domingo, 28 de julho de 2013

MADEIRA II - INSULIS BEATAE II - MADEIRA II


O anterior grande fogo na Madeira na altura da «festa do PSD de Chão da Lagoa», simboliza o quão mal tem sido conduzido o arquipélago por um «cacique regional»!

Portugal e a sua Madeira continuam a ser fortemente prejudicados pela gestão danosa liderada pelo Presidente do Governo Regional. Alberto João Jardim após ter contribuído durante décadas de exercício do poder, para o desperdício de dinheiros públicos, vem mais uma vez utilizar linguagem demagógica anti nacional e práticas anti democráticas, que têm tido até agora total impunidade (vergonhoso):

«O Chão da Lagoa é, sobretudo, um grito de força do povo madeirense no seu caminho irreversível para uma grande e enorme autonomia política (...) uma celebração das vitórias e conquistas do povo madeirense contra uma oposição que é agente do colonialismo lisboeta.
(...) a Comissão Politica Regional do partido deliberou que o critério das intervenções este ano mudou» Ficou reduzida ao secretário-geral, Jaime Ramos, ao presidente da JSD-Madeira, Rómulo Coelho, e ao «cacique» Alberto João Jardim (o «povo madeirense»).
«Não há representantes municipais porque, aí, teríamos de dar a palavra aos 11 municípios e a festa é de todo o povo da região e não é de nenhum concelho em especial» disse o «autocrata» que assim afasta o presidente da Câmara Municipal do Funchal da intervenção oral, ao contrário do habitual:
«É um sinal de fragilidade da actual liderança que, em vez de apostar na união dos militantes, coarta quem pensa criticamente o partido e a sua condução política» disse o Presidente da Câmara do Funchal, líder do PSD Madeira na oposição interna ao mesquinho poder de Alberto Jardim e de Jaime Ramos.

O PSD mantém total cumplicidade com esta situação, com as irregularidades orçamentais e democráticas que continuam a prejudicar a Madeira, a Nação Portuguesa!

Vejamos mais um exemplo de ofensa grave a Portugal:
«(...) não precisamos dos portugueses para pagar a nossa dívida (...). Temos riqueza suficiente para pagá-la (...) Cavaco Silva foi às Ilhas Selvagens!» «Mas nós não vamos deixar que o nosso mar seja colonizado por Portugal» (Jaime Ramos, 28-07-2013) Que vergonha!

Quem coloca um fim
À vergonha de Ramos e Jardim
A Madeira é de Portugal
Não é de nenhum "cacique" regional

sábado, 27 de julho de 2013

PARTIDO SOCIALISTA - SOCIALAS PARTIUM - SOCIALIST PARTY

























O antigo e narcísico suzerano Que muito gosta do primeiro plano Evidenciou de novo o feudalismo Que mina o reino do socialismo

Shakespeare está atento À angústia e lamento De vontades de poder De máscaras de dever ser De actores a querer Que mal mascaram triste ser


«Mário Soares em entrevista ao i. “Estou desiludido com Seguro”» Por Ana Sá Lopes
publicado em 27 Jul 2013 - 05:00 http://www.ionline.pt/artigos/portugal/mario-soares-entrevista-ao-i-estou-desiludido-seguro:

«Honro-me de, com Manuel Alegre, termos evitado que alguns membros significativos do PS se demitissem nos dias anteriores a Seguro dizer que não havia acordo. Por mim, nunca acreditei que aquelas conversações fossem feitas sem que houvesse uma cisão grave no PS. Seguro mandou-me um recado por Almeida Santos a dizer que estava muito magoado comigo. Ora eu também estou com ele, principalmente depois da entrevista que deu à inteligente entrevistadora da SIC, Ana Lourenço, em que só falou uma vez e de passagem do PS, como se fosse o seu dono. Ora não é. É apenas o seu líder, eleito por esmagadora maioria, pelo congresso, a que assisti, é verdade. Mas isso não lhe dá o direito a falar sempre na primeira pessoa. Pelo contrário. [DELIRANTE A PRESSÃO CONTÍNUA DE SOCRÁTICOS E COSTISTAS SOBRE O LÍDER DO PS ELEITO, NUMA PERSPECTIVA DE VIL VONTADE DE PODER, E PERANTE O PERIGO DE ELEIÇÕES ANTECIPADAS QUE NÃO INTERESSAVAM AOS SENHORES FEUDAIS, PORQUE ENTREGAVAM A SEGURO DEMASIADO PODER ANTES DO SEU TEMPO DE ACÇÃO, O MONARCA REPUBLICANO LAICO E SOCIALISTA ACTUA CONTRA QUALQUER ACORDO, EM NOME DE UMA ESQUERDA QUE CONTRIBUIU PARA UM ESTADO E UMA SOCIEDADE POLÍTICA MUITO PESADOS E NÃO RESPEITADORES DA SOCIEDADE CIVIL, DAS EMPRESAS E DAS FAMÍLIAS! A AMEAÇA DE DEMISSÃO DEVERIA TER SIDO CONCRETIZADA EM ACÇÃO, DEMITIAM-SE, PONTO FINAL. O LÍDER DA UGT EXISTE SÓ PARA DEFENDER FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, ALGUNS DELES PARASITAS? INCRÍVEL, APÓS A UGT TER PACTUADO COM O GOVERNO A VULNERABILIZAR TRABALHADORES DO SECTOR PRIVADO. QUE VERGONHA! A DEFESA DA MAIORIA DAS PESSOAS QUE TRABALHAM EFECTIVAMENTE E BEM PARA A NAÇÃO POR VIA DO ESTADO REALIZA-SE COM A SUA DIFERENCIAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS PESSOAS QUE EXPLORAM A NAÇÃO ATRAVÉS DO ESTADO, O QUE EXTENSÍVEL A TODAS AS ENTIDADES QUE AÍ PARASITAM. O PS DEFENDE ESSAS PESSOAS E ENTIDADES? A AUSTERIDADE DEVERIA TER SIDO SEMPRE SELECTIVA E ORIENTADA PELA CRIAÇÃO DE VALOR, NÃO DEVERIA TER ABRANGIDO NEM EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS, NEM PESSOAS Do SECTOR PRIVADO OU PÚBLICO QUE CONTRIBUEM OU CONTRIBUÍRAM PARA A CRIAÇÃO DE VALOR!]

(...) Não posso negar que me desiludiu, principalmente com a maneira como ele me mandou dizer, por Almeida Santos, que estava magoado comigo por ter salvo alguns dos melhores militantes do PS. Tanto Manuel Alegre como eu evitámos que eles se demitissem antes de Seguro se pronunciar. Mas confesso-lhe que fiquei desiludido com o discurso brando com que anunciou o desacordo e deixou algumas portas abertas para uma nova discussão. Também fiquei desiludido com a entrevista que deu depois a Ana Lourenço, como já disse atrás, em que numa hora falou sobre ele e uma só vez no PS. [INCRÍVEL A POSTURA NARCÍSICA DE SOARES A INVERTER POSIÇÕES, QUAL EX MONARCA OFENDIDO POR NÃO SEGUIREM A SUA POSIÇÃO]

(...) Mas agora, quando o actual governo está mais moribundo do que no passado, como se verá nos próximos dias, acho que as eleições seriam bem-vindas, antes que o actual governo estrague mais o país, como vai notar-se nos próximos tempos. Portas, na sua vaidade, vai perceber, porque é inteligente, que ser vice-primeiro-ministro não representa nada e só lhe vai levantar problemas, e não só no seu partido. A troika vai recebê-lo mal e não lhe vai fazer concessões.» [A POSIÇÃO ESQUERDÁRIA DO PS DEU DE BANDEJA AO PÉSSIMO GOVERNO A SUA CONTINUIDADE, POR TEMPO SUFICIENTE PARA DESTRUIR AINDA MAIS, AGORA TAMBÉM COM DESPESAS ELEITORALISTAS DE REPRODUÇÃO DE PODER, QUE AINDA AGRAVARÃO MAIS A PRESSÃO SOBRE A SOCIEDADE CIVIL. O QUE PARECIA INEVITÁVEL, AS DESEJADAS ELEIÇÕES ANTECIPADAS, ESTÃO AGORA ADIADAS]

«O povo português, que na sua maioria odeia este governo, que continua moribundo, votará no PS porque recusou o acordo com a pior direita que tivemos até hoje. Agora o PCP não vai ter a votação com que sonhava porque o PS se declarou claramente à esquerda. Aliás, se o tivesse feito há mais tempo, já tinha chegado à maioria absoluta dos votos nas sondagens, como seria lógico. O PS sempre foi de esquerda e os social-democratas na linha de Sá Carneiro também.» [MAS QUE ESQUERDA É ESSA QUE DEFENDE UM ESTADO PARASITA E DESSA FORMA FRAGILIZA O ESTADO ORIENTADO PARA A NAÇÃO, PARA A CRIAÇÃO DE VALOR, NOMEADAMENTE ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE?]

«(...). O PS sempre foi um partido de esquerda e é o que a maioria dos seus quadros e militantes quer que seja. Nunca nos seus melhores tempos houve dúvidas de que assim fosse. Mesmo quando esteve na luta com o PCP e ganhou a batalha, como se sabe. Não é possível por isso negociar com a troika antes que as coisas mudem na Europa, como penso que vai acontecer. Veja-se a atrapalhação em que está a senhora Merkel, quando a Alemanha começa a sentir dificuldades sérias...» [O PS DESSA ESQUERDA NÃO TERÁ HIPÓTESE DE CONTRIBUIR PARA A PROFUNDA REFORMA DO ESTADO E DA SOCIEDADE POLÍTICA, É UMA FORÇA CONSERVADORA QUE COLOCA EM CAUSA A REALIZAÇÃO DOS VALORES DEMOCRÁTICOS E SOCIALISTAS, SOCIAL DEMOCRATAS!]

O PARTIDO SOCIALISTA É A ÚNICA ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA, MAS AS FORÇAS QUE O DETERMINAM PODERÃO COMPROMETER SERIAMENTE ESSA ALTERNATIVA, QUE NUNCA PODERÁ SER ESQUERDISTA, NARCISISTA, FEUDALISTA!


QUANDO É QUE OS ELEITORES QUE VOTAM NO PS PODEM ESCOLHER VERDADEIRAMENTE OS SEUS REPRESENTANTES? QUANDO É QUE AS LISTAS DE CANDIDATOS SERÃO SUJEITAS A VOTOS POR PESSOA? PORQUE É QUE SE VOTAMOS NUM CÍRCULO DISTRITAL (DEVERIA SER NACIONAL) EM ELEIÇÕES LEGISLATIVAS, TEMOS QUE VOTAR NUMA LISTA, EM PESSOAS QUE NÃO CONSIDERAMOS QUE DEFENDAM O INTERESSE NACIONAL PARA PODER VOTAR PS. QUAL É A ALTERNATIVA? E DEPOIS DIZEM QUE ESTÁ REALIZADA A OPÇÃO DOS ELEITORES? A DEMOCRACIA TEM QUE SER APROFUNDADA!

COMO VIMOS RECENTEMENTE NO PSD E NAS ANTERIORES LEGISLATURAS, POR ESTES CAMINHOS FORA DO CONTROLO DOS ELEITORES, PODEM SURGIR ESTAS DESGRAÇAS COMO SÃO AS PESSOAS QUE TÊM TIDO O CONTROLO SOBRE A MAIORIA DOS REPRESENTANTES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E TÊM CONDUZIDO PORTUGAL PARA O ABISMO!

O líder do PS declarou em 28-07-2013:
«Tenho aqui um recorte de há dois anos, com declarações do mesmo primeiro-ministro, em que dizia: 'União nacional não é desejável em Portugal'. Ninguém leva a sério este primeiro-ministro. É preciso que na política a palavra seja honrada. Não se pode dizer uma coisa hoje e fazer o contrário amanhã (...)
Os portugueses têm muita dificuldade em levar a sério este primeiro-ministro. Porque ele vem dizer que os impostos são inimigos da economia, mas foi ele que fez o maior aumento de impostos da história da nossa democracia. Este ano os impostos aumentaram mais de 30%. Como é que se pode levar a sério este primeiro-ministro? (...) Nós precisamos de ter um primeiro-ministro que honre os seus compromissos, que honre a palavra dada. E não é manifestamente o caso (...)
Declaro por minha honra que descerei o IVA da restauração de 23% para 13% (...)»

E o IRS que esmaga as «classes intermédias de rendimentos» que não foram defendidas perante e pelo Tribunal Constitucional? A sobretaxa era constitucional? Existem custos de oportunidades sociais: muitas das insolvências, cessações de actividade e desemprego foram empoladas por não se terem reduzido despesas públicas que não estiveram, não estão, nem estarão ligadas à criação de Valor! O PS não é nada claro sobre essa questão ... ou melhor, certos membros do PS são bem claros: primeiro que tudo defender o Estado ... isso não é socialismo democrático, isso é estatismo!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

LEGITIMIDADE III - LEGITIMITATE III - LEGITIMACY III












Brazil: Demonstrators against abuses of power delegation from Nation to representants!

Unfortunly we return to democratic legitimacy in Portugal.
Infelizmente, voltamos ao tema da legitimidade democrática, voltamos ao brilhante Adriano Moreira pelo seu texto «As questões da legitimidade» (Diário de Notícias, 23-7-2013 http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3337048&seccao=Adriano%20Moreira&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1):

«Embora não seja fácil convencer governos da necessidade de terem sempre presente que existe uma diferença fundamental entre a legitimidade da eleição, ou tomada do poder, e a legitimidade de exercício que começa a ser medida a partir da tomada de posse, os factos não prestam atenção ao descuido, e de quando em vez são estes que decidem que a segunda destruiu a primeira.
A história do neoliberalismo americano (...) está semeada de atribuições de catástrofes da legitimidade de exercício, e mesmo que se possa admitir uma redução baseada nas contradições ideológicas, ainda sobram os exemplos suficientes para o sobressalto dos povos, e até dos regimes, como parece estar a acontecer em Portugal.
(...) não existe regra, ética ou jurídica, que cubra de legitimidade uma gestão que assuma compromissos para além da capacidade da sociedade civil, quando não foram acontecimentos externos, dos que não poupam os Estados exógenos, os determinantes das situações, nem sempre apenas de catástrofe financeira. Na crise europeia em curso, se os fatores internos não podem deixar de ser imputados aos governos (...), é certo que aos fatores externos cabe o maior peso da situação económica e financeira, não detetada a tempo ou com a lucidez suficiente, para que o bom governo impedisse o desastre, mesmo não podendo evitar todas as dificuldades.
Assumir isto é o mínimo (...), o que finalmente aconteceu tarde com o ministro do orçamento que nos tem regido de facto com o estatuto de primeiro ministro, mas, verificada a situação, e até identificadas e definidas as responsabilidades, não é repudiar o passado que se espera da responsabilidade política, é assumir o dever de intervir, em nome do futuro, que chama as vocações de estadistas.
Os portugueses estão hoje numa situação dessas, perigosa não apenas para o regime, perigosa para a paz, perigosa para a viabilidade do país, e não é seguramente deixando a sociedade civil desconcertada, não apenas sobre saber quem é chamado governo, mas sobre como se governa a tormenta, que a situação pode ser enfrentada. E de facto é esta a situação a que a sociedade foi conduzida, pela desorientação dos membros do governo evidentemente sem coordenação, e sem que a intervenção presidencial os tivesse reorientado, antes tenha agravado a desorientação da sociedade civil, excedida pela fadiga tributária, temendo maiores expropriações que as assumidas sem o seu assentimento, duvidando do valor das palavras e não concedendo crédito indiscutido às intenções dos responsáveis, cansada dos pedidos de solidariedade onde espera, com muita urgência e pouca esperança, acordos inovadores e criativos.
E neste ponto é que os acordos parecem mais urgentes e mais difíceis, porque não parece fácil pedir consensos para intervenções passadas que os solicitados nunca aprovaram, embora seja um direito pedir acordos sobre estratégias inovadoras, criativas, e mobilizadoras.
Tradicionalmente é na frente externa que esta convergência, entre governos e oposições, é mais frequente e possível, e nesta data trata-se de um urgente campo de aproximação e responsabilidade conjunta a definir, assumir, e praticar, sem perda de face para nenhuma força política.
Designadamente tornando claro aos políticos responsáveis do Conselho Europeu, e não a funcionários subordinados, que o interesse comum do Sul da Europa pobre em cumprir é correspondente ao interesse dos prestadores em receber.
E para isso precisam em comum de reformular as circunstâncias em que a economia poderá ser posta a funcionar em termos de vir a ser-lhes útil.
Unidos, solidários, e com esperança. Para eles, para a Europa, e para o Ocidente em decadência.»

As we said here:
- Government don´t respected electoral concomitments (solution of crisis by State reform not by taxes, that triggered vicious circles), a problem of ethic and values in a system that permit that;
- Leader of Goverment don´t accepted him responsabilities and go on with the same politics despite all signals of disaster, a problem of big distance to reality;
- Leader of Goverment / former Finance Minister don´t share answers with partners of coligation, with the democratic opposition, with the Nation (peaceful and significant demonstrations, ...), only with Deutsche Goverment with subservience, a problem of internal authocracy between elections with external dependence.

The Government don´t have real legitimacy only formal given by a majority of deputies without soul, simple marionettes of Goverment, like the Government is a marionette of the Deutsche Goverment. By this way Deustche Goverment take under control Portuguese Parlment, the votes of Portuguese are not for that: was for representants defend Nacional interest, Persons interest!

domingo, 21 de julho de 2013

SÉRVIA - SERBIA - SERBIA

File:Kosovka devojka.jpg
«Kosovo Maiden» Uroš Predić (1919)

For all victims of wars in Balkans along centuries! Peace is a Feminine word ... Deep in our souls and hearts the Woman and Man blessed by Passion and Love victims of the brutal polarities of the wars and conflicts, destructive dialectics: the example for Ethernity of Admira Ismic and Bosko Brkic (a Bosnian Woman and a Serbian Man) ... that William Shakespeare universalized before (1595) in him «Romeo and Juliet» ...

File:Frederick Leighton - The Reconciliation of the Montagues and Capulets over the Dead Bodies of Romeo and Juliet.jpg
«The Reconciliation of the Montagues and Capulets over the Dead Bodies of Romeo and Juliet» Frederic Lord Leighton (1855)


«The Maiden of Kossovo» (Serbian ephic poem translated for English in 1920 by Helen Rootham http://home.earthlink.net/~markdlew/SerbEpic/maiden.htm)

«Early rose the maiden of Kossovo,
Early rose she on a Sunday morning,
Rose before the brilliant sun had risen.
She has rolled the white sleeves of her robe back,
Rolled them back up to her soft white elbows;
On her shoulders, fair white bread she carries,
In her hands two shining golden goblets,
In one goblet she has poured fresh water,
And has poured good red wine in the other.
Then she seeks the wide plain of Kossovo,
Seeks the noble Prince’s place of meeting,
Wanders there amongst the bleeding heroes.
When she finds one living midst the wounded
Then she laves him with the cooling water,
Gives him, sacramentally, the red wine,
Pledges with her fair white bread the hero.
Fate at last has led her wand’ring footsteps
Unto Pavle Orlovitch, the hero,
Who has borne the Prince’s battle-standard.
From his gaping wounds the blood is streaming,
His right hand and his left foot are severed--
And the hero’s ribs are crushed and broken,
But he lingers still amongst the living.
From the pools of blood she drags his body
And she laves him with the cooling water,
Red wine, sacramentally, she gives him,
Pledges then with fair white bread the hero.
When at length his heart revives within him,
Thus speaks Pavle Orlovitch, the hero:
“Oh dear sister, Maiden of Kossovo,
What great need compels thee here to wander,
Thou, so young, amongst the wounded heroes?
What dost thou upon the field of battle?
Dost thou seek a brother’s son, or brother,
Dost thous seek perchance an aged father?”
Answered him the Maiden of Kossovo:
“Oh dear brother! Oh thou unknown warrior!
None of my own race am I now seeking,
Not a brother’s son nor yet a brother,
Neither do I seek an agéd father.
Wast thou present, oh thou unknown warrior;
When for three whole weeks to all his army
Prince Lazar the Sacrament was giving
By the hands of thirty holy fathers,
In the splendid church of Samodreha?
When Lazar and all the Serbian army
There the Holy Sacrament have taken,
Three Voyvodas last of all did enter:
First of them was Milosh, the great warrior,
Ivan Kossanchich was close behind him,
And the third, Toplitza Milan, followed.
“I by chance stood then within the doorway
When there passed young Milosh, the great warrior,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief.
Then he gazes round and looks upon me,
He takes off his many-coloured mantle,
Takes it off, and gives it to me, saying:--
‘Here, oh Maiden, is my coloured mantle,
By it thou wilt keep me in remembrance,
By this mantle shall my name live with thee.
Now, dear Maid, must I go forth and perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear Maid, my sister,
That I may come back again in safety.
And that all good fortune may attend thee
I will marry thee to my friend Milan,
Him whom God has given me as brother,
My friend Milan who is my sworn brother.
In God’s name and good Saint John’s, I promise
I will be a groomsman at they wedding.’
“Ivan Kossanchitch was close behind him,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief,
On his hand a golden ring is shining.
Then he gazes round and looks upon me,
Takes the golden ring from off his finger,
Takes it off and gives it to me, saying:--
‘Here hast thou my ring of gold, oh Maiden,
By it thou wilt have me in remembrance,
By this gold ring shall my name live with thee.
Now, dear maid, must I go forth to perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear Maid, my sister,
That I may come back again in safety.
And that all good fortune may attend thee
I will marry thee to my friend Milan,
Him whom God has given me as brother,
My friend Milan who is my sworn brother.
In God’s name and good Saint John’s, I promise
I myself will give thee to the bridegroom.’
“Then Toplitza Milan follows after,
In the whole world no more splendid hero;
On the ground his clanking sabre trailing,
Silken cap with proudly waving feathers,
Many-coloured mantle on his shoulders
And around his neck a silken kerchief,
On his hand a golden ring is shining
And upon his arm a golden bracelet.
Then he gazes round and looks upon me,
From his arm he takes the golden bracelet,
Takes it off and gives it to me, saying:--
‘Here, oh Maiden, is my golden bracelet,
By it thou wilt have me in remembrance,
By this gold ring shall my name live with thee.
Now, dear maid, must I go forth to perish
There where camps the noble Prince’s army;
Pray to God for me, dear soul, my darling,
That I may come back again in safety;
Then, dear Maid, that good luck may attend thee,
I will take thee for my true belovéd.’
“And then went away these mighty leaders,
And to-day I seek them here, oh brother,
Seek them here, upon the field of battle!”
Pavle Orlovitch then makes her answer:
“Oh dear sister, Maiden of Kossovo,
Dost thou see, dear soul, those battle-lances
Where they lie most thickly piled together?
There has flowed the life-blood of the heroes;
To the stirrups of the faithful horses,
To the stirrups and the girths it mounted,
Mounted to the heroes’ silken girdles,
And the three have fallen there together.
Now return thee to thy fair white castle
Lest thy skirts and sleeves with blood be spattered.”

To the hero’s words the maiden listens,
Down her white face are the fast tears falling;
She returns then to her fair white castle.
From her white throat pour her lamentations:
“Woe is me, what fate I bear within me,
I but touch the young and tender sapling
And the fair green pine must surely wither.”» 

This is the ephic ambiance: the fall of Serbian Empire over the rise of Otoman Empire 
File:Central balkans 1373 1395.png
«States in the Central Balkans that emerged after dissolution of Serbian Empire in the 14th century (1373-1395)» Panonian (Wikipedia)
File:Byzantine empire 1355.jpg
 

William Robert Shepherd «Historical Atlas» 1911
Before, the rise of Slavs ...
File:Balkans850.png
Wikipedia CC-BY-SA-3.0. Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
Before ... the rise of Celts ...
File:Pannonia popolazioni png.png
«I popoli della Pannonia prima della conquista romana (I secolo a.C.)» Cristiano64 (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

By Demis mapserver we can see geographic determinants over the old Pannonia Sea, Danube flows from Black Forest to Black Sea after cross between Balkans and Carpathians, Serbia and Romania in a gorge named Porţile de Fier (Iron Gates)
Serbia (http://www2.demis.nl/mapserver/mapper.asp)
http://www2.demis.nl/mapserver/mapper.asp
File:Pannonian sea01.png
«Panonnian sea» Panonian (Wikipedia)
And after the Celts, the Romans!
File:Pannonia02.png
By Panonian (Wikipedia)

SIRMIUM in Roman PANNONIA (now Sremska Mitrovica)
IMG_6324
File:Sirmium, Imperial Palace.jpg
«Imperial Palace in Sirmium, Sremska Mitrovica, Serbia» sm0022 (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

SINGIDUNUM in Roman PANNONIA (now Belgrad)
File:Singidunum ostaci1.jpg
«Remains of old roman castrum of Singidunum» CrniBombarder (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

VIMINATIUM in Roman MOESIA (near actual Kostolac)
File:Viminatium.jpg
«Scavi archeologici a Viminazio, vicino a Pozarevac» Neva Micheva (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

sábado, 20 de julho de 2013

COLÔMBIA VIII - COLUMBIA VIII - COLOMBIA VIII


DIA NACIONAL DE COLOMBIA: 20 de Julio! Felicitaciones Colombia!

ARTE Y MUJER EN EL MUSEO NACIONAL DE COLOMBIA (Bogotá) http://www.museonacional.gov.co/Paginas/default.aspx

museo nacional bogota 1 Museos históricos de Bogotá

 Marco Tobón Mejía «La música» (1923)









Dionisio Cortés 
«Modelo para escultura de Policarpa Salavarrieta»
1910


Pedro Alcántara Quintano «La Pola antes de su ejecución» (1944): Policarpa Salavarrieta, heroina Colombiana


Monumento a Mercedes Ábrego (1913), heroina Colombiana

http://www.museonacional.gov.co/Inicio/SiteAssets/images/books/20080918165504.jpgCarolina Cárdenas
Francisco Antonio Cano «Carolina Cárdenas» (1930)





Carlos Correa «Anunciación» (1941)

Anunciacion III - Carlos Correa
Carlos Correa «Anunciación III» (1983)

Rebeca
Anónimo «Rebeca» (1930)

BULGÁRIA - BULGARIA - BULGARIA

Inspiring Balkan Protests: Inspiring Balkan Protests

«Inspiring Balkan Protests» - Maria Guineva 

June, 17 2013 (http://www.novinite.com/view_news.php?id=151330)



«The Balkans are protesting – Turkey, Greece, and now Bulgaria.
After admiring the Turkish demonstrations for weeks, Bulgarians are rallying with their children, pets, and national colors in a fight against the suffocating status quo - old and young, smiling, polite, mostly educated and with good jobs - the fragmented, small, often ignored "middle class."
These people, who almost to date a year ago protested to protect nature from greedy oligarchs, were propelled to the streets by the outrageous election of a controversial media mogul and lawmaker as national security chief. The reasons deserve a separate commentary, but it united many with different views.
With earlier unflattering parallels between the rallies in Turkey and those in Bulgaria against poverty, (though also righteous), there is now an inspiring similarity.
Bulgarians rose for democratic values, for civil rights, for their voices being heard. It is now crucial to evade violence and political and ethnic rifts.
One senior MP warned today they could bring millions in a counter rally. Erdogan bused nearly a million supporters to Istanbul Sunday.
What both fail to understand is that the very same people they are fighting are the ones who can push their countries forward. They are the better future.»


Fasciculus:Roman Empire Map AlexanderFindlay1849.png
«Map of the Roman provinces of Macedonia, Thracia, Illyricum, part of Pannonia Inferior, Moesia & Dacia. It is a reproduction of the 1849 Finley Map with Roman provincial borders (of about 150 AD) added to provide more information» Megistias (Wikipedia)
File:Villa Armira, the Mosaics 3.jpg
«Villa Armira» photo by Klearchos Kapoutsis (Wikipedia)File:Balkans 6th century.svg
«Map of the northern Balkans in the 6th century AD, with the Roman provinces, major settlements and roads» Cplakidas (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
File:Bulgarians and Slavs VI-VII century.png
«Bulgarians and Slavs VI-VII century» Kandi (Wikipedia)
File:Bulgaria Simeon I (893-927).svg
Todor Bozhinov (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5/deed.en)

Todor Bozhinov (Wikipedia) Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)

ESPIRAL RECESSIVA - RECIPROCUS SPIRALEM - RECESSIVE SPIRAL

Espiral recessiva

A Ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque na Assembleia da República e a K7 do (des)governo (18-7-2013):
«A incerteza dos últimos dias coloca em risco o caminho já percorrido (...) conquistas (...) ténues (...)
Todos os dados recentes contradizem receios de espiral recessiva (...) é perante tais sinais que ponderamos desistir agora? [AUTISMO OU MÁ FÉ?]
Não é tempo de ceder a tentações ou fazer desvios. É tempo de assumir responsabilidades e assegurar o sucesso de Portugal (...) progresso efectivo no ajustamento abre caminho a novas negociações com os parceiros [QUANDO CAIRMOS NO ABISMO FLEXIBILIZA-SE]
A credibilidade e a confiança são activos preciosos que se podem perder muito rapidamente [COITADINHO DO GOVERNO E DO VÍTOR GASPAR, FOI NUM ÁPICE]
(...) há uma política de continuidade [PARA O ABISMO] porque há perseverança no esforço de ajustamento.
Os compromissos assumidos são para manter até que sejam negociados outros compromissos (...)»


Ministra das Finanças: que olhar tão triste, defensivo e severo com genes germânico-suevos?

PORTUGAL

Portugal tem que transcender a negatividade
Que o condiciona desde a aurora da modernidade
Nos tardios caminhos da Liberdade
A boa opção não é a percorrida facilidade
Mas muito menos a anterior e actual austeridade
Que muito prejudica a nossa valiosa identidade


O Y E A SUA INVERSÃO









NOS CAMINHOS QUE SE BIFURCAM
O ÍPSILON (Y), O I GREGO OS REPRESENTAM
NUM LABIRINTO QUE OS SUBSERVIENTES SUSTENTAM
A LIBERDADE DE OPÇÃO É AFUNILADA NA INVERSÃO
PARA UM ÚNICO CAMINHO PARA A «SALVAÇÃO»
UMA INTENSA DESVALORIZAÇÃO
EM VEZ DE UMA PROFUNDA VALORIZAÇÃO
DE MUITOS CAMINHOS POSSÍVEIS PARA A NAÇÃO
ASSIM SÓ PODERÁ HAVER UM ÚNICO, CADA VEZ MAIS RECESSÃO
EM CÍRCULOS VICIOSOS ATÉ AO FUNDO DA DEPRESSÃO
NUMA BRUTAL REGRESSÃO
NÃO SE CRIAM ALTERNATIVAS AO CRESCIMENTO COM IMPORTAÇÃO
PELO DESENVOLVIMENTO COM SUSTENTAÇÃO

NÃO ACORDEM NÃO DA VOSSA POSIÇÃO
E SÓ SE TRAVA O AUTISMO COM NOVA ELEIÇÃO
MESMO QUE A MESMA SEJA PARCIALMENTE UMA ILUSÃO
QUE NOS LEVE A OUTROS PROBLEMAS MAS EM EVOLUÇÃO

PORQUE ESTE CAMINHO ESTÁ CLARAMENTE COMPROMETIDO
NÃO TEM PARA TODAS E TODOS QUALQUER SENTIDO
PORQUE A PRAZO FICA TUDO PERDIDO

PELA VIA DO PEQUENO ANTÓNIO BORGES
VIMOS BEM A DEPENDÊNCIA DAS PARCAS SORTES
EXPRESSAS PELO GRANDE JORGE LUÍS BORGES

ElJardínDeSenderosQueSeBifurcan.jpg
Jorge Luís Borges «El Jardin de Senderos que se bifurcan» - 1941 (http://www.literatura.us/borges/jardin.html)

«(...) Sé que de todos los problemas, ninguno lo inquietó y lo trabajó como el abismal problema del tiempo. Ahora bien, ése es el único problema que no figura en las páginas del Jatdín. Ni siquiera usa la palabra que quiere decir tiempo. ¿Cómo se explica usted esa voluntaria omisión?
         Propuse varias soluciones; todas, insuficientes. Las discutimos; al fin, Stephen Albert me dijo:
         —En una adivinanza cuyo tema es el ajedrez ¿cuál es la única palabra prohibida?
         Refelxioné un momento y repuse:
         —La palabra ajedrez.
         —Precisamente -dijo Albert-, El jardín de los senderos que se bifurcan es una enorme adivinanza, o parábola, cuyo tema es el espacio; esa causa recóndita le prohíbe la mención de su nombre. Omitir siempre una palabra, recurrir a metáforas ineptas y a perífrasis evidentes, es quizá el modo más enfático de indicarla. Es el modo tortuoso que prefirió, en cadda uno de los meandros de su infatigable novela, el oblicuo Ts'ui Pên. He confrontado centenares de manuscritos, he corregido los errores que la negligencia de los copistas ha introducido, he conjeturado el plan de ese caos, he restablecido, he creído restablecer, el orden primordial, he traducido la obra entera: me consta que no emplea una sola vez la palabra tiempo. La explicación es obvia:El jardín de los senderos que se bifurcan es una imágen incompleta, pero no falsa, del universo tal como lo concebía Ts'ui Pên. A diferencia de Newton y de Schopenhauer, su antepasado no creía en un tiempo uniforme, absoluto. Creía en infinitas series de tiempos, en una red creciente y vertiginosa de tiempos divergentes, convergentes y paralelos. Esa trama de tiempos que se aproximan, se bifurcan, se cortan o que secularmente se ignoran, abarca todas la posibilidades. No existimos en la mayoría de esos tiempos; en algunos existe usted y no yo; en otros, yo, no usted; en otros, los dos. En éste, que un favorable azar me depara, usted ha llegado a mi casa; en otro, usted, al atravezar el jardín, me ha encontrado muerto; en otro, yo digo estas mismas palabras, pero soy un error, un fantasma.
         —En todos —articulé no sin un temblor— yo agradezco y venero su recreación del jardín de Ts'ui Pên.
         —No en todos -murmuró con una sonrisa-. El tiempo se bifurca perpetuamente hacia innumerables futuros. En uno de ellos soy su enemigo.
         Volví a sentir esa pululación de que hablé. Me pareció que el húmedo jardín que rodeaba la casa estaba saturado hasta lo infinito de invisbles personas. Esas personas eran Albert y yo, secretos, atareados y multiformes en otras dimensiones de tiempo. Alcé los ojos y la tenue pesadilla se disipó. En el amarillo y negro jardín había un solo hombre; pero ese hombre era fuerte como una estatua, pero ese hombre avanzaba por el sendero y era el capitán Richard Madden.
         —El porvenir ya existe —respondí—, pero yo soy su amigo. ¿Puedo examinar de nuevo la carta?
         Albert se levantó. Alto, abrió el cajón del alto escritorio; me dio por un momento la espalda. Yo había preparado el revólver. Disparé con sumo cuidado: Albert se desplomó sin una queja, inmediatamente. Yo juro que su muerte fue instantánea: una fulminación.
         Lo demás es irreal, insignificante. Madden irrumpió, me arrestó. He sido condenado a la horca. Abominablemente he vencido: he comunicado a Berlín el secreto nombre de la ciudad que deben atacar. Ayer la bombardearon; lo leí en los mismos periódicos que propusierona Inglaterra el enigma de que el sabio sinólogo Stephen Albert muriera asesinado por un desconocido, Yu Tsun. El Jefe ha descifrado ese enigma. Sabe que mi problema era indicar (a través del estrépito de la guerra) la ciudad que se llama Albert y que no hallé otro medio que matar a una persona con ese nombre. No sabe (nadie puede saber) mi innumerable contrición y cansancio.» 


Entretanto no dia 21-07-2013, o Presidente da República entre os caminhos que se bifurcavam de eleições ou de continuidade do Governo, optou por dar a oportunidade ao Primeiro Ministro para dar mais Passos de Coelho rumo ao abismo! Quando o Governo finalmente cessar funções, pelo menos em 2015, já não há nada a fazer: os vários futuros possíveis estarão comprometidos, mais condicionados em relação a este momento da decisão ...
A Comissão Europeia através do seu porta voz para os assuntos económico-financeiros afirmou em 22-07-2013: «Há um Governo em funções em Portugal que tem uma maioria parlamentar suficiente, vamos continuar a trabalhar com esse Governo».

Que profunda tristeza, após tantas faltas de respeito por Portugal, fica apenas o cheque em branco, quase rasgado por várias vezes, passado por uma minoria de Portuguese(a)s, a manter este Governo que não vive, sobrevive artificialmente, sem capacidade, sem honestidade, ... urge criar uma maior responsabilização em relação às propostas eleitorais
e à sua concretização. 

«ACORDO DE SALVAÇÃO NACIONAL»? II - «NATIONALIBUS SALUTEM CONCORDIAE»? II - «NATIONAL SALVATION AGREEMENT»? II


«Passos para o abismo» Antero (http://aventar.eu/2012/10/28/passos-para-o-abismo/)



DESACORDO DE «SALVAÇÃO NACIONAL»: deveríamos estar muito para além de liberais e keynesianos do «stop and go»!!!

A ênfase deveria ser na nossa opinião, o contributo do Estado para a Criação de Valor pelas Empresas e pelas Famílias e não a defesa de toda a função pública, com o seu emprego e reforma, empolados durante décadas pelo «Estado Novo» e por todos os partidos políticos.
A rectificação da brutal carga fiscal e do abuso de posição dominante por parte do Estado que exerce sobre as Empresas e Famílias é urgente.

Nesse sentido, o que vemos nas propostas do PS sobre estes temas é uma desilusão!

Em termos de reforma da sociedade política a ênfase no aprofundamento da Democracia nas suas dimensões participativas, foi focado o aspecto muito importante, da possibilidade de alargar as possibilidades de escolha por parte dos eleitores.

PENSAMOS QUE ERA FUNDAMENTAL HÁ MUITO TEMPO HAVER ACORDO SOBRE QUESTÕES FUNDAMENTAIS PARA DEFENDER A NAÇÃO, MAS QUE COLIDEM COM A ÓPTICA ENVIESADA DOS PARTIDOS POLÍTICOS: A PROFUNDA REFORMA DA SOCIEDADE POLÍTICA E DO ESTADO ORIENTADA PARA O APOIO À CRIAÇÃO DE VALOR POR PARTE DAS EMPRESAS E FAMÍLIAS, QUE PERMITA DESENVOLVER PORTUGAL E REALIZAR O POTENCIAL DAS SUAS VALIOSAS PESSOAS EM LIBERDADE E RESPONSABILIDADE NUMA CULTURA UNIVERSALISTA COM IDENTIDADE PRÓPRIA, LUSO-LATINA!

ISSO IMPLICAR ACABAR COM QUALQUER ABUSO DE POSIÇÃO DOMINANTE, NOMEADAMENTE DO ESTADO, DE OLIGOPÓLIOS, CARTÉIS, OLIGARQUIAS, COM JOGOS PREDOMINANTES DE SOMA NULA OU NEGATIVA!

A SOLUÇÃO ESTÁ MUITO PARA ALÉM DAS SIMPLIFICAÇÕES LIBERAIS E KEYNESIANAS!

Relativamente ao PSD é preocupante o seu autismo de nem sequer admitir o que admitiu Vítor Gaspar. A espiral recessiva está ínstalada e por este caminho será aprofundada.

Propostas de «Compromisso de Salvação Nacional»
por parte do PS:
http://www.ps.pt/images/imprensa/comunicados_ps/medidas_ps.pdf
por parte do PSD:
http://www.psd.pt/archive/doc/compromisso_psd.pdf

António José Seguro, líder do PS (19-7-2013):
«Boa tarde.
Durante esta semana batemo-nos para que:
Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões
Não houvesse mais despedimentos na função pública
Não houvesse mais cortes salariais na função pública e não fosse aplicada a contribuição de sustentabilidade do sistema de pensões
Durante esta semana batemo-nos para que o Governo parasse com as políticas de austeridade, em particular, para que o Governo não aplicasse os cortes de 4.700 milhões de euros.
Durante esta semana trabalhámos para o aumento do salário mínimo nacional e das pensões mais baixas; e para a extensão do subsídio social de desemprego.
Durante esta semana, trabalhámos pela diminuição do IVA da restauração (de 23% para 13%) e por uma redução progressiva do IRC.
Durante esta semana, lutámos pela criação de um programa de emergência para apoiar os 500.000 portugueses desempregados (sem qualquer rendimento), mobilizando fundos comunitários para qualificação e formação profissional.
Durante esta semana batemo-nos contra a privatização da TAP, das Águas de Portugal, da RTP e da CGD.
Durante esta semana trabalhámos pelo equilíbrio e sustentabilidade das contas públicas, através do estabelecimento de uma regra para a despesa pública, que consiste na estabilização da despesa corrente primária, em particular na despesa directamente relacionada com rendimentos.
Durante esta semana, tudo fizemos para introduzir sustentabilidade na gestão da dívida pública, através da renegociação das maturidades dos empréstimos concedidos por credores oficiais, o diferimento do pagamento dos juros e de uma posição forte de Portugal na defesa de uma solução global e europeia para o problema das dívidas soberanas dos países da zona euro. A parte da dívida soberana superior a 60% do PIB deve ser gerida ao nível europeu, assumindo cada país a responsabilidade pelo pagamento dos juros correspondentes.
Durante esta semana lutámos pelo apoio ao investimento público e privado, nomeadamente para que os fundos comunitários sejam prioritariamente dirigidos a incentivos reembolsáveis e a componente nacional dos fundos comunitários destinada ao investimento não conte para o défice.
Durante esta semana fizemos o que devíamos.
Estivemos a lutar por soluções realistas para os graves problemas dos portugueses, das famílias e das empresas.
Propusemos a estabilização da economia, nomeadamente pondo
• Fim às políticas de austeridade e estabelecendo uma política de rendimentos, através de um Acordo de Concertação Social Estratégica que envolvesse
1) Estabilização de médio prazo do quadro fiscal e das prestações sociais;
2) Evolução dos salários em torno dos ganhos de produtividade, da situação económica do País, da taxa de inflação e dos ganhos de competitividade relativa com outras economias;
3) Aumento do salário mínimo e das pensões mais reduzidas
4) Reposição dos níveis de proteção social assegurados pelo complemento social para idosos e pelo rendimento social de inserção;
5) Valorização da contratação coletiva, como quadro adequado para a promoção da melhoria da produtividade nos diferentes sectores.

Durante esta semana, defendemos o investimento público e privado, a diminuição de custos de contexto, incentivos fiscais ao investimento, a criação de um Fundo de Fomento, o financiamento às empresas e uma medida para salvar empresas economicamente viáveis, em dificuldades de tesouraria.
Mesmo assim o PSD e o CDS inviabilizaram um “compromisso de salvação nacional”.
Este processo demonstrou que estamos perante duas visões distintas e alternativas para o nosso país: manter a direcção para que aqueles que, como o PSD e o CDS, entendem que está tudo bem.
Ou dar um novo rumo a Portugal para aqueles que, como nós, consideram que os portugueses não aguentam mais sacrifícios e que esta política não está a dar os resultados pretendidos.
Que fique claro para todos os portugueses o que cada um defendeu. A nossa proposta está escrita, fundamentada e à disposição de todos os portugueses no site do PS.
Recordo que este diálogo surge na sequência de uma grave crise política aberta pelas demissões do ministro Vítor Gaspar e do ministro Paulo Portas. Crise política a que se soma a tragédia social e a espiral recessiva em que o actual Governo mergulhou o país.
Recordo que, durante estes dois anos, o PS nunca foi chamado a dar o seu contributo, apesar dos nossos alertas e das nossas propostas alternativas. O actual Governo ignorou o PS.
Mesmo assim, o PS disse sim ao apelo do senhor Presidente da República. Não poderia ser de outra forma quando o interesse nacional nos chama e é o futuro dos portugueses que está em causa.
Quisemos um diálogo com todos.
Pariticipámos no diálogo de boa-fé.
Empenhámo-nos em alcançar um compromisso.
Eu próprio, como líder do PS, impus-me um silêncio, cancelei toda a actividade pública, garantindo assim a necessária descrição em prol do êxito deste compromisso. Infelizmente, nem todos assim procederam.
Quero agradecer ao Dr. Alberto Martins que chefiou a delegação do PS e aos drs. Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar o trabalho incansável e a dedicação que colocaram nas conversações.

Muitos de vós perguntam-se: E agora? O que vai acontecer?
Cabe ao senhor Presidente da República decidir.
O que vos garanto é que, qualquer que seja a decisão do senhor Presidente da República, o PS vai continuar a bater-se pela aprovação destas propostas que visam a criação de emprego, o crescimento económico, o equilíbrio nas contas públicas, a gestão sustentável da dívida pública e uma verdadeira reforma do Estado.
O que vos garanto é que continuarei a trabalhar perto dos líderes europeus pela renegociação do nosso programa de ajustamento e para que a Europa aposte em políticas de crescimento e de emprego, e para que o BCE assuma um papel mais activo no financiamento do nosso país.
Este é o meu compromisso.
Um compromisso que assumo com cada um de vós, não ignorando as dificuldades que o nosso país atravessa, olhando a realidade com confiança e o horizonte com esperança.
Alguns olham para as limitações do país e resignam-se. Eu olho para as potencialidades dos portugueses e quero aproveitá-las.
Este não é o momento para fazermos o possível. Este é o momento para fazermos o que é necessário.»