sábado, 27 de julho de 2013

PARTIDO SOCIALISTA - SOCIALAS PARTIUM - SOCIALIST PARTY

























O antigo e narcísico suzerano Que muito gosta do primeiro plano Evidenciou de novo o feudalismo Que mina o reino do socialismo

Shakespeare está atento À angústia e lamento De vontades de poder De máscaras de dever ser De actores a querer Que mal mascaram triste ser


«Mário Soares em entrevista ao i. “Estou desiludido com Seguro”» Por Ana Sá Lopes
publicado em 27 Jul 2013 - 05:00 http://www.ionline.pt/artigos/portugal/mario-soares-entrevista-ao-i-estou-desiludido-seguro:

«Honro-me de, com Manuel Alegre, termos evitado que alguns membros significativos do PS se demitissem nos dias anteriores a Seguro dizer que não havia acordo. Por mim, nunca acreditei que aquelas conversações fossem feitas sem que houvesse uma cisão grave no PS. Seguro mandou-me um recado por Almeida Santos a dizer que estava muito magoado comigo. Ora eu também estou com ele, principalmente depois da entrevista que deu à inteligente entrevistadora da SIC, Ana Lourenço, em que só falou uma vez e de passagem do PS, como se fosse o seu dono. Ora não é. É apenas o seu líder, eleito por esmagadora maioria, pelo congresso, a que assisti, é verdade. Mas isso não lhe dá o direito a falar sempre na primeira pessoa. Pelo contrário. [DELIRANTE A PRESSÃO CONTÍNUA DE SOCRÁTICOS E COSTISTAS SOBRE O LÍDER DO PS ELEITO, NUMA PERSPECTIVA DE VIL VONTADE DE PODER, E PERANTE O PERIGO DE ELEIÇÕES ANTECIPADAS QUE NÃO INTERESSAVAM AOS SENHORES FEUDAIS, PORQUE ENTREGAVAM A SEGURO DEMASIADO PODER ANTES DO SEU TEMPO DE ACÇÃO, O MONARCA REPUBLICANO LAICO E SOCIALISTA ACTUA CONTRA QUALQUER ACORDO, EM NOME DE UMA ESQUERDA QUE CONTRIBUIU PARA UM ESTADO E UMA SOCIEDADE POLÍTICA MUITO PESADOS E NÃO RESPEITADORES DA SOCIEDADE CIVIL, DAS EMPRESAS E DAS FAMÍLIAS! A AMEAÇA DE DEMISSÃO DEVERIA TER SIDO CONCRETIZADA EM ACÇÃO, DEMITIAM-SE, PONTO FINAL. O LÍDER DA UGT EXISTE SÓ PARA DEFENDER FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, ALGUNS DELES PARASITAS? INCRÍVEL, APÓS A UGT TER PACTUADO COM O GOVERNO A VULNERABILIZAR TRABALHADORES DO SECTOR PRIVADO. QUE VERGONHA! A DEFESA DA MAIORIA DAS PESSOAS QUE TRABALHAM EFECTIVAMENTE E BEM PARA A NAÇÃO POR VIA DO ESTADO REALIZA-SE COM A SUA DIFERENCIAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS PESSOAS QUE EXPLORAM A NAÇÃO ATRAVÉS DO ESTADO, O QUE EXTENSÍVEL A TODAS AS ENTIDADES QUE AÍ PARASITAM. O PS DEFENDE ESSAS PESSOAS E ENTIDADES? A AUSTERIDADE DEVERIA TER SIDO SEMPRE SELECTIVA E ORIENTADA PELA CRIAÇÃO DE VALOR, NÃO DEVERIA TER ABRANGIDO NEM EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS, NEM PESSOAS Do SECTOR PRIVADO OU PÚBLICO QUE CONTRIBUEM OU CONTRIBUÍRAM PARA A CRIAÇÃO DE VALOR!]

(...) Não posso negar que me desiludiu, principalmente com a maneira como ele me mandou dizer, por Almeida Santos, que estava magoado comigo por ter salvo alguns dos melhores militantes do PS. Tanto Manuel Alegre como eu evitámos que eles se demitissem antes de Seguro se pronunciar. Mas confesso-lhe que fiquei desiludido com o discurso brando com que anunciou o desacordo e deixou algumas portas abertas para uma nova discussão. Também fiquei desiludido com a entrevista que deu depois a Ana Lourenço, como já disse atrás, em que numa hora falou sobre ele e uma só vez no PS. [INCRÍVEL A POSTURA NARCÍSICA DE SOARES A INVERTER POSIÇÕES, QUAL EX MONARCA OFENDIDO POR NÃO SEGUIREM A SUA POSIÇÃO]

(...) Mas agora, quando o actual governo está mais moribundo do que no passado, como se verá nos próximos dias, acho que as eleições seriam bem-vindas, antes que o actual governo estrague mais o país, como vai notar-se nos próximos tempos. Portas, na sua vaidade, vai perceber, porque é inteligente, que ser vice-primeiro-ministro não representa nada e só lhe vai levantar problemas, e não só no seu partido. A troika vai recebê-lo mal e não lhe vai fazer concessões.» [A POSIÇÃO ESQUERDÁRIA DO PS DEU DE BANDEJA AO PÉSSIMO GOVERNO A SUA CONTINUIDADE, POR TEMPO SUFICIENTE PARA DESTRUIR AINDA MAIS, AGORA TAMBÉM COM DESPESAS ELEITORALISTAS DE REPRODUÇÃO DE PODER, QUE AINDA AGRAVARÃO MAIS A PRESSÃO SOBRE A SOCIEDADE CIVIL. O QUE PARECIA INEVITÁVEL, AS DESEJADAS ELEIÇÕES ANTECIPADAS, ESTÃO AGORA ADIADAS]

«O povo português, que na sua maioria odeia este governo, que continua moribundo, votará no PS porque recusou o acordo com a pior direita que tivemos até hoje. Agora o PCP não vai ter a votação com que sonhava porque o PS se declarou claramente à esquerda. Aliás, se o tivesse feito há mais tempo, já tinha chegado à maioria absoluta dos votos nas sondagens, como seria lógico. O PS sempre foi de esquerda e os social-democratas na linha de Sá Carneiro também.» [MAS QUE ESQUERDA É ESSA QUE DEFENDE UM ESTADO PARASITA E DESSA FORMA FRAGILIZA O ESTADO ORIENTADO PARA A NAÇÃO, PARA A CRIAÇÃO DE VALOR, NOMEADAMENTE ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE?]

«(...). O PS sempre foi um partido de esquerda e é o que a maioria dos seus quadros e militantes quer que seja. Nunca nos seus melhores tempos houve dúvidas de que assim fosse. Mesmo quando esteve na luta com o PCP e ganhou a batalha, como se sabe. Não é possível por isso negociar com a troika antes que as coisas mudem na Europa, como penso que vai acontecer. Veja-se a atrapalhação em que está a senhora Merkel, quando a Alemanha começa a sentir dificuldades sérias...» [O PS DESSA ESQUERDA NÃO TERÁ HIPÓTESE DE CONTRIBUIR PARA A PROFUNDA REFORMA DO ESTADO E DA SOCIEDADE POLÍTICA, É UMA FORÇA CONSERVADORA QUE COLOCA EM CAUSA A REALIZAÇÃO DOS VALORES DEMOCRÁTICOS E SOCIALISTAS, SOCIAL DEMOCRATAS!]

O PARTIDO SOCIALISTA É A ÚNICA ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA, MAS AS FORÇAS QUE O DETERMINAM PODERÃO COMPROMETER SERIAMENTE ESSA ALTERNATIVA, QUE NUNCA PODERÁ SER ESQUERDISTA, NARCISISTA, FEUDALISTA!


QUANDO É QUE OS ELEITORES QUE VOTAM NO PS PODEM ESCOLHER VERDADEIRAMENTE OS SEUS REPRESENTANTES? QUANDO É QUE AS LISTAS DE CANDIDATOS SERÃO SUJEITAS A VOTOS POR PESSOA? PORQUE É QUE SE VOTAMOS NUM CÍRCULO DISTRITAL (DEVERIA SER NACIONAL) EM ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, TEMOS QUE VOTAR NUMA LISTA, EM PESSOAS QUE NÃO CONSIDERAMOS QUE DEFENDAM O INTERESSE NACIONAL PARA PODER VOTAR PS. QUAL É A ALTERNATIVA? E DEPOIS DIZEM QUE ESTÁ REALIZADA A OPÇÃO DOS ELEITORES? A DEMOCRACIA TEM QUE SER APROFUNDADA!

COMO VIMOS RECENTEMENTE NO PSD E NAS ANTERIORES LEGISLATURAS, POR ESTES CAMINHOS FORA DO CONTROLO DOS ELEITORES, PODEM SURGIR ESTAS DESGRAÇAS COMO SÃO AS PESSOAS QUE TÊM TIDO O CONTROLO SOBRE A MAIORIA DOS REPRESENTANTES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E TÊM CONDUZIDO PORTUGAL PARA O ABISMO!

O líder do PS declarou em 28-07-2013:
«Tenho aqui um recorte de há dois anos, com declarações do mesmo primeiro-ministro, em que dizia: 'União nacional não é desejável em Portugal'. Ninguém leva a sério este primeiro-ministro. É preciso que na política a palavra seja honrada. Não se pode dizer uma coisa hoje e fazer o contrário amanhã (...)
Os portugueses têm muita dificuldade em levar a sério este primeiro-ministro. Porque ele vem dizer que os impostos são inimigos da economia, mas foi ele que fez o maior aumento de impostos da história da nossa democracia. Este ano os impostos aumentaram mais de 30%. Como é que se pode levar a sério este primeiro-ministro? (...) Nós precisamos de ter um primeiro-ministro que honre os seus compromissos, que honre a palavra dada. E não é manifestamente o caso (...)
Declaro por minha honra que descerei o IVA da restauração de 23% para 13% (...)»

E o IRS que esmaga as «classes intermédias de rendimentos» que não foram defendidas perante e pelo Tribunal Constitucional? A sobretaxa era constitucional? Existem custos de oportunidades sociais: muitas das insolvências, cessações de actividade e desemprego foram empoladas por não se terem reduzido despesas públicas que não estiveram, não estão, nem estarão ligadas à criação de Valor! O PS não é nada claro sobre essa questão ... ou melhor, certos membros do PS são bem claros: primeiro que tudo defender o Estado ... isso não é socialismo democrático, isso é estatismo!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

LEGITIMIDADE III - LEGITIMITATE III - LEGITIMACY III












Brazil: Demonstrators against abuses of power delegation from Nation to representants!

Unfortunly we return to democratic legitimacy in Portugal.
Infelizmente, voltamos ao tema da legitimidade democrática, voltamos ao brilhante Adriano Moreira pelo seu texto «As questões da legitimidade» (Diário de Notícias, 23-7-2013 http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3337048&seccao=Adriano%20Moreira&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1):

«Embora não seja fácil convencer governos da necessidade de terem sempre presente que existe uma diferença fundamental entre a legitimidade da eleição, ou tomada do poder, e a legitimidade de exercício que começa a ser medida a partir da tomada de posse, os factos não prestam atenção ao descuido, e de quando em vez são estes que decidem que a segunda destruiu a primeira.
A história do neoliberalismo americano (...) está semeada de atribuições de catástrofes da legitimidade de exercício, e mesmo que se possa admitir uma redução baseada nas contradições ideológicas, ainda sobram os exemplos suficientes para o sobressalto dos povos, e até dos regimes, como parece estar a acontecer em Portugal.
(...) não existe regra, ética ou jurídica, que cubra de legitimidade uma gestão que assuma compromissos para além da capacidade da sociedade civil, quando não foram acontecimentos externos, dos que não poupam os Estados exógenos, os determinantes das situações, nem sempre apenas de catástrofe financeira. Na crise europeia em curso, se os fatores internos não podem deixar de ser imputados aos governos (...), é certo que aos fatores externos cabe o maior peso da situação económica e financeira, não detetada a tempo ou com a lucidez suficiente, para que o bom governo impedisse o desastre, mesmo não podendo evitar todas as dificuldades.
Assumir isto é o mínimo (...), o que finalmente aconteceu tarde com o ministro do orçamento que nos tem regido de facto com o estatuto de primeiro ministro, mas, verificada a situação, e até identificadas e definidas as responsabilidades, não é repudiar o passado que se espera da responsabilidade política, é assumir o dever de intervir, em nome do futuro, que chama as vocações de estadistas.
Os portugueses estão hoje numa situação dessas, perigosa não apenas para o regime, perigosa para a paz, perigosa para a viabilidade do país, e não é seguramente deixando a sociedade civil desconcertada, não apenas sobre saber quem é chamado governo, mas sobre como se governa a tormenta, que a situação pode ser enfrentada. E de facto é esta a situação a que a sociedade foi conduzida, pela desorientação dos membros do governo evidentemente sem coordenação, e sem que a intervenção presidencial os tivesse reorientado, antes tenha agravado a desorientação da sociedade civil, excedida pela fadiga tributária, temendo maiores expropriações que as assumidas sem o seu assentimento, duvidando do valor das palavras e não concedendo crédito indiscutido às intenções dos responsáveis, cansada dos pedidos de solidariedade onde espera, com muita urgência e pouca esperança, acordos inovadores e criativos.
E neste ponto é que os acordos parecem mais urgentes e mais difíceis, porque não parece fácil pedir consensos para intervenções passadas que os solicitados nunca aprovaram, embora seja um direito pedir acordos sobre estratégias inovadoras, criativas, e mobilizadoras.
Tradicionalmente é na frente externa que esta convergência, entre governos e oposições, é mais frequente e possível, e nesta data trata-se de um urgente campo de aproximação e responsabilidade conjunta a definir, assumir, e praticar, sem perda de face para nenhuma força política.
Designadamente tornando claro aos políticos responsáveis do Conselho Europeu, e não a funcionários subordinados, que o interesse comum do Sul da Europa pobre em cumprir é correspondente ao interesse dos prestadores em receber.
E para isso precisam em comum de reformular as circunstâncias em que a economia poderá ser posta a funcionar em termos de vir a ser-lhes útil.
Unidos, solidários, e com esperança. Para eles, para a Europa, e para o Ocidente em decadência.»

As we said here:
- Government don´t respected electoral concomitments (solution of crisis by State reform not by taxes, that triggered vicious circles), a problem of ethic and values in a system that permit that;
- Leader of Goverment don´t accepted him responsabilities and go on with the same politics despite all signals of disaster, a problem of big distance to reality;
- Leader of Goverment / former Finance Minister don´t share answers with partners of coligation, with the democratic opposition, with the Nation (peaceful and significant demonstrations, ...), only with Deutsche Goverment with subservience, a problem of internal authocracy between elections with external dependence.

The Government don´t have real legitimacy only formal given by a majority of deputies without soul, simple marionettes of Goverment, like the Government is a marionette of the Deutsche Goverment. By this way Deustche Goverment take under control Portuguese Parlment, the votes of Portuguese are not for that: was for representants defend Nacional interest, Persons interest!

domingo, 21 de julho de 2013

SÉRVIA - SERBIA - SERBIA

File:Kosovka devojka.jpg
«Kosovo Maiden» Uroš Predić (1919)

For all victims of wars in Balkans along centuries! Peace is a Feminine word ... Deep in our souls and hearts the Woman and Man blessed by Passion and Love victims of the brutal polarities of the wars and conflicts, destructive dialectics: the example for Ethernity of Admira Ismic and Bosko Brkic (a Bosnian Woman and a Serbian Man) ... that William Shakespeare universalized before (1595) in him «Romeo and Juliet» ...

File:Frederick Leighton - The Reconciliation of the Montagues and Capulets over the Dead Bodies of Romeo and Juliet.jpg
«The Reconciliation of the Montagues and Capulets over the Dead Bodies of Romeo and Juliet» Frederic Lord Leighton (1855)


«The Maiden of Kossovo» (Serbian ephic poem translated for English in 1920 by Helen Rootham http://home.earthlink.net/~markdlew/SerbEpic/maiden.htm)

«Early rose the maiden of Kossovo,
Early rose she on a Sunday morning,
Rose before the brilliant sun had risen.
She has rolled the white sleeves of her robe back,
Rolled them back up to her soft white elbows;
On her shoulders, fair white bread she carries,
In her hands two shining golden goblets,
In one goblet she has poured fresh water,
And has poured good red wine in the other.
Then she seeks the wide plain of Kossovo,
Seeks the noble Prince’s place of meeting,
Wanders there amongst the bleeding heroes.
When she finds one living midst the wounded
Then she laves him with the cooling water,
Gives him, sacramentally, the red wine,
Pledges with her fair white bread the hero.
Fate at last has led her wand’ring footsteps
Unto Pavle Orlovitch, the hero,
Who has borne the Prince’s battle-standard.
From his gaping wounds the blood is streaming,
His right hand and his left foot are severed--
And the hero’s ribs are crushed and broken,
But he lingers still amongst the living.
From the pools of blood she drags his body
And she laves him with the cooling water,
Red wine, sacramentally, she gives him,
Pledges then with fair white bread the hero.
When at length his heart revives within him,
Thus speaks Pavle Orlovitch, the hero:
“Oh dear sister, Maiden of Kossovo,
What great need compels thee here to wander,
Thou, so young, amongst the wounded heroes?
What dost thou upon the field of battle?
Dost thou seek a brother’s son, or brother,
Dost thous seek perchance an aged father?”
Answered him the Maiden of Kossovo:
“Oh dear brother! Oh thou unknown warrior!
None of my own race am I now seeking,
Not a brother’s son nor yet a brother,
Neither do I seek an agéd father.
Wast thou present, oh thou unknown warrior;
When for three whole weeks to all his army
Prince Lazar the Sacrament was giving
By the hands of thirty holy fathers,
In the splendid church of Samodreha?
When Lazar and all the Serbian army
There the Holy Sacrament have taken,
Three Voyvodas last of all did enter:
First of them was Milosh, the great warrior,
Ivan Kossanchich was close behind him,
And the third, Toplitza Milan, followed.
“I by chance stood then within the doorway
When there passed young Milosh, the great warrior,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief.
Then he gazes round and looks upon me,
He takes off his many-coloured mantle,
Takes it off, and gives it to me, saying:--
‘Here, oh Maiden, is my coloured mantle,
By it thou wilt keep me in remembrance,
By this mantle shall my name live with thee.
Now, dear Maid, must I go forth and perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear Maid, my sister,
That I may come back again in safety.
And that all good fortune may attend thee
I will marry thee to my friend Milan,
Him whom God has given me as brother,
My friend Milan who is my sworn brother.
In God’s name and good Saint John’s, I promise
I will be a groomsman at they wedding.’
“Ivan Kossanchitch was close behind him,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief,
On his hand a golden ring is shining.
Then he gazes round and looks upon me,
Takes the golden ring from off his finger,
Takes it off and gives it to me, saying:--
‘Here hast thou my ring of gold, oh Maiden,
By it thou wilt have me in remembrance,
By this gold ring shall my name live with thee.
Now, dear maid, must I go forth to perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear Maid, my sister,
That I may come back again in safety.
And that all good fortune may attend thee
I will marry thee to my friend Milan,
Him whom God has given me as brother,
My friend Milan who is my sworn brother.
In God’s name and good Saint John’s, I promise
I myself will give thee to the bridegroom.’
“Then Toplitza Milan follows after,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief,
On his hand a golden ring is shining
And upon his arm a golden bracelet.
Then he gazes round and looks upon me,
From his arm he takes the golden bracelet,
Takes it off and gives it to me, saying:--
‘Here, oh Maiden, is my golden bracelet,
By it thou wilt have me in remembrance,
By this gold ring shall my name live with thee.
Now, dear maid, must I go forth to perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear soul, my darling,
That I may come back again in safety;
Then, dear Maid, that good luck may attend thee,
I will take thee for my true belovéd.’
“And then went away these mighty leaders,
And to-day I seek them here, oh brother,
Seek them here, upon the field of battle!”
Pavle Orlovitch then makes her answer:
“Oh dear sister, Maiden of Kossovo,
Dost thou see, dear soul, those battle-lances
Where they lie most thickly piled together?
There has flowed the life-blood of the heroes;
To the stirrups of the faithful horses,
To the stirrups and the girths it mounted,
Mounted to the heroes’ silken girdles,
And the three have fallen there together.
Now return thee to thy fair white castle
Lest thy skirts and sleeves with blood be spattered.”

To the hero’s words the maiden listens,
Down her white face are the fast tears falling;
She returns then to her fair white castle.
From her white throat pour her lamentations:
“Woe is me, what fate I bear within me,
I but touch the young and tender sapling
And the fair green pine must surely wither.”» 

This is the ephic ambiance: the fall of Serbian Empire over the rise of Otoman Empire 
File:Central balkans 1373 1395.png
«States in the Central Balkans that emerged after dissolution of Serbian Empire in the 14th century (1373-1395)» Panonian (Wikipedia)
File:Byzantine empire 1355.jpg
 

William Robert Shepherd «Historical Atlas» 1911
Before, the rise of Slavs ...
File:Balkans850.png
Wikipedia CC-BY-SA-3.0. Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
Before ... the rise of Celts ...
File:Pannonia popolazioni png.png
«I popoli della Pannonia prima della conquista romana (I secolo a.C.)» Cristiano64 (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

By Demis mapserver we can see geographic determinants over the old Pannonia Sea, Danube flows from Black Forest to Black Sea after cross between Balkans and Carpathians, Serbia and Romania in a gorge named Porţile de Fier (Iron Gates)
Serbia (http://www2.demis.nl/mapserver/mapper.asp)
http://www2.demis.nl/mapserver/mapper.asp
File:Pannonian sea01.png
«Panonnian sea» Panonian (Wikipedia)
And after the Celts, the Romans!
File:Pannonia02.png
By Panonian (Wikipedia)

SIRMIUM in Roman PANNONIA (now Sremska Mitrovica)
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File:Sirmium, Imperial Palace.jpg
«Imperial Palace in Sirmium, Sremska Mitrovica, Serbia» sm0022 (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

SINGIDUNUM in Roman PANNONIA (now Belgrad)
File:Singidunum ostaci1.jpg
«Remains of old roman castrum of Singidunum» CrniBombarder (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

VIMINATIUM in Roman MOESIA (near actual Kostolac)
File:Viminatium.jpg
«Scavi archeologici a Viminazio, vicino a Pozarevac» Neva Micheva (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

sábado, 20 de julho de 2013

COLÔMBIA VIII - COLUMBIA VIII - COLOMBIA VIII


DIA NACIONAL DE COLOMBIA: 20 de Julio! Felicitaciones Colombia!

ARTE Y MUJER EN EL MUSEO NACIONAL DE COLOMBIA (Bogotá) http://www.museonacional.gov.co/Paginas/default.aspx

museo nacional bogota 1 Museos históricos de Bogotá

 Marco Tobón Mejía «La música» (1923)









Dionisio Cortés 
«Modelo para escultura de Policarpa Salavarrieta»
1910


Pedro Alcántara Quintano «La Pola antes de su ejecución» (1944): Policarpa Salavarrieta, heroina Colombiana


Monumento a Mercedes Ábrego (1913), heroina Colombiana

http://www.museonacional.gov.co/Inicio/SiteAssets/images/books/20080918165504.jpgCarolina Cárdenas
Francisco Antonio Cano «Carolina Cárdenas» (1930)





Carlos Correa «Anunciación» (1941)

Anunciacion III - Carlos Correa
Carlos Correa «Anunciación III» (1983)

Rebeca
Anónimo «Rebeca» (1930)

BULGÁRIA - BULGARIA - BULGARIA

Inspiring Balkan Protests: Inspiring Balkan Protests

«Inspiring Balkan Protests» - Maria Guineva 

June, 17 2013 (http://www.novinite.com/view_news.php?id=151330)



«The Balkans are protesting – Turkey, Greece, and now Bulgaria.
After admiring the Turkish demonstrations for weeks, Bulgarians are rallying with their children, pets, and national colors in a fight against the suffocating status quo - old and young, smiling, polite, mostly educated and with good jobs - the fragmented, small, often ignored "middle class."
These people, who almost to date a year ago protested to protect nature from greedy oligarchs, were propelled to the streets by the outrageous election of a controversial media mogul and lawmaker as national security chief. The reasons deserve a separate commentary, but it united many with different views.
With earlier unflattering parallels between the rallies in Turkey and those in Bulgaria against poverty, (though also righteous), there is now an inspiring similarity.
Bulgarians rose for democratic values, for civil rights, for their voices being heard. It is now crucial to evade violence and political and ethnic rifts.
One senior MP warned today they could bring millions in a counter rally. Erdogan bused nearly a million supporters to Istanbul Sunday.
What both fail to understand is that the very same people they are fighting are the ones who can push their countries forward. They are the better future.»


Fasciculus:Roman Empire Map AlexanderFindlay1849.png
«Map of the Roman provinces of Macedonia, Thracia, Illyricum, part of Pannonia Inferior, Moesia & Dacia. It is a reproduction of the 1849 Finley Map with Roman provincial borders (of about 150 AD) added to provide more information» Megistias (Wikipedia)
File:Villa Armira, the Mosaics 3.jpg
«Villa Armira» photo by Klearchos Kapoutsis (Wikipedia)File:Balkans 6th century.svg
«Map of the northern Balkans in the 6th century AD, with the Roman provinces, major settlements and roads» Cplakidas (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
File:Bulgarians and Slavs VI-VII century.png
«Bulgarians and Slavs VI-VII century» Kandi (Wikipedia)
File:Bulgaria Simeon I (893-927).svg
Todor Bozhinov (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/deed.en)

Todor Bozhinov (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

ESPIRAL RECESSIVA - RECIPROCUS SPIRALEM - RECESSIVE SPIRAL

Espiral recessiva

A Ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque na Assembleia da República e a K7 do (des)governo (18-7-2013):
«A incerteza dos últimos dias coloca em risco o caminho já percorrido (...) conquistas (...) ténues (...)
Todos os dados recentes contradizem receios de espiral recessiva (...) é perante tais sinais que ponderamos desistir agora? [AUTISMO OU MÁ FÉ?]
Não é tempo de ceder a tentações ou fazer desvios. É tempo de assumir responsabilidades e assegurar o sucesso de Portugal (...) progresso efectivo no ajustamento abre caminho a novas negociações com os parceiros [QUANDO CAIRMOS NO ABISMO FLEXIBILIZA-SE]
A credibilidade e a confiança são activos preciosos que se podem perder muito rapidamente [COITADINHO DO GOVERNO E DO VÍTOR GASPAR, FOI NUM ÁPICE]
(...) há uma política de continuidade [PARA O ABISMO] porque há perseverança no esforço de ajustamento.
Os compromissos assumidos são para manter até que sejam negociados outros compromissos (...)»


Ministra das Finanças: que olhar tão triste, defensivo e severo com genes germânico-suevos?

PORTUGAL

Portugal tem que transcender a negatividade
Que o condiciona desde a aurora da modernidade
Nos tardios caminhos da Liberdade
A boa opção não é a percorrida facilidade
Mas muito menos a anterior e actual austeridade
Que muito prejudica a nossa valiosa identidade


O Y E A SUA INVERSÃO









NOS CAMINHOS QUE SE BIFURCAM
O ÍPSILON (Y), O I GREGO OS REPRESENTAM
NUM LABIRINTO QUE OS SUBSERVIENTES SUSTENTAM
A LIBERDADE DE OPÇÃO É AFUNILADA NA INVERSÃO
PARA UM ÚNICO CAMINHO PARA A «SALVAÇÃO»
UMA INTENSA DESVALORIZAÇÃO
EM VEZ DE UMA PROFUNDA VALORIZAÇÃO
DE MUITOS CAMINHOS POSSÍVEIS PARA A NAÇÃO
ASSIM SÓ PODERÁ HAVER UM ÚNICO, CADA VEZ MAIS RECESSÃO
EM CÍRCULOS VICIOSOS ATÉ AO FUNDO DA DEPRESSÃO
NUMA BRUTAL REGRESSÃO
NÃO SE CRIAM ALTERNATIVAS AO CRESCIMENTO COM IMPORTAÇÃO
PELO DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTAÇÃO

NÃO ACORDEM NÃO DA VOSSA POSIÇÃO
E SÓ SE TRAVA O AUTISMO COM NOVA ELEIÇÃO
MESMO QUE A MESMA SEJA PARCIALMENTE UMA ILUSÃO
QUE NOS LEVE A OUTROS PROBLEMAS MAS EM EVOLUÇÃO

PORQUE ESTE CAMINHO ESTÁ CLARAMENTE COMPROMETIDO
NÃO TEM PARA TODAS E TODOS QUALQUER SENTIDO
PORQUE A PRAZO FICA TUDO PERDIDO

PELA VIA DO PEQUENO ANTÓNIO BORGES
VIMOS BEM A DEPENDÊNCIA DAS PARCAS SORTES
EXPRESSAS PELO GRANDE JORGE LUÍS BORGES

ElJardínDeSenderosQueSeBifurcan.jpg
Jorge Luís Borges «El Jardin de Senderos que se bifurcan» - 1941 (http://www.literatura.us/borges/jardin.html)

«(...) Sé que de todos los problemas, ninguno lo inquietó y lo trabajó como el abismal problema del tiempo. Ahora bien, ése es el único problema que no figura en las páginas del Jatdín. Ni siquiera usa la palabra que quiere decir tiempo. ¿Cómo se explica usted esa voluntaria omisión?
         Propuse varias soluciones; todas, insuficientes. Las discutimos; al fin, Stephen Albert me dijo:
         —En una adivinanza cuyo tema es el ajedrez ¿cuál es la única palabra prohibida?
         Refelxioné un momento y repuse:
         —La palabra ajedrez.
         —Precisamente -dijo Albert-, El jardín de los senderos que se bifurcan es una enorme adivinanza, o parábola, cuyo tema es el espacio; esa causa recóndita le prohíbe la mención de su nombre. Omitir siempre una palabra, recurrir a metáforas ineptas y a perífrasis evidentes, es quizá el modo más enfático de indicarla. Es el modo tortuoso que prefirió, en cadda uno de los meandros de su infatigable novela, el oblicuo Ts'ui Pên. He confrontado centenares de manuscritos, he corregido los errores que la negligencia de los copistas ha introducido, he conjeturado el plan de ese caos, he restablecido, he creído restablecer, el orden primordial, he traducido la obra entera: me consta que no emplea una sola vez la palabra tiempo. La explicación es obvia:El jardín de los senderos que se bifurcan es una imágen incompleta, pero no falsa, del universo tal como lo concebía Ts'ui Pên. A diferencia de Newton y de Schopenhauer, su antepasado no creía en un tiempo uniforme, absoluto. Creía en infinitas series de tiempos, en una red creciente y vertiginosa de tiempos divergentes, convergentes y paralelos. Esa trama de tiempos que se aproximan, se bifurcan, se cortan o que secularmente se ignoran, abarca todas la posibilidades. No existimos en la mayoría de esos tiempos; en algunos existe usted y no yo; en otros, yo, no usted; en otros, los dos. En éste, que un favorable azar me depara, usted ha llegado a mi casa; en otro, usted, al atravezar el jardín, me ha encontrado muerto; en otro, yo digo estas mismas palabras, pero soy un error, un fantasma.
         —En todos —articulé no sin un temblor— yo agradezco y venero su recreación del jardín de Ts'ui Pên.
         —No en todos -murmuró con una sonrisa-. El tiempo se bifurca perpetuamente hacia innumerables futuros. En uno de ellos soy su enemigo.
         Volví a sentir esa pululación de que hablé. Me pareció que el húmedo jardín que rodeaba la casa estaba saturado hasta lo infinito de invisbles personas. Esas personas eran Albert y yo, secretos, atareados y multiformes en otras dimensiones de tiempo. Alcé los ojos y la tenue pesadilla se disipó. En el amarillo y negro jardín había un solo hombre; pero ese hombre era fuerte como una estatua, pero ese hombre avanzaba por el sendero y era el capitán Richard Madden.
         —El porvenir ya existe —respondí—, pero yo soy su amigo. ¿Puedo examinar de nuevo la carta?
         Albert se levantó. Alto, abrió el cajón del alto escritorio; me dio por un momento la espalda. Yo había preparado el revólver. Disparé con sumo cuidado: Albert se desplomó sin una queja, inmediatamente. Yo juro que su muerte fue instantánea: una fulminación.
         Lo demás es irreal, insignificante. Madden irrumpió, me arrestó. He sido condenado a la horca. Abominablemente he vencido: he comunicado a Berlín el secreto nombre de la ciudad que deben atacar. Ayer la bombardearon; lo leí en los mismos periódicos que propusierona Inglaterra el enigma de que el sabio sinólogo Stephen Albert muriera asesinado por un desconocido, Yu Tsun. El Jefe ha descifrado ese enigma. Sabe que mi problema era indicar (a través del estrépito de la guerra) la ciudad que se llama Albert y que no hallé otro medio que matar a una persona con ese nombre. No sabe (nadie puede saber) mi innumerable contrición y cansancio.» 


Entretanto no dia 21-07-2013, o Presidente da República entre os caminhos que se bifurcavam de eleições ou de continuidade do Governo, optou por dar a oportunidade ao Primeiro Ministro para dar mais Passos de Coelho rumo ao abismo! Quando o Governo finalmente cessar funções, pelo menos em 2015, já não há nada a fazer: os vários futuros possíveis estarão comprometidos, mais condicionados em relação a este momento da decisão ...
A Comissão Europeia através do seu porta voz para os assuntos económico-financeiros afirmou em 22-07-2013: «Há um Governo em funções em Portugal que tem uma maioria parlamentar suficiente, vamos continuar a trabalhar com esse Governo».

Que profunda tristeza, após tantas faltas de respeito por Portugal, fica apenas o cheque em branco, quase rasgado por várias vezes, passado por uma minoria de Portuguese(a)s, a manter este Governo que não vive, sobrevive artificialmente, sem capacidade, sem honestidade, ... urge criar uma maior responsabilização em relação às propostas eleitorais
e à sua concretização. 

«ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL»? II - «NATIONALIBUS SALUTEM CONCORDIAE»? II - «NATIONAL SALVATION AGREEMENT»? II


«Passos para o abismo» Antero (http://aventar.eu/2012/10/28/passos-para-o-abismo/)



DESACORDO DE «SALVAÇÃO NACIONAL»: deveríamos estar muito para além de liberais e keynesianos do «stop and go»!!!

A ênfase deveria ser na nossa opinião, o contributo do Estado para a Criação de Valor pelas Empresas e pelas Famílias e não a defesa de toda a função pública, com o seu emprego e reforma, empolados durante décadas pelo «Estado Novo» e por todos os partidos políticos.
A rectificação da brutal carga fiscal e do abuso de posição dominante por parte do Estado que exerce sobre as Empresas e Famílias é urgente.

Nesse sentido, o que vemos nas propostas do PS sobre estes temas é uma desilusão!

Em termos de reforma da sociedade política a ênfase no aprofundamento da Democracia nas suas dimensões participativas, foi focado o aspecto muito importante, da possibilidade de alargar as possibilidades de escolha por parte dos eleitores.

PENSAMOS QUE ERA FUNDAMENTAL HÁ MUITO TEMPO HAVER ACORDO SOBRE QUESTÕES FUNDAMENTAIS PARA DEFENDER A NAÇÃO, MAS QUE COLIDEM COM A ÓPTICA ENVIESADA DOS PARTIDOS POLÍTICOS: A PROFUNDA REFORMA DA SOCIEDADE POLÍTICA E DO ESTADO ORIENTADA PARA O APOIO À CRIAÇÃO DE VALOR POR PARTE DAS EMPRESAS E FAMÍLIAS, QUE PERMITA DESENVOLVER PORTUGAL E REALIZAR O POTENCIAL DAS SUAS VALIOSAS PESSOAS EM LIBERDADE E RESPONSABILIDADE NUMA CULTURA UNIVERSALISTA COM IDENTIDADE PRÓPRIA, LUSO-LATINA!

ISSO IMPLICAR ACABAR COM QUALQUER ABUSO DE POSIÇÃO DOMINANTE, NOMEADAMENTE DO ESTADO, DE OLIGOPÓLIOS, CARTÉIS, OLIGARQUIAS, COM JOGOS PREDOMINANTES DE SOMA NULA OU NEGATIVA!

A SOLUÇÃO ESTÁ MUITO PARA ALÉM DAS SIMPLIFICAÇÕES LIBERAIS E KEYNESIANAS!

Relativamente ao PSD é preocupante o seu autismo de nem sequer admitir o que admitiu Vítor Gaspar. A espiral recessiva está ínstalada e por este caminho será aprofundada.

Propostas de «Compromisso de Salvação Nacional»
por parte do PS:
http://www.ps.pt/images/imprensa/comunicados_ps/medidas_ps.pdf
por parte do PSD:
http://www.psd.pt/archive/doc/compromisso_psd.pdf

António José Seguro, líder do PS (19-7-2013):
«Boa tarde.
Durante esta semana batemo-nos para que:
Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões
Não houvesse mais despedimentos na função pública
Não houvesse mais cortes salariais na função pública e não fosse aplicada a contribuição de sustentabilidade do sistema de pensões
Durante esta semana batemo-nos para que o Governo parasse com as políticas de austeridade, em particular, para que o Governo não aplicasse os cortes de 4.700 milhões de euros.
Durante esta semana trabalhámos para o aumento do salário mínimo nacional e das pensões mais baixas; e para a extensão do subsídio social de desemprego.
Durante esta semana, trabalhámos pela diminuição do IVA da restauração (de 23% para 13%) e por uma redução progressiva do IRC.
Durante esta semana, lutámos pela criação de um programa de emergência para apoiar os 500.000 portugueses desempregados (sem qualquer rendimento), mobilizando fundos comunitários para qualificação e formação profissional.
Durante esta semana batemo-nos contra a privatização da TAP, das Águas de Portugal, da RTP e da CGD.
Durante esta semana trabalhámos pelo equilíbrio e sustentabilidade das contas públicas, através do estabelecimento de uma regra para a despesa pública, que consiste na estabilização da despesa corrente primária, em particular na despesa directamente relacionada com rendimentos.
Durante esta semana, tudo fizemos para introduzir sustentabilidade na gestão da dívida pública, através da renegociação das maturidades dos empréstimos concedidos por credores oficiais, o diferimento do pagamento dos juros e de uma posição forte de Portugal na defesa de uma solução global e europeia para o problema das dívidas soberanas dos países da zona euro. A parte da dívida soberana superior a 60% do PIB deve ser gerida ao nível europeu, assumindo cada país a responsabilidade pelo pagamento dos juros correspondentes.
Durante esta semana lutámos pelo apoio ao investimento público e privado, nomeadamente para que os fundos comunitários sejam prioritariamente dirigidos a incentivos reembolsáveis e a componente nacional dos fundos comunitários destinada ao investimento não conte para o défice.
Durante esta semana fizemos o que devíamos.
Estivemos a lutar por soluções realistas para os graves problemas dos portugueses, das famílias e das empresas.
Propusemos a estabilização da economia, nomeadamente pondo
• Fim às políticas de austeridade e estabelecendo uma política de rendimentos, através de um Acordo de Concertação Social Estratégica que envolvesse
1) Estabilização de médio prazo do quadro fiscal e das prestações sociais;
2) Evolução dos salários em torno dos ganhos de produtividade, da situação económica do País, da taxa de inflação e dos ganhos de competitividade relativa com outras economias;
3) Aumento do salário mínimo e das pensões mais reduzidas
4) Reposição dos níveis de proteção social assegurados pelo complemento social para idosos e pelo rendimento social de inserção;
5) Valorização da contratação coletiva, como quadro adequado para a promoção da melhoria da produtividade nos diferentes sectores.

Durante esta semana, defendemos o investimento público e privado, a diminuição de custos de contexto, incentivos fiscais ao investimento, a criação de um Fundo de Fomento, o financiamento às empresas e uma medida para salvar empresas economicamente viáveis, em dificuldades de tesouraria.
Mesmo assim o PSD e o CDS inviabilizaram um “compromisso de salvação nacional”.
Este processo demonstrou que estamos perante duas visões distintas e alternativas para o nosso país: manter a direcção para que aqueles que, como o PSD e o CDS, entendem que está tudo bem.
Ou dar um novo rumo a Portugal para aqueles que, como nós, consideram que os portugueses não aguentam mais sacrifícios e que esta política não está a dar os resultados pretendidos.
Que fique claro para todos os portugueses o que cada um defendeu. A nossa proposta está escrita, fundamentada e à disposição de todos os portugueses no site do PS.
Recordo que este diálogo surge na sequência de uma grave crise política aberta pelas demissões do ministro Vítor Gaspar e do ministro Paulo Portas. Crise política a que se soma a tragédia social e a espiral recessiva em que o actual Governo mergulhou o país.
Recordo que, durante estes dois anos, o PS nunca foi chamado a dar o seu contributo, apesar dos nossos alertas e das nossas propostas alternativas. O actual Governo ignorou o PS.
Mesmo assim, o PS disse sim ao apelo do senhor Presidente da República. Não poderia ser de outra forma quando o interesse nacional nos chama e é o futuro dos portugueses que está em causa.
Quisemos um diálogo com todos.
Pariticipámos no diálogo de boa-fé.
Empenhámo-nos em alcançar um compromisso.
Eu próprio, como líder do PS, impus-me um silêncio, cancelei toda a actividade pública, garantindo assim a necessária descrição em prol do êxito deste compromisso. Infelizmente, nem todos assim procederam.
Quero agradecer ao Dr. Alberto Martins que chefiou a delegação do PS e aos drs. Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar o trabalho incansável e a dedicação que colocaram nas conversações.

Muitos de vós perguntam-se: E agora? O que vai acontecer?
Cabe ao senhor Presidente da República decidir.
O que vos garanto é que, qualquer que seja a decisão do senhor Presidente da República, o PS vai continuar a bater-se pela aprovação destas propostas que visam a criação de emprego, o crescimento económico, o equilíbrio nas contas públicas, a gestão sustentável da dívida pública e uma verdadeira reforma do Estado.
O que vos garanto é que continuarei a trabalhar perto dos líderes europeus pela renegociação do nosso programa de ajustamento e para que a Europa aposte em políticas de crescimento e de emprego, e para que o BCE assuma um papel mais activo no financiamento do nosso país.
Este é o meu compromisso.
Um compromisso que assumo com cada um de vós, não ignorando as dificuldades que o nosso país atravessa, olhando a realidade com confiança e o horizonte com esperança.
Alguns olham para as limitações do país e resignam-se. Eu olho para as potencialidades dos portugueses e quero aproveitá-las.
Este não é o momento para fazermos o possível. Este é o momento para fazermos o que é necessário.»

sexta-feira, 19 de julho de 2013

«ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL»? - «NATIONALIBUS SALUTEM CONCORDIAE»? - «NATIONAL SALVATION AGREEMENT»?

http://cdn.negocios.xl.pt/2013-07/img_642x416$2013_07_12_16_01_57_203889.jpg

Passos Coelho, o ainda primeiro-ministro do actual (des)governo afirmou no conselho nacional do PSD aberto parcialmente à comunicação social numa manobra de manipulação e de má fé em relação ao PS e ao Presidente da República:
«Quando a um ano de distância, se cria incerteza com o que pode resultar de eleições, essa incerteza é antecipada para hoje, evidentemente não há coisa mais incerta por definição que as eleições (...)»
AS ELEIÇÕES NÃO SÃO UMA «COISA» E AS ELEIÇÕES PODEM RESOLVER A PROFUNDA INCOMPETÊNCIA E MÁ FÉ DO GOVERNO NA RELAÇÃO COM A CRISE: O GOVERNO FRAGILIZOU A POSIÇÃO DE PORTUGAL PERANTE A PRÓPRIA TROIKA, O QUE FOI ASSUMIDO PELO PRÓPRIO OBREIRO DO DESASTRE EM CONLUIO E SUBSERVIÊNCIA COM O MINISTRO DAS FINANÇAS ALEMÃO (VÍTOR GASPAR)!!! AS PRÓXIMAS DÃO-NOS UMA CERTEZA: O PSD VAI SER FORTEMENTE PENALIZADO PELO QUE ESTÁ A FAZER E SERÁ POSSÍVEL CRIAR UMA ALTERNATIVA, POR EXEMPLO PS+CDS!

Na Assembleia da República (12-7-2013):

«Os portugueses irão julgar-me quando o meu mandato terminar. (...) Numa democracia madura, um Governo que foi eleito para cumprir uma legislatura deve fazê-lo. Entregar aos portugueses aquilo que eles merecem.
 (...) o destino do país está associado ao destino deste Governo, para o bem e para o mal (...) O insucesso deste Governo será o insucesso do País.»
OS REPRESENTANTES ELEITOS PELAS PORTUGUESAS E PELOS PORTUGUESES FORAM AS DEPUTADAS E OS DEPUTADOS, ESCOLHIDOS A PARTIR DE LISTAS PRÉ DEFINIDAS PELOS PARTIDOS, SEM QUALQUER INFLUÊNCIA SOBRE AS MESMAS.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONVIDOU O LÍDER DO PARTIDO MAIS VOTADO (PSD), COM MAIORIA RELATIVA, A FORMAR GOVERNO, QUE TINHA ESTABELECIDO UM ACORDO DE COLIGAÇÃO PÓS ELEITORAL COM O CDS, COM OS DEPUTADOS NECESSÁRIOS PARA EM CONJUNTO, SUPORTAREM NO PARLAMENTO O GOVERNO.
APESAR DO GOVERNO TER OFENDIDO GRAVEMENTE AS PROMESSAS ELEITORAIS, QUE LEVARAM ALGUMAS VEZES À QUASE RUPTURA DA COLIGAÇÃO, NÃO TEM SIDO CENSURADO PELA MAIORIA DOS DEPUTADOS ELEITOS.
NA ÚLTIMA CRISE DA COLIGAÇÃO, APÓS OS PEDIDOS DE DEMISSÃO DOS DOIS MINISTROS DE ESTADO (E DAS FINANÇAS E DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS), PSD E CDS FORÇARAM DE NOVO UM ACORDO DE PERMUTA DO PODER, TAL É A SUA VONTADE DE PODER MASCARADA DE DEFESA DO INTERESSE NACIONAL («A QUEDA DO GOVERNO ARRASTARIA PORTUGAL PARA O ABISMO»). MAS NA VERDADE É A MANUTENÇÃO DESTE GOVERNO QUE TEM ATIRADO PORTUGAL PARA UMA PROFUNDA DEPRESSÃO!
PASSOS COELHO É UM PERIGOSO AUTISTA QUE SE COLOU AO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA A PORTUGAL COM UM ESPÍRITO DE MISSÃO FANÁTICA (A MANUTENÇÃO DO SEU PODER).
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, AO CONTRÁRIO DO ESPERADO, NÃO ACEITOU DE IMEDIATO A FÓRMULA DE SALVAÇÃO DA COLIGAÇÃO E DO GOVERNO E BARALHOU OS DADOS, SUGERINDO UM «ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL» QUE ENVOLVESSE O PS (ALGO QUE O PSD NÂO O FEZ COM O CDS, MUITO MENOS COM O PSD), PARA QUE O PROGRAMA COM A TROIKA FOSSE FINALIZADO EM JUNHO DE 2014 (3 ANOS), APÓS O QUAL SERIAM MARCADAS ELEIÇÕES ANTECIPADAS.

Passos Coelho afirmou no Conselho Nacional  do PSD em 18-7-2013:
«O PSD é hoje, indubitavelmente, a força política que mais serenidade, responsabilidade e sentido institucional tem mostrado aos portugueses (...) No PSD ninguém pode andar com o coração nas mãos com medo daquilo que o partido possa dizer (...) a incerteza lançada a um ano de distância quanto ao que pode resultar de eleições pode comprometer as nossas condições de regresso ao mercado (...) a austeridade não é uma opção ideológica, é uma necessidade que se impõe (...)»

António José Seguro, líder do PS afirmou (18-7-2013):
«Considero que a situação do país é extremamente grave dos pontos de vista social, económico e político. Isso não se pode confundir com discursos de ocasião, com frases de ocasião ou com ataques de ocasião (...) da parte do PS, há toda a boa-fé e há todo um processo que respeita (...) tem colocado todas as suas propostas em documentos escritos. Oportunamente serão do conhecimento dos portugueses, para que os portugueses possam avaliar com total transparência todo este processo de diálogo. Não quero que em nenhum momento haja qualquer interpretação que ponha em causa esse processo de diálogo» (http://www.ps.pt/noticias/noticias/procura-de-solucoes-nao-se-compadece-com-jogos-partidarios.html#sthash.0tHoKKYO.dpuf) QUE CONTRASTE!!!

O PROTAGONISTA CDS FICOU NUMA POSIÇÃO PATÉTICA: CÚMPLICE DE UMA POLÍTICA DESASTROSA PARA PORTUGAL, AS SUAS CRÍTICAS E HESITAÇÕES NUNCA TIVERAM QUALQUER CONSEQUÊNCIA NA ALTERAÇÃO DA MESMA, CORRENDO O RISCO DE SER SUBMERGIDO NA SUA CONTÍNUA INDEFINIÇÃO.

RELEMBRAMOS AQUI QUE A REFORMA DO ESTADO CONTINUA POR SE INICIAR EM ANO DE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS E A BRUTAL TRIBUTAÇÃO SOBRE FAMÍLIAS E EMPRESAS CONTINUA EM ACÇÃO. ESCANDALOSO PASSOS COELHO, VÍTOR GASPAR, PAULO PORTAS!!! ESCANDALOSO PSD E CDS, OS VOTOS DE 2011 NÃO TINHAM ESTA INTENÇÃO!

CARICATA A POSIÇÃO DO GOVERNO E DO BANCO DE PORTUGAL QUE OLHAM AGORA COM MUITO OPTIMISMO PARA A ECONOMIA PORTUGUESA, AGARRANDO-SE ÀS EXPORTAÇÕES (MÉRITO INTEGRAL DAS EMPRESAS), OMITINDO O EFEITO COMBUSTÍVEIS GALP E O DESASTRE QUE SÃO A PROCURA INTERNA, AS INSOLVÊNCIAS, O DESEMPREGO, O DÉFICE E A DÍVIDA PÚBLICA A TENDER PARA INFINITO!

O ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL DEVERIA TER SIDO FIRMADO EM 2010, MAS DEIXARAM O ACORDO NAS MÃOS DA NEGOCIAÇÃO DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2011, NAS MÃOS DOS INCOMPETENTES TEIXEIRA DOS SANTOS (COMPROMETIDO NOS ERROS DO ANTERIOR GOVERNO PS) E EDUARDO CATROGA (COMPROMETIDO NO ASSALTO AO PODER POR PARTE DO PSD E DO CDS). O CHUMBO DO PEC IV FOI FATAL PARA PORTUGAL! O PRESIDENTE DA REPÚBLICA TEVE ELEVADAS RESPONSABILIDADES. O ANTERIOR PRIMEIRO MINISTRO QUE TANTOS ERROS TINHA COMETIDO, PASSOU A SER O ÚNICO DESSES ACTORES QUE ESTAVA A DEFENDER O SEU INTERESSE PESSOAL QUE INTERSECTAVA NESSA ALTURA COM O ONTERESSE NACIONAL: O FMI+BCE+CE NUNCA DEVERIAM TER ENTRADO COMO ENTRARAM, ERA IMPERIOSO APROVAR O PEC IV. DEFENDEMOS ESSA POSIÇÃO DESDE SEMPRE E TIVEMOS NO PARLAMENTO SIMBOLICAMENTE, NO DIA DO SEU CHUMBO, PARA PARTICIPARMOS NA CRÍTICA AO QUE ESTAVAM A FAZER A PORTUGAL E QUE HOJE É MAIS CLARO PARA MAIS PORTUGUESES. VEJAM AS POSIÇÕES NA ALTURA DE PESSOAS COMO:
- ANTÓNIO BORGES,
- JOÃO DUQUE,
- DANIEL BESSA,
- VÍTOR BENTO,
.................
QUE PÉSSIMA GERAÇÃO DE ECONOMISTAS SUBSERVIENTES E INCOMPETENTES!!!!




Dia 18 de Julho
20:28 horas
Atendendo à continuação do processo de diálogo com vista à obtenção de um compromisso de salvação nacional, a comissão política nacional do Partido Socialista, tal como previsto na convocatória inicial, foi adiada para amanhã (sexta feira), à mesma hora, na sede nacional.

Nota: Caso se justifique, esta reunião pode ser adiada em função do desenrolar da situação política.
19:25 horas
O diálogo interpartidário prosseguiu com uma reunião realizada com a presença das delegações do PSD, liderada por Jorge Moreira da Silva e integrando Miguel Poiares Maduro e Carlos Moedas, do PS, liderada por Alberto Martins e integrando Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar e do CDS-PP, liderada por Pedro Mota Soares e integrando Miguel Morais Leitão.
Esteve presente na reunião, como observador para assegurar um conhecimento regular ao Senhor Presidente da República, David Justino, assessor da Presidência da República.
Na reunião aprofundou-se a discussão sobre os documentos e contributos apresentados pelas três delegações.
16:30 horas
As negociações interpartidárias prosseguiram após reunião entre a delegação socialista e o Secretário-geral do PS.

15:00 horas
As delegações dos três partidos decidiram interromper os trabalhos, retomando os mesmos após as 16h30.

12:00 horas
Os três partidos retomaram os trabalhos do diálogo interpartidário.

01:07 horas
As delegações dos três partidos decidiram interromper os trabalhos
Dia 17 de Julho
21:42 horas
As delegações dos três partidos envolvidas na negociação interpartidária decidiram interromper os trabalhos, por forma a aprofundar o estudo dos contributos entregues pelos três partidos, retomando as negociações às 22h30. As delegações reafirmam que as negociações embora exigentes estão a decorrer sem intransigência e com espírito de abertura.

12:30 horas
António José Seguro, secretário-geral do Partido Socialista, convocou a Comissão Política Nacional para amanhã, 18 de julho, às 21h00, na sede nacional, em Lisboa. O tema da reunião será: Análise da situação política.
Dia 16 de Julho
20:31 horas
O PS recebeu hoje o BE, a pedido deste último partido.
A reunião entre o PS e o BE ocorre num momento de emergência nacional, onde todos os diálogos interpartidários são essenciais para encontrarmos soluções para os graves problemas que o país atravessa.
O PS não recusa nenhum diálogo, nem excluiu nenhum partido nesse diálogo. Sobretudo, quando a situação do país exige o contributo de todos.
Iniciou-se um processo de diálogo.
O PS insistiu que nesse processo participassem todos os partidos políticos.
O PCP e o BE excluíram-se desse diálogo.
Fizeram mal.
Agora, em competição, cada um deles lança o seu processo. O PCP com a Intervenção Democrática, Os Verdes e o BE.  O BE com o PCP.
O País dispensa este jogo partidário.
O PS não entra neste jogo partidário.
O PS está empenhado no processo de diálogo, lamenta uma vez mais que o BE e o PCP tenham recusado dar o seu contributo.
Não tem sentido iniciar processos paralelos.
Dialogar não significa que os partidos políticos tenham as mesmas posições sobre a situação do país ou sobre as soluções para sair da crise como o PS constatou, no mês passado quando se deslocou, por sua iniciativa, às sedes de todos os partidos políticos.
O PS não abdica dos seus valores e das suas posições em defesa da continuação de Portugal na zona euro; da sustentabilidade do Estado Social e de colocar o emprego e a economia no centro das políticas para o equilíbrio das nossas contas públicas.
O PS assume por inteiro todas as suas responsabilidades.
Censurou este Governo em Abril, vai voltar a fazê-lo esta quinta-feira.
Dialogou com os partidos por sua iniciativa, em Junho deste ano, e continuará todos os diálogos as vezes que forem necessárias.
Para o PS o que está em causa não é salvar este Governo que tem os dias contados.
Para o PS o que está em causa é salvar Portugal.
17:49 horas
O diálogo interpartidário prosseguiu com uma reunião realizada com a presença das delegações do PSD, liderada por Jorge Moreira da Silva e integrando Miguel Poiares Maduro, Carlos Moedas e Maria Luís Albuquerque, do PS, liderada por Alberto Martins e integrando Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar e do CDS-PP, liderada por Pedro Mota Soares e integrando Miguel Morais Leitão.
Nas reuniões de processo de diálogo interpartidário mantidas com vista a alcançar um "compromisso de salvação nacional" participam, exclusivamente, representantes dos partidos políticos e um representante do Presidente da República como observador. O Governo não participa nas referidas reuniões.
Esteve presente na reunião, como observador para assegurar um conhecimento regular ao Senhor Presidente da República, David Justino, assessor da Presidência da República.
Na reunião aprofundaram-se os temas e analisaram-se documentos sobre a situação economico-financeira do país. Os trabalhos prosseguiram de forma intensa, tendo as delegações partidárias acordado continuar as reuniões amanhã com a apresentação de contributos escritos com vista à obtenção de um "Compromisso de Salvação Nacional" com a máxima brevidade.
11:01 horas
Nas reuniões de processo de diálogo mantidas com vista a alcançar um "compromisso de salvação nacional" participam, exclusivamente, representantes dos partidos políticos e um representante do Presidente da República como observador. O Governo não participou nem participa nas referidas reuniões. Cada partido político é responsável pelos seus participantes, os quais representam, exclusivamente, os partidos políticos.
Apesar desta ser uma situação muito clara desde o princípio do processo, alguma comunicação social continua a noticiar que o Governo também participa nas reuniões, o que não corresponde à verdade e confunde os portugueses.
Dia 15 de Julho
19:35 horas
O Partido Socialista informa que a reunião de hoje, tal como a de ontem e as seguintes, não envolvem qualquer representante do Governo. Tal como os comunicados divulgados ontem e hoje, o processo de diálogo decorre com representantes dos partidos políticos. Cada partido político é responsável pela escolha da sua equipa. Independentemente de outros cargos que exercem, os participantes neste processo de diálogo estão exclusivamente como representantes partidários.
18:30 horas
O diálogo interpartidário prosseguiu com uma reunião realizada com a presença das delegações do PSD, liderada por Jorge Moreira da Silva e integrando Miguel Poiares Maduro e Carlos Moedas, do PS, liderada por Alberto Martins e integrando Eurico Brilhante Dias e Oscar Gaspar e do CDS-PP, liderada por Pedro Mota Soares e integrando Miguel Morais Leitão.
Esteve presente na reunião, como observador para assegurar um conhecimento regular ao Senhor Presidente da República, David Justino, assessor da Presidência da República.
Na reunião abordaram-se, de modo detalhado, os 3 pilares apresentados pelo Senhor Presidente da República, tendo sido identificadas as questões fundamentais com vista à obtenção de um "Compromisso de Salvação Nacional" com a máxima brevidade.
Dia 14 de Julho
12:00 horas
Até este momento não houve contactos informais entre os três partidos políticos, ao contrário do que garantiam, durante o dia de ontem, vários órgãos de comunicação social.
18:28 horas
O processo de diálogo inter-partidário começou hoje com os representantes do PSD, PS e CDS-PP, tendo-se discutido a metodologia de trabalho e fixado o prazo de uma semana para dar boa sequência aos trabalhos previstos para a procura de um "Compromisso de salvação nacional".
Dia 13 de Julho
O PS insistia, pelo terceiro dia consecutivo, na necessidade de todos os partidos com representação parlamentar serem convidados a participar no processo de diálogo.
O Secretário-geral do PS não abriu mão da sua posição. Essa insistência durou toda a manhã e toda a tarde, até que foram conhecidas as posições públicas de auto-exclusão do processo de diálogo por parte dos líderes do PCP e do BE.
22:50 horas
O Secretário-geral do PS transmitiu ao Presidente da República a disponibilidade imediata do PS para iniciar o processo de diálogo com vista ao compromisso de salvação nacional, assente nos três pilares propostos.
Indica o Dr. Alberto Martins para chefiar a delegação do PS.
Expressa a disponibilidade do PS para reunir a partir das 16:00 horas de dia 14 de Julho, com todos os partidos políticos que concordem com os três pilares propostos pelo Presidente da República, incluindo a realização de eleições antecipadas em Junho de 2014.
Reitera a defesa de que todos os partidos políticos com representação parlamentar deveriam ser convidados a participar.
Nota: A indicação do representante do PS só foi transmitida ao Presidente da República, depois de conhecidas as declarações públicas de Jerónimo de Sousa e de João Semedo de auto-exclusão dos seus respetivos partidos do processo de diálogo.
Dia 12 de Julho
09:30 horas
O Secretário-geral do PS participa no debate do Estado da Nação onde torna claro, entre outras, que:
O PS aceita um diálogo entre partidos políticos e não entre Governo e PS;
Os termos do processo de diálogo são os três pilares definidos pelo Presidente da República e não outros, nem apenas parte daqueles três pilares.
13:30 horas
O Secretário-geral reúne-se com o grupo parlamentar do PS na Assembleia da República para comunicar o ponto de situação e escutar contributos para o processo de diálogo. No final da reunião não houve lugar a declarações.
Durante este dia o PS reiterou a sua posição de o PCP e o BE serem convidados a participarem no processo e empenhou-se na sua concretização através da realização de diversos contactos. Se o objetivo é o de elaborar um compromisso de salvação nacional, não faz qualquer sentido excluir os restantes partidos com assento parlamentar. Esta é a posição do PS.
Apesar de o PSD e o CDS já o terem feito, o PS não comunicou até esta data o seu representante no processo de diálogo, pelo facto de discordar de não terem sido dirigidos convites ao PCP e ao BE para participarem.
Dia 11 de Julho
15:00 horas 
O Presidente da República reúne-se, no Palácio de Belém, com o Secretário-geral do PS para análise da proposta de compromisso de salvação nacional.
19:30 horas
O Secretário-geral reúne o Secretariado Nacional do PS para dar conta da reunião tida com o Presidente da República. No final da reunião, o Secretariado Nacional torna público o seguinte comunicado:
“Na sequência da reunião ocorrida hoje entre o Presidente da República e o Secretário-geral do PS, o Secretariado Nacional reitera a disponibilidade do Partido Socialista para iniciar o processo de diálogo, com o objetivo de encontrar as soluções que melhor sirvam o interesse nacional e o futuro dos portugueses. Este processo de diálogo deve integrar todas as forças políticas com representação parlamentar e incidir em políticas que promovam o crescimento económico, o emprego e o reforço da posição de Portugal na União Europeia. A grave crise económica, social e política que o país enfrenta exige de todos os responsáveis políticos essa disponibilidade para encontrar soluções. É essa responsabilidade que mais uma vez o PS assume, em total coerência com os seus valores e com as suas posições públicas. O PS reafirma que exclui deste processo qualquer possibilidade de apoio, e muito menos integração em qualquer solução governativa que resulte do atual quadro parlamentar. “.
Nesse mesmo dia, o Secretário-geral do PS cancela toda a sua atividade pública de sexta feira e de sábado, com exceção da participação no debate do Estado da Nação.
Dia 10 de Julho
20:30 horas
O Presidente da República faz uma declaração ao país, para transmitir a sua decisão de não convocar eleições antecipadas e recordar que "o atual governo se encontra na plenitude das suas funções".
Nessa mesma declaração, o Presidente da República apresentou "o seu entendimento sobre a solução que melhor serve o interesse nacional" que passaria pelo estabelecimento de "um compromisso de salvação nacional assente em três pilares fundamentais":
“Primeiro, o acordo terá de estabelecer o calendário mais adequado para a realização de eleições antecipadas. A abertura do processo conducente à realização de eleições deve coincidir com o final do Programa de Assistência Financeira, em junho do próximo ano.
Em segundo lugar, o compromisso de salvação nacional deve envolver os três partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento, garantindo o apoio à tomada das medidas necessárias para que Portugal possa regressar aos mercados logo no início de 2014 e para que se complete com sucesso o Programa de Ajustamento a que nos comprometemos perante os nossos credores.
A posição negocial de Portugal sairia reforçada, evitando novos e mais duros sacrifícios aos Portugueses.
Em terceiro lugar, deverá tratar-se de um acordo de médio prazo, que assegure, desde já, que o Governo que resulte das próximas eleições poderá contar com um compromisso entre os três partidos que assegure a governabilidade do País, a sustentabilidade da dívida pública, o controlo das contas externas, a melhoria da competitividade da nossa economia e a criação de emprego.”
Perto das 22:00 horas

Em reação à comunicação do Presidente da República, o PS, através do dirigente nacional Alberto Martins, torna pública a seguinte posição:
“O PS discorda politicamente da decisão do Senhor Presidente da República ao não convocar eleições para Setembro. Mas respeitamos a decisão no plano institucional, como respeitamos as decisões de todos os órgãos de soberania.
O PS reafirma que não apoiará, nem fará parte de nenhum Governo sem que os Portugueses manifestem democraticamente a sua vontade, através da realização de eleições.
Perante a grave situação económica e social que o País vive, o PS continuará a apresentar propostas e soluções para resolver os problemas dos portugueses, de modo a que o nosso País saia desta gravíssima situação o mais rápido possível.
O PS escutou atentamente a declaração do Senhor Presidente da República e, tal como lhe compete, aguardará as iniciativas do Senhor Presidente da República. Na opinião do PS, esse diálogo não deve excluir nenhum partido político com representação parlamentar. É nestes termos, e reafirmando todas as nossas posições, designadamente de censura às políticas deste Governo, que o PS não rejeita, como nunca rejeitou, nenhum diálogo, em particular quando está em jogo o interesse nacional e o futuro dos portugueses. “.
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terça-feira, 16 de julho de 2013

EDUCAÇÃO III - EDUCATIO III - EDUCATION III

professora de matematica (L) - B 5 - matematica Tchu ru ru, tchu ru ru, tchu ru ru/Ah, ah, ah, ah... De saco cheio de tanto estudar/Eu já não sei se vou aguentar/ Você andando por aí/E eu sentado aqui/A recuperação não me deixa sair Na, na, na, na...eu só penso em você/Na, na, na, na...fico louco pra te ver/Na, na, na, na...adivinha só fazendo o quê!/Na, na, na, na... eu só penso em você/Na, na, na, na...fico louco pra te ver/ Na, na, na, na...adivinha só fazendo o quê! Mais! Eu quero mais/Mais! Um pouco de paz/Eu só quero é ser feliz/ E te abraçar/ E decorar a matemática de amar Na, na, na, na...eu só penso em você/Na, na, na, na...fico louco pra te ver/Na, na, na, na...adivinha só fazendo o quê! Tchu ru ru, tchu ru ru, tchu ru ru/Ah, ah, ah, ah... Mais! Eu quero mais/Mais! Um pouco de paz/Eu só quero é ser feliz/ E te abraçar/ E decorar a matemática de amar Na, na, na, na...eu só penso em você/Na, na, na, na...fico louco pra te ver/Na, na, na, na...adivinha só fazendo o quê!/Na, na, na, na... eu só penso em você/Na, na, na, na...fico louco pra te ver/ Na, na, na, na...adivinha só fazendo o quê!/Tchu ru ru, ru ru, ru ru - Fotolog
Tal como Vítor Gaspar o ex-ministro das finanças apesar da sua arrogância e certezas estava a aprender continuamente com o comportamento da Economia Portuguesa, não alterou a política e demitiu-se a confessar que cometeu erros que puseram em causa a sua credibilidade, o ainda ministro da educação faz parte da mesma cultura arrogante e desastrosa que assaltou o poder em 2011, sem a mínima capacidade para o exercer ...

Nota média do exame nacional de Matemática do 9.º ano de escolaridade em 2013: 43% (53% em 2012)!!! Nota média do exame nacional de Português do 9.º ano de escolaridade em 2013: 47%!!!


«São resultados com os quais obviamente não estamos contentes. São resultados que mostram dificuldades persistentes, que existem em Matemática, Português e, naturalmente, outras disciplinas, nos nossos jovens do ensino básico. 
Não estamos contentes com isso e temos que mudar estes resultados. É um esforço que não é só nosso. É dos pais, dos professores, das escolas e estamos todos a trabalhar para que melhorem. Não estamos a esconder resultados, queremos que eles melhorem para corresponderem a mais conhecimentos dos nossos jovens e a uma melhor preparação (...)
Reforçar o apoio precoce, que é dado mal surgem dificuldades aos nossos alunos, com uma série de instrumentos que já existem no ensino básico para isso, nomeadamente o acompanhamento extraordinário que este ano foi iniciado para os jovens do quarto ano de escolaridade após a primeira fase dos exames, isso vai ser estendido para o ano ao sexto ano de escolaridade. (...) 
Há outros mecanismos como grupos de trabalho, o reforço do apoio ao estudo e outros mecanismos em que os professores se têm empenhado e têm de continuar a empenhar-se.» Nuno Crato (Ministro da Educação)


«É uma prova que, estando dentro do programa tem, no entanto, uma estrutura desadequada à faixa etária e ao nível de ensino a que se destina. Eram perguntas que, na sua maioria, tinham um grau de dificuldade e apelavam para graus de abstracção e compreensão que os alunos destas idades ainda não possuem ou não estão suficientemente consolidados» 

«Nuno Crato deveria conhecer melhor o sistema educativo que governa, devia conhecer melhor as realidades das escolas portuguesas, os professores e os alunos. Nuno Crato, quando fala assim, não sabe do que está a falar. E acho que todos os professores e pais se deveriam sentir indignados diante de declarações dessas»
Lurdes Figueiral (presidente da Associação Nacional de Professores de Matemática) 

«É necessário haver um trabalho de algum ajuste entre o que é desenvolvido durante o ano e a forma como as questões estão a ser elaboradas e os próprios critérios de correcção. Jovens com excelentes notas, com médias de 18 e 19, obtiveram negativa ou notas muito baixas. Alguma coisa está mal (...)

Custa a crer que seja o nível de conhecimento e de capacidade que os nossos jovens têm e do trabalho que foi feito durante o ano lectivo. Há aqui questões que não são propriamente de avaliação do conhecimento e que implicaram um resultado muito negativo.» Jorge Ascensão (Confederação Nacional da Associação de Pais)

«Tem de ser visto o facto de este ano ter sido muito conturbado a todos os níveis e o facto de as turmas, desde o ano passado, terem aumentado consideravelmente o número de alunos. A exigência do Ministério é um número enorme por turma e os objectivos do programa e o desenvolvimento de algumas competências não se coaduna, minimamente, com 30 alunos por turma» Edviges Ferreira (presidente da Associação de Professores de Português) 


Se acrescentarmos às contínuas alterações sem sucesso no sistema educativo, o desastroso Acordo Ortográfico, vemos a confusão que se lançou sobre os jovens, sofre o futuro de Portugal, num ambiente de forte desvalorização do País induzida por este (des)governo!


OUTRO PROBLEMA MUITO GRAVE QUE SE ESTÁ A DESENVOLVER É O DE SE PENALIZAR CAMINHOS ALTERNATIVOS PARA SE CHEGAR AO MESMO RESULTADO E QUERER-SE IMPOR UMA VIA ÚNICA, ESTEREOTIPADA, QUE OFENDE A INTELIGÊNCIA DOS ALUNOS, A FLEXIBILIDADE CULTURAL PORTUGUESA! AO SE CONSIDERAR NULA UMA PONTUAÇÃO EM QUE O ALUNO CHEGOU A UM RESULTADO CORRECTO POR OUTRA VIA QUE NÃO A NORMALIZADA, ESTÁ-SE A DEFORMAR E A ACULTURAR AINDA MAIS A PESSOA PORTUGUESA!!!