sábado, 13 de julho de 2013

ESPANHA II - HISPANIA II - SPAIN II



File:Spain.png
«Topographical map of Spain» Bas de Jong (Wikipedia) - Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

Between de independence and the dependence of Madrid (Castilla), behind the actual model of autonomy, Catalonia and the other nations of the country can have another way in actual historical moment, inside European Union: Federalim.

In him work «The principle of federation and the need to reconstitute the party of revolution» (1863) Pierre-Joseph Proudhon said:

«Regime of authority
A) Government of all by one -- monarchy or patriarchy;
a) Government of all by all -- panarchy or communism. The essential feature of this regime, in both its varieties, is the non-division of power.
Regime of liberty
B) Government of all by each -- democracy;
b) Government of each by each -- an-archy or self-government.
(...) Federation, from the Latin foedus, genitive foederis, which means pact, contract, treaty, agreement, alliance, and so on, is an agreement by which one or more heads of family, one or more towns, one or more groups of towns or states, assume reciprocal and equal commitments to perform one or more specific tasks, the responsibility for which rests exclusively with the officers of the federation.»

It´s not easy, would be a possible and very difficult way to European Union that recent threats come from German Government that lead a complex and big federation of states, salient the dialectic between rivalry and cooperation. Implicate deep cultural pressuposals for share power, with strong threats in polarities between authority and liberty, force and consensus. It´s a way but like a Person could lost liberty related to society, a Nation or a State could lost it liberty to a Federation under control of the rules of few stronger states. But don´t do nothing could means stay without a few degree of freedom like we can see in Portugal, in Spain related to German Government with more or less dependent political forces.

The same crisis that influence European Union, determine pressure to the problems of Autonomies in Spain (various Nations with diferenciated problems with Catalonia financing Madrid political and logistic center) and Portugal (one Nation but with insularities like Madeira, with financial out of control).  

The way of federalism was proposed by PSOE for Spain in it document «Hacia una Estructura Federal del Estado» - 6-7-2013 (http://www.infolibre.es/uploads/documentos/documentos_documentoconsejoterritorial_bea39192.pdf)

These are the examples of federalism in the world (United States, Canada, Mexico, Venezuela, Brazil, Argentina, Germany, Russia, India, Australia, ...)
File:Map of unitary and federal states.svg

   Unitary states

   Federations
«A map displaying today's Unitary states and federations» -2013 Lokal_Profil (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/deed.en)



By historical maps we can observe some historical determinants:

LATIN DETERMINANT INFLUENCE (IMPERIUM ROMANUM): III Century b.C / V Century a.C
File:Conquista Hispania.svg
«Mapa de España y Portugal sobre la conquista de Hispania desde 220 a.C. a 19 a.C. y sus fronteras provinciales. Basado en otros mapas, los avances territoriales y fronteras provinciales son orientativos.» Hansen BCN (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

GERMANIC INFLUENCE (REGNUM VISIGOTHORUM / REGNUM SUEVORUM): V century a.C / VIII century a.C
File:Visigothic Kingdom.png
«Map of the Visigothic kingdom» (VI century a.C) Javierfv1212 (Wikipedia)
File:Hispania 560 AD.PNG
«The Iberian Peninsula in the year 560AD» Aiurdin (Wikipedia)

INFLUENCE OF BERBERS AND ARABS (VIII century A.C / XV century a.C) AND THE RISE OF LATIN AND CHRISTIAN NACIONALITIES (VIII century a.C)
File:506-Castile 1210.png
Southwest of Europe in 12th-13th centuries from "The Historical Atlas by William R. Shepherd, 1926 - Alexandre Vigo (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
Ficheiro:Galicia891.png
«Mapa político do noroeste da Península Ibérica no ano 891» Alexandre Vigo (Wikipedia) GNU (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html)


GALICIA (457 d.C. - 1833 d.C)
Flag
PORTUGAL (1139 d.C)
Flag
LEÓN (910 d.C - 1230 d.C)
Flag
CASTILLA (931 d.C - 1833 d.C)
Flag
ARAGÓN (1035 d.C. - 1707 d.C)
Flag
NAVARRA (778 d.C - 1841 d.C)
Flag
Ficheiro:Pt-Reconquista2.jpg
«A Reconquista» Nuno Tavares (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.pt)


Ficheiro:Linguistic map Southwestern Europe.gif«Mapa animado que cronoloxicamente amosa a evolución das linguas do suroeste de Europa» Alexandre Vigo(Wikipedia) GNU license (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html)

http://hispre.files.wordpress.com/2011/03/peninsulasxsxv.jpg





https://sites.google.com/site/salamancaresiste/spain_portugal_peninsular_war.jpg

File:GCE frente en nov 1936.svg

Republicans (rose) and Falangists (cream color): «Guerra Civil Española: Frente en noviembre de 1936» Tik (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7f/Mapa_Espanha_CC_AA.png
«Autonomous communities of Spain» (1978 Constitution) CHV (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

File:Nacionalisme espanya castellà.svg
«Apoyo a partidos nacionalistas en el estado español. Datos de las elecciones autonómicas gallegas y vascas de 2009, andaluzas de 2008, catalanas de 2010 y del resto del estado en 2007.» Mutxamel (Wikipedia http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Nacionalisme_espanya_castell%C3%A0.svg)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

POLÍTICA E RELIGIÃO - RES PUBLICA ET RES DIVINAE - POLITCS AND RELIGION

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13912649/877x658

Poor Portugal in the hands of these incompetents and hipocrites acclaimed in a mass inside Mosteiro de Jerónimos in Lisbon. Unbeliavable, after a scandalous political game, all together in a catholic mass! Democracy is not this intrepretation by PSD. We hope that soon as possible Portuguese Persons can liberate Portugal from these incredible kind of persons by votes!!!

The political blackmail about the risks of a rupture in actual parlamentary majority that PSD and it horrible leader Passos Coelho will have an happy end. Behind him the leader of the small party that support this incredible coligation, lost the last opportunity to not folow PSD to the abyss ... you have in the worst scenario near two years to destroy Portugal!

These bad actors are in the dark side of Portuguese History!

Missa no novo patriarca de Lisboa [LUSA]

Entretanto, o Presidente da República, introduziu uma muito tardia, mas nova perspectiva no jogo político que se está a desenvolver em Portugal (10-7-2013):

«Boa noite,
Na semana passada, todos fomos confrontados, de forma inesperada, com uma grave crise política. Os efeitos fizeram-se sentir de imediato no aumento das taxas de juro e na deterioração da imagem externa de Portugal.
Desse modo, os Portugueses puderam ter uma noção do que significa associar uma crise política à crise económica e social que o País atravessa.
Num quadro desta gravidade, impõe-se que todos atuem de forma serena e ponderada, avaliando com bom senso e sentido de responsabilidade quais as soluções que, pela sua credibilidade e pela sua consistência, melhor servem o interesse nacional.
Esta crise política é diferente de todas as outras que Portugal conheceu no passado. Ocorre num momento em que estamos vinculados a um exigente Programa de Assistência Financeira estabelecido com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional, instituições que nos têm vindo a emprestar os recursos necessários ao financiamento do Estado.
Assumimos o compromisso de pôr em prática, até junho de 2014, um conjunto de medidas visando a redução do desequilíbrio das contas públicas e a adoção das reformas que garantam a melhoria da competitividade da produção nacional.
O Programa de Assistência Financeira permanece em vigor, sendo a sua execução rigorosa uma condição indispensável para a nossa credibilidade no plano externo e para a obtenção dos financiamentos de que o País precisa.
Em face da perda de credibilidade e de confiança gerada pelos acontecimentos da semana passada, diversas vozes, de vários quadrantes, têm considerado que a atual crise política só poderá ser ultrapassada através da dissolução da Assembleia da República e da convocação de eleições antecipadas para finais de setembro.
Ouvi os partidos políticos com representação parlamentar e os parceiros sociais, que manifestaram opiniões muito divergentes sobre esta matéria.
No momento em que Portugal atravessa uma das fases mais críticas da história do seu regime democrático, é meu dever, em primeiro lugar, esclarecer os Portugueses sobre as consequências da realização de eleições antecipadas na conjuntura que vivemos.
Falta menos de um ano para o fim do Programa de Ajustamento a que nos comprometemos com as instituições internacionais e que temos vindo a executar desde junho de 2011, com pesados sacrifícios para os Portugueses.
Iniciar agora um processo eleitoral pode significar um retrocesso naquilo que já foi conseguido e tornar necessário um novo programa de assistência financeira. Os sacrifícios dos Portugueses, em parte, teriam sido em vão.
Durante mais de dois meses teríamos um governo de gestão limitado na sua capacidade de tomar medidas e de defender o interesse nacional. Nas últimas eleições para a Assembleia da República, entre o anúncio da dissolução do Parlamento e a posse do Governo mediaram 82 dias.
Por outro lado, os Portugueses devem ter presente que a realização de eleições antecipadas, mesmo se estas ocorressem no mês de setembro, implicaria que o Orçamento do Estado para 2014 só entrasse em vigor, na melhor das hipóteses, em finais de março do próximo ano.
O Orçamento do Estado de 2014 e o momento da sua entrada em vigor são determinantes para que Portugal possa regressar aos mercados e obter os meios financeiros indispensáveis ao financiamento da economia e do Estado e para encerrar com êxito o atual Programa de Ajustamento.
A falta de Orçamento do Estado agravaria, de forma muito significativa, o risco de Portugal ter de recorrer a um novo programa de assistência financeira. Este novo programa seria provavelmente mais exigente e teria condições mais gravosas do que aquele que atualmente está em vigor, com reflexos diretos – e dramáticos – no dia-a-dia das famílias. Além disso, não há sequer a garantia de que os parlamentos nacionais dos diversos Estados europeus aprovassem esse segundo resgate financeiro.
Existe uma outra razão, que a generalidade dos Portugueses desconhece, e que desaconselha a realização de eleições a breve trecho. Em 2014 irão vencer-se empréstimos a médio e a longo prazo, que contraímos no passado, no valor de 14 mil milhões de euros. Ora, um dos nossos credores, o Fundo Monetário Internacional, impõe, nestas situações, uma regra: com um ano de antecedência relativamente à data de vencimento dos empréstimos, o Estado devedor tem de possuir os meios financeiros necessários para efetuar o reembolso. Em palavras simples: Portugal tem de assegurar, nos próximos meses, a totalidade dos meios financeiros para proceder ao pagamento dos empréstimos que se irão vencer em 2014.
Por outro lado, a realização imediata de eleições legislativas antecipadas poderia comprometer a conclusão positiva da 8ª e da 9ª avaliações da execução do Programa, previstas para este mês de julho e para final de setembro, o que pode conduzir à suspensão da transferência para Portugal das parcelas dos empréstimos que nos foram concedidos.
Um cenário de eleições legislativas, no atual contexto, seria extremamente negativo para o interesse nacional. A terem lugar proximamente, as eleições iriam processar-se num clima de grande instabilidade financeira e seria muito elevado o grau de incerteza e a falta de confiança dos agentes económicos e dos mercados no nosso País.
Os sinais de recuperação económica surgidos recentemente iriam regredir e o investimento, que tão decisivo é para a retoma do crescimento e para a criação de emprego, continuaria adiado.
Com o acentuar da incerteza própria de um ato eleitoral nesta conjuntura, seria difícil reconquistar a confiança dos mercados a tempo de concluir com êxito o Programa de Ajustamento, em junho de 2014.
O risco de termos de pedir um novo resgate financeiro é considerável. No caso de um segundo resgate, a posição de Portugal ficaria muito desvalorizada tanto na União Europeia como junto de outros países com os quais mantemos um intenso relacionamento económico.
Além destas razões de ordem económica e financeira, existem também motivos de natureza política que desaconselham a realização imediata de eleições antecipadas.
As eleições, se tivessem lugar já no próximo mês de setembro, processar-se-iam num clima de grande tensão e de crispação entre as diversas forças partidárias, como os Portugueses têm vindo a observar. Isso tornaria muito difícil a formação, após o ato eleitoral, de um governo com consistência e solidez.
No momento atual, as eleições legislativas antecipadas comportam o sério risco de não clarificarem a situação política e, pelo contrário, podem contribuir para a tornar ainda mais confusa, mais precária e mais instável.
Era da maior importância que os partidos políticos adotassem, desde já, uma atitude de maior abertura ao compromisso e ao trabalho em conjunto para a resolução dos complexos problemas que Portugal terá de enfrentar no futuro.
Portugueses,
Tendo exposto ao País o que penso da atual situação e as razões pelas quais considero ser indesejável a realização imediata de eleições legislativas, quero apresentar agora o meu entendimento sobre a solução que melhor serve o interesse nacional.
No contexto das restrições de financiamento que enfrentamos, a recente crise política mostrou, à vista de todos, que o País necessita urgentemente de um acordo de médio prazo entre os partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional, PSD, PS e CDS.
É esse o caminho que deveremos percorrer em conjunto. Darei o meu firme apoio a esse acordo, que, na atual conjuntura de emergência, representa verdadeiramente um compromisso de salvação nacional. Repito: trata-se de um compromisso de salvação nacional.
O Presidente da República não pode impô-lo aos partidos, até porque um acordo desta natureza e deste alcance só terá consistência e solidez se contar com a adesão voluntária, firme e responsável das forças políticas envolvidas.
Terão de ser os partidos a chegar a um entendimento e a concluir que esta é a solução que melhor serve o interesse dos Portugueses, agora e no futuro.
Com a máxima clareza e com toda a transparência, afirmo que esse compromisso deve assentar em três pilares fundamentais.
Primeiro, o acordo terá de estabelecer o calendário mais adequado para a realização de eleições antecipadas. A abertura do processo conducente à realização de eleições deve coincidir com o final do Programa de Assistência Financeira, em junho do próximo ano.
Em segundo lugar, o compromisso de salvação nacional deve envolver os três partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento, garantindo o apoio à tomada das medidas necessárias para que Portugal possa regressar aos mercados logo no início de 2014 e para que se complete com sucesso o Programa de Ajustamento a que nos comprometemos perante os nossos credores.
A posição negocial de Portugal sairia reforçada, evitando novos e mais duros sacrifícios aos Portugueses.
Em terceiro lugar, deverá tratar-se de um acordo de médio prazo, que assegure, desde já, que o Governo que resulte das próximas eleições poderá contar com um compromisso entre os três partidos que assegure a governabilidade do País, a sustentabilidade da dívida pública, o controlo das contas externas, a melhoria da competitividade da nossa economia e a criação de emprego.
É essencial afastarmos do horizonte o risco de regresso a uma situação como aquela que atualmente vivemos.
Estou consciente das dificuldades políticas de alcançar este acordo, reconheço a dimensão do esforço que os dirigentes partidários terão de fazer, mas não tenho dúvidas de que ele constitui a solução que melhor serve o interesse nacional e que garante, a qualquer governo, as condições necessárias para enfrentar os problemas do País.
Desde que exista, à partida, vontade e espírito de cooperação entre os partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento, e desde que estes coloquem o interesse nacional acima dos seus próprios interesses, creio que não será difícil definir o conteúdo em concreto desse entendimento. Mais ainda, um acordo desta natureza não se reveste de grande complexidade técnica e poderá ser alcançado com alguma celeridade, podendo recorrer-se a uma personalidade de reconhecido prestígio que promova e facilite o diálogo.
Darei todo o apoio a esse compromisso patriótico, na convicção de que ele irá contribuir, de modo decisivo, para a confiança externa e interna e será um fator de esperança para todos os Portugueses.
Irei contactar de imediato os responsáveis dos partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento para analisarmos a solução que proponho.
Portugueses,
Chegou a hora da responsabilidade dos agentes políticos. As decisões que forem tomadas nos próximos dias irão condicionar o futuro dos Portugueses durante vários anos.
O que está em causa é demasiado grave e demasiado importante. A existência de um compromisso de médio prazo é a solução que melhor serve quer o interesse nacional quer o interesse de todos os partidos, que poderão preparar-se para o próximo ciclo político tendo dado mostras aos Portugueses do seu sentido de responsabilidade.
Sem a existência desse acordo, encontrar-se-ão naturalmente outras soluções no quadro do nosso sistema jurídico-constitucional.
No entanto, se esse compromisso não for alcançado, os Portugueses irão tirar as suas ilações quanto aos agentes políticos que os governam ou que aspiram a ser governo.
Recordo que o atual Governo se encontra na plenitude das suas funções e que, nos termos da Constituição, como disse, existirão sempre soluções para a atual crise política. Contudo, os Portugueses devem estar conscientes de que nenhuma dessas soluções dará as mesmas garantias de estabilidade que permitam olhar o futuro com confiança igual à da proposta que acabo de apresentar.
Depois de tantos sacrifícios que foram obrigados a fazer, depois de terem mostrado um admirável sentido de responsabilidade, os Portugueses têm o direito de exigir que os agentes políticos saibam estar à altura desta hora de emergência nacional.
Acredito que as forças políticas colocarão o interesse nacional acima dos seus interesses partidários, até porque todos estão conscientes da gravidade extrema da situação em que nos encontramos.
Quero, por isso, terminar manifestando a minha confiança no espírito patriótico das forças políticas e, acima de tudo, a minha esperança num futuro melhor para todos os Portugueses.

Boa noite.»

A coligação de malfeitores que assaltou o poder em 2010-2011, que esteve e está ainda a destruir Portugal, tal como uma bolha especulativa, está-se a esvaziar ...

Cavaco Silva tem feito tudo que está ao seu alcance para defender o monstro estatal que ajudou a alimentar. Parece ter o apoio de socráticos keynesianos krugmanistas ... a Reforma do Estado continua por se iniciar ... seja nos moldes errados (os do Governo), seja por caminhos saudáveis e determinantes, orientados para a Criação de Valor pelas Empresas e Famílias!

ESTADO E NAÇÃO
Já há muito tempo que era urgente
Orientar o Estado profundamente 
Para a sua verdadeira nascente 
A Nação que pressiona indecentemente

terça-feira, 9 de julho de 2013

ECONOMIA PROGRESSISTA - PROGRESSIVUM OECONOMIA - PROGRESSIVE ECONOMY

http://www.progressiveeconomy.eu/sites/default/files/styles/slideshow-fullsize/public/slider-images/ProgressiveEconomy_Conference_WEBBANNER.png?itok=fnzl8vGj
http://www.progressiveeconomy.eu/



Lisbon received a «Progressive Economy» Conference about «Competitiveness and Cohesion in the Eurozone»

Louka Katseli, professeur of Economics in Athens University, former Minister  of Economy, Competitiveness and Shipping of Greece Government (October 2009 - September of 2010) have an emotionant intervention in the Conference, deeply felt by participants that gave to her a great ovation:
- «Socialists lost credibility» because «are socialists in opposition and liberals» in the position!
- The problem is the values
- «Eurozone is a club of creditors»
- «The front loading» and the change between public assets and debt have a goal: the quickly payment of debts to banks
- «Greek debt is unsustainable»
- European courts control debt
- «Private debt are changed in public debt»
- Europe must mutualize risks and implement financial innovations
- «Only labour market reforms are implemented»
- «Over pricing» solve fiscal diferences between countries

Stefano Fassina, Italian Minister  of Economy, said that crysis is systemic and we don´t see at the moment an assumption of errors from European authorities, only from IMF.

Valeriano Gomez, former Spanish Minister of Labour and Emigration talk about the non sense of austerity policies.

Eurico Brilhante Dias, National Secretary for Economic Affairs of Partido Socialista (Portugal) took about the variable time for Portuguese Goverment in it political options: front loading become a great disaster! Socialist Party proposed graduality, more time to adjustment and enphasis at the begining in growing and employment by support to companies.

António José Seguro, leader of Partido Socialista, said that Portuguese Government don´t have credibility and that elections are the best way to Portuguese Persons decide about a new Goverment with credibility to solve problems of Portugal with the support of new economic policies in Europe.









domingo, 7 de julho de 2013

UM PRESIDENTE E UMA MAIORIA MINORITÁRIA - PRAESES AC PARS MAIOR MINORITAS - A PRESIDENT AND A MINORITY MAJORITY

PSD / CDS agree, 6-7-2013: shame!

Despite the limitations of electoral sondages, the trend is clear and related with social manifestations from all dimensions: the actual parlamentar majority lost the confidence from the Persons by it incompetence to defend the interest of Portugal! If we have just now elections, all we know, included the members of formal majority, all change.

The last assumption of errors by the quadratic and formerly Finance Minister, Vítor Gaspar, is clear also: the Portuguese Government is a disaster!
But the will of power that moves the traitors to open the door to the incompetent Troika is the same miserable will of power that permit for several times force artificial agrees that don´t have conditions to survive in the past, in the present, in the future.

Only a tendentious president can give another opportunity to this formerly majority that is now a minority:
all pressuposals to election are changed, the coligation don´t have now real legitimation, have only now a forced support from PSD and CDS that would explode again in the next atrocity from PSD and Troika!












Divide assim tanto as poucas pessoas que responderam à sondagem? Não! Uma maioria 55,5% derrubaria este governo e 47,8% diz que o governo cairá ainda este ano, caso o presidente o viabilize (como o irá fazer) e uma esmagadora maioria de 77,8% diz que esse governo não passará da primeira metade de 2014.  

Péssimos actores de uma péssima trágico-comédia vamos aqui caracterizar os mais responsáveis nos seus papéis de marionetes «um presidente e uma maioria»:

Durão Barroso (PSD, Presidente da Comissão Europeia), 3-7-2013, tendencioso, sempre obreiro de consensos que se revelaram extremamente prejudiciais para Portugal e também para a Europa: 
«Como já é patente pela reação inicial dos mercados, existe risco evidente que os ganhos de credibilidade financeira de Portugal sejam postos em causa pela instabilidade política (...) A acontecer tal, seria especialmente grave para os portugueses, nomeadamente porque se anunciavam já sinais de alguma recuperação económica (...) a situação vulnerável de Portugal exige de todas as forças e líderes políticos um grande sentido de responsabilidade (...) extrema preocupação (...) clarificação da situação política o quanto antes.
Confiamos que a democracia portuguesa saberá encontrar uma solução que garanta que os sacrifícios dos portugueses feitos até agora não terão sido em vão.»

Passos Coelho (PSD, Primeiro Ministro em suspenso) a anunciar o comunicado conjunto do acordo / desacordo entre PSD e CDS, 6-7-2013:
«(...) acordo reúne as condições políticas necessárias para garantir a estabilidade até ao fim da legislatura e assegurar os compromissos externos de Portugal (...) reforça também a valorização da política económica e a prioridade do crescimento e do emprego (...) queremos agora iniciar um novo ciclo da nossa vida nacional, que desejamos que coincida com a viragem da situação económica pela qual todos os portugueses anseiam e de que já há sinais consistentes (...) Queremos garantir a necessidade imperiosa de estabilidade e de confiança (...) o interesse nacional tem absoluta prioridade sobre as questões partidárias (...) os dois partidos da coligação trabalharam arduamente para ultrapassar a situação atual de modo consistente e duradouro.»
Paulo Portas (CDS, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros que tinha apresentado o seu pedido de demissão «irrevogável» ao Primeiro Ministro): ... (silêncio público)
Cavaco Silva (PSD, Presidente da República): ... (silêncio público). Vai receber dia 8 e 9 os partidos políticos e depois tomar uma decisão, de acordo com os interesses do PSD e contra os interesses nacionais, que os partidos do governo prometeram proteger mas desprotegeram, prejudicaram!

E se o PSD autista tivesse tido uma maioria absoluta? O pesadelo ainda era maior! O sistema democrático tem que ter mais instâncias de controlo para que a vontade dos eleitores seja respeitada ao longo dos mandatos!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

COLÔMBIA VII - COLUMBIA VII - COLOMBIA VII


QUE A PAZ PREVALEÇA NA COLÔMBIA!

Comunicado conjunto do Governo da Colômbia e das FARC (22-6-2013):
«O governo considera que esta Reforma Rural Integral deve contribuir para reverter os efeitos nocivos do conflito e as Farc consideram que deve contribuir para solucionar as causas históricas do conflito (...) os acordos que estamos construindo permanecem condicionados a que cheguemos a um acordo sobre a totalidade da agenda».


«Temos que ser generosos e devemos abrir a eles a possibilidade de fazer política porque é essencial (...) o perdão é um elemento central (...) Não podemos continuar com uma justiça de vingança. A paz nos exigirá aceitar certo grau de impunidade (...)» - Ingrid Betancourt (2-7-2013)

QUE DIOS BENDIGA TODAS AS COLOMBIANAS E COLOMBIANOS!

COLÔMBIA VI - COLUMBIA VI - COLOMBIA VI

Gráfico dos países mais populares entre os visitantes do blogueCOLOMBIA - PORTUGAL

«En Colombia hemos abierto 14 tiendas y las ventas son superiores a las estimaciones que teníamos en el momento de la apertura. El gasto medio por cliente también es más alto de lo esperado y, hasta ahora, son todas buenas noticias (...) solo en uno o dos años sera possible dizer que es un éxito.» (Alexandre Soares dos Santos - Grupo Jerónimo Martins 16-5-2013)

La meta es inaugurar 40 tiendas este año.
«Na Colômbia já temos 14 lojas abertas e as vendas são superiores às estimativas que tínhamos no momento da abertura. A despesa média por cliente também é maior do que esperávamos e, até agora, são tudo boas notícias (...) só daqui a um ou dois anos será possível dizer que é um sucesso». (Alexandre Soares dos Santos - Grupo Jerónimo Martins 16-5-2013)






terça-feira, 2 de julho de 2013

UM PRESIDENTE E UMA MINORIA - A PRAESIDE ET A MINORITATE - A PRESIDENT AND A MINORITY

http://expresso.sapo.pt/imv/1/903/2/img1760-9507.jpg
PALHA DE AÇO

Agarrado ao poder como uma lapa
Com palha de aço Portugal desgasta
Com meios acima das possibilidades sai da Lapa
Mantém um Estado que tanto gasta



(DES)GOVERNO

Paulo bateu com as Portas
E deixou o Coelho nas hortas
A dar os seus Passos autistas
Nos seus caminhos seguidistas

Depois de várias vezes humilhado
Decidiu colocar tudo no passado?
Foi possível finalmente?
Libertar-se a sua mente, mente?

Quem pensava que o tinha na mão
Teve uma grande desilusão
O agarrado frágilmente ao poder
Dá quase tudo para o manter

Fala de que agora é que seria
A prosperidade já não esperaria
Os sacrifícios impostos iriam valer a pena
A pesadíssima pena com risos de hiena

Que grande caricatura
De uma democrática dita dura
Entre eleições faria o que queria
Afastado já do que antes prometia

Fala em interesse nacional
O que atirou para cima de Portugal
Governou e governa muito mal
A sua ignorância é brutal

Arrogante avança
Surpreendido recua
Desfasado da realidade
Não vai deixar saudade

E os oportunistas que o apoiaram?
O FMI adoraram
O Governo Alemão idolatraram
Tanta mentira espalharam!

Portuguesas e Portugueses
Nunca mais passem um cheque em branco
Por muito que vos pareça franco
Não deleguem assim os nacionais interesses!



Comunicação pública da demissão do Governo de Paulo Portas (líder do partido coligado):
«1. Apresentei hoje de manhã a minha demissão do Governo ao primeiro-ministro.
2. Com a apresentação do pedido de demissão, que é irrevogável, obedeço à minha consciência e mais não posso fazer.
3. São conhecidas as diferenças políticas que tive com o ministro das Finanças. A sua decisão pessoal de sair permitia abrir um ciclo político e económico diferente. A escolha feita pelo primeiro-ministro teria, por isso, de ser especialmente cuidadosa e consensual.
4. O primeiro-ministro entendeu seguir o caminho da mera continuidade no Ministério das Finanças. Respeito mas discordo.
5. Expressei, atempadamente, este ponto de vista ao primeiro-ministro, que, ainda assim, confirmou a sua escolha. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível.
6. Ao longo destes dois anos protegi até ao limite das minhas forças o valor da estabilidade. Porém, a forma como, reiteradamente, as decisões são tomadas no Governo torna, efectivamente, dispensável o meu contributo.

7. Agradeço a todos os meus colaboradores no Ministério dos Negócios Estrangeiros a sua ajuda inestimável que não esquecerei. Agradeço aos meus colegas de Governo, sem distinção partidária, toda a amizade e cooperação.»

Passos Coelho (primeiro-ministro) reagiu assim à acção de Paulo Portas em 2-7-2013:

«O País foi surpreendido pelo pedido de demissão do sr. dr. Paulo Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e Presidente do CDS-PP.

Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa. Quando ontem propus ao sr. Presidente da República a dra. Maria Luís Albuquerque para Ministra das Finanças, e os seus Secretários de Estado, que incluem um membro do CDS e que tinha sido confirmado pelo dr. Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram evidentemente impensáveis.

É agora claro para todos os Portugueses que a ameaça da instabilidade política, nas atuais circunstâncias, comporta riscos para o País que ninguém pode desejar e que teria consequências muito pesadas.

Seriam dois anos de um grande esforço de todos, de sacrifícios que todas as famílias conhecem, que seriam deitados por terra.

Seria recusar incompreensivelmente os primeiros sinais de viragem que estão finalmente a chegar de forma ainda tímida mas consistente.

Por tudo isto, e pelo facto de o sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ser Presidente de um partido que suporta o Governo, seria precipitado aceitar esse pedido de demissão. Não pedi, portanto, ao sr. Presidente da República a exoneração do sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

Numa democracia madura, um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade.

Desde o início que sempre tentei transmitir a todos os Portugueses e a todos os agentes políticos a necessidade imperiosa de colocarmos a prudência, a cabeça fria e o sentido de Estado acima de tudo o resto. Quando começámos este caminho a situação era muito difícil, e as dificuldades ainda não terminaram. Talvez agora todos estejam mais conscientes das exigências que circunstâncias tão delicadas como as nossas impunham. Mas são precisamente esses momentos definidores que mais apelam à serenidade.

Da minha parte poderão contar sempre com essa serenidade. Lucidez nos momentos de crise não é insensibilidade, mas um dever político comum a todos. Comigo o País não escolherá um colapso político, económico e social. Há muito trabalho pela frente e temos de colher os frutos do que semeámos com tanto esforço. O País está primeiro. Esta é uma questão de consciência e de convicção. Os tempos não exigem menos do que isto. E aqui o Primeiro-Ministro representa a esperança de todos os Portugueses de fechar o Programa de Ajustamento e construirmos uma sociedade mais próspera e mais justa.

Quero também dizer-vos que precisamos de clareza. Isso significa que assumo como minha a missão de esclarecer todas as condições de apoio político junto dos partidos que suportam o Governo. Não depende apenas da minha vontade resolver definitivamente este problema. Mas ambos os partidos têm a obrigação de não desiludir o País. Em conjunto, teremos de esclarecer o sentido do pedido de demissão do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros no contexto mais amplo possível: no contexto do nosso projeto comum e no contexto dos perigos que conseguimos evitar.

Essa clareza é também fundamental para manter a credibilidade e confiança internacionais que já conquistámos. Por essa razão irei manter a minha participação amanhã num encontro em Berlim que conta com os chefes de Estado e de Governo da União Europeia e onde continuarei a lutar pelos interesses de Portugal.

Nas próximas horas procurarei junto do CDS clarificar e garantir todas as condições de estabilidade para o Governo e para o País para prosseguirmos a estratégia de superação da crise nacional, agarrarmos um novo ciclo de prosperidade que os Portugueses merecem, e darmos sentido ao grande esforço e sacrifícios de todos. É minha convicção que, sejam quais forem as divergências que estão na base da atual crise, saberemos ultrapassá-las em nome do interesse de Portugal. Estamos cientes de que um Governo de coligação é um compromisso permanente.

É dessa clareza que falo e é essa clareza que espero.

Assumo essa missão com a mesma determinação que desde a primeira hora confrontei todas as adversidades.

Nesse sentido, também eu serei claro. Não me demito. Não abandono o meu País. Abraço, como sempre abracei, o serviço ao meu País com a mesma dedicação e com a mesma esperança. Vivemos num tempo em que não nos podemos assustar diante das adversidades. Como poderia eu assustar-me quando à minha volta vejo exemplos de coragem de tantas centenas de milhares de Portugueses?

Quando atravessamos os problemas colectivos que ainda temos para resolver, o Primeiro-Ministro tem de ser o baluarte da confiança e da tranquilidade. Tem de ser o referencial da persistência e do empenho democrático no único rumo que nos pode fazer sair de uma crise que se arrasta há mais de 10 anos.

O Primeiro-Ministro tem de assegurar a responsabilidade e a energia necessárias para lutar contra todas as adversidades. Tem de representar a vontade colectiva que não se verga nem desiste.

Para tudo isso os Portugueses podem contar comigo.

Nem poderia ser de outro modo quando os Portugueses deram e continuam a dar provas de responsabilidade, de energia e de vontade de lutar.

Nós, políticos e governantes, temos de responder à altura. Porque, afinal de contas, o que está em causa não são as incertezas ou os anseios dos políticos, quer estejam no Governo, quer estejam na oposição, mas o interesse e o bem da nossa comunidade política. Todos desejamos um rápido regresso à estabilidade e à confiança.

Farei tudo, absolutamente tudo, para que assim seja.»

Autista! Esperemos que o CDS finalmente, após tantas ambiguidades, defenda realmente o interesse nacional e contribua para libertar Portugal deste (des)governo, e que contribua para uma futura solução alternativa, que passe por eleições urgentes, com compromissos eleitorais bem claros e que responsabilizem realmente os representantes perante os representados!

Mas não parece ... no dia a seguir (3-7-2013), a trágico-comédia da autoria da coligação e representada pela própria, teve este novo acto:

«A Comissão Executiva do CDS reuniu-se para analisar a situação política, e ouviu do Presidente do
Partido as razões de consciência e a fundamentação política que o levaram, na sequência da
remodelação do Governo, a apresentar a sua demissão de Ministro de Estado e dos Negócios
Estrangeiros.
Tendo em atenção a decisão tomada e a sua natureza irrevogável;
Considerando a prioridade que o CDS sempre atribuiu ao cumprimento das obrigações externas de
Portugal, condição essencial para recuperar a liberdade e a soberania do Estado Português;
Tendo consciência da grave situação económica e social que o País e os portugueses atravessam;
Assinalando o papel decisivo que o CDS tem tido na criação de condições para assegurar a
governabilidade de Portugal, nalgumas circunstâncias em prejuízo das suas próprias convicções;
Registando a disponibilidade do Primeiro-Ministro e líder do PSD, apresentada ontem, para garantir
todas as condições de estabilidade governativa, no sentido de assegurar um novo ciclo económico e
social;
A Comissão Executiva do CDS chegou às seguintes conclusões:
Primeiro: Mandatar o Presidente do Partido no sentido de, com a máxima brevidade, reunir com o
líder do PSD para, em conjunto, definirem as circunstâncias que garantam uma solução viável para
a governação de Portugal;
Segundo: Considerar que é essencial, no âmbito desse esforço, garantir a utilidade efectiva do
contributo do CDS no quadro da definição das políticas da maioria.
Terceiro: Não obstante a ministra Assunção Cristas e o ministro Pedro Mota Soares terem colocado
os seus cargos à disposição do Partido, foi considerado importante que permaneçam no exercício
das suas funções, tendo em vista não dificultar a superação da presente crise.
Quarto: Por fim, a Comissão Executiva quer dar uma palavra de confiança aos militantes do CDS,
cujos representantes se reúnem este fim de semana na Póvoa de Varzim no seu 25º Congresso.»

Portanto, vão negociar sempre em nome do interesse nacional ... MAS NA VERDADE DEFENDER O INTERESSE NACIONAL TERIA SIDO NÃO PERMITIR:

- QUE AINDA NÃO SE TENHA INICIADO AINDA UMA PROFUNDA REFORMA DO ESTADO;
- QUE NÃO SE TIVESSE REALIZADO UMA BRUTAL E ABUSIVA TRIBUTAÇÃO DESDE 2011;
- QUE A CRIAÇÃO DE VALOR ESTEJA A SER FORTEMENTE PREJUDICADA PELAS OPÇÕES FACILITISTAS DO GOVERNO:
- OS ABUSOS DE POSIÇÃO DOMINANTE CONTINUAM DE UMA FORMA INTOLERÁVEL;
- PORTUGAL CONTINUA DOMINADO POR JOGOS DE SOMA NEGATIVA OU NULA.

OBVIAMENTE QUE A TROIKA TERIA ACEITADO UMA PROFUNDA REFORMA DO ESTADO DESDE O INÍCIO, QUE AS TENTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE VÍTOR GASPAR COMPROMETERAM SERIAMENTE OS GRAUS DE LIBERDADE DO GOVERNO E DE PORTUGAL, CUJOS ERROS FRAGILIZARAM A POSIÇÃO DE PORTUGAL, COM CÍRCULOS VICIOSOS A SEREM EMPOLADOS DE UMA FORMA LEVIANA E IRRESPONSÁVEL.

O líder do CDS sairá do Governo, o CDS apoiará um novo Governo com ou sem elementos do CDS, desde que o ggelatinoso Passos Coelho recue de novo, como prometeu, para mais tarde de novo, avançar outra vez até uma nova crise ... A INSTABILIDADE É O GOVERNO E A SUA LEVIANDADE, IMPREPARAÇÃO, INCOMPETÊNCIA, FALTA DE ÉTICA, FALTA DE CLASSE, FALTA DE NÍVEL, FALTA DE RESPEITO EM RELAÇÃO ÀS PESSOAS QUE NELES ACREDITARAM E VOTARAM, FALTA DE RESPEITO POR NÓS QUE NUNCA GOSTÁMOS DO SEU ASSALTO AO PODER À CUSTA DA NAÇÃO, COM A ENTREGA DO PAÍS AO FMI E AO GOVERNO ALEMÃO, PARA ENTRAR MUITO DINHEIRO QUE DISFARÇASSE AS LEVIANDADES COMETIDAS:
- NA BANCA (BPN, ...);
- NA MADEIRA;
- NAS AUTARQUIAS;
- NO ESTADO EM GERAL QUE GASTOU DEMAIS EM BETÃO, ALCATRÃO, FÁRMACOS, AUTOMÓVEIS, ET CETERA.

OS ERROS COMETIDOS PELAS EMPRESAS E PELAS FAMÍLIAS ESTÃO A SER PAGOS PELOS PRÓPRIOS COM A DESAJUDA DO ESTADO QUE AS AINDA CARREGOU COM MAIS FARDOS MUITO PESADOS.  

Do palco vai-se voltar aos bastidores ...

E dos bastidores se volta ao palco por via do mau da peça, Passos Coelho:

«Com o sr. dr. Paulo Portas, presidente do CDS/PP, foi possível esclarecer a questão política da demissão do sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. Trata-se de uma decisão que foi tomada a título pessoal e que não envolve o apoio do CDS/PP ao Governo.
Nessa medida, foi-me transmitido pelo sr. dr. Paulo Portas que o CDS/PP, num quadro que deverá ser evidentemente agora aprofundado, junto do dr. Paulo Portas e do próprio partido, será encontrada uma forma de poder garantir o apoio político do CDS/PP ao Governo. E nessa medida de garantir a estabilidade política no país.
Nesse sentido me comprometi a, junto do sr. dr. Paulo Portas, que é Presidente do CDS/PP, encontrar a melhor fórmula de garantir, tão rapidamente quanto possível, perante o país, a solução para esta situação.
Da minha parte, portanto, devo dizer ao país que como primeiro-ministro tudo farei, como já reafirmei, para garantir as condições que são necessárias para que o Governo prossiga o seu trabalho em condições, como é obrigatório, penso eu, e patriótico. Isso significa, portanto, que me cabe como chefe de Governo procurar agora, junto dos dois partidos, um reforço desse apoio político ao Governo que permitirá que ele desempenhe esta tarefa.
Como é sabido, existe também da parte do sr. Presidente da República uma avaliação desta situação que competirá, evidentemente, ao sr. Presidente da República pronunciar.»

EM NOME DA ESTABILIDADE POLÍTICA TEM-SE DESESTABILIZADO PORTUGAL EM TERMOS SÓCIO-ECONÓMICOS E POLÍTICOS
EM NOME DO INTERESSE NACIONAL TÊM-SE DESVALORIZADO E FRAGILIZADO A NAÇÃO