domingo, 18 de agosto de 2013

DECRESCIMENTO - DECRESCERE - DECREASE

http://decrescimento101.files.wordpress.com/2012/01/greenearthecologywaltangledwing.png
http://decrescimento101.files.wordpress.com/2012/01/blogheader.jpghttp://decrescimento101.wordpress.com/

We don´t need growth and materialism (cyclic bubbles without regulation), we need development and spirituality!

Portuguese Government (German Government, European Commission) turned decrease in "growth" to fight that kind of ideas! Let we see the magic change:


Well in Portugal is very difficult see that kind of magic :-) In Germany is more easy ...

sábado, 17 de agosto de 2013

PODER - POTESTATEM - POWER

Uma zona visível, à superfície do poder político: Presidente da República (PSD) e Governo (PSD+CDS): aqui o Primeiro Ministro submerge numa falha tectónica ... sob o olhar discreto do PR

O poder político é como um iceberg (ice = gelo em Inglês + berg = montanha em Alemão e Sueco) reflectido na água, dá uma visibilidade ilusória das suas bases que estão ocultas, submersas ...

iceberg principle
Na base do poder está a Nação? Estão as Cidadãs e os Cidadãos, representados que votam nos seus representantes? Ainda não! A delegação do poder é transmitida a pessoas comprometidas, condicionadas por interesses de oligarquias internacionais directa e indirectamente. Por isso se manifesta um desfasamento entre os interesses da Nação e os interesses defendidos pelo Governo Português, neste momento histórico coincidentes com os interesses defendidos pelo Governo Alemão, por sua vez condicionado a interesses de Grupos que estão por detrás do seu poder aparente. São forças históricas objectivo-subjectivas, dialécticas, com resultantes complexas e em interacção com muitas forças e Grupos de diferentes países, incluindo claro, Portugal.

Os agentes políticos não são representantes da Nação, mas sim de redes complexas ligadas a Instituições Financeiras e outras instituições, por sua vez ligadas a vários centros de poder, oligarquias, oligopólios, cartéis.

Se a Nação conseguisse impor incompatibilidades a quem exerce cargos públicos, seriam criadas dificuldades a essa representação de interesses de Grupos em vez dos interesses da Nação. Por exemplo: pessoas ligadas no passado-presente-futuro à Banca não poderiam representar a Nação. No Banco de Portugal que deveria regular a Banca não poderiam exercer cargos pessoas ligadas à Banca. Assim não haveriam vergonhosas situações como as que se passaram, passam e passarão em Portugal.

Por exemplo, quando se instalaram em Portugal interesses ligados à atribuição de remunerações e pensões ligadas ao Estado e Sociedade Políticas após 25 de Abril de 1974, vão-se assistir continuamente a posições conservadoras desse status quo, que prejudica as novas e futuras gerações, a Nação e que se manifesta nas decisões do Tribunal Constitucional, nas posições estatistas do Presidente da República e de facções do PSD, do CDS e do PS, do PCP e do BE, que bloqueiam qualquer reforma do Estado e da Sociedade Política com forte prejuízo da Nação tributada e endividada por via do Estado.

NÃO PRIMEIRO MINISTRO VI - NON PRIMUS MINISTER VI - NO PRIME MINISTER VI

Impressionante o desfasamento entre os ouvintes visíveis e o discurso de Passos Coelho sem chama, sem garra, sem esperança, sem orientação, cheio do significante riscos: o Governo foi e é em si, o principal risco para Portugal. É uma calamidade pública não ter caído há muito tempo!

Passos Coelho em 16 de Agosto de 2013:
«Tivemos capacidade de manter o rumo que nos trouxe até aqui (...)
Se a economia europeia não recuperar com a força que nós desejaríamos há riscos que ainda enfrentamos do lado das nossas exportações. Convém ter isto presente para que ninguém tome por adquirido que a crise acabou. Mas há riscos internos também. O primeiro risco está do lado do próprio Governo. Não é um risco político, é um risco de execução orçamental. Nós continuamos a precisar de reduzir o nosso défice. Se a nossa execução orçamental não estiver à altura dos objectivos que fixámos, esse risco é demasiado elevado e fará que não seja irreversível o caminho que tomámos até hoje. O Governo portanto, tem todo ele de estar muito comprometido em garantir que este ano, e em 2014, e em 2015 os objectivos de redução estrutural da despesa são mesmo para cumprir, porque isso é essencial para o futuro do País e para recuperarmos do ponto de vista da economia e do emprego. (...) uma parte significativa da despesa está na saúde, na educação, na Segurança Social, na defesa e na segurança interna (...) Reduzir a nossa despesa significa fazer opções que não são fáceis. (...) Há um segundo risco. Muitas destas medidas que ainda precisamos de executar, não estão isentas de riscos constitucionais. (...) não estar em condições de o poder fazer por razões constitucionais, então tem que lançar outro tipo de políticas e nós estamos a prepara-las. Não eram a nossa primeira opção, não eram a nossa segunda opção, mas têm que ser prosseguidas. Ora se algumas destas medidas tiverem contingências constitucionais que se venham a materializar, não será fácil ultrapassar esta situação, não é o Governo, deixem-me dizer com toda a clareza, qualquer decisão constitucional não afectará simplesmente o Governo, afectará o País. Ora esses riscos existem, eu tenho que ser transparente, eu não posso garantir que não haja do ponto de vista constitucional, riscos que não se possam materializar. Se eles se materializarem, alguns dos resultados que conseguimos até hoje poderão estar em causa e poderemos andar para trás.
(...) Sabemos que temos de adequar as escolhas aos meios que temos. Temos de ser realistas. Mas não é um processo indolor. (...)
Temos a certeza que não há ninguém que não tenha o esclarecimento cabal das consequências que qualquer crise política (...).

Passos Coelho é um político incapaz de levar a bom porto o processo iniciado em 2011, não tem sensibilidade política, económica, social, cultural. Não tem a mínima percepção do que está em causa em termos de criação de Valor pelas Empresas, Famílias e qual poderá ser o contributo do Estado e da Sociedade Política!

João Ribeiro do Partido Socialista, critica o discurso:
«Apesar do mal feito, continua o mesmo caminho, pressiona o Tribunal Constitucional e envia recados para dentro do Conselho de Ministros.»

Voltámos ao Oásis de Braga de Macedo e de Cavaco Silva, com empolamento e leitura de estatísticas desfasadas da realidade: de uma variação real homóloga do PIB de -4,1% no 1.º trimestre de 2013 para -2% no 2.º trimestre, não existe crescimento, existe sim menor decrescimento, ainda por cima com todas as limitações das análises trimestrais! Qual foi o decrescimento real numa perspectiva semestral (1.º semestre de 2013 / 2012)? O INE não dá resposta (poderá ser cerca de -3%) ao contrário do que podemos calcular a partir das estatísticas da Alemanha do DESTATIS, como o realizámos aqui (ver GERMÂNIA IV) e que sem ajustamentos de calendário e de sazonalidade foi de -0,3%, a Alemanha decresceu no 1.º semestre de 2013! Tanta manipulação da opinião pública europeia, que viu a Itália, a Espanha, a Holanda e a Bélgica decrescerem em termos reais no 2.º trimestre de 2013 por comparação com o 1.º trimestre de 2013.

O Governo, os media, certos «opinion makers» desdobram-se em salientar sinais de "inversão", de "recuperação", de "crescimento", tal como dantes viam na gestão do betão e alcatrão, da Banca, dos monopólios, oligopólios e cartéis, "desenvolvimento", agora criticado, quando se tornou evidente o desvario: BPN, BPP, BCP, PPP, SWAPS, Construção, Saúde, ... são manifestações de tudo isso.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MONOPÓLIO - MONOPOLIUM - MONOPOLY

Ficheiro:Airport Lisbon a.JPG
«Aeroporto de Lisboa» fotografia de Antonio De Lorenzo (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt

A ANA detinha um monopólio público em Portugal de gestão dos aeroportos. Com o Programa de Assistência Financeira ao País foi alienado o seu capital à VINCI (que já detinha a LUSOPONTE com a presença na sua gestão do incompatível Ferreira do Amaral, ex-Ministro das Obras Públicas do PSD, quando Aníbal Cavaco Silva era Primeiro-Ministro) e a concessão pelo Estado Português para diminuir a dívida e défice públicos, tendo participado na sua negociação a actual Ministra das Finanças. Tudo «laranja», tudo PSD.

Como já aqui tínhamos referido e era de esperar,
As rendas do monopólio iriam aumentar
O turismo de Lisboa e a TAP iriam suportar
Mais um negócio fácil que a Nação vai prejudicar!

Hermínio Saraiva no Diário Económico de 8 de Agosto de 2013, no seu trabalho «Novo aumento das taxas em Lisboa custa 1,3 milhões à TAP» evidencia essa situação de parasitagem que teve como contrapartida milhões de euros absorvidos por um Estado e uma Sociedade Política não reformados até agora e que vai prejudicar LISBOA como destino turístico:
«A ANA-Aeroportos de Portugal vai aumentar em 4,4% as taxas aeroportuárias cobradas às companhias aéreas e passageiros no aeroporto de Lisboa. (...) um custo de seis milhões de euros por ano, dos quais 2,5 milhões serão pagos pelas companhias (...) a TAP, que responde por cerca de 55%  do tráfego, poderá ter um custo anual acrescido de 1,37 milhões de euros.
(...) Associação de Turismo de Lisboa (ATL) repudia (...) aumentos (...) "um aproveitamento injustificado" por parte da ANA (...) depois de terem sido revistas em 4,37% em Junho deste ano (...).
Em declarações à Lusa, Vítor Costa, director-geral da ATL, diz que "aplicar um aumento e tornar mais cara a acessibilidade a Lisboa, numa altura em que alguns dos mercados principais, como Espanha e Itália, estão em crise, é um suicídio (...) vai afectar dramaticamente a competitividade de Lisboa" e poderá ditar a saída de companhias ou de ligações aéreas da Portela.
Esta foi aliás uma ameaça deixada pela Associação Representativa das Empresas de Navegação (RENA), em Fevereiro, quando a ANA iniciou a consulta para rever as taxas. Na altura, Paul Geisler, presidente da RENA, disse ao Diário Económico que a confirmaram-se aumentos anuais na ordem dos 10% "alguns [dos seus membros] equacionam mesmo abandonar ou reduzir os espaços nos principais aeroportos portugueses".»


http://images.amazon.com/images/P/B00002MZ5E.01._SCMZZZZZZZ_.jpg«Lisboa à Noite» Teresa - «Jet Society» (http://www.youtube.com/watch?v=pd9Hxkq8gfM)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

MADEIRA III - INSULAE BEATAE III - MADEIRA III



Ficheiro:Selvagens.png
Ilhas Selvagens Arquipélago da Madeira - Vzb83 (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt
Ficheiro:Northern Savage Island, Atlantic Ocean.jpg
Ficheiro:Southern Savage Islands, Atlantic Ocean.jpg
Imagens da NASA

Neste excelente mapa (http://expresso.sapo.pt/selvagens-mas-com-grande-valor-economico=f820695) podemos avaliar a importância estratégico-económica das Ilhas Selvagens
 


Imagens em http://expresso.sapo.pt/selvagens-mas-com-grande-valor-economico=f820695, no trabalho de Luísa Meireles, com Marta Caires e Carlos Abreu (16 de julho de 2013)
Ficheiro:Selvagem Pequena - 1ago04.jpg
Coimbra68 (Wikipedia) Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt

Actores:

Carlos Pereira líder do Grupo parlamentar do PS/Madeira: enviou uma carta à Inspeção Geral de Finanças (IGF), Presidente da República e Ministra das Finanças, sobre a situação actual das Parcerias Público-Privadas (PPP) Rodoviárias da Madeira, um negócio de 2,7 mil milhões de euros: «um caso sério de má governação e de impunidade (...) deveriam envergonhar todos aqueles que têm contribuído para a manutenção da ausência de vigilância e fiscalização ao governo regional (...) utilizam o bode expiatório da autonomia para branquear opções políticas e acções governativas semelhantes a países de partido único e em regimes anti-democráticos (...) clima de perfeita anormalidade mas sempre em perfeito segredo, camuflando tudo o que deveria ser investigado e fiscalizado (...) são um caso de polícia (...) foram feitas sem concurso público [foi exigido que] os candidatos fossem sócios da Assicom – Associação dos Industriais de Construção Civil da Madeira, cujo presidente é o líder parlamentar do PSD, Jaime Ramos.» [entre Junho de 2012 até ao momento, a Comissão de Inquérito potestativo na Assembleia Legislativa da Madeira] nada resolveu (...) passeio dos alegres (...) responsáveis e governantes (...) protegidos por um regimento inconstitucional,  manipulação da maioria e cobertura descarada do Representante da República, dizem o que lhes apetece sem qualquer escrutínio público porque são reuniões à porta fechada num hábito jardinista de transformar a governação numa sociedade secreta».

Jaime Ramos - líder do Grupo parlamentar do PSD/Madeira: com maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira controla o inquérito potestativo.

Assembleia da República: controlada pelos Grupos Parlamentares do PSD e CDS separou a análise das PPP da Região Autónoma da Madeira das PPP das do Continente, por alegadas  questões constitucionais.

Inspecção Geral de Finanças (IGF): em Relatório de 2011 considerou desejável [que a potencial renegociação ou resgate de concessões fosse] realizada/acompanhada pela comissão que tem estado a analisar as principais PPP do Continente».

Aníbal Cavaco Silva - Presidente da República do PSD: remeteu a carta para o alegado não isento Irineu Barreto.

Irineu Barreto - Representante da República, nascido na Madeira, nomeado por Aníbal Cavaco Silva após auscultar o Governo, o que fez?

Alberto João Jardim - Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira, PSD, continua a exercer as suas funções, como se nada se tivesse passado.

Que vergonha PSD !!!! O INTERESSE NACIONAL tem que ser defendido !!!!!

GERMÂNIA IV - GERMANIA IV - GERMANY IV

Europeans (Germans, Latins, Celts, Slavs, ...) be careful about statistics ... take care about your Europe:

European Commission and Portuguese Government for example, have tried to manipulate public opinion about the virtualities of the bad options of Economic Policy by the second quarter figures of 2013 that we analyse in the previous messages. They don´t took about the bad first half figures, the resultant of the the first and second quarters.

For European and Portuguese GDP we can´t calculate the first half figures of 2013 at this moment.
But for Germany we can and we can see the differences between unadjusted and adjusted figures:

The unadjusted figures with adjusted prices signalize a negative rate change of German GDP in first half of 2013 compared with first half of 2012.


In contrast let we see the oficial version of DESTATIS (https://www.destatis.de/EN/PressServices/Press/pr/2013/08/PE13_269_811.html;jsessionid=9A00D9507491A101B68FD6144E0E8C85.cae3):
Larger view of graphic "Gross domestic product, price-adjusted in %"

«Press release 269 / 2013-08-14: Gross domestic product up 0.7% in 2nd quarter of 2013»

«WIESBADEN – Following a weak start into the year, the German economy is gaining momentum. The Federal Statistical Office (Destatis) reports that, compared with the previous quarter, the gross domestic product (GDP) increased by 0.7% in the second quarter of 2013 after adjustment for price, seasonal and calendar variations. According to the most recent calculations, the German economy had stagnated in the first quarter of 2013, following a 0.5% decrease of the GDP in the last quarter of 2012.
In the second quarter of 2013, positive contributions were made mainly by domestic demand. Final consumption expenditure was up both for households and government when compared with the previous quarter. Also, there was a marked increase in fixed capital formation, one of the main reasons probably being weather-related catch-up effects following the unusually long and cold winter. In addition, the quarter-on-quarter increase in exports was somewhat larger than the rise in imports, so that the balance of exports and imports also contributed to GDP growth.
In a year-on-year comparison, too, the GDP increased. The price-adjusted GDP in the second quarter of 2013 was by 0.9% higher (by 0.5% in calendar-adjusted terms) than in the second quarter of 2012.
According to provisional calculations, the GDP in the second quarter of 2013 was achieved by 41.8 million persons in employment in the domestic territory, which was an increase of 242,000 persons or 0.6% on a year earlier.
In the context of the first calculation of data for the second quarter of 2013, the results published so far for the last four years (from 2009) were also revised and corrected where required, as is done every year in August. Corrections of the seasonally and calendar-adjusted results may occur in the entire time series from 1991.
The current recalculation resulted in change rates for the annual and quarterly GDP which deviate by up to 0.5 percentage points from the results published before. Especially the GDP change rates for the quarters and the year of 2011, for which results of annual basic statistics were now available for the first time, were mainly corrected upwards (see table entitled “Comparison between previous and new results – gross domestic product, price-adjusted, chain-linked”).
Such regular revisions are conducted on a routine basis, so that the calculations include statistical information that has just become available. The calculation of the GDP and other macroeconomic aggregates is thus successively put on a statistically better founded data basis. The complete basic statistics required for a “final” calculation of national accounting results are available after four years at the latest, so that the results will be final and will no longer require regular revision only after that period.
More detailed results will be released by the Federal Statistical Office on 23 August 2013. (...)»

Better for German Government isn´t it? We will wait for National accounts with first half figures for all countries!

In the forthcoming German elections the persons of Germany will decide what kind of Germany and Europe wish.


As for Die Partei's chances in the upcoming national election, the first in...
Die PARTEI Partei für Arbeit, Rechtsstaat, Tierschutz, Elitenförderung & basisdemokratische Initiative (The PARTY Party for Work, Rule-of-Law, Protection of Animals, Advancement of Elites, and Grassroot-Democratic Initiative) a political party with few votes in a recent iniciative about Tourism in Berlin (http://www.spiegel.de/international/germany/satirical-party-die-partei-holds-tourist-protest-at-brandenburg-gate-a-916817.html)


http://falkvinge.net/files/2012/05/iStock_000018374603Small-646x363.jpg
The rise of the German Pirate Party and a image of a school censorship of it website.

Die Grünen can have a determinant role in German election. Below the happiness of the victory in Stuttgart (2012).
http://www.dw.de/image/0,,16322267_303,00.jpg

People walk past an electoral placard for the Christian Democratic Party (CDU) featuring German Chancellor Angela Merkel in Berlin. AFP photo
SPD still the hope for a political change in Germany ...
http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02621/greece_2621610b.jpg
Greece still an example of the German Government failure in the european crisis management! Portugal also! Devaluation is not a way ... Valuation yes!

UNIÃO EUROPEIA III - UNIO EUROPAEA III - EUROPEAN UNION III


Euro Zone (-0,7%) and European Union (-0,2%) stay with negative Gross Domestic Product (GDP) homologous rate change in second quarter of 2013, determined by the negative levels of Greece (-4,6%), Portugal (-2%), Italy (-2%), Netherlands (-1,8%), Spain (-1,7%), Czech Rep. (-1,2%), Belgium (-0,1%) and the low levels of Germany (0,5%), France (0,3%), Austria, Hungary and Bulgaria (0,2%). The better levels become from the Baltic Nations, United Kingdom, Romania and Poland.

Second quarter is better than first quarter of 2013 in average point of view, but for determinant countries that is not the case: Italy, Spain and Netherlands have a worst quarter.

Devaluation of Europe is not a way, European companies and families need better politcs and policians!





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

DESVALORIZAÇÃO / DESEMPREGO - VILITAS / CESSATIO - DEVALUATION / UNEMPLOYMENT


http://1.bp.blogspot.com/-UOCtpDqsE-M/T3nhqo7sDoI/AAAAAAAABHY/cdqCAeQzZrk/s1600/media-manipulation.png
«Manipulation by media» found in http://www.materiaincognita.com.br/eleicao-nos-eua-sob-pressao-com-chantagem-inedita-da-velha-midia/#axzz2bu6wHy5w
A very good image of Manipulation of Portuguese economic reality by Government with the help of mass media:

«O Governo quer usar os sinais de melhoria da economia portuguesa para suavizar o corte que está obrigado a fazer na despesa pública. O Diário Económico sabe que este é um dos argumentos que será levado para a mesa das negociações, e que pelo menos do lado do FMI poderá ter acolhimento. Contudo, até ter luz verde da ‘troika', o Executivo está a preparar o Orçamento do Estado para 2014 (OE/14) com um corte de 3,6 mil milhões de euros na despesa, e com vista à meta de 4% do défice.
Um dos argumentos que o Executivo está a preparar para convencer a ‘troika' a suavizar o corte de despesa previsto para o próximo ano são os sinais de viragem da economia. O Diário Económico sabe que o Executivo vai defender que estes sinais têm de ser preservados, que ajudam à consolidação e que as expectativas de inversão do ciclo não devem ser defraudadas.»  Margarida Peixoto e Bruno Faria Lopes  «Diário Económico» 12/08/13
Mas que «sinais de melhoria da economia portuguesa» se podem observar nas estatísticas?!!!! What kind of better signals we can see in statistical data for Portuguese Economy?!!!!
A partir dos últimos dados disponíveis do Instituto Nacional de Estatística (INE) é este o panorama: a desvalorização empolada do Mercado Interno continua e as actividades económicas ligadas parcialmente aos mercados externos têm volumes de negócios mais favoráveis, mas o crescimento das exportações desacelerou de 2012 para 2013, o que se torna mais evidente se excluirmos o contributo dos combustíveis da GALP Energia.
Based on the latest available data from the Portuguese National Statistics Institute this is the panorama: the devaluation of the Internal Market continues and economic activities partially linked to external markets have turnover more favorable, but export growth slowed from 2012 to 2013 which becomes more evident if we exclude the contribution of fuel by GALP Energia.

O 2.º trimestre apresenta dados menos desfavoráveis do que o 1.º semestre? Mas os dados de Junho, incluindo as exportações, são bem piores! The second quarter was better than the first hhalf of 2013? But the data of June was really worst!

Posteriormente, o INE divulgou em 14-08-2013 a estimativa rápida da variação do Valor Acrescentado adicionado do Imposto sobre esse Valor líquido de subsídios à produção, o Produto Interno Bruto:
Produto Interno Bruto
Dados encadeados em volume (ano de referência=2006)
Taxa de variação homóloga, %


Confirma-se uma taxa de variação real fortemente negativa em relação ao 2.º trimestre de 2012 (-2%), o que implica uma variação homóloga no 1.º semestre de 2013 bastante superior à previsão do Banco de Portugal para o final do ano (-2%). A variação positiva em relação ao 1.º trimestre de 2013 (1,1%) não é ainda um sinal de melhoria, ainda por cima influenciado por uma Páscoa no 2.º trimestre versus uma Páscoa no 1.º trimestre e com as variações desfavoráveis em Junho, nomeadamente nas Exportações de bens. As Exportações de Serviços continuam a ser influenciadas positivamente pelo Alojamento turístico que viu os seus proveitos aumentarem no 1.º semestre de 2013 em relação ao 1.º semestre de 2012 em 4,9%, 10,7% de Junho a Junho.

Incrível a manipulação do Governo pela voz do Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros do mesmo dia (não é por acaso, provavelmente): 

«É fundamental continuar a trabalhar e não abrandar a consolidação orçamental (...) Os dados do INE vão na mesma linha, consolidando a ideia de que o caminho e o programa de ajustamento tem sentido, faz sentido e dá sentido aos esforços dos portugueses.
(...) Portugal conseguiu o melhor resultado entre os parceiros europeus (...) é preciso olhar para isto com prudência (...) trata-se de sinais que demonstram que faz sentido o caminho que tem sido percorrido (...) é preciso continuar a trabalhar para que os resultados se consolidem, ganhem consistência, e que 2014 possa ser de estabilização.
(...) a necessidade de rigor e esforço vai além do programa (...) mesmo depois da saída da troika, o País terá de assentar o seu crescimento em bases mais sólidas para não voltar a ter uma situação destas, o que vai exigir rigor.
Não vale a pena começarmos a achar que o esforço foi todo desenvolvido e que podemos entrar numa lógica de menor rigor em relação às despesas do Estado. Estas exigências vão-se manter, ainda que estes resultados sejam positivos e dêem sentido aos esforços que têm sido feitos pelas famílias e empresas».

Até o jornalista Nicolau Santos «engoliu a pílula dourada» no seu blogue «Keynesiano Graça a Deus» (http://expresso.sapo.pt/keynesiano-gracas-a-deus=s25615):

«Governo pode abrir o champanhe»

Nicolau Santos


A dimensão do crescimento é a grande surpresa, mas não o fim da recessão, Vários sinais se vinham acumulando nesse sentido: criação de postos de trabalho, melhoria do índice de confiança dos consumidores, aumento da produção industrial.  
Mas são as exportações que voltam a ser o grande motor desta recuperação, como resultado quer da melhoria da conjuntura europeia, quer do maior número de empresas nacionais que se viraram para o exterior para conseguirem sobreviver.
As boas notícias não se ficam por aqui. Se nos dois últimos trimestres do ano se continuarem a verificar crescimentos positivos, então a recessão prevista para esta ano, que já tinha sido corrigida de 2,3% para 2% pelo Banco de Portugal, pode ainda ficar abaixo deste valor, deixando claramente em aberto a possibilidade de em 2014 a economia portuguesa voltar a registar um crescimento anual positivo.
É claro que ainda há riscos que ameaçam este desempenho. O primeiro tem a ver com a conjuntura externa, que pode voltar a deteriorar-se. O segundo está ligado ao Orçamento do Estado para 2014, que será ainda bastante restritivo, o que travará o crescimento económico.
Contudo, em termos globais, tudo indica que a recessão acabou e que Portugal está de volta ao crescimento. Não será o país que tínhamos antes de 2008. Mas sempre será melhor do que este que tivemos nos últimos três anos. E a possibilidade do PSD voltar a ganhar as eleições de 2015 deixa agora de ser uma miragem.»

Espantoso! Nem uma referência a todos os indicadores negativos que aqui salientámos, nomeadamente os relativos às próprias exportações e aos -2% de variação homóloga do PIB no 2.º trimestre de 2013!!!

Que nos libertemos de perspectivas keynesianos e liberais!!!

domingo, 11 de agosto de 2013

AÇORES - AZORES - AZORES

In the center of the Atlantic, so very beautiful
The Portuguese archipelago is so magic and wonderful
By sea or air, centuries of support to voyages
Link continental Europe to America by ages

Was there Atlantis?
«For it is related in our records how once upon a time your State stayed the course of a mighty host, which, starting from a distant point in the Atlantic ocean, was insolently advancing to attack the whole of Europe, and Asia to boot. For the ocean there was at that time navigable; for in front of the mouth which you Greeks call, as you say, 'the pillars of Heracles,' there lay an island which was larger than Libya and Asia together; and it was possible for the travelers of that time to cross from it to the other islands, and from the islands to the whole of the continent over against them which encompasses that veritable ocean. For all that we have here, lying within the mouth of which we speak, is evidently a haven having a narrow entrance; but that yonder is a real ocean, and the land surrounding it may most rightly be called, in the fullest and truest sense, a continent. Now in this island of Atlantis there existed a confederation of kings, of great and marvelous power, which held sway over all the island, and over many other islands also and parts of the continent.» Plato «Timaeus» (360 before Chhrist).

Ficheiro:Azores CIA.jpg

Açores ou Azores





Azores Islands CT8/SM6C CT8/SJ6A DX News
So very beautiful!

So different of Madeira archipelago also in it regional government, with a better support of the Portuguese Nation, with roots in the support of the independence of Portugal!

SHAME WEAKNESS ANTI-PORTUGAL (SWAP): A SUDOESTE (SW) ABSORVE-SE PORTUGAL II

Posse de ministra das Finanças mantém-se apesar de Portas ter apresentado demissão
A MINISTRA DAS FINANÇAS AQUI NA COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA ESTÁ ENREDADA NUMA TEIA QUE A TRANSCENDE MAS NA QUAL SE ENVOLVEU HÁ MUITO TEMPO. É SEMPRE O PRIMEIRO MINISTRO O PRINCIPAL RESPONSÁVEL VISÍVEL, MAS POR DETRÁS DELE EXISTE O PSD E OS SEUS PARASITAS, O PARTIDO POPULAR EUROPEU, O GOVERNO ALEMÃO E A SUA DESASTROSA ESTRATÉGIA EUROPEIA, A «BANCA INTERNACIONAL» E TODA A SUA VIL TRAIÇÃO A PORTUGAL, QUE LHES FICA MUITO MAL!


INCOMPATÍVEL

ACABOU DEMITIDO
O SUSPEITO APARECIDO
APESAR DE TER MENTIDO
ESTAVA A SER PROTEGIDO

MOVIMENTO INCOMPATÍVEL ETERNO
QUE PASSA DA BANCA PARA O GOVERNO
E DO GOVERNO PARA A BANCA
NUMA SUJIDADE COM VESTE BRANCA

QUE GOVERNO É ESTE
QUE FOI TÃO INFLUENCIADO A LESTE?
APESAR DA MAIORIA LEGAL
NÃO TEM QUALQUER MORAL

SÃO UM BANDO DE OPORTUNISTAS
QUE SUBSTITUÍRAM UM GRUPO DE «ARTISTAS»
NADA FIZERAM PARA O ESTADO MUDAR
LANÇARAM BRUTAIS PESOS SOBRE A TERRA, AR E MAR

MIGUEL SOUSA TAVARES É DOS MELHORES A MOSTRAR
O QUÃO VIL É O ESTADO MENTAL DESSA GENTE
TÃO AFASTADA DO INTERESSE NACIONAL MUITO MENTE
CONTINUAM A MEDÍOCRE OBRA DE PORTUGAL DESVALORIZAR

QUE «FARTAR VILANAGEM»
NUMA COLOSSAL VORAGEM
DOS CARDUMES DE PEIXES DE RAÍZ NACIONAL
AOS GRUPOS DE TUBARÕES DE CARIZ TRANSNACIONAL


Recomendamos a leitura do último artigo de Miguel Sousa Tavares «Virtudes Privadas, Públicos Vícios», publicado no Expresso de 10-08-2013.

VIVA A NAÇÃO PORTUGUESA! QUE O ESTADO PORTUGUÊS A SIRVA E NÃO O CONTRÁRIO E POR VIA DELE E DO SISTEMA FINANCEIRO SIRVA INTERESSES DE GRUPO, PORTUGUESES OU ESTRANGEIROS ANTAGÓNICOS AOS INTERESSES  DA NAÇÃO, DAS SUAS EMPRESAS E FAMÍLIAS.