domingo, 10 de fevereiro de 2013

AUSTERIDADE BÁSICA E CEGA (ABC) II - CAECUS AND RATIO FUNDAMENTALIS AUSTERITAS II - BLIND AND BASIC AUSTERITY II


Cubos ABC (http://cienciasnoquotidiano.blogspot.pt/2007_12_01_archive.html)

O cúbico António Borges Consultor
Apoia a manipular a dor
Sem uma ponta de temor
Arrogante vai ao sabor
Das europeias oscilações de humor
Deste troikista Inverno
Recebe 300 mil euros / ano do Governo
Do confisco permanente, eterno
Diz-nos poucas verdades
Misturadas com muitas falsidades
Não nos traz novidades
Sempre com as suas leviandades
Da realidade empresarial profundo ignorante
Fala dos empresários muito arrogante
Que tiveram que suportar a sua sobrevalorização
Do escudo para o euro que empolada conversão
(Des)incentivadora da (ex)importação
Falava de natural selecção
Às empresas «fracas» para o iluminado restava a destruição
Agora têm que suportar a brutal desvalorização
Do Mercado Interno que prejudica a exportação
E da importação a necessária substituição
Que o ABC apoiou até à exaustão

Deu uma entrevista recente ao Diário de Notícias - «Dinheiro Vivo» (www.dinheirovivo.pt), publicada em 9-2-2013:


«(...) Desde o princípio que o mandato foi bem definido e tem quatro dimensões: o financiamento da economia e o sector financeiro; as privatizações; as PPP e a quarta é a reestruturação do sector empresarial do Estado. Dentro deste vasto segmento de responsabilidades, o meu cliente, o governo, pede uma opinião nisto, nisto e nisto e, por acaso, não pede naquilo.
(...) Eu tenho a enorme sorte de poder dar o meu apoio como consultor, mas não tenho qualquer ambição. Seria totalmente desajustado que agora tivesse ambições de decisor político. Já tive, não consegui, agora não tenho.
(...) um consultor não decide; propõe, apresenta argumentos, tenta responder a perguntas e, depois, são eles os responsáveis e eles é que têm legitimidade para o ser.
Tenho reuniões relativamente frequentes com o primeiro-ministro... uma vez por mês, habitualmente, de troca de impressões sobre o que se está a passar nas áreas da minha responsabilidade. Tenho reuniões muito regulares com outros ministros e secretários de Estado mais ligados aos sectores de que falei (...).
(...) reforçar as instituições e reforçar os reguladores. Há áreas em que os governos têm poder de mais, poder arbitrário, decidem como querem. Às vezes não são os governos, são as direções-gerais ou são os funcionários - e não pode ser. Um país moderno não é assim. É preciso ter reguladores independentes, competentes, fortes e com experiência. Isso faz-se ao longo do tempo, vai-se fazendo e estamos a dar passos nesse sentido. Eu acho que, se há área onde tem havido progresso nestes últimos tempos, é no reforço das entidades reguladoras, quer em termos de competência quer em termos de prestígio.
(...) A Caixa levanta um problema muito sério hoje em dia. Nós oscilamos entre governos que dão instruções à Caixa Geral de Depósitos todos os dias e dizem: "Faz favor de dar um empréstimo àquele funcionário do partido, que eu quero que você lhe dê um empréstimo." Há outros governos que dizem: "Eu não intervenho em nada, não quero intervir em nada." E, portanto, a Caixa fica sem ter de dar contas a ninguém...
(...) O governo é o dono da Caixa, a Caixa não pode dizer: "Tenho 300 milhões de euros envolvidos numa participação e agora vou decidir, por minha livre iniciativa, se os vendo ou não." Aí, de facto, o acionista tem uma palavra... [E assim se perdeu a CIMPOR e a sua excelente estratégia de internacionalização, mas o Grupo José de Mello foi apoiado na BRISA]
(...) Há uma grande vantagem em Portugal: as pessoas têm confiança no sistema financeiro. Ao contrário de outros países, os depósitos aumentaram, as pessoas trouxeram dinheiro do estrangeiro para Portugal, o que é notável. Não há dúvida de que temos um sistema seguro de depósitos que dá às pessoas tranquilidade. Isto tem de se manter. [Não era preciso o Estado assumir milhares de milhões da SLN/BPN, pois não?]
(...) Não vou falar nas palavras infelizes do dr. Fernando Ulrich. Nós estamos num processo de ajustamento difícil, que tem custos pesados e que, infelizmente, não se distribuem de forma uniforme, mas que não são evitáveis. Isso é talvez uma das coisas mais importantes do que se está a passar em Portugal: é toda a gente ficar com a consciência de que, quando se cometem erros muito graves, se paga um preço muito alto e esse preço não há maneira de o evitar. A única coisa que o governo pode fazer é tentar minimizá-lo e é para isso que existe o Estado social; é por isso que ele está completamente, no meu entender, acima de qualquer questão. Vamos utilizar toda a panóplia do Estado social para que o custo do processo de ajustamento seja minimizado e distribuído o melhor possível. Agora, não se pode dizer, depois dos erros catastróficos que se andaram a fazer, que o desemprego devia continuar em 4% ou 5%, como estava no ano 2000. Eu julgo que a taxa natural de desemprego em Portugal deve ser muito baixa. Quando voltarmos a uma normalidade, estou convencido de que voltaremos a esses valores. [O esforço não é «uniforme» pois não, não é de acordo com as respectivas responsabilidades] 
(...) Hoje toda a gente quer comprar a dívida pública portuguesa. A trajetória da dívida pública portuguesa está a estabilizar, não há qualquer dúvida sobre a sua sustentabilidade, senão não havia interesse em comprá-la como há. A forma como vamos resolver o problema é através da aceleração rápida do crescimento económico. Dívidas de 120% já existiram muitas vezes em muitos países do mundo. [Notável optimismo depois da Alemanha ter finalmente assumido a Grécia e o BCE ter dado cobertura e confiança para evitar um fogo maior em Espanha e em Itália, foi «apenas isso», não há mérito e se houverem problemas graves em Espanha, vamos ver ...]
(...) A grande questão que está em cima da mesa é, ultrapassada esta crise, como é que vamos pôr o país a crescer a um ritmo à medida das nossas ambições. (...) em 1983-1985, quando o FMI cá esteve e fomos obrigados a seguir um programa de ajustamento que tem muitas coisas parecidas com este, a seguir tivemos 15 anos de crescimento super-rápido, muito acima da média europeia, de grande convergência. Foi pena termos desaproveitado. Podíamos ter feito grandes reformas nessa altura. A crise é sempre um momento de grande limpeza, em que há muita ineficiência que desaparece, isso já é absolutamente visível na economia portuguesa. Estamos a criar espaço para um grande conjunto de outras empresas inovadoras, criativas, exportadoras, competitivas, que já começam a aparecer por todo o lado e que, se tudo correr bem, vão pôr o país a crescer a um ritmo completamente diferente. «O crescimento após a limpeza financeira até 1985, teve por base um ponto de partida e uma dinâmica muito específica, com a integração formal na CEE em 1986, com a externalização para Portugal de produção do Centro Europeu, com a injecção massiva de subsídios, como diz foram desaproveitados ventos favoráveis para criar bases sãs, através de reformas, nomeadamente na era do cavaquistão em que se deixou andar a tributação e se estruturou despesa pública futura insustentável, por via do estatista Aníbal, contra a opinião dos seus Ministros das Finanças Miguel Cadilhe e Miguel Beleza], especialista em Finanças Públicas esse, que já tinha contribuído para o desastre AD, que levou à intervenção do FMI.] 
A austeridade é viver dentro dos nossos meios. Temos uma certa capacidade de gerar rendimento, mantemo-nos dentro dessa capacidade, não nos endividamos, não vivemos do crédito. (...) Isso já conseguimos. O país tem as suas contas equilibradas, já produzimos aquilo que consumimos. Isto foi um esforço extraordinário (...), em particular das famílias, que tiveram um aumento notável da taxa de poupança, muito para além do que se previa. (...) já não precisamos de estar a apertar o cinto dramaticamente. Temos ainda um problema de finanças públicas a resolver e o compromisso com a Europa de reduzir o défice público. Todo o espaço que se criar por melhor gestão das finanças públicas abre espaço ao investimento e ao consumo. (...) O que nós já fizemos é aquilo que custa mais (...) um regresso ao realismo da parte da generalidade da população portuguesa; as pessoas caíram em si e perceberam que não podiam continuar a viver daquela maneira. Agora, o mais difícil está por fazer: além de pôr o país nos carris, o que no meu entender já é o caso, como passamos a ter um crescimento rápido, como voltamos aos 4% de desemprego?
Com um conjunto de reformas de fundo, que são muito mais difíceis de fazer porque essas são mais exigentes, são complexas e sobretudo têm um problema dramático que é a resistência brutal dos interesses estabelecidos. Somos um país muito dominado por interesses fortíssimos. Todos aqueles que foram beneficiados pelas políticas económicas dos últimos anos: são corporações, são empresas, são profissões, sindicatos.
Não vou nomear a empresa A, B ou C, como deve calcular (...) que prosperaram graças a políticas orientadas para o mercado interno, protegendo-as da concorrência estrangeira, dando-lhes situações de privilégio. Sindicatos que não têm condições acessíveis à generalidade dos trabalhadores portugueses. Corporações profissionais que têm estatutos que lhes permitem rendibilidades altíssimas por razões de privilégio. [Estamos de acordo sobre os interesses estabelecidos, que minam a Nação há muitos séculos, mas o Governo tem sido fraco com os fortes porquê? Não sabe? Porque é que não se lançou imediatamente nas reformas de fundo em relação ao Estado e à Sociedade Política? Porque é que não tinha e não tem a necessária Estratégia Económica? Porque é que fragilizou e vai ainda fragilizar mais a Economia e é tão subserviente em relação a ideias aculturadas sobre Diagnóstico-Prognóstico e Terapêutica?] 
Somos um país em que há interesses extraordinariamente fortes que se mobilizam muito bem para bloquear a mudança e que tornam este país muitíssimo conservador. E é isso que pode ser o obstáculo ao progresso. [O problema é que provavelmente só identifica alguma «forças de bloqueio» que procuram travar o fundamentalismo liberal para Portugal e não todas, como deveria]
(...) Portugal tem uma capacidade de ajustamento rapidíssima, somos uma economia superflexível. Se os incentivos forem postos no lugar certo, as pessoas respondem imediatamente e já está a acontecer. Toda esta viragem da economia para o sector exportador, para a competição externa, já é visível por todo o lado.   [Não existe qualquer mérito do Governo, o mérito é todo das Empresas, dos Empresários e dos seus colaboradores e sem muitos dos investimentos que realizaram com muitos riscos, não seriam hoje tão competitivos; é notável também o esforço das empresas que estavam completamente dependentes do Mercado Interno, que foi excessivamente condicionado e que prejudica muitas das empresas exportadoras que dele também dependem!]
(...) eu não sou especialista de previsão à décima ou à centésima. O Banco de Portugal tem as suas razões para ser mais conservador. Pode haver uma crise internacional que nos dificulte as coisas ainda mais... Não é esse o ponto. Estou convencido de que há condições para que o país este ano já esteja a crescer e que 2014 seja um ano de crescimento forte. [A questão não é de uma décima, é de uma ou duas unidades, entre o irrealista -1% de previsão para a variação real do PIB em 2013 do Governo e da Troika e os -2% ou -3% que poderão acontecer com o assalto fiscal decidido pelo Governo! O Banco de Portugal começou muito mal, relativamente próximo do Governo e agora aproximou-se mais das maiores probabilidades (-1,9%), mas com a estranhissima menor variação negativa da Procura Interna, aparentemente a acomodar melhor a menor variação positiva da Procura Externa, sem a qual a sua previsão iria para valores claramente superiores a -2%!]
Forte, de aceleração para uma tendência que pode ser 3%, 4%, 5% a prazo.
(...) eu sou muito, muito mais confiante (...). E não é uma questão de confiança cega nas capacidades dos portugueses, é porque já o fizemos. Em 1983-1985, tivemos um programa duro de ajustamento e depois tivemos crescimento rapidíssimo. Porque é que não somos capazes de fazer o mesmo? O país hoje é muito melhor do que era em 1985.» [É extraordinária a leviandade de ABC que designou como ignorantes empresários que sustentam a criação de valor em Portugal, contra ventos e marés e muitas cargas de Governos incompetentes e fomentadores de despesa que não cria valor, o crescimento após 1985, como referimos anteriormente tinha condições de base e dinâmica totalmente diferentes, os actuais desafios são muito mais difíceis apesar de estarmos mais fortes, graças às Empresas não financeiras, mas o que se fez e está fazer ao Mercado Interno é o mesmo que se faz a um balão que se enche de mais até quase rebentar e depois se fura, para esvaziar depressa. Na nossa opinião é preciso continuar a desenvolver de uma forma sustentada Portugal e não crescer num «stop and go» não sustentado, gerador outra vez de fortes importações e desperdícios. Para crescer era preciso que o Governo tivesse tido mais sensibilidade e que os mercados externos permitissem a melhoria das quotas portuguesas nas importações mundiais, prejudicadas pelas próprias condicionantes excessivas ao Mercado Interno, como referimos.] 
«Está em cima da mesa um corte de 4 mil milhões no Estado social. Quais as áreas em causa?»
«É isso justamente o que eu chamava as questões verdadeiramente difíceis. Em primeiro lugar, deixe-me dizer que isso é um corte verdadeiramente marginal. Nós já fizemos cortes muito maiores nestes dois últimos anos. Portanto, já estamos na ponta final. A questão dos 4 mil milhões é, para mim, uma questão acessória. A questão de fundo é saber se vamos fazer reformas, porque os grandes cortes que se fizeram até agora, que foram cortes brutais na despesa pública, foram relativamente horizontais, sem muita seletividade. Agora, o que é preciso é reformar o sistema e há muitas opções. O relatório do FMI apresenta opções que dão para cortar 15 mil milhões e muita panóplia para escolha. Eu acho que a escolha é muito simples: é ir à Europa, aos nossos parceiros europeus, ver o que há de melhor e adaptar ao caso português. Não estamos a falar em modelos radicais, diferentes, dramáticos. Não. Há muita coisa bem feita na Europa, só temos de adaptar a Portugal. [Os cortes que fizeram são extraordinários e são relativos a investimentos públicos, marginal? Que leviandade! Deveriam ter começado por cortar em despesas que não criam valor, porque não o fizeram? Porque só agora, depois dos buracos manifestos das vossas opções que geraram círculos viciosos evitáveis, com cargas fiscais excessivas é que vêem falar em despesa pública, ainda por cima só concentrada no «Estado Social»? E a Sociedade Política? E as Autarquias e as Regiões Insulares, e as suas empresas despesistas em ano de eleições? As PPR, não receberam da sua parte uma palavra e não têm tido nenhum resultado favorável. Que vergonha!] 
Na Suécia, que tem um Estado social muito mais generoso do que o nosso e mais caro, as pessoas também estão dispostas a pagar mais impostos por isso. Mas não há abuso, não é só o nível de exigência no Estado social, é também o nível de exigência nas empresas. Não há uma empresa a que seja permitido sobreviver se não for rentável, produtiva, eficaz. É este equilíbrio que torna as coisas possíveis. Nós querermos ter em Portugal um Estado que gasta com tudo e com todos, sem grande critério, de uma forma às vezes injusta e, ao mesmo tempo, permitir esbanjar biliões de euros em capital mal gasto, despendido de forma não produtiva. [Cuidado com as Pessoas de rendimentos intermédios, se as apertam mais no Estado Social a conjugar com a forte tributação injustíssima e desonesta, dão cabo de vez do Mercado Interno e das Famílias que o poderão sustentar]
Nestes últimos dez anos, tivemos as taxas de investimento mais altas da Europa, com o crescimento praticamente zero.
(...) não é investimento, é esbanjar dinheiro, é queimar dinheiro. Aquilo que consiste em gastar dinheiro em coisas não produtivas é uma grande carga para as gerações futura. Temos de o pagar e não temos maneira de o pagar. Isso não é investimento. O investimento brutal que foi feito em infraestruturas em Portugal não tem a mais pequena justificação económica; o investimento que foi feito por muitas empresas no sector privado, debaixo de situações de proteção e de ausência de concorrência estrangeira, não é compatível com a Europa.» [Concordamos de novo, mas existiu também investimento correcto que criou valor e que não mencionou]


Outro tormento
É o Vítor Bento
Insiste no mesmo intento
Num sentido lamento

Sempre a defender
A maravilhosa medida a não perder
O aumento/diminuição da Taxa Social Única
Para o crescimento económico ter uma túnica

E as Pessoas de rendimentos intermédios
Terem mais uma doença sem remédios
O valor dos empregados é para diminuir
Porque na SIBS encantada não vai sentir

«A Constituição é para cumprir»
Não vá a sua pensão se ressentir
As suplementares medidas não importam
Porque são sempre as mesmas Pessoas que suportam
Mas não aguentam

É esta a equidade
Concentrar a solidariedade
Em relação às vítimas do Banco Português de Negócios
Investidores, especuladores, colaboradores, devedores e accionistas/sócios

A única ideia sobre a competitividade
De Vítor Bento, António Borges, Passos Coelho e demais irmandade
Era apenas e unicamente a referida taxa de «solidariedade» 
E na sua impossibilidade o Governo lançou a sobretaxa, que barbaridade 
E mais o jogo dos impostos em escalões
Para roubar mais uns milhões
A tapar buracos que criou
Sobre os buracos que herdou
E à competitividade não mais voltou



Para 

CRISE - CRISIS - CRISIS

http://reputationxchange.com/wp-content/uploads/2012/03/crisis.jpg
«Crisis» (http://reputationxchange.com/wp-content/uploads/2012/03/crisis.jpg)

Capital reacts to the threats of fat 
Energy turns very expensive
Wages was to much progressive
States turns overfat

Bad liberals of the jungle
All united in the angle
Gold man net financial octopus
Go on with your contribute to the big opus

Desregulate all and "regulate all", so creative!
Goddess of Liberty legitimate us, mass will believe
Freedom of choice make a lot of surprises
With a strong network of paradises

Liberate Capital
With a great flexibility
He will move for the crucial
Without anxiety

Marx, in your point of view you only could see explotation, you knew only something:
Dialectics exists with real objectivity
Thesis, Antithesis and Synthesis all of us sing
But the historical players have much more complexity 

Capital, a social relationship with historical foundation
Have yes, it objective mission
Liberate partially Human Beings from Nature with it great motivation
As you said, create the basis for a future Society of Personal and Familial Realization
By time liberated for the more noble activities of Human creation

But workers without good leaders disappear
Good entrepreneurs are the best friends of them
They risks with great art to social needs appear
Dependent employees can create an alternative anthem 
International is now for workers of China we hope
No more for the jobs of America and Europe

The bad men of bad liberalism have also him historical contribution
As well the good women and men of the good liberalism of real Liberty
Dialectical negativity that create positivity
Despite all apparencies of a resultant negation
Inercies of the solutions belonged to XX Century must have a great transformation

Again the materialistic world found
Factories without the right of a Human sound
But with the right of make a big pollution
What a great solution! 

More games of null sum
In Summer time
More games of negative sum
Any place, any where, any time
Technology and financial innovation 
For a global and large scale speculation  

Much more quantity
Much less quality
Capital with liberty
Moves to the artificiality

Financial world of fiction
Destroy the real world of Economy
Social world suffer Capital satisfaction
With Political world complicity

But plus values and rentals without support
Have an age of a butterfly
In mean time, some Capitals up to sky
Like the employments go down to airport  

A lot of materia for junk
The younger turned so punk
Millions of persons without a job
What you wanted liberals for Europe?

Strong money, war for what?
When Capital stop States push
Only turns bigger the crater of Reagan and Bush
Trigged from Texas to somewhat

Capital is bigger now
Only change him destiny 
To find how
Can reproducing to infinity

But the Planet, Humanity 
And the Divine Universalism
Can´t stop and go to eternity
With so much materialism

More spiritual and cultural world dialectics will create, great aid
But in meantime of many synthesis and as Gramsci said
«The old can´t die and the new can´t born», so much anxiety
Critical time and the European leaders only impose austerity

Is not the good way against κρίσις krisis crisis Crises
Because high weights are not directed to the right players in Democracy
Capital and him supporters, Banks, States and Political Societies
The fortunes of oligarchies accumulated without any meritocracy

Generations of players with power and an older selfish culture so active
That learn to much well how play with freedom way
With the Democratic illusion of Liberty and apparent alternative 
Will disappear for future new generations that would work for Social pray
When representative real represent represented much more participative
Real and not only potential Liberty will come true ina a moon day after sun day









sábado, 9 de fevereiro de 2013

NAÇÃO LUSITANA II - LUSITANICUS NATIO II - LUSITANIC NATION II




















«Lisboa Reedificada» pelo escultor Francisco dos Santos

Nação Lusa e Latina
Tão insegura e formosa
Na fé é Cristina
No sentimento é amorosa

Sim, abençoada pela divindade
O seu Ser está cheio de saudade
Com imensa tranquilidade
Canta o seu fado com bondade

Carrega fardos pesados
Pelas oligarquias atados
Não se ouvem lamentos desesperados
Mas sim versos cantados

A sua procura de universalidade
Leva-a até à eternidade
Que pena as lideranças mesquinhas
A prejudicarem com ervas daninhas

Da nascente Lusitana
E da corrente Romana
Se formou ria Portuguesa
Tão bela a Princesa
Que no Mar se encontrou
Se conheceu e se realizou

Os mundos descobertos
Para sempre despertos
São agora lusos e latinos
Nos seus queridos destinos

«Falta cumprir Portugal»?
Mesmo com demasiado sal
E tanto, mas tanto mal
De uma forma natural
Através de uma longa evolução
O seu bom coração
Vai levar a mui formosa Nação
À sua real libertação
De toda a escravidão
Ao seu «problema» sem aparente solução

Através do luar da sua nobre e universal cultura
Se vai de novo fazer sentir a sua amorosa formosura
Simbolizada na ignota dea Venus
Mulheres e Homens com imensa luz
Pela sua fé no querido Jesus
Com o seu Amor que tanto (n)os seduz


MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - MEDIA COMMUNICATIONIS SOCIALIS - MASS MEDIA

Placa Romana (Itália) - ROMANUS TABULA (ITALIA) - Roman Plaque (Italy)

In mass media where negative culture ruled
The spectacular is king
The Person is not respected
Is only something

Much more than a Athenaeum
Seems a Roman Colosseum
Massification of communication
For a democratic manipulation

People is a strange king
Invited for performaces as court jester
Is only something
In that strange amphitheater

Change the push and pull
Of the badly dimensions of Humankind
That enphasised the Human Being like a full
Turns to a culture much more kind
That put the better at high level
And the worst not to revel

A day will come true
When the personalised media will rule
Where the respect for the Person will not untrue
When the share of Human Love overrule


A DEMOCRACIA TEM NOS MEIOS MASSIFICADOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL («MASS MEDIA») UM POTENCIAL ENORME PARA O SEU APROFUNDAMENTO, MAS INFELIZMENTE, COM A ACTUAL CULTURA PREDOMINANTE DO NEGATIVISMO E DO EFEITO ESPECTACULAR, SEM RESPEITO PELA PESSOA (TIPO CIRCO ROMANO), ESSE POTENCIAL FICA POR REALIZAR.
POR VEZES ASSISTIMOS A MANIPULAÇÕES DA OPINIÃO PÚBLICA SEM ÉTICA, ASSISTIMOS A SITUAÇÕES COMO ESTE EXEMPLO DO SEMANÁRIO «EXPRESSO» DE 09-02-2013:








«António Costa é o melhor para liderar o PS» 

[SIM?! COMO SABEM E PORQUÊ? OBSERVEMOS EM LETRAS PEQUENAS...]

«Sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC mostra que o presidente da Câmara de Lisboa é o preferido pelos portugueses para dirigir os socialistas.» [PREFERIDOS PELOS PORTUGUESES? E DAS PORTUGUESAS NÃO?ENTREVISTARAM MILHÕES DE PESSOAS EM TODO O MUNDO?]

«Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, SA para o Expresso e SIC, de 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2013.
Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados.
O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal continental e habitando em lares com telefone da rede fixa.
A amostra foi estratificada por região: norte (19,9%); A.M. do Porto (13,9%), centro (29,7%), A.M. de Lisboa (26,6%) e sul (9,9%), num total de 1011 entrevistas validadas.
Foram efetuadas 1248 tentativas de entrevistas e, destas, 237 (19%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1011 entrevistas, correspondendo a 81% de tentativas realizadas.
A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado em cada agregado familiar o elemento que fez anos há menos tempo.
Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo, feminino (51,5%) e masculino (48,5%); e no que concerne à faixa etária, dos 18 aos 30 anos (15,8%), dos 31 aos 59 anos (52,4%) e com 60 anos ou mais (31,8%).
O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95%.
Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.»
1011 PESSOAS!!!!! DAS QUAIS APENAS 49,5% VOTARIAM EM ANTÓNIO COSTA CASO O MESMO SE CANDIDATASSE À LIDERANÇA DO PS. CONSIDERAMOS MUITO INCORRECTA A FORMA COMO FOI APRESENTADA A SONDAGEM (NA SUA VERSÃO NA INTERNET, NÃO EM PAPEL), ALIÁS COMO TEM SIDO HABITUAL NA NOSSA DEMOCRACIA!!!! A ENTIDADE REGULADORA DEIXA PASSAR. DA NOSSA PARTE SUGERIMOS A DEVIDA CORRECÇÃO: ANTÓNIO COSTA FOI PREFERIDO POR 500 PESSOAS NUM TOTAL DE 1011 ENTREVISTADOS (49,5%). MENOS ESPECTACULAR NÃO? A NÓS CAUSA-NOS INDIGNAÇÃO!


O GOVERNO, CONTENTE COM ESTA DISPERSÃO, QUE ANTÓNIO COSTA DESPOLETOU, MESMO ASSIM «ESPALHA-SE SEMPRE QUE NEM UM CAÇÃO». PREOCUPANTE O AUTISMO E A FALTA DE ÉTICA DOS GOVERNANTES DE PORTUGAL...

Convidado por ele veio do Canadá
Às Parcas dará
Sem conhecimento da realidade
Mas para quê a verdade?

A Economia mais uma vez
Era para fazer de conta
O que interessava, o que se fez
Foi colocar as Finanças na ponta

Arrepiante menoridade
Preocupante mediocridade
Encheram-se de coragem
Para defender a vida selvagem:
Ao secretário deles de nome Franqlim
Depois de terem omitido
O passado comprometido
Apresentaram-no como um querubim

O deputados da anterior oposição
Realizaram bem a sua missão
Ficou clara a terrível omissão
Das graves irregularidades de então

E qual a justificação?
A defesa do grupo em nome do sistema
E então a Nação?
Impostos em troca do estratagema

Milhares de milhões branqueados
Com o sacrifício dos inocentes lavados
Em vez dos paraísos desmascarados
E os efeitos das vis mais valias indemnizados

Os responsáveis não estão arrependidos
Não, continuam todos decididos
Pior que uma banca ilegal
É uma banca que faz tanto mal

Primeiro Ministro e Ministro da Economia:
Os senhores insistem no mal de que padecia?
O que está em causa é a clara omissão
Evidente na declaração
Na parlamentar audição
Óbvia na sua justificação
O que está em causa é a vossa insistência
Numa causa sem consistência
Só agora descoberta no Sol nascente
Já antes existente antes do Sol poente 
Com a vossa falta de ética
Tornam a Pessoa ainda mais céptica
Quando é que abandonam a posição
Ganha sem mérito e pela traição?
O vosso mandato vai-se esvaziando
À medida que nos vão afundando
Só agora em nova época eleitoral
Voltam a tentar encantar Portugal
Mas de vós vem tanto mal
Que podem ludibriar o Legal
Mas é impossível enganarem a Moral




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

INTERNACIONAL SOCIALISTA - INTERNATIONAL SOCIALISTA - SOCIALIST INTERNATIONAL

UNITED STATES OF AMERICA - Democratic Socialists of America (DSA)
UNITED KINGDOM  - Labour Party
SVERIGE - Sveriges Socialdemokratiska Arbetareparti (SAP)
ROMANIA - Partidul Social Democrat (PSD)
PORTUGAL - Partido Socialista (PS)
Россия - Справедливая Россия (CP)
日本 - 社会民主党
MOLDOVA - Partidul Democrat din Moldova (PDM)
ITALIA - Partito Socialista Italiano (PSI), Partito Democratico, PD
FRANCE - Parti Socialiste (PS)
ESPAÑA - Partido Socialista Obrero Español (PSOE)
EΛΛÁΔA - Πανελλήνιο Σοσιαλιστικό Κίνημα (ΠΑΣΟΚ)
ÉIRE - Páirtí an Lucht Oibre
DEUTSCHLAND - Sozialdemokratische Partei Deutschlands (SPD)
COLOMBIA - Partido Liberal Colombiano (PLC)
COSTA RICA - Partido Liberación Nacional (PLN)
CABO VERDE - Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV)
ANGOLA - Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)
TIMOR LESTE - Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (FRETILIN)
BRASIL - Partido Democrático Trabalhista (PDT)


«L’important,
c’est la rose, l’important,
c’est la rose, l’important,
c’est la rose, crois-moi...»
(Louis Amade / Gilbert Bécaud)

António José Seguro (Partido Socialista) e Ségolène Royal (Parti Socialiste), que declarou aos jornalistas:

«António tem uma visão global do desenvolvimento económico, da alternativa possível (...) o conjunto das delegações ficou muito impressionado (...) fez bem aos socialistas (...)».
«Temos vontade de apresentar juntos uma alternativa e sentimos que nesta altura, em Portugal, a alternativa está pronta (...) não só é credível, mas é sólida, é sustentada em convicções fortes e valores fortes (...) é essencial para o futuro da Europa (...)
Os governos socialistas estão isolados e são minoritários na Europa e precisamos de uma nova energia para demonstrar que a lógica da austeridade para sair da crise é um impasse e é muito perigosa (...).
A política actual só conduz ao empobrecimento dos cidadãos, e dos cidadãos já de si mais debilitados (...).
Sairemos da crise económica com outro modelo. Como diz o António, com o investimento na massa cinzenta, na formação profissional, esse é o primeiro pilar; na mutação ecológica, (...) e o terceiro pilar é a reforma financeira: pôr a banca ao serviço da economia».



COUNCIL MEETING OF THE SOCIALIST INTERNATIONAL
Cascais, Portugal, 4-5 February 2013
«DECLARATION ON THE GLOBAL ECONOMY:
OUR VISION FOR GROWTH, JOBS AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT» (http://www.socialistinternational.org/images/dynamicImages/files/Declaration%20Economy%20Final%20English.pdf)
«The world stands at a crossroads this year, 2013, struggling to recover from a financial crisis that was born from the too-rapid globalization and reckless deregulation of world’s largest and most powerful financial markets. Six years after the collapse of major Wall Street firms set this global crisis in motion, economies around the world have still not produced sustained, significant growth that restores either the material security or deserved hope in the future that are cornerstones for governments that govern for all, and not just a few, of their citizens.
The Socialist International calls on all nations of the world to recognise the need not only to abandon misguided policies of fiscal austerity but to embrace the wide-ranging need for a new set of policies to govern global finance and global growth.
Those policies are based on five fundamental principles of the Socialist International, and require the following actions:
The first principle is solidarity: in the decades ahead the likely continued migration of global manufacturing from West to East, with consequent downward pressures on Western workers and middle classes, requires a new international accord.
The essence of that bargain entails a second fundamental principle: equality, between nations and among nations, across class, race, and gender. This requires governments globally, acting in coordinated fashion, to capture a greater share of the private profits reaped through deep international wage differences and through the mobility of capital in comparison to labour, to soften the deterioration of wages in the West while assuring that mega-profits in the East are shared fairly with labour in those countries, and contribute to public investment in health, education, infrastructure and retirement security.
That in turn requires an authentic and powerful third principle: a new internationalism, expressed through a new global set of agreements as significant and far-reaching as Bretton Woods, which inaugurated a period of thirty years after World War II of extraordinary economic growth coupled to steadily-declining income and wealth inequality.
Authentic internationalism requires restructuring the WTO to recycle trading profits from severe wage differentials toward authentic global income security.
It requires a new IMF and global currency regime built on the multilateral synthetic “bancor” system conceived by Keynes himself, replacing the dollar-determined system imposed at Bretton Woods by Washington.
2
__________
It requires creation of a new system for pricing global commodity sales that relies on a basket of major currencies rather than the dollar.
It requires as well a fourth fundamental principle: transparency. As part of the WTO trade regime, a new transparency in contracts between international natural resource and commodities firms and national governments to reduce the massive corruption opaque contracts and hidden side payments have fostered.
It requires a new international set of multilateral treaties on transfer pricing within multinational firms, uniform taxation, and uniform rules on tax evasion that will recapture the estimated trillion-plus dollars of corporate and personal income that lies concealed today in offshore tax havens.
It requires tying the access of trade and finance to the world’s largest and richest markets to a new—and seriously-enforced—conformity with global environmental and labour and human rights standards.
But reforming the behaviour of private firms and markets is not enough. Just as importantly, it requires a public commitment to tie the day-to-day administration of democratic governments to the highest standards of loyalty to democracies’ citizens. That will necessitate a new commitment to govern transparently, to welcome and encourage citizen use of internet-available open-source data on public budgets, public contracts, and public salaries and benefits to monitor both elected and appointed officials—measures that we believe are absolutely essential to restore the lost trust of citizens in their own governments as instruments of citizens’ will and citizens’ rights.
Transparency also requires an entire new regime of comprehensive international standards, auditing powers, and enforcement regimes to govern global finance in order to restore public confidence, market stability, transactional transparency, and ultimately a fundamental fairness to capital markets.
Finally, we call for acceptance of a fifth, and profoundly fundamental, principle regarding humanity’s shared life on Earth itself: human and ecological balance. We believe this requires a new understanding and redefinition of “growth” itself—a substitution of antiquated GDP data with new metrics of human well-being and realization of human capabilities, that recognizes private markets’ and governments’ historical failure to accurately and honestly price pollution and resource depletion, that counts “more” as “better”.
In one of the most alarming signs of the cost of that conflation of “growth” with “more” rather than “better”, the World Health Organization reports that more human beings around the world suffer from obesity than malnutrition. Rather than serving as a sign conventional GDP’s “success,” that single fact stands as stark indictment of its central conceptual failure. In a world that has grown from three billion to six billion citizens in less than fifty years, it is imperative that we balance the hopes of billions of new middle-class citizens not only with a healthier understanding of what we want from our economies, but with the fundamental carrying capacity of the planet so that a new era of potentially global prosperity and security does not end in an Armageddon of global warming, resource wars, and obscene inequalities.»

domingo, 3 de fevereiro de 2013

COLÔMBIA II - COLUMBIA II - COLOMBIA II

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PAISAJE CULTURAL CAFETERO - Patrimonio Cultural de la Humanidad - UNESCO (http://paisajeculturalcafetero.org.co/)http://paisajeculturalcafetero.org.co/images/uploads/Home_09.jpgFile:Paisaje-Cafetero-Colombiano.png«Infografía sobre los municipios colombianos declarados Patrimonio Cultural de la Humanidad dentro del denominado 'Paisaje Cafetero Colombiano' » - por Jyon (Wikipedia) com a licença de utilização Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en) 
Bagas de café no «Ejo Cafetero» da Colômbia e «Así se alcanza a ver el imponente nevado del Ruiz desde la ciudad de Pereira» por Pereira-city (Wikipedia) com a licença de utilização Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)
File:Zoologico (111).jpg
«Guacamayas en el zoológico matecaña» (cidade de Pereira) - por Daho90 (Wikipedia) com a licença de utilização Creative Commons (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en)    Ara, la marca de Jerónimo Martins en Colombia (http://www.portafolio.co/archivo/documento/MAM-5974315)

«Colombia tendrá otro jugador internacional en el negocio de los supermercados.
Se trata de Ara, la marca que operará en el país la cadena portuguesa de comercio Jerónimo Martins, que el año pasado anunció su entrada al mercado colombiano. La primera tienda será abierta en marzo próximo en Pereira. La empresa explicó que paulatinamente continuará su expansión por esta región, donde planea tener 35 puntos de venta al cierre del año. La firma reveló las novedades de su incursión en Colombia y dijo que la nueva marca de tiendas se diseñó "con un concepto innovador, una imagen muy colombiana y un modelo de precios competitivos". Igualmente, informó que avanza con la industria nacional, ya que la mayoría de los proveedores son empresas colombianas, en el desarrollo de sus marcas propias. Su eslogan será "Alegría al mejor precio" y el negocio está estructurado para el mercado local con beneficios de proximidad, calidad y precios bajos todos los días. Explicó que Ara fue un nombre que se eligió luego de un trabajo desarrollado por los ejecutivos de la firma en colaboración con la agencia de publicidad McCANN Colombia, y está inspirado en la alegría de los colombianos, el colorido y la riqueza de la biodiversidad del país, y en el hecho particular de que Colombia está considerada como "el paraíso de las aves"., con la mayor cantidad de especies registradas en el mundo, con más de 1.900. La empresa explicó que con la creación de una marca con identidad nacional, Jerónimo Martins sella el compromiso adquirido de entrar al país para quedarse como un aliado para el desarrollo nacional.»

«Publicación portafolio.co
Sección Economía
Fecha de publicación 2 de febrero de 2013
Autor EDMTOV»

Entretanto o líder do Grupo Jerónimo Martins anunciou o dia da abertura da 1.ª loja na Colômbia: 13 de Março de 2013!


O melhor café do Mundo tem agora este produto da DELTA CAFÉS do Grupo NABEIRO de Campo Maior (Portalegre - PORTUGAL): 
http://www.delta-cafes.pt/assets/images/homepage2012/produto-colombia.jpg