destacou a renovação da cláusula de salvaguarda do IMI, “uma proposta de enorme impacto social” porque tem o duplo alcance de manter o valor máximo de acréscimo de 75 euros para 2014 e de abranger os imóveis avaliados em 2013, salvaguardando do aumento exponencial de impostos. Pedro Marques sublinha que esta proposta, que já tinha sido apresentada e rejeitada pelo Governo, “é importante num momento em que as famílias, para além do enorme aumento de impostos, vão sofrer grandes cortes nos seus rendimentos”.
Pedro Marques enunciou ainda alguns “sinais importantes que se podem dar à economia”, como o pagamento das dívidas do Estado às empresas, para o qual defende que podiam ser canalizadas as verbas não utilizadas do fundo de recapitalização da banca.
O PS insiste também na redução do IVA da restauração, que “provocou milhares e milhares de desempregados e falências neste setor”, considerando que a um “grande erro do governo” se soma a “teimosia” em não voltar atrás depois das consequências que são conhecidas.
O PS, explicou o deputado, mantém as prioridades na redução do IRC para as pequenas e médias empresas. O PS tem como opção “a redução para metade para as pequenas e médias empresas e não a prioridade à redução do IRC às muito grandes empresas, como o Governo tem feito”.
Para que as propostas do PS tenham neutralidade orçamental, Pedro Marques sublinhou a defesa de “um pedido de esforço a alguns setores”, em particular com a taxa sobre as Parcerias Público Privadas, a revogação permanente e integral dos benefícios fiscais aos fundos de investimento imobiliário, bem como a alteração do regime de dupla tributação económica das SGPS.
“As nossas propostas são neutras do ponto de vista orçamental, melhorariam a situação das famílias em aspetos essenciais, dos desempregados que ficam sem subsídios, mas também das famílias que estão a sofrer grandes aumentos do IMI e favoreceriam a situação das pequenas e médias empresas, dando algum estímulo à recuperação da atividade económica, sem o qual não há consolidação, apenas há desemprego e aumento da dívida pública”, defendeu o deputado socialista.» (http://www.ps.pt/noticias/noticias/ps-apresentou-propostas-de-alteracao-ao-oe-que-visam-dar-prioridade-a-economia-e-apoiar-as-familias.html#sthash.h8LHZrSZ.dpuf)

Despite the better options, still to propose thhe elimination of the increment in 2013 of a brutal fiscal pressure over Families and Companies by Imposto sobre os Rendimentos Singulares (IRS), taxes over singular revenues, that the statal monster absorved despite the later prevision of cuts in public expenses in the budget (OE) for 2014!

http://portugalconfidential.com/wp-content/uploads/2010/08/Prada-Lisboa.jpg
Lisbon still a good market to sell merchandises of  international brands like Prada in Avenidade da Liberdade for tourists or for the wealth of few families that increased under Troika pressure. It´s very good about international costumers and was good if it was a game with positive sum and not a game with negative or null sum about national costumers! We must transform these games from centuries in Portugal in virtuous circles and synergies with all winers (change negative or nul in positive sums) waiting for future centuries with no games when human beings could be much more developed and realized!
Prada Fall 2013 Campaign

sábado, 16 de novembro de 2013

DECRESCIMENTO V - DECRESCERE V - DECREASE V


http://www.wort.lu/img/be939ced210fe552b0b832d021b72421/460/325/20/0/680/467/75/cb1a4a4b79c7a53cac782b89d91f2d851fe4ff26.jpg

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13184877/550http://www.pereiradacosta-mobiliario.com/portugal/img/fabrica/1.jpghttp://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2010-08-04%20170023_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$1709F980-B3C0-4954-A644-1CC6BC817FA2$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg As we can see by this table of Turnover by sectors change rate, growing was an exception until September and come from Manufacturing for external markets (+2,3% by footwear, fourniture, paper, plastics, electric equipment), Aerian transports triggered by external markets (+3%) and Retail Trade by big distribution (food +2,1%, no food +1,6%):

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

TROIKA (TRIGA): ASCENSÃO E QUEDA IV - ORTUM ET OCCASUM IV - THE RISE AND FALL IV

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f9/Irish_Parliament.jpghttp://i.dailymail.co.uk/i/pix/2013/07/12/article-2361711-1AC70E17000005DC-649_634x286.jpg
Irish Parliament

The Portuguese multiproblem
It´s much different of the Irish problem
In Ireland don´t exist the monster state
Like in Portugal as superstate

O problema Português
É muito diferente do Irlandês
Na Irlanda não existe o monstro estatal
Tal como se agigantou em Portugal!


A decisão das autoridades da Irlanda não recorrerem a qualquer apoio cautelar após o fim do seu programa de assistência financeira revela, segundo a Ministra das Finanças do Governo Português, Maria Luís Albuquerque, que «os programas de ajustamento resultam» e que se «consegue recuperar a confiança dos mercados» quando se executa com determinação a terapêutica da Troika! Incrível manipulação!

A Irlanda tinha um problema derivado do seu êxito, a ligação aos Estados Unidos da América, mas que teve outro lado da moeda  que foi a sua toxicidade em termos de investimentos do sistema financeiro (bancário). A Irlanda não tinha nem tem, o problema de Portugal relacionado com o monstro estatal. A IRLANDA NÃO ABDICOU DE MANTER IMPOSTOS BAIXOS SOBRE A CRIAÇÃO DE VALOR PELAS EMPRESAS E FAMÍLIAS. PORTUGAL FEZ PRECISAMENTE O CONTRÁRIO E MANTEVE O MONSTRO ESTATAL EM TERMOS ESTRUTURAIS PRATICAMENTE NA MESMA!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

DECRESCIMENTO IV - DECRESCERE IV - DECREASE IV

The accumulated homologous change rate of Portuguese GDP -2,4% is growth? Portuguese Economy are not in recession? Crazy Portuguese Government!

Another pont of view GDP 2013/2012 homologous change rate quarter to quarter:

Again we can see decrease. The only way for a growth is the change rate related to last quarter of 66 M€ between second quarter and third quarter (0,17%), and 460 M€ between first quarter and second quarter (1,21%). But we have an accumulated decrease in third quarter of -2.793 M€ (-2,4%).      

DESEMPREGO II - OTIUM II - UNEMPLOYMENT II

http://www.bundesregierung.de/Content/EN/Artikel/2013/07/bilder/2013-07-03-familienfoto-jugendkonferenz.jpg?__blob=poster&v=3http://www.bundesregierung.de/Content/EN/Artikel/2013/07/bilder/2013-07-03-arbeitsminister.jpg?__blob=poster&v=3http://www.joanburton.ie/wp-content/uploads/2013/07/WP_0001711.jpg

http://imagens6.publico.pt/imagens.aspx/809976?tp=UH&db=IMAGENS
After Berlin in July, Paris received European leaders to react against the high level of youth unemplyment ...

Angela Merkel said: «Growth is the most important factor in the eradication of unemployment.» And German Government influenced a big devaluation of internal markets of Spain, Portugal, Greece, Italy ... for what?

http://wpmedia.business.financialpost.com/2013/05/spaincrisis.jpg?w=620
TROIKA (TRIGA): ASCENSÃO E QUEDA III - ORTUM ET OCCASUM III - THE RISE AND FALL III

We always defend that public sector can´t have the protection of employment that protect a minority of employees without merite and prejudice the majority of good public employees and the private employees. This is not just. But one more time Government was a disaster in the management of the question (was crucial from the begining and not started discussion without consensus with PS oonly in 2013) and after create conditions for the Constitutional Court make a decision in summer time with few members and with a shamely subjective interpretation of the Constitution, that create a big problem about a great inequality between public and private that don´t exist in Constitutional norms. But off course, Court decision have degree of freedom for Goverment repeat the goal with other way, but Government don´t dis nothing and put again over all public employees after a minimum limit the weight of the cuts. A lot of errors had the Program of Financial Assistance and it execution with responsabilities first of all from Government, next from Troika, next from the former Government and last but not the least from Constitutional Court!  

«Portugal: Eighth and Ninth Reviews Under the Extended Arrangement and Request for Waivers of Applicability of End-September Performance Criteria» IMF (http://www.imf.org/external/pubs/cat/longres.aspx?sk=41050.0)

                                                         
Publication Date: November 13, 2013
 
Electronic Access: Free Full text:  http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2013/cr13324.pdf

«Summary: EXECUTIVE SUMMARY Discussions for the combined eighth and ninth reviews were delayed by a political crisis and marked by new adverse Constitutional Court rulings. Reflecting in part austerity and reform fatigue, tensions within the ruling coalition led to two prominent cabinet members tendering their resignations. The crisis triggered a government reshuffling, but uncertainty was compounded by concerns about the predictability of policymaking following new unfavorable Court rulings against an important public expenditure reform as well as steps to soften strict employment protection rules. These developments led to elevated sovereign yields, delaying the government’s plans to follow up on successful bond issues earlier this year. The near-term economic outlook has nevertheless improved somewhat, and progress has been made toward the program objectives. Recent economic data signal that the economy may have bottomed out. Remedial actions were taken to address delays in reforms due to the reorganization of the government. All end-June performance criteria and all but one structural benchmarks underpinning the review have been met. Program review discussions focused on measures needed to keep the program on track. It was agreed that, in view of the now narrow path to full market access, adhering to the program strategy was critical to signal commitment to reforms and boost confidence. The fiscal targets were reaffirmed and fiscal measures were identified to underpin the targeted adjustment. Discussions also focused on steps to strengthen supervision in view of the still challenging conditions facing banks and on the structural agenda to boost competitiveness and growth. Nonetheless, implementation risks are high, and political cohesion remains critical. Renewed tensions within the government need to be avoided, as they would delay the recovery and increase downside risks to the program. There is also a risk that new Constitutional Court rulings will further complicate policy making and heighten economic uncertainty. Decisive policy responses in case this risk materializes will be essential since the room for maneuver under the program has become limited. Staff supports the authorities’ request for completion of the combined eighth and ninth reviews and for waivers of applicability of the end-September PCs. The purchase released upon completion of this review would be in an amount equivalent to SDR 1679 million.»

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

REINO DE PORTUGAL II - REGNUM PORTUGALLIS II - KINGDOM OF PORTUGAL II

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/03/PortugueseFlag1385.svg/600px-PortugueseFlag1385.svg.png

REINO DE PORTUGAL (II: 1385-1495)

João I casa com Philippa of Lancaster, Lencastre
Está vencido um grande desastre
Portugal vai-se afirmar
No Ocidental e Sul mar!

Prevalece de novo a cultura de semear
Criar as condições para germinar
Para o fruto se desenvolver
E depois de se colher

E a semente ser de novo lançada
Na terra trabalhada
Com muito trabalho cultivada
Em círculos virtuosos valorizada

E a terra vai ser o mar
Com a arte de bem navegar
Pelo Oceano Atlântico em segurança
Da tempestade à bonança

Ceuta estratégica, conquista primeira
Seguida da ilha do Porto Santo
Da ilha da Madeira
E das ilhas dos Açores do Espírito Santo

Estava preparada sob o seu comando
Com a sua rainha e os seus notáveis filhos a obra
Duarte, Pedro, Henrique, Isabel, João, Fernando
Todos com mais sabedoria que a Universidade de Coimbra

Para Sul estão lançadas as bases estratégicas
Que com a ajuda das capacidades técnicas e científicas
Vão-se percorrer marítimos caminhos
Com tantos, imensos destinos

Vai ser Rei o Infante Duarte
Que a escrita tinha o prazer da sua arte
O Infante Henrique, mestre da arte de navegar
Vai colocar as caravelas com a cruz de Cristo no mar

O Infante Pedro cosmopolita
Vai ser um bom regente
E vítima do interesse demente
Da latente força parasita

A Infanta Isabel nas artes activa
Duquesa da Borgonha na Divio (Dijon) sua cidade
Politicamente muito participativa
Com a sua inteligência e sensibilidade

Mas o infante mais imaturo
Foi comandado por Henrique inseguro
E após estrondosa derrota
Ficou refém de uma batota

Fernando ficou sempre prisioneiro
A anunciar um futuro desastre derradeiro
Ceuta não foi trocada,
A sua perda foi adiada

A Pessoa não foi resgatada
Mas foi santificada?
Não, foi sacrificada
Com a negatividade despoletada

O seu leal irmão
De nome João
Bem o defendeu
Mas Henrique prevaleceu

Que sinistra decisão
Não esteve bem não
Henrique de Portugal
Agiu muito mal

As sementes de divisão despoletadas
Estão agora lançadas
As parcas muito atentas
Ficaram todas contentas

Os seus fatais destinos
Pareciam ter sido rompidos
Mas afinal os fios dos fados
Pareciam estar bem atados

Henrique com o ducado de Viseu
Pedro com o ducado de Coimbra
Desenvolvia-se bem a obra
Mas também a sua sobra apareceu

Duarte após o seu «ABC de Lealdade»
Foi vencido pela peste na Cidade
Mas também pelo desgosto, deixou em testamento
A regência a sua Leonor, tanto lamento

De Aragão, descendente de Pedro e Inês
Despoletou a reacção de um partido Português
Pelo seu cunhado Pedro duque de Coimbra
Que vitorioso não vencera ainda

O descendente do Reino Afonso
Foi mal influenciado pelo poder senhorial insonso
Vontades de poder mesquinhas
Lançaram vento com doses certinhas

Que assim se tornam veneno
Que despoletam a dor de Inverno
Despoletadores da guerra
Que desgraçou a Lusa Terra

Pedro caiu, Afonso V ascendeu
Por detrás estava o Ducado de Bragança
Do todo poderoso Afonso cheio de esperança
Do ainda Mestre de Avis e não Rei João nasceu

O meio irmão mais velho dos infantes, o meio tio
Teve o apoio do arcebispo de Lisboa muito pio
Estava dado ao imprudente Rei todo o gás
Com o poder negativo todo atrás

Quando o sábio e cosmopolita Pedro caiu
Com o seu grande amigo e para Inglaterra herói Álvaro Vaz
Que de Azincourt para Alfarrobeira no desabafo «é fartar vilanagem» jaz
Portugal, muito angustiado, o Infante muito o sentiu

A sua irmã na Borgonha
Se indignou de tanta vergonha
Isabel casada com Afonso V, a Rainha
Tanto sofreu como sua filha

Mas o Infante João educou
Na boa memória do seu pai e dele avô
Mais tarde homenageada
Pela sua acção a ele dedicada

Afonso V da guerra faz o caminho
Com a ambição de dominar o vizinho
Para o Sul, para o Norte de África, partiu com conveniente esperança
Porque o Reino o deixou ao vil Duque de Bragança

Suspeita andança para Portugal
Urdida numa hipotética cruzada papal
Contra a queda da cidade de Constantino
Onde o Crescente Otomano tragou a Estrela do poder Bizantino

Com o exército organizado
Para outro destino é mandado
De Arzila à vingada Tânger
Se desenvolve o câncer

Campanha esta terminada
Contra outros vizinhos é iniciada
Agora é bem mais complexa
A guerra que se anexa

A velha inimiga Castela em confusão
Está em crise de monárquica sucessão
Os ramais hereditários são um tormento
Vindo do Rei Henrique IV um catavento

Aliado de Afonso V tendo como Rainha Joana
Era seu cunhado e dele recebeu a promessa
Que o seu testamento para a sua filha Joana
Teria o apoio do Rei, seu tio, com a devida pressa

Castela dividida em dois partidos
Por Joana e com Afonso em união
E por Isabel com Fernando de Aragão
Com quem casara colocando pactos findos

Com o apoio da tentacular igreja papal
Sim Isabel filha do pai de Henrique IV e de Isabel de Portugal
Por sua vez filha do Infante João e da filha do vil de Bragança, o tal
Tinha sido prometida a Afonso V, mas Isabel recusou perante o abismo natal

A guerra travada na Lusitania e Gallaecia, teve várias vantagens
E muitas e alternadas desvantagens
Mas com os partidários de Joana e Afonso, sob o seu comando
A passarem progressivamente para Isabel e Fernando

Vai ter uma resultante inconclusiva, sem perdedores
Na batalha de Toro a vantagem do Príncipe João
É contrariada pela desvantagem de seu pai, há indefinição
Existem versões de dois vencedores

Os acordos posteriores
Revelam essa situação
Ambas as partes cedem dores
Evitam agora a ibérica união

Castela e Aragão vão avançar
Portugal os seus aliados vai salvaguardar
Príncipes e Princesas como sempre são reféns
Ninguém fica de parabéns

Mas o pior de tudo é que entra na Península a maldição
Por via dos «Reis Católicos», por sua mão
A tirania, a ignorância e o fanatismo sem perdão
A asquerosa «Santa Inquisição»

No início dirigida contra mouros e judeus
Como se não fossem todos filhos de Deus
No âmbito da reconquista
Tudo servia ao oportunista

Mas obviamente que todos
Eram pelos tentáculos abrangidos
O terror, a arbitrariedade, a falsidade
Tudo sem nada que ver com a divina verdade

Talvez Afonso V na sua confusão e frustração
Tivesse essa inesperada e não realizada  missão
De colocar um profundo travão
Nessas terríveis forças de negação

Seguiu outra via o seu irmão Fernando
Herdeiro de seu tio Henrique no Ducado de Viseu
Vai dar continuidade ao caminho para Sul, no seu demando
E com os seus filhos Diogo, Manuel e Leonor muito aconteceu

O Rei João II na sua centralizadora acção
Homenageia o seu avô Pedro com harmoniosa reposição
O poder do Ducado de Bragança é suprimido
Todo o poder senhorial opositor é diminuído

E a partir do Ducado de Viseu
Leonor Rainha de João II nasceu
O herdeiro Diogo que queria eliminar o Rei é eliminado
E seu irmão Manuel mais tarde estranhamente aventurado

O Rei João II bom caminho vai trilhar
Para o Mundo inteiro maravilhar
Com a liderança das grandes descobertas pelo mar
Pela arte de tão bem navegar

Para encontrar uma alternativa para a Índia
E sem todo o planeta dar a volta
Como Colombo foi apoiado por Isabel tardia
Contornar a África era a sua rota

As matérias e especiarias chegavam muito caras à Europa
O Mediterrâneo como via viciada que não poupa
Precisava daquele ponto de inflexão
A Sul de África estava a solução

O cabo das tormentas é em 1488 d.C. por Dias dobrado
E em cabo da boa esperança é transformado
O melhor caminho marítimo está desbravado
Antes que o canal do Suez esteja preparado

Colombo chega às Antilhas em 1492 d.C. equivocado
Ainda sem o canal do Panamá estava tramado
Ainda hoje se designam por índios os chamados americanos
Porque a verdade da História sofre sempre muitos danos  

O Tratado de Tordesilhas do Nascente
Dividirá a Terra em dois até ao Poente
Para Castela e Aragão o Ocidente
Para Portugal o Oriente

O Rei João e a Rainha Leonor
Tiveram uma imensa dor
 Tão estranho e impressionante
O desastre do seu único Infante

Casado com a filha herdeira de Castela e Aragão com futuro promissor
A morte do Infante Afonso vai causar um enorme desastre
João II tenta encontrar um outro sucessor
Em seu filho Jorge de Lencastre

Nascido no ano da sua coroação
Tendo por mãe Ana de Mendonça a Pedro o lembra
E o homenageia como novo Duque de Coimbra
Educado por João Vaz irmão do grande amigo do seu coração

Todas as tentativas de nomeação como sucessor
Esbarram no papado e por último na Rainha Leonor
João II morre pela nobreza odiado
Quem sabe se envenenado, de certeza angustiado

As parcas não dormem
Tecem a Portugal a negatividade
Que vai prevalecer com ordem
E muito prejudicar a Luso Latina Nacionalidade

«Murió el Hombre!» exclama Isabel de Castela
O irmão da Rainha, Manuel, o Duque de Viseu
Vai receber o poder de Portugal no seu apogeu
E vai ser enredado na trama Dela

A partir daqui desenvolve-se o «problema português»
Afastada a Nação da cultura do Infante Pedro de vez
Portugal vai mergulhar na omnipresente dor e saudade
Cantada por Luíz Vaz e pelo fado até à eternidade!

Acaba aqui na na minha opinião a dinastia
D. Manuel I é da outra cultura, a da negatividade
Vai prevalecer a mentalidade hipócrita e pia
Em vez da afirmação divina da Vida e da Criatividade










http://i1.trekearth.com/photos/67194/apadraodescobrimentos__im383.jpg«Padrão dos Descobrimentos» em Lisboa, virado para Sul. Na base duas pessoas fundamentais: O Infante Pedro, Duque de Coimbra e sua mãe, a Rainha Philippa of Lancaster. Cópia da obra do escultor Leopoldo de Almeida (1940).
Ficheiro:Isabel la reina catolica.jpg
Rainha Isabel I de Castela («Anonymous copy, 17th century. It is inspired by a previous work.» http://www.capillarealgranada.com/en/vn/afvn_1fundadores_0018.html)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

ESTALINISTAS - STALINISTS

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4c/MolotovRibbentropStalin.jpgAbschluss des Nichtangriffspaktes am 24. August 1939. Von links nach rechts: Hintergrund: Richard Schulze-Kossens (Ribbentrops Adjutant), Boris Schaposchnikow (Generalstabschef der Roten Armee), Joachim von Ribbentrop, Josef Stalin, Vladimir Pavlov (sowjetischer Übersetzer); Vordergrund: Gustav Hilger (deutscher Übersetzer) und Wjatscheslaw Molotow

Ficheiro:Bundesarchiv Bild 183-1982-1022-042, LPG Woldegk, Besuch einer portugiesischen Delegation.jpg
«ADN-ZB Bartocha BL-22.10.82- Bez. Neubrandenburg: Cunhal-Besuch- Der Generalsekretär der Portugiesischen Kommunistischen Partei, Alvaro Cunhal (r.), wurde herzlich auf dem Zuckerrübenkomplex der LPG Pflanzenproduktion Woldegk begrüßt. Der LPG-Vorsitzende Joachim Henke (2.v.r.) erläuterte ihm und Hermann Aken (3.v.l.), Mitglied des Politbüros und Sekretär des ZK der SED, die Arbeitsaufgaben dieses Komplexes.»

«Ditador do proletariado»
Que cargo ambicionado
Pelo Cunhal frustrado
Com o ditador Salazar realizado
Com o seu par dialéctico foi tramado
O PCP, monstruosa trama do passado
Que com drama, muito prejudica o presente
Com a sua péssima semente
Umas vezes com a sua greve indecente
Outras vezes com o apoio ao monstro estatal
Fez e faz muito mal a Portugal

Os stalinistas do PCP foram organizados dialecticamente pela "ordem" de Salazar e pela URSS, liderados pelo frustrado «ditador do proletariado» Álvaro Cunhal, que contrasta com o seu par dialéctico, o realizado e mencionado ditador Salazar, que criou comunistas como cogumelos. Tal como Stalin deu força a Hitler e Hitler a Stalin até à resultante dialéctica (síntese) de queda do III reich, antes apoiado pelo Estado Novo e a ascensão do império soviético, que apoiou fortemente o PCP e a vergonha  de 1975 em Portugal, tendo como um dos principais responsáveis Cunhal e Salazar (indirectamente), precisamente ... A falta de respeito pelo Ser Humano era comum ...

Salazar e Cunhal são as duas faces da mesma moeda que tanto prejudica ainda Portugal ... com a sua cultura fechada, dogmática, autocrática, castradora, esterilizante ...

«Só dogmáticos podem pretender explicar a vida social, na sua extrema riqueza, diversidade e complexa e irregular evolução, com a aplicação de fórmulas imutáveis ou com a citação de textos.» Álvaro Cunhal em «Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura» (1967) Monstruoso!


“(…)O nosso povo, depois de 50 anos de ditadura fascista, se se fala em ditadura do proletariado está a ver repressão, está a ver a perda das liberdades, no fim de contas aquilo que caracterizava o regime fascista nos aspectos repressivos. Nada facilitava a nossa tarefa, o esclarecimento do nosso povo e o caminho para socialismo utilizarnos a expresão ‘ditadura do proletariado’. Isto daría logo a ideia que nós, os comunistas, queremos instaurar un poder violento sugerido pela palabra ‘ditadura’, que no espírito do nosso povo está ligada á repressão e à ausencia de liberdades, quando a ditadura do proletariado é uma forma de organização social em que há muito mais liberdades do que num regime democrático burgués por muito democrático que seja(…)”  Alváro Cunhal (1976) Arrepiante!

«A evolução da situação na URSS e países do leste da Europa comprovaram infelizmente as reservas e atitudes do PCP relativamente ao processo em curso da ‘perestroika’. A derrocada e liquidação da URSS e a catastrófica situação que foi criada nesses países, a mudança da correlação de forças a nível mundial, e o aproveitamento da nova situação pelo imperialismo para tentar de novo impor a sua hegemonia mundial, contra a luta libertadora dos trabalhadores e dos povos, utilizando todas as armas (económicas, financeiras, políticas, diplomáticas, militares), as ingerências, intervenções, agressões e guerras a que diariamente assistimos indicam que não só subsiste como se reforça a necessidade da luta dos comunistas por aqueles objectivos que foram através do século a razão de ser da sua existência e da sua luta (.…). Nós, os comunistas portugueses, não tínhamos realizado em todos os seus elementos, e muito menos explicado antes da derrocada da URSS e noutros países do leste da Europa análises e críticas que actualmente fazemos. Tivemos esperança (que os acontecimentos mostraram ser demasiado optimista) numa correcção dos apontados aspectos negativos da evolução e da política nesses países(…)» Àlvaro Cunhal (1993) Escandaloso!

«Transformar o sonho em vida» Álvaro Cunhal: o sonho de Cunhal era ascender ao poder em Portugal e impôr os seus dogmas, o seu PCP e a sua ditadura ao País com o apoio da URSS. Mas a Nação, apoiada pelo Partido Socialista e por todos os democratas (nomeadamente internacionais), fez-lhe frente e atribuiu ao PCP apenas 12,5% dos primeiros votos democráticos em 25 de Abril de 1975, nas eleições para a Assembleia Constituinte! O autocrata PCP não aceitou essa realidade democrática e continuou a manipular e a ter mais poder do que lhe era legítimo até que acabou por ser definitivamente derrotado em 25 de Novembro de 1975.

domingo, 10 de novembro de 2013

REINO DE PORTUGAL - REGNUM PORTUGALLIS - KINGDOM OF PORTUGAL

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0d/PortugueseFlag1095.svg/360px-PortugueseFlag1095.svg.png

http://historiativanet.files.wordpress.com/2010/08/imagem2.jpgFile:506-Castile 1210.pngCoat of arms of the king Afonso I of Portugal (1039), Iberian Peninsula (1270-1492, 1210) 


REINO DE PORTUGAL (I: 1096-1128-1139-1385)

Tudo começa na relação
Da Borgonha com Leão
De Henrique com Teresa
Nasce uma boa surpresa

Afonso, grande líder sem treino
Funda o Luso Latino Reino
E começa a desenhar
Um rectângulo junto ao mar

Mar a Ocidente
Para bem ver o Poente
A Galiza a Norte
Para dar sorte

Leão a Nascente
Fica-o a ver a Poente
E a Sul, a Sul que desejo
Passar Além Tejo!

Liga-se a Saboia dos pinheiros
A Mahaut de significados guerreiros
Se transformou em Mafalda
Elegante com a sua falda

Não foi a Henrique que coube a sorte
Porque Afonso quase transcendeu a morte
Foi o mais novo Martinho que lhe sucedeu
Porque a Urraca esse azar não se deu

Mas é sorte ou azar?
Porque é que há tanta vontade de poder?
Como a que tinha mais tarde Salazar
Para Portugal sub desenvolver

Martinho mudou para Sancho então
E frente a Castela e Leão
Fez-se ligação ao deles inimigo Aragão
Com Dulce Berenguer em comunhão

Depois do (funda a dor) fundador
Reinou o (povoa a dor) povoador
Com a sua liderança novas vitórias
Mas também se perdeu Torres Novas

Afonso II, seu filho, lhe sucedeu
A três irmãs o testamento combateu
No seu poder centralizador
Foi um (consolida a dor) consolidador

Ligou-se a Castela
Desse Reino veio ela
Urraca a sua rainha
Assim menos inimigos tinha

Já lhe bastava o poder clerical
Que tão pesado era para Portugal
A sua determinação pela Nação
Valeu-lhe uma excomunhão

Na fragilidade de transmissão de poder
Que a monarquia se caracterizou ter
Vitimado muito novo pela doença
Ficou seu filho demasiado novo com a herança

Para Sancho II qual era a esperança?
Da crise que se instalara no Reino?
Do seu irmão mais novo que estava em França?
Da sua falta de treino?

De em 1230 se dar a usurpação
Por Castela em relação a Leão?
De em relação às suas tias refazer
Os feudos que o seu pai quis desfazer?

Das conquistas serem feitas pelas Ordens?
Dos conflitos com o clero e o papado
O tornarem excomungado?
Dos apoios castelhanos e das desordens?

A sua mulher biscainha e leonesa
Acabará por ser raptada e presa
E seu irmão apoiado pelo papa
Virá de Bolonha desenhar o mapa

Será ele que em 1249 criará as fronteiras
Das mais antigas e estáveis da Europa
Afonso III pode ter como rei as peneiras
De ter conquistado aos mouros o Algarve com a sua tropa

Mas Castela não queria ceder
No seu omnipresente amanhecer
Até a guerra acabar no Tratado de Badajoz
Que delimitou a fronteira do Guadiana até à sua foz

Por cima da rainha Matilde de Bolonha
Se forçou politicamente outro casamento
Pela paz e apesar do seu lamento
Com Beatriz de Castela, com vergonha ...

Mas a curto prazo, curiosamente
As núpcias acabarão indirectamente
Pelo território de Portugal fazer aumentar
Pelo seu pai depois de apoiado reconhecido lhe doar

Niebla, Mourão, Moura, Serpa e Noudar
Voltaram os conflitos com o tenebroso clero
Com o seu poder tão pouco cristão e severo
De nova pressão para mais tarde perdoar

Sobre o Reino por via da interdição
Sobre o Rei por via da excomunhão
Que ao devolver bens e jurar obediência
Beneficiou perto do ocaso de sinistra clemência

E a médio e longo prazo da rainha Beatriz
Vai nascer o sublime infante Dinis
Muito culto, futuro Rei Poeta
Plantador do grande pinhal, qual profeta

Agarrou extensas e imensas areias
E antecipou companhia para as sereias
De futuras naus de madeira da terra
No acordo marítimo com Inglaterra

Com mestria contornou
A tirania, a ignorância e o fanatismo
E a Ordem dos Templários em de Cristo transformou
Que os Descobrimentos simbolizou liberta do anti heresismo

Lavrador e trovador
Cantou a Amizade e o Amor
Por Isabel de Aragão, tão boa infanta
A sua rainha considerada santa

A sua bondade para com as pessoas
Acabou por transformar pães em rosas
Assim como evitar mais tarde
A batalha de Alvalade

O Rei Dinis não o merecia
O infante Afonso que o poder tanto queria
Como tão medíocre naquela época seria
O monarca uma descendente alternativa quereria

Foi para Castela a mais velha infanta Constança
Sacrificada em mais um tratado de paz
Portugal ficou com Ouguela, Campo Maior e Olivença
Por troca de Aroche e Aracena, por tanto se faz?

Depois de ter casado com a infanta de Castela, Beatriz
E mais uma vez se ter seguido a matriz
Surgiu Afonso IV com o poder pretendido
Ainda por algum tempo combatido

A primogénita do real casal
A «fermosíssima» Maria de Portugal
Com o seu esposo, Rei de Castela, passou mal
O que levou a mais uma guerra brutal

Transformada em aliança contra os mouros
Que invadiram Castela como touros
A vitória amenizou a tensa relação
Depois veio a peste negra sem salvação

Negra que foi também a decisão
De Afonso em relação à mulher do seu descendente
Perante um considerado perigo iminente
Inês de Castro foi vítima de grande traição

O infante Pedro não deu perdão
Entrou em guerra com o pai
Cujo poder na paz quase todo lhe sai
E coroou a sua galega Rainha com coração

O Reino viveu sem guerra e com prosperidade
Mas com mais execução que justiça, houve crueldade
O poder papal e do clero foram contidos
Os impulsos populistas seriam sentidos

Que ironia que o infante Fernando
Pelo avô Afonso preferido
Se tornasse um monarca mais vulnerável
Que a Rainha Inês de Castro tão amável

Filho de Pedro I e de Constança de Castela
Fernando pretendeu se assenhorear dela
A tanta guerra correspondeu tanto insucesso
Que aos castelhanos lhes deu tanto acesso

Casado com a portuguesa Leonor Teles
A sua única filha Beatriz vai ficar nas mãos deles
Vai ser obrigada a casar com o Rei de Castela
A sucessão ameaçada no destino dela

E a influência da impopular Leonor
Torna-se um verdadeiro pavor
Que oculta o benefício das muralhas
Da agricultura, do comércio e das marinhas

E quando em nome de sua filha se torna regente
O perigo de dependência preocupa muita gente
O seu amante galego Conde de Andeiro, torna-se proeminente
Mas a burguesia, o povo e parte da nobreza não consente

O filho de Pedro I e da galega Teresa como se diz
De nome João, antes nomeado Mestre de Avis
Uma revolução nacionalista vai liderar
Que o tornará Rei João I no seu culminar

Leonor vai para Castela sem final feliz
Donde vem o Rei João I em nome de Beatriz
Os dados estão lançados contra os portugueses
Vêm muitos castelhanos, aragoneses e franceses

Com Portugal estão os aliados ingleses
O estratega escolhe o terreno favorável aos portugueses
A cavalaria inimiga muito numerosa, poderosa, mas pesada
Vai cair numa grande, enorme cilada

Numa disposição Norte Sul é a estratégia bem preparada
Num declive após um rio é a cavalaria aguardada
Que é condicionada a uma colina ser contornada
Até ser possível atravessar o curso de água e ser afunilada

Porque pela colina a via da água é duplicada
Mas muito, muito arrogante
A cavalaria francesa vai adiante
Pelos dois cursos de água limitada

Vencida a inércia do peso das armaduras
É temível, mas cai rapidamente nas armadilhas
São covas de lobo, que apanham os cavaleiros
Que se tornam presas fáceis para peões e arqueiros

A cavalaria castelhana chega atrasada
E também fica extremamente desesperada
Tal como em Azincourt o maior número não ditou a sorte
A vitória vai ser concludente, que tristeza tanta morte

O estratega era Nuno Álvares Pereira
Que vai vencer a batalha derradeira
Está aberto o caminho para a mais antiga Aliança
Com a Inglaterra nasce uma grande esperança


http://www.historia.com.pt/Mensagem/Brazao/henriteresa.JPGTeresa de Leão e Henrique da Borgonha (Ilustração de Carlos Alberto Santos
http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd1140101/14885051_b16k0.jpeg
Castelo de Guimarães com estátua do Rei Afonso I de Portugal da autoria do escultor Soares dos Reis

Ficheiro:PortugueseFlag1248.svg
 Coat of arms of the king Dinis I and Order of Christ symbol 
Tríptico para monumento ao Rei Dinis I e à Rainha Isabel de Aragão (em Arala Pinto «Pinhal do Rei» 1939)
http://3.bp.blogspot.com/-RIgLoE6f9Sc/TcBd6sJz1mI/AAAAAAAAAVQ/zLzHUlbNIbg/s1600/Image30.jpg
Batalha de Aljubarrota http://www.fundacao-aljubarrota.pt/?idc=15
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f6/Aljubarrota-pt.png
«Diagrama da Batalha de Aljubarrota» Muriel Gottrop (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/1.0/deed.pt